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13.10.17
ED. 5724

Questão de hierarquia

A revelação de que quatro clientes da XP Investimentos foram vítimas do “erro de um agente autônomo” arranhou o humor de Roberto Setubal. Apesar de ter cedido à presidência do Banco Itaú a Cândido Bracher, ele considera que as questões de imagem institucional são com ele. Menos mal que a XP vai ressarcir as perdas de R$ 5 milhões.

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25.08.17
ED. 5691

O candidato da XP Investimentos

Em recente pesquisa, a XP pediu a investidores institucionais que apontassem um nome alternativo para a Presidência da República, ou seja, fora do rol dos candidatos tradicionais. Deu Luciano Huck na cabeça. O que mais chamou a atenção, no entanto, foi outro dos citados: a XP encontrou um lugar para o patrão Roberto Setubal entre os vencedores alternativos. Nada como ter dinheiro sobrando para se jogar um pouco fora com excentricidades.

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07.07.17
ED. 5656

Padrão Itaú

A XP Investimentos vai ampliar sua operação internacional, com a abertura de novos escritórios no exterior – hoje, são cinco (dois nos Estados Unidos e três na Europa). Trata-se de uma estratégia à feição do Itaú, o banco que mais estimula os brasileiros a levar seu dinheiro para o exterior.

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A NotreDame Intermédica é uma espécie de XP Investimentos dos planos de saúde. Protocolou o pedido de IPO na CVM, mas, a exemplo da corretora, o que quer mesmo é vender um pedaço do capital para um investidor estratégico. Sua controladora, a norte-americana Bain Capital, mantém negociações com três grupos do setor. O candidato mais forte seria a UnitedHealth, dona da Amil.

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15.05.17
ED. 5618

Kremlin

Após a associação com a XP, o verbo do momento no mercado é “itausar”. Os Setubal, no entanto, morrem de medo da expressão. Já orientaram sua área de comunicação para “desitausar” geral. A pregação é a de um banco parceiro dos parceiros e “socialista” na gestão e na propriedade.

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11.05.17
ED. 5616

XP joga dois dados simultaneamente

Se decidir sentar-se no colo de um megabanco, a XP investimentos vai perder entre R$ 3 bilhões e R$ 5 bilhões em relação ao valor previsto com o IPO. Aliás, o protocolo da oferta de ações na CVM em meio às tratativas foi considerado uma manobra para elevar o preço nas negociações. Atenção: o Itaú não está sozinho na tentativa de compra.

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24.01.17
ED. 5545

“XP” da questão

Quando pensam no IPO, os acionistas da XP Investimentos só enxergam um número: R$ 16 bilhões.

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20.01.17
ED. 5543

XP na guerrilha

A XP Investimentos vai torrar R$ 50 milhões em publicidade. Na conta estão inclusos os gastos com a desconstrução da imagem da concorrência.

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A XP Investimentos partiu com tudo na direção do Banco Indusval & Partners, que tem entre seus acionistas o fundo Warburg Pincus.

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02.12.16
ED. 5508

BTG Pactual prepara seu retorno ao game das aquisições

O RR tem lá suas diferenças com o BTG Pactual, mas não se pode negar que o banco superou uma grave crise institucional, convenceu o mercado da sua capacidade de ajuste e, de quebra, recuperou a autoestima – os problemas de André Esteves já foram individualizados e serão resolvidos no devido Foro. No entanto, na percepção dos próprios sócios, o BTG só reconquistará de vez a imagem de winner quando voltar a protagonizar uma grande operação de M&A no setor. Por ora, é bom que se diga, tudo ainda está no campo das pretensões: são pensamentos embrionários que encantam particularmente o próprio Esteves. Ainda assim, nas tertúlias entre os acionistas do BTG, já começam a despontar alvos potenciais, objetos de desejo que se encaixariam com perfeição ao projeto de soerguimento do banco. Os dois nomes mais sussurrados são o Banrisul e a XP Investimentos. Procurado pelo RR, o BTG nega o interesse nas duas instituições. A XP, por sua vez, garante não ter mantido qualquer conversação neste sentido com o BTG. Já o Banrisul não quis se manifestar.

Os planos que vêm sendo anunciados pelo BTG para a sua operação digital são muito mais para constar, quase que apenas pela obrigação de acompanhar a tendência do setor, do que uma aposta na qual o banco efetivamente deposita suas expectativas de crescimento. A instituição não tem a pretensão de virar um player de peso nesse segmento. O BTG vai seguir os caminhos de sempre. Cada qual na sua raia, tanto o Banrisul quanto a XP lhe permitiriam recuperar ao menos parte da massa crítica que perdeu após o seu forçado processo de reestruturação. Com a compra do banco gaúcho, seu total de ativos pularia de R$ 128 bilhões para pouco mais de R$ 190 bilhões. Não seria o suficiente para o BTG voltar ao patamar de setembro de 2015 (R$ 302 bilhões) – última fotografia contábil antes da prisão de André Esteves. Tampouco provocaria mudanças no ranking bancário – a instituição permaneceria em quarto lugar entre os grupos privados, bem atrás do Santander (R$ 680 bilhões). Ainda assim, a aquisição daria novo fôlego à operação do BTG no varejo, seja pelos ganhos de escala, seja pelas sinergias com o Pan, do qual tem 51%.

A aquisição da XP Investimentos, por sua vez, teria um poder até maior de reaproximar o BTG do seu período de bonança, notadamente no que diz respeito à gestão de recursos de terceiros. A carteira de ativos do banco sairia dos atuais R$ 76 bilhões para algo em torno de R$ 116 bilhões, não muito distante, portanto, dos R$ 128 bilhões contabilizados em setembro do ano passado.

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15.02.16
ED. 5306

XP da questão

 A XP Investimentos teria amealhado uma pequena fortuna com o frenético sobe e desce das ações da Telebras nas últimas semanas. Em janeiro, a cotação chegou a subir 520% em apenas dois pregões por conta dos rumores de uma fusão entre a estatal, o Serpro e a Dataprev.

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