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10.05.22

Cesta de três

A XP Investimentos não avança somente nos gramados. O banco estaria em busca de um sócio internacional para o NBB, a liga brasileira de basquete.

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06.05.22

Varejo eletrônico

A gestora General Capital estaria em conversações para se associar a uma das maiores plataformas de e-commerce do Brasil. Entre outros investimentos no país, os norte-americanos têm uma participação na XP.

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27.04.22

BTG joga em todas as posições nos gramados brasileiros

Como se não bastasse a ferrenha disputa por agentes autônomos e pela aquisição de fintechs, XP e BTG estão duelando também pela consolidação da indústria do futebol. O mais novo movimento vem do banco de André Esteves. Segundo o RR apurou, o BTG teria planos de se unir a outros investidores no negócio de reformas e gestão de arenas esportivas. O campo é largo: vai dos estádios públicos – Maracanã, Fonte Nova, Mineirão, Arena Pantanal, entre outros – aos particulares.

Neste segundo caso, ressalte-se, a operação poderá se dar tanto em tabelinha com as novas SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol) quanto os “velhos” clubes associativos. Consultado, o BTG não se pronunciou. O desenho tático do BTG passa pela verticalização de seus negócios no futebol. De acordo com a mesma fonte, o banco estuda entrar também no licenciamento de marcas, um segmento que ainda engatinha no Brasil vis-à-vis a indústria global do esporte. Um dos alvos é o e-s- ports; outro é o lançamento de NFTs (non-fungible tokens).

O mercado dos chamados fan tokens é um dos mais promissores no futebol brasileiro. Parte desses negócios deverá ser conduzida sob o guarda-chuva da Win, empresa criada pelo BTG no ano passado em sociedade com Claudio Pracownik, ex-sócio do próprio banco e ex-CFO do Flamengo. Esse amplo arco de negócios não deixa de ser um contra-ataque do BTG à ofensiva do XP em áreas específicas do business futebol. A instituição assessorou Cruzeiro e Botafogo na constituição e venda de suas respectivas SAFs. Ao mesmo tempo, a XP está buscando investidores para bancar a criação de uma liga de futebol no Brasil.

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A diretoria do Cruzeiro ameaça romper o contrato com a XP, adviser da venda do futebol do clube para Ronaldo Fenômeno. Para os cartolas, a instituição financeira parece que trabalha para o ex-jogador e não para o clube. De acordo com a mesma fonte, a XP estaria assinando embaixo de todas as exigências de Ronaldo para seguir com a compra da SAF do Cruzeiro.

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25.02.22

Dupla de ataque

A XP Investimentos abriu conversações com os investidores norte-americanos Ziggy e Mark Wilff. Em pauta, a possível compra de clubes brasileiros. No ano passado, os irmãos Wilff, que fizeram fortuna na área de real estate, adquiriram o Orlando City do empresário brasileiro Flavio Augusto da Silva.

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21.02.22

O day after do IPO do BV

Com anos-luz de atraso, o BV (antigo Banco Votorantim) pretende correr atrás da XP e do BTG. O banco dos Ermírio de Moraes tem planos de se tornar um consolidador de escritórios e plataformas de agentes autônomos. Uma parte dos investimentos necessários para a empreitada viria do seu IPO. Aliás, não custa lembrar que o RR antecipou, na edição de 9 de fevereiro, a abertura de capital do BV e as negociações para o fim da sociedade com o Banco do Brasil – informação publicada pelo jornal O Globo na última sexta-feira.

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18.02.22

Pelas beiradas

A XP Investimentos vai colocar mais uma grana na holding Monteiro Aranha. A inclassificável instituição financeira (É banco? É fintech?) já aportou uma pequena soma no centenário grupo da família Monteiro de Carvalho.

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09.02.22

Posição dupla

Além do figurino de adviser, a XP estuda se unir a outros players para a compra de participações em SAFs (Sociedades Anônimas de Futebol). Há conversas neste sentido com investidores norte-americanos.

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05.01.22

XP rola a bola das SAFs até Dubai

O RR apurou que a XP Investimentos vem mantendo conversações com o City Football Group, controlado pelo Abu Dhabi United Group – leia-se o sheik Mansour bin Zayed Al Nah-yan, membro da família real de Abu Dhabi. Em pauta, possíveis aportes em clubes de futebol brasileiros. A XP vem jogando quase sem marcação nesse mercado: já é adviser de Botafogo e do Cruzeiro e conversa com outros players, entre os quais um grande clube paulista. Natural que a XP bata à porta dos árabes. O City Football Group reúne o maior colar de participações societárias no mundo da bola: é acionista de mais oito clubes em um total de nove países. Só no Manchester City, a joia da coroa, estima-se que já tenha investido mais de 3,5 bilhões de libras. No entanto, sua vinda para o Brasil é complexa. Primeiro por uma questão geoeconômica: só agora os árabes começaram a colocar os pés na América do Sul e, ainda assim, de forma conservadora e em ligas secundárias. O City adquiriu o controle do clube uruguaio Montevideo City Torque e do boliviano Bolivar. Além disso, o modelo das SAFs ainda é cheio de pontos cegos do ponto de vista legal. Some-se a isso a má fama de clubes e cartolas brasileiros em termos de compliance.

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15.12.21

O dia em que a XP chutou a própria canela

Ou a XP controla as parlapatices de seu sócio Pedro Mesquita ou as portas do futebol brasileiro gradativamente vão se fechar à instituição. Um tweet postado ontem, às 8h11, por Mesquita foi recebido no Cruzeiro e em outros clubes como uma espécie de chantagem ou algo que o valha. Na postagem, o executivo disse textualmente que, se a agremiação mineira não aprovar a venda do seu controle na sexta-feira, “nós da XP deixaremos o comando do processo, pois será inviável realizar uma transação que seja interessante para o futuro do clube”. Talvez nunca tenha se visto uma empresa colocar a faca no pescoço de um cliente dessa maneira e publicamente. O tweet escancarou a má impressão que Mesquita tem deixado no business do futebol. Segundo o RR apurou, em reuniões com profissionais do mercado, o sócio da XP costuma chamar a atenção pelo desconhecimento em relação à dinâmica financeira dos clubes e aos critérios de valuation dos ativos. Em um desses encontros, causou espanto ao sugerir que a precificação de uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF) poderia se dar com base no número de seguidores de um time nas redes sociais.

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