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16.02.18
ED. 5807

Palmeiras e WTorre só jogam de canela

A relação entre o Palmeiras e a WTorre, responsável pela gestão do Allianz Parque, vai de mal a pior. Como se não bastassem as draconianas regras impostas pela construtora, que dispõe do estádio em mais de 300 dias do ano, o novo ponto de atrito é o uso indiscriminado da arena e a dificuldade do clube em controlar o fluxo financeiro do negócio. Além de shows e eventos, WTorre está locando o Allianz Parque para “peladeiros” mais abastados. A empresa nega qualquer divergência com o Palmeiras. Confirma, no entanto, o lançamento do produto “Dia de Craque”. O torcedor pagará R$ 1.850 para bater uma bolinha no estádio – a primeira edição está prevista para 11 de março. O projeto irritou ainda mais a diretoria do Palmeiras, uma vez que esse faturamento picadinho dificulta o controle sobre as receitas geradas pela WTorre – o clube tem direito a 5% de toda a arrecadação da arena. Isso para não falar dos estragos no gramado.

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28.07.17
ED. 5671

Risco Bendine paira sobre a WTorre

A prisão de Aldemir Bendine ameaça empurrar um pouco mais a Lava Jato na direção da WTorre. Entre as operações de Bendine no radar da República de Curitiba, os procuradores investigam em que circunstâncias se deu o empréstimo de aproximadamente R$ 150 milhões do Banco do Brasil para a empresa, feito em 2010. Os recursos se destinaram à construção do Allianz Parque, o estádio do Palmeiras.

À época, Bendine – por sinal, palmeirense – estava na presidência do BB. O RR apurou que o financiamento à WTorre já teria sido objeto de auditoria interna no Banco do Brasil. O BB teria identificado indícios de irregularidades no empréstimo. Consultado, o banco disse que “as operações de clientes estão protegidas por sigilo bancário”. Afirmou ainda que “irá colaborar com qualquer investigação que envolva sua atuação”.

Consultado sobre a auditoria, o BB não quis se pronunciar. A WTorre, por sua vez, informou ao RR que “não há qualquer processo relacionado a empréstimos tomados junto a bancos e que não está envolvida na Operação Lava Jato, não tendo sido incluída em qualquer denúncia.” A empresa, no entanto, já foi citada no “petrolão“. Segundo o empreiteiro Ricardo Pernambuco Junior, da Carioca Engenharia, a empresa teria recebido propina de R$ 18 milhões para deixar de participar de uma licitação do Cenpes, o Centro de Pesquisas da Petrobras. Há cerca de um ano o empresário Walter Torre chegou a ser alvo de um mandado de condução coercitiva expedido por Sérgio Moro.

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24.04.17
ED. 5604

BR Pharma busca um remédio para a dívida

Fechar a compra da BR Pharma e de suas 822 drogarias foi a parte mais simples da história. A Lyon Capital, gestora do ex-CEO da WTorre Paulo Remy, já começou a peregrinação por bancos e fornecedores para renegociar as dívidas de curto prazo da rede de drogarias, na casa dos R$ 600 milhões. Entre os maiores credores estão Itaú, Santander e Banco do Brasil. Na tentativa de mostrar que “as coisas mudaram na BR Pharma”, a Lyon Capital vai apresentar um plano para a redução dos prejuízos da empresa, incluindo o aperto dos custos operacionais e o fechamento de drogarias deficitárias. É o que não falta: no ano passado, a BR Pharma teve um prejuízo de R$ 630 milhões. Por essas e por outras é que o BTG Pactual praticamente pagou para se desfazer da rede. O banco transferiu a BR Pharma para a Lyon por um valor simbólico e ainda se comprometeu a financiar a varejista com a compra de até R$ 400 milhões em debêntures nos próximos 30 anos.

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06.04.17
ED. 5594

O “dono” do Palestra

Carlos Lamacchia, dono da Faculdades da América e da Crefisa, quer não só comprar o Allianz Parque da WTorre como topa até assumir sozinho a gestão do estádio do Palmeiras, sem parceiros. Coisas de Lamacchia, híbrido de torcedor, patrocinador e “dono” do clube paulista.

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30.11.16
ED. 5506

Marca do pênalti

Eleito no último sábado, o novo presidente do Palmeiras, Mauricio Galliote, já teria um grupo de investidores para financiar a compra da Allianz Arena, tirando da jogada a WTorre. Recentemente, aliás, o clube ganhou um processo de arbitragem contra a construtora, que alegava ter prioridade na venda dos 44 mil lugares do estádio. Teve de se contentar com dez mil.

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04.11.16
ED. 5489

Campo minado

 A prioridade nº 1 do presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, é ser campeão brasileiro. A nº 2, romper o contrato de concessão da Allianz Arena para a WTorre. As divergências se tornaram incontornáveis. A WTorre nega o rompimento. O Palmeiras não se pronuncia.

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22.07.16
ED. 5417

Cartão vermelho

 Alvo da Lava Jato, o empresário Walter Torre enfrenta ainda a ira do Palmeiras. O clube paulista estuda entrar na Justiça para afastar a WTorre da gestão da Allianz Arena. A empresa teria descumprido uma série de cláusulas contratuais e pagamentos a terceirizados. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: WTorre.

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 Não foi para ser minoritária de Walter Torre que a China Communications Construction Company despejou R$ 400 milhões no Terminal de Uso Privativo da WPR, leia-se WTorre, em São Luís. Além da participação de 40% já anunciada, os chineses asseguraram uma opção de compra de mais 20% até o fim de 2017. No total, o empreendimento exigirá R$ 1,5 bilhão

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30.03.16
ED. 5337

Lemann vasculha os canteiros do mercado imobiliário

 Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles estão garimpando o mercado de real estate em busca de pepitas escondidas entre os cascalhos do setor. Segundo o RR apurou, a São Carlos Empreendimentos e Participações, braço imobiliário do trio, estaria em negociações para a compra da WTorre Morumbi, projeto de alto padrão tocado pela WTorre e pelo BTG. De acordo com a mesma fonte, a companhia avalia também a compra da Torre B da EZ Towers, na Marginal Pinheiros, imóvel pertencente à incorporadora paulista Eztec. Caso o negócio seja sacramentado, a São Carlos passaria a controlar integralmente o empreendimento – em 2013, a própria empresa assumiu a Torre A. A operação, aliás, é um bom exemplo de como os ativos do setor estão a “preço de banana”. Há três anos, a companhia de Lemann, Sicupira e Telles pagou R$ 550 milhões pela Torre A da EZ Towers. Hoje, a Torre B, sua “irmã gêmea”, estaria avaliada em pouco mais de R$ 350 milhões.  A São Carlos tem em caixa cerca de R$ 400 milhões para novas aquisições – isso para não falar da retaguarda financeira que a companhia naturalmente possui. Como se não bastasse seu congênito poder de compra, a empresa se vale também de sua boa performance, na contramão do mercado imobiliário. Enquanto congêneres convivem com resultados declinantes e dívidas nas alturas e queimam seus estoques na bacia das almas, a São Carlos reduziu seu passivo líquido e tem aumentado continuamente sua geração de caixa. No ano passado, sua receita cresceu 55% em relação a 2014, chegando a R$ 480 milhões. O lucro, por sua vez, aumentou 39%.  As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: São Carlos, WTorre e BTG.

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22.10.15
ED. 5232

Anorexia

 O clima nada amistoso entre as sócias da WTGoodman – joint venture entre a australiana Goodman e a WTorre – está com um teor a mais de combustão. O ponto de atrito é a participação de ambas em um fundo de investimentos de R$ 1 bilhão que terá como lastro 500 mil m² de terrenos da WTGoodman. A WTorre tem demonstrado pouquíssimo apetite pelo negócio.

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23.09.15
ED. 5212

Risco WTorre sobrevoa o Aeroporto de Viracopos

O iminente desembarque da WTorre no Aeroporto de Viracopos acendeu o sinal de alerta entre os demais acionistas da concessão. A Triunfo e a francesa Egis – donas de 55% da Aeroportos Brasil – se movimentam para barrar o ingresso da construtora paulista no consórcio. A dupla, que, a princípio, havia desistido do direito de preferência sobre as ações da UTC, voltou atrás e já teria manifestado interesse na compra dos 45% restantes. O problema é que, neste caso, querer não é exatamente poder. O exercício da opção de compra exige um esforço financeiro além das possibilidades de momento da Triunfo. Segundo o RR apurou, o grupo saiu a campo em busca de funding para financiar a operação. A Egis aceita dobrar sua participação, hoje na casa dos 10%. Mas a Triunfo terá de entrar com a maior parte dos recursos necessários para igualar a oferta apresentada pela WTorre e seus parceiros, Invixx e Fortress, da ordem de R$ 540 milhões.   Mas por que tamanha ojeriza em relação à WTorre, a ponto de provocar essa reviravolta na operação? A Egis e, sobretudo, a Triunfo não querem se livrar de um problema, a UTC, para colocar outro no lugar. A construtora de Walter Torre é vista como um parceiro de altíssimo risco, tanto do ponto de vista institucional quanto econômico-financeiro. Ainda que longe do grau de protagonismo da UTC, a WTorre também tem um pé na Lava Jato. A Justiça investiga as relações entre Walter Torre e as empresas de consultoria de José Dirceu e Antonio Palocci, das quais era cliente.   Como se não bastasse a proximidade com o “petrolão”, a WTorre é hoje uma empresa em delicada situação financeira, com dívidas na praça e enroscos societários. A construtora é conhecida por operar com níveis de alavancagem pouco prudentes. Em maio, por exemplo, teria sido obrigada a emitir às pressas cerca de R$ 50 milhões em notas promissórias para quitar o pagamento de debêntures que venceriam poucos dias depois. Outro caso que depõe contra a companhia é o Allianz Parque, estádio do Palmeiras. Proprietária da arena, a construtora de Walter Torre estaria atrasando o pagamento de funcionários e de fornecedores. As dívidas já teriam ultrapassado a marca de R$ 100 milhões. O Palmeiras e a norte-americana AEG, que faz o gerenciamento do estádio, estão dispostos a dar um cartão vermelho para a WTorre e assumir o controle da arena. Nessas circunstâncias, Triunfo e Egis se perguntam de onde a WTorre vai tirar os recursos necessários para bancar sua parte no plano de investimentos da Aeroportos Brasil, que totaliza quase R$ 10 bilhões. Elas preferem nem saber.

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27.05.15
ED. 5129

Campo minado

A norte-americana AEG, responsável pela gestão do Allianz Parque, novo estádio do Palmeiras, estaria com um pé fora do negócio. O motivo seriam os desentendimentos com a WTorre, sócia do empreendimento. Oficialmente, a AEG garante que permanece na operação.

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