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vivo-rr-05
22.06.17
ED. 5645

Vivo e TIM cobram do governo a fatura do ICMS

A decisão do STF de excluir o ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins é uma conta salgada que começa a bater na porta do governo. Vivo e TIM decidiram entrar na Justiça com o objetivo de cobrar o valor adicional pago ao Fisco desde o início da década de 90, quando o ICMS entrou na cesta de cálculo dos dois tributos federais. As duas operadoras já estão munidas de pareceres de renomados juristas asseverando o caráter retroativo do julgamento do Supremo.

Este é um dos pontos mais controversos da decisão. A Procuradoria da Fazenda entende que os efeitos retroativos da sentença se aplicam exclusivamente aos contribuintes que já tinham ações em curso contra a Receita na data do julgamento do STF. Procuradas, Vivo e TIM não quiseram se pronunciar. Se o veredito do Supremo Tribunal Federal efetivamente retroceder à década de 90, cálculos preliminares indicam que o tamanho da fatura para a Receita Federal pode chegar a R$ 250 bilhões.

No caso específico do setor de telefonia, um dos mais afetados pela cobrança, estima-se que a conta alcance a marca dos R$ 16 bilhões caso as demais operadoras sigam o caminho da Vivo e da TIM. Ressalte-se que existe jurisprudência em um caso similar: na década de 80, quando o Supremo suspendeu a cobrança do Finsocial por causa de sucessivos aumentos de alíquota, o governo foi sentenciado a devolver às empresas os valores cobrados adicionalmente. A valores de hoje, teve de pagar algo em torno de R$ 20 bilhões.

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tim-rr-5635
07.06.17
ED. 5635

Cemig Telecom é o prêmio de consolação da TIM

Nem Nextel e muito menos Oi: longe das repetidas bravatas de seus dirigentes, os planos de aquisição da Telecom Italia no Brasil apontam em uma direção mais modesta. A TIM está em negociações para a compra da Cemig Telecom, o braço de telecomunicações da estatal mineira. Estima-se que a operação possa atingir cerca de R$ 300 milhões – um prêmio de 50% sobre o valor patrimonial da empresa.

Os italianos enxergam na aquisição a oportunidade de ampliar sua presença no segmento de transmissão de dados, notadamente para o mercado corporativo. Miram também na carteira de contratos da Cemig Telecom com o setor público, responsável por 25% do faturamento total da empresa – R$ 102 milhões no ano passado. No entanto, o ativo mais cobiçado da estatal é a sua infraestrutura. São nove mil quilômetros de cabos ópticos espalhadas por 70 municípios de Minas Gerais, além de quatro outros estados: Bahia, Pernambuco, Ceará e Goiás. E o que é melhor: tudo já devidamente amortizado.

A eventual aquisição da Cemig Telecom teria o condão de dar uma sacudidela na operação da TIM Brasil e, em especial, na gestão de Stefano De Angelis. Um ano após assumir a presidência da empresa, o executivo italiano ainda não entregou a seus compatriotas os tão esperados sinais de recuperação da operadora. Em 2016, a receita caiu 9% e o Ebitda, 21%. É bem verdade que De Angelis pegou pela proa a maior recessão da história do país. No entanto, a Vivo joga no mesmo gramado, enfrenta as mesmas condições adversas e, ainda assim, conseguiu ampliar ainda mais a distância para a TIM no topo do ranking da telefonia celular. Na administração De Angelis,a diferença de market share entre as duas operadoras aumentou de 2,73 pontos percentuais para 5,25 pontos percentuais.

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07.04.17
ED. 5595

Chiaro e scuro

Estava escrito nas estrelas e no RR. A contratação do ex-Vivo Paulo Cesar Teixeira e a ressurreição do cargo de CEO da Claro confirmam o enfraquecimento do nº 1 da América Móvil no Brasil, José Antonio Felix, conforme informou o RR na edição de 27 de março. Aguarda-se pelos próximos capítulos.

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13.03.17
ED. 5576

Voz da esperança

As operadoras de telefonia esperam que a presença do presidente da Vivo, Eduardo Navarro, no “Conselhão”, ajude a acelerar as mudanças na Lei Geral de Telecomunicações. Como se saísse algo do “Conselhão”…

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08.02.17
ED. 5556

Vivo party

“Festa” na Vivo: na última semana, a companhia bateu as 600 demissões em seis meses.

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16.01.17
ED. 5539

Os Genish aprenderam a lição

A quem interessar possa: a dobradinha conjugal que fez tremer o chão na Vivo não se repetirá na Vivendi. Heloisa Genish não terá qualquer função ao lado do marido, Amos Genish, que acaba de assumir o cargo de Chief Convergence Officer do grupo francês. A experiência anterior foi traumática. Heloisa deixou a diretoria de Gestão Responsável e Sustentável da Vivo pouco antes da saída de Amos da presidência, no rumoroso episódio que envolveu ainda a demissão da então diretora de marketing Cristina Duclos.

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03.01.17
ED. 5530

Efeito cascata

Com a rumorosa saída de Amos Genish da presidência da Vivo, é incerta a permanência do vice-presidente de assuntos corporativos e relações institucionais da companhia, Gustavo Gachineiro. O executivo era o braço direito – e esquerdo – de Genish desde os tempos da GVT.

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vivo-rr-5512
08.12.16
ED. 5512

A novela da Vivo está apenas começando

O próximo capítulo do rumoroso episódio trabalhista protagonizado pela Vivo está previsto para o próximo dia 15 de dezembro. Nessa data, a 33ª Vara do Trabalho de São Paulo vai julgar a ação de reintegração da ex-diretora de imagem e comunicação da operadora, Cristina Duclos, demitida em junho. Vai apreciar também o pedido feito pela executiva para a abertura de uma sindicância interna na companhia, com o objetivo de investigar as circunstâncias que cercaram seu afastamento.

O mais recente round desta disputa, travado em setembro, foi vencido por Cristina. A Justiça decretou a quebra do sigilo imposto pela Vivo que impedia a divulgação de detalhes da rescisão do contrato de trabalho. Ficou claro que a executiva não foi demitida por justa causa e ainda teve direito a indenização. Para a Justiça, trata-se de uma evidência de que sua dispensa não teve relação com eventuais desvios de recursos na área de marketing, diferentemente de informações vazadas à mídia logo após a sua saída.

Procurada por meio de sua assessoria, Cristina Duclos não se pronunciou. A Vivo, também não quis se manifestar sobre o assunto. Pouco depois da demissão de Cristina Duclos, surgiram outras versões para a sua saída, envolvendo uma suposta rixa com Heloisa Genish, ex-diretora de gestão responsável e sustentável da Vivo e esposa do então CEO da empresa, Amos Genish. Para aumentar ainda mais a névoa que cerca este enredo, o próprio Genish e Heloisa acabariam afastados da Vivo. Os próximos capítulos da série prometem fortes revelações.

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vivo-rr-13
13.10.16
ED. 5474

Amos Genish não resiste ao “domínio do fato”

 A tese do “domínio do fato” parece ter chegado à Vivo. A abrupta saída de Amos Genish da presidência da operadora estaria diretamente relacionada à auditoria interna instaurada pela Telefônica. Nos últimos dois meses, a matriz promoveu uma devassa na Vivo para investigar suspeitas de pagamentos indevidos a fornecedores do departamento de marketing e indícios de que a empresa foi vítima de espionagem comercial – ver RR edição de 5 de agosto.  Em seu veredito, a “corte espanhola” teria jogado sobre os ombros de Genish a culpa por malfeitos cometidos dentro da companhia. Por essa visão, em última instância, o executivo seria o grande responsável por desvios de conduta e procedimentos contrários às normas de compliance da Vivo, não por conivência, mas por omissão. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Vivo.

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xiaomi-rr-30
30.09.16
ED. 5466

Celulares da Xiaomi tocam bem baixinho no Brasil

 A chinesa Xiaomi deve passar como um meteoro pelo Brasil. Apenas um ano após a sua chegada, a gigante asiática da área de tecnologia, com faturamento anual em torno de US$ 25 bilhões, estaria se preparando para deixar o país. Os sinais de despedida vêm dos mais diversos lados. Nos últimos três meses, a empresa teria dispensado mais de uma dezena de funcionários do seu escritório de São Paulo. A produção local de smartphones foi suspensa. De acordo com informações filtradas junto à Vivo, um dos principais parceiros comerciais dos chineses no Brasil, desde junho a Xiaomi vem reduzindo o volume de handsets entregues à operadora. A distribuição de aparelhos para o varejo, notadamente sites de comércio eletrônico como Americanas.com e Submarino, estaria praticamente suspensa. Os novos modelos importados que eram aguardados para meados deste ano sequer chegaram ao Brasil. Procurada pelo RR, a Xiaomi nega que esteja deixando o país. Informa que “apenas decidiu não lançar novos produtos no curto prazo”. A empresa confirma que interrompeu a produção no Brasil devido a mudanças nos incentivos fiscais para a produção local, mas garante que a decisão é temporária. Sobre os cortes de pessoal, a Xiaomi diz que “decidiu centralizar a maior parte do seu know how de marketing e mídia no escritório central, em Pequim”.  Uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo e sensação das bolsas asiáticas, com valor de mercado da ordem de US$ 50 bilhões, a Xiaomi chegou ao Brasil com o discurso afiado. Prometia atingir, em poucos anos, o top three do setor, ficando atrás apenas da Samsung e da Apple. Deu tudo errado. No segundo semestre de 2015, os chineses teriam comercializado apenas 35 mil celulares, menos da metade do esperado. Em 2016, mesmo após uma dose extra de investimentos em marketing, a Xiaomi não decolou: de janeiro para cá, as vendas não passaram dos 15 mil aparelhos. Consultada, a empresa informa que não divulga seus números por país. Algumas decisões equivocadas dos asiáticos contribuíram para o mau desempenho. Uma delas, a opção inicial de oferecer smartphones por meio do próprio site e de parceiros quase exclusivos, como a Vivo, em detrimento do varejo convencional.  A se confirmar, a melancólica saída do Brasil talvez seja o primeiro grande fracasso na biografia do empresário chinês Lei Jun, fundador da companhia. Dono de um patrimônio pessoal de mais de US$ 10 bilhões, Jun é chamado de “Steve Jobs chinês” e faz de tudo para alimentar a comparação, a começar pela calça jeans e pela camisa preta que costuma usar na apresentação de seus produtos. Parece uma cor adequada para a passagem da Xiaomi pelo Brasil.

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vivo-rr-05
05.08.16
ED. 5427

Pente-fino na Vivo vai muito além do marketing

 A Vivo nega categoricamente o recorrente noticiário sobre a realização de uma auditoria no seu departamento de marketing. Está no seu papel. No entanto, informações filtradas junto à própria companhia confirmam não apenas a apuração de eventuais irregularidades em contratos publicitários, mas uma operação de tamanho ainda mais amplo. Segundo o RR apurou, os espanhóis montaram uma espécie de SNI na operadora. Os métodos ostensivos de investigação estão relacionados às piores suspeitas alimentadas pela alta direção do Grupo Telefônica: espionagem comercial. Os espanhóis temem que centenas de documentos estratégicos tenham sido negociados ou vazados. As suspeitas não recaem apenas sobre os departamentos de comunicação e marketing. Eles são apenas o primeiro alvo. As investigações se espraiam pelas áreas comercial e de tecnologia e até mesmo extrapolam as fronteiras da Vivo, alcançando fornecedores e parceiros. Procurada pelo RR, a companhia não quis se pronunciar sobre o assunto.  Para se ter uma ideia da devida dimensão e gravidade que os espanhóis estão dando ao caso, o papel de General Newton Cruz tem sido desempenhado pelo próprio presidente da Vivo no Brasil, Amos Genish. O executivo vem conduzindo pessoalmente todo o processo de investigação, segundo o RR apurou iniciado há cerca de dois meses. Genish tem acesso ao melhor serviço de inteligência do mundo, a israelense Mossad. De acordo com informações obtidas junto a fontes da própria Vivo, empresas especializadas contratadas pela operadora têm passado um pente-fino em e-mails, ligações telefônicas e até mesmo no roteiro de viagens de executivos das mais diversas áreas, em busca de indícios de contatos ou deslocamentos suspeitos.

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 O sinal de alerta está aceso no Banco Itaú, Nike , Vivo, Samsung e demais patrocinadores da seleção brasileira. O motivo é a truculência com que a CBF vem tratando seus ex-parceiros. A entidade entrou na Justiça contra a BRF, com quem manteve contrato até o início deste ano. A justificativa é que a Sadia está fazendo “marketing de emboscada” em sua campanha publicitária para a Olimpíada ao vestir seu tradicional mascote com uma camisa verde e amarela. Ou seja: ao que tudo indica, Marco Polo Del Nero e cia. entendem que a CBF tem a primazia sobre as cores da bandeira. A BRF não está sozinha. Segundo o RR apurou, a Confederação também está abrindo um processo contra a Michelin, que patrocinava a seleção brasileira até fevereiro. A alegação é de que a empresa francesa não teria cumprido cláusulas do contrato relativas ao prazo e aos valores da rescisão. Procurada, a BRF confirmou o processo e disse lamentar a “postura da CBF”. Como apoiadora oficial da Rio 2016, a empresa afirma ter o direito contratual de usar os uniformes das equipes brasileiras, cujas cores “não são exclusivas da entidade”. A CBF não quis comentar o assunto. A Michelin também não se pronunciou.  Ao olhar para a BRF e a Michelin, os atuais patrocinadores da CBF temem o efeito do “eu sou você amanhã”. A percepção é de que a entidade iniciou uma caça às bruxas em represália aos ex-parceiros. E não são poucos. A escalação inclui ainda nomes como Gillette e Unimed. Não por coincidência, o turnover publicitário cresceu consideravelmente nos últimos dois anos, em meio aos seguidos escândalos envolvendo os ex e atuais cartolas da entidade. Ricardo Teixeira sumiu do mapa. O também ex-presidente José Maria Marin cumpre regime de prisão domiciliar em Nova York. Já Marco Polo Del Nero não sai do Brasil nem a decreto, temendo ter o mesmo destino de Marin, seu antecessor, preso na Suíça e extraditado para os Estados Unidos.

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30.06.16
ED. 5401

L’état c’est moi

 A nova estrutura administrativa da Vivo foi feita para espanhol ver. Na prática, Amos Genish passou a “acumular” a presidência da companhia com o comando das áreas de marketing e de relações institucionais – para todos os efeitos entregues a Christian Gebara e Gustavo Gachineiro. Genish quer personificar ao máximo a comunicação da Vivo, replicando o que fez na GVT.

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06.01.16
ED. 5281

Má companhia

A migração da CBF das páginas esportivas para o noticiário policial começa a cobrar seu preço. Depois da Procter & Gamble, a Telefônica/Vivo também deverá romper o contrato de patrocínio com a entidade. O acordo rende à CBF cerca de três milhões de euros por ano.

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30.11.15
ED. 5258

Citi desce dos palcos brasileiros

 O show tem de continuar, mas com o Citibank bem longe do palco. Após entregar o Citi Hall da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o banco prepara também seu desembarque da versão paulistana da casa de espetáculos, localizada na Avenida das Nações Unidas. Os norte-americanos já teriam comunicado à T4F, responsável pela administração dos dois empreendimentos, a disposição de romper o contrato de naming & rights do Citi Hall de São Paulo, que vence apenas em 2019. Procurado, o Citi não se pronunciou. A T4F, por sua vez, nega o rompimento do contrato. Está feito o registro. Mas, segundo o RR apurou, a empresa de entretenimento já estaria em busca de uma nova placa para o lugar do Citi – um dos cotados seria a Vivo. A T4F detém os direitos de gestão e comercialização da casa de shows até 2019. Talvez, na atual conjuntura, não faça mesmo sentido gastar quase R$ 5 milhões ao ano com uma única ação de marketing; talvez a aposta na área de entretenimento já tenha dado o retorno esperado em termos de imagem. No entanto, tratando-se de quem se trata, todos esses argumentos soam como frá- geis e secundários. Caso se concretize, a ruptura do contrato com a T4F só reforçará a percepção de que o Citi é um banco que não para de encolher no Brasil.

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21.08.15
ED. 5190

Tá na mesma linha?

A CPI do Futebol pretende convocar executivos das empresas patrocinadoras da CBF, como Vivo, General Motors, Samsung e, sempre ela, a Nike.

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