fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
26.07.22

Privatização da Codesa vira uma batalha nos tribunais

A privatização da Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo), a primeira desestatização da história do setor portuário no Brasil, deve atracar na Justiça. Segundo o RR apurou, o consórcio Beira Mar – formado pela Vinci Partners e pela Serveng – pretende entrar com uma ação para suspender o resultado do leilão, realizado no fim de março. O redemoinho jurisdicional diz respeito à forma de pagamento do ativo.

Há informações de que o vencedor do leilão, o fundo Shelf 119 Multiestratégia, administrado pela Quadra Capital, pretende quitar o valor da outorga (R$ 106 milhões) com precatórios. O Beira Mar alega que o edital de privatização da Codesa não previa o uso desse tipo de moeda e exige a realização de um novo leilão. De fato, trata-se de uma zona cinzenta: o documento é vago quanto a esse ponto.

Ressalte-se, no entanto, que o consórcio já perdeu a primeira batalha, no âmbito administrativo. A Comissão de Licitação da Codesa negou recurso para a suspensão da concorrência. Em contato com o RR, o Ministério da Infraestrutura disse que “não recebeu informação acerca da forma como a vencedora do certame pretende pagar a outorga”. Mas a Pasta dá uma pista da tese que o governo usará no iminente contencioso: “Trata-se de um dispositivo legal previsto pela Emenda Constitucional 113/2021, que instituiu a possibilidade de precatórios serem utilizados para o pagamento do preço de outorga em licitações para contratos concessionários.” Também procurados, Quadra Capital e Vinci não se manifestaram. O RR tentou contato com a Serveng, mas não obteve retorno até o fechamento da edição.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.06.22

Fusão da Evino com a Grand Cru deixa um retrogosto amargo

A assemblage da Evino com a Grand Cru, que criou uma empresa com faturamento de R$ 800 milhões por ano, está avinagrando rapidamente. Segundo o RR apurou, o pool de investidores liderado pela Vinci Partners, que há quatro meses aportou R$ 650 milhões na holding Víssimo Group, cobra mudanças na gestão para estancar perdas de faturamento. A pressão não vem somente de “cima”.

Ao mesmo tempo, o grupo enfrenta uma rebelião de franqueados da bandeira Grand Cru, comprada pela Evino em janeiro. Os lojistas se sentem lesados pela gestão da holding em razão da abrupta queda dos estoques. De maio de 2021 a abril de 2022, as importações da Grand Cru caíram 60%. A retração se acentuou a partir de fevereiro, quando a marca já estava debaixo da Evino e, consequentemente, do Víssimo Group.

De acordo com duas fontes ouvidas pelo RR, no melhor estilo “uva pouca, meu mosto primeiro”, a holding passou a privilegiar as lojas próprias, reduzindo as entregas  para os franqueados da Grand Cru. A escassez de produtos criou uma bola de neve: entre janeiro e junho, as vendas caíram 40% na comparação com o mesmo período em 2021. A revolta dos franqueados é ainda maior pelo fato de que o comando da Víssimo Group está justamente nas mãos de um egresso da Grand Cru, Alexandre Bratt, que, antes do M&A, ocupava o cargo de CEO da empresa.

A insatisfação entre os revendedores da Grand Cru espalha-se feito um rastilho de pólvora. O RR teve a informação de que o maior representante, dono de seis lojas, ameaça entrar na Justiça para romper o contrato. Outros já se movimentam na mesma direção. Não vai ser simples. A maioria dos franqueados renovou seu contrato pouco antes do anúncio da venda da Grand Cru para a Evino e está amarrada por acordos longos, na maioria dos casos de até cinco anos. A probabilidade de judicialização é alta. Procurado pelo RR, o Víssimo Group não quis se manifestar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

A Vinci Partners, que comprou o controle da Farmax no ano passado, pretende expandir a operação da fabricante de
cosméticos para outros países, a começar pela América do Sul. A gestora de Gilberto Sayão considera ter uma espécie de “Naturinha” nas mãos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.04.22

Mesa para dois

A Vinci Partners procura um sócio para a operação brasileira da Domino ́s. No ano passado, a gestora tentou vender a rede de pizzarias para o Burger King, de Jorge Paulo Lemann e cia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.03.22

De grão em grão

O Los Grobo, um dos maiores grupos do agronegócio na Argentina, tem planos de entrar na produção de sementes no Brasil. Controlada pelo empresário Gustavo Grobocopatel, a empresa já teve negócios em soja no país, ao lado da Vinci Partners, de Gilberto Sayão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.11.21

Wiz é a nova apólice da Vinci Partners na área de seguros

A Vinci Partners, de Gilberto Sayão, entrou na disputa pela participação de 25% da Caixa Seguridade – leia-se Caixa Econômica e a francesa CNP – na Wiz. O ativo é avaliado em aproximadamente R$ 600 milhões. As tratativas são conduzidas pelo Bank of America. A Vinci vislumbra a possibilidade de montar uma operação verticalizada na área de seguros.

A gestora de recursos já é controladora da seguradora Austral e da resseguradora Austral Re – ambas somaram pouco mais de R$ 2 bilhões em prêmios no ano passado. Ao colocar o pé na Wiz, passaria a operar também no segmento de distribuição. Nascida de uma costela da própria Caixa, a Wiz sofreu um duro golpe em 2019 quando deixou de ser o balcão exclusivo para a distribuição de seguros do banco estatal.

Aos poucos vem tentando preencher o vazio deixado pelo fim do acordo com a CEF. No ano passado, a corretora fechou uma parceria e assegurou exclusividade para a distribuição de seguros no balcão do BRB (Banco Regional de Brasília). Firmou ainda uma associação com o Itaú para a comercialização de produtos de consórcio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.06.21

Energia renovada

O RR apurou que a Vinci Partners planeja abrir uma nova captação de recursos para o fundo Vinci Energia FIP-IE. Os R$ 400 milhões amealhados na mais recente emissão de cotas, em janeiro, já foram integralmente utilizados. Entre outros investimentos, o fundo comprou um complexo de usinas eólicas da Petrobras no Rio Grande do Norte. A nova injeção de capital ajudaria a financiar a aquisição de ativos de transmissão da indiana Sterlite – a Vinci já firmou um acordo vinculante com os asiáticos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.10.20

Ser Educacional avança sobre a Vitru

Na edição de 26 de agosto, o RR informou, com exclusividade, que a Ser Educacional, de Janguiê Diniz, apresentaria uma oferta pelos ativos da Laureate no Brasil. Dito e feito – ainda que, logo depois, a negociação tenha descambado para um contencioso. Mas, Diniz vai atacar novamente. A mesma fonte, próxima ao empresário, crava que o novo alvo da Ser Educacional é a Vitru Educação, controladora da rede de universidades Uniasselvi.

A operação passaria pela compra das participações do Carlyle e da Vinci Partners, os dois maiores acionistas, com participações somadas de aproximadamente 53%. Não custa lembrar que as duas gestoras desistiram de ofertar suas ações na recente abertura de capital da Vitru na Nasdaq. Talvez já estivessem esperando coisa melhor. Tomando-se como base apenas o valor de mercado da holding, as participações da Vinci e do Carlyle estariam avaliadas em algo próximo a US$ 160 milhões.

A aquisição da Vitru permitiria à Ser Educacional dar um salto no segmento de ensino a distância. A Uniasselvi soma mais de 600 polos de educação remota, além de 10 unidades presenciais. Em número de matriculados, a empresa de Janguiê Diniz mais do que duplicaria de tamanho, saindo de aproximadamente 210 mil para 480 mil alunos. A compra da Vitru exigiria um esforço financeiro bem menor da Ser. O grupo preservaria boa parte do caixa para a aquisição de ativos de maior porte, a exemplo da frustrada investida sobre a própria Laureate – um negócio da ordem de R$ 4 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.08.20

Carta de navegação

O IPO da Oceana Offshore deverá envolver a oferta de 25% do capital. A empresa de navegação é controlada pelo Grupo CBO, leia-se Vinci Partners, Pátria Investimentos e BNDESPar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.08.20

Telegráficas

O clã dos Jereissatti estuda uma oferta de ações do Iguatemi. É algo para mais de R$ 3 bilhões.

Marfrig analisa a aquisição de frigoríficos na Argentina, no Uruguai e no Paraguai.

A Cogna Educação, que tem entre seus acionistas o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, está interessada na compra da rede de universidades Uniasselvi – leia-se Advent e Vinci Partners.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.