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02.05.18
ED. 5858

Laticínios em alta

Depois da mexicana Lala, que comprou a Vigor, é a vez da alemã Ehrmann desembarcar no mercado brasileiro de laticínios. O grupo se associou à mineira Trevo Alimentos e acena com investimentos de US$ 300 milhões em novas aquisições.

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21.11.17
ED. 5749

Coalhada

Há resistência no governo mineiro em financiar, por meio do BDMG, a venda da participação da Vigor na Itambé para a Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais (CCPR) – operação de R$ 600 milhões. O receio é que a ajuda seja politicamente explorada pela oposição.

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23.08.17
ED. 5689

O leite da Pepsico

A Pepsico perdeu a disputa pela Vigor, mas não desistiu de entrar no mercado de laticínios no Brasil. Na mira dos norte-americanos, uma grande cooperativa do Centro-Oeste, com faturamento acima de R$ 1 bilhão.

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16.06.17
ED. 5641

Leite A

Dona de 8% da Vigor, a dinamarquesa Arla Foods quer assumir o controle caso a JBS se desfaça da fabricante de laticínios.

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30.03.17
ED. 5589

Leite B

A Pepsico – que chegou a sonhar com a Vigor – estaria em conversações com a fabricante de laticínios mineira Embaré, empresa com faturamento de R$ 1 bilhão. Os norte-americanos são assessorados pelo JP Morgan. A Embaré nega a negociação. A Pepsico, por sua vez, não comenta o assunto.

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26.10.15
ED. 5234

Os moradores da mansarda da Rua México, 663

Os contendores no leilão judicial pela mansarda da Rua México, no Jardim América, realizado na última quarta-feira, às 14h45, não aparentavam estar disputando um prêmio. Pareciam velhos conhecidos, poderia se dizer até satisfeitos com quem quer que fosse o vencedor do duelo pelo belo casario, que um dia pertenceu a José Ermírio de Moraes. De um lado, Carlos Alberto Mansur, ex-controlador da Vigor e dono do Banco Industrial, irmão de Ricardo Mansur, ex-Mappin e ex-Mesbla. De outro, o dono da gigantesca empresa de segurança Gocil, Washington Cinel. A disputa foi cifrão a cifrão. Os 20 lances, boa parte na casa de R$ 100 mil, se sucediam freneticamente até que Carlos Alberto jogou a toalha – mais provável que tenha sido um lenço de seda. Cinel sacou do bolso a oferta de R$ 39 milhões, com um deságio estimado em R$ 11 milhões em relação ao valor de mercado. Continuaria morando na mansão, da qual é inquilino desde o confuso arresto dos bens de Ricardo Mansur. Tinha se tornado proprietário da sexta mais cara mansão do país, ensanduichado, em ordem de valor, por não menos controversas companhias – a sétima propriedade mais bem avaliada pertence a Paulo Maluf e a quinta a João Dória. A título de ilustração, a mansarda mais valiosa do Brasil é de Joseph Safra. Cinel virou-se para Mansur, com sua calvície luzidia pelas gotículas de suor devido à tensão, e cumprimentou o “adversário”. Jogador de polo, aristocrata paulistão, Mansur devolveu o cumprimento inabalável. Pareciam a própria antítese entre as classes sociais. Mansur e Ricardo não eram bem o que pode se chamar de unha e carne, mas estavam muito longe da beligerância existente entre Abilio Diniz e Alcides Diniz, o Cidão, só para dar um exemplo entre dois fraticidas também praticantes de polo. Mas há quem diga que estava tudo em família, inclusive com Washington Cinel. O dono da Gocil tem uma trajetória de vida bem diferente. Era cana dura da Polícia Militar. Comia e dormia no quartel. Um dia recebeu um chamado da Rede Globo de São Paulo. Um meliante queria explodir a rede de transmissão. Resolveu a parada e foi trabalhar na Globo, que virou vitrine dos seus serviços. Daí à criação da empresa de segurança foi um passo. No Tribunal de Justiça de São Paulo circula uma maldosa versão de que os Mansur e Cinel são mais que fidalgos, são parceiros em uma empresa off shore no Uruguai, a Compañia Administradora de Valores Sociedad. Cinel teria entrado no negócio com os créditos que possuía contra os Mansur na holding Barnet. Antes a mansão teria passado pela H.I.C. Hermann Beteilingunsgesellschaft e pela Market Consultoria, pertencentes às filhas de Ricardo, Paola e Marie. Por tudo que se vê, todos poderiam morar juntos em perfeita harmonia no n° 663 da Rua México.

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10.02.10
ED. 3891

JBS Friboi esquenta seu leite em Minas Gerais

 Paralelamente a s idas e vindas nas negociações com a Itambé, a JBS Friboi prepara um arrastão entre empresas de médio porte da área de laticínios. Dois dos principais alvos estão em Minas Gerais: Embaré e Marília, marcas tradicionais do setor. No caso da Embaré, a JBS já teria mantido conversações com os controladores, a família Antunes. A empresa tem um faturamento anual na casa dos R$ 500 milhões. O maior objetivo da JBS é fortalecer sua operação industrial no estratégico mercado mineiro ? o grupo tem duas fábricas no estado, em Lavras e São Gonçalo do Sapucaí. A Embaré é dona de um grande complexo industrial na cidade de Lagoa da Prata. Há pouco mais de um ano, investiu cerca de R$ 65 milhões em uma nova fábrica de leite em pó, seu principal negócio. O produto é responsável por 70% da receita total. Parte expressiva das vendas vem do Nordeste, onde a companhia detém 20% do mercado. No entanto, a Embaré é mais conhecida do grande público pelos seus pequenos caramelos.  Por sua vez, a Marília, controlada pela família Hosken, tem uma fábrica em Carangola com capacidade para processar 80 mil litros de leite por dia. A JBS, no entanto, não olha para o presente, mas, sim, para o futuro da companhia. A fabricante está ampliando sua capacidade de produção para cerca de 200 mil litros diários. É apenas parte da ordenha. A JBS conhece a estrutura industrial da Marília de cor e salteado e entende que é possível ampliar a produção para 400 mil litros por dia. Tanto a Marília quanto a Embaré se encaixam na estratégia da JBS de investir em empresas fortes no beneficiamento de leite e, sobretudo, na produção de derivados. O presidente do grupo, Joesley Batista, já descartou a possibilidade de aquisições no segmento de longa vida, caso da Parmalat. O JBS vai também ampliar a operação de laticínios herdada com a compra do Bertin. Boa parte das fichas será concentrada na Vigor, marca mais forte do seu portfólio. Já há um projeto para a ampliação da capacidade da empresa. Além disso, as novas aquisições no setor serão feitas por meio da Vigor.

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