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04.08.17
ED. 5676

Domínio total

O HNA Group, sócio do Galeão, tem interesse na concessão de Viracopos, que está sendo devolvida pela Triunfo e pela UTC. Ressalte-se que o grupo chinês é sócio da Azul, que tem seu hub operacional justamente no aeroporto de Campinas.

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02.12.16
ED. 5508

Contra o relógio

 Triunfo e UTC correm para fechar ainda neste ano a venda de suas participações em Viracopos – a dupla detém 90% do consórcio Aeroportos Brasil, dono, por sua vez, de 51% do negócio. A pressa se deve à nova MP que permite a rescisão e relicitação de concessões em débito com a União. A UTC confirma que vai deixar a operação e garante que já existem potenciais interessados. A Triunfo não se pronunciou.

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18.03.16
ED. 5330

Toma lá, dá cá

 Vai sobrar para Minas Gerais. O empreiteiro Sergio Cunha Mendes negocia um acordo de delação premiada. Ressalte-se que o ex-vicepresidente da Mendes Junior já foi condenado por Sergio Moro a 19 anos de prisão.  Nos cálculos da Lava Jato, o iminente acordo de leniência com a UTC Engenharia, de Ricardo Pessoa, deverá render algo em torno de R$ 600 milhões. Procurada pelo RR, a Mendes Junior não comentou o assunto.

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01.02.16
ED. 5299

Em breve

 Faltam filigranas para a construtora UTC sacramentar o acordo de leniência com a CGU. O anúncio deve sair esta semana.

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11.12.15
ED. 5267

Raspas e restos

 O fundo NML Capital, de Nova York, está cavoucando ativos entre os escombros da Lava-Jato. Por pouco não fechou a compra da UTC. Agora, estaria conversando com a Engevix. A construtora nega a venda do controle.

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12.11.15
ED. 5246

Edgar Allan Poe

 O presidente da UTC , Ricardo Pessoa, peça chave na Lava Jato, tem dado a entender que o conteúdo da sua delação premiada foi induzido pela advogada Beatriz Catta Preta. Se insistir nesta tecla, pode cair um Rei de Copas do Petrolão.

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23.09.15
ED. 5212

Risco WTorre sobrevoa o Aeroporto de Viracopos

O iminente desembarque da WTorre no Aeroporto de Viracopos acendeu o sinal de alerta entre os demais acionistas da concessão. A Triunfo e a francesa Egis – donas de 55% da Aeroportos Brasil – se movimentam para barrar o ingresso da construtora paulista no consórcio. A dupla, que, a princípio, havia desistido do direito de preferência sobre as ações da UTC, voltou atrás e já teria manifestado interesse na compra dos 45% restantes. O problema é que, neste caso, querer não é exatamente poder. O exercício da opção de compra exige um esforço financeiro além das possibilidades de momento da Triunfo. Segundo o RR apurou, o grupo saiu a campo em busca de funding para financiar a operação. A Egis aceita dobrar sua participação, hoje na casa dos 10%. Mas a Triunfo terá de entrar com a maior parte dos recursos necessários para igualar a oferta apresentada pela WTorre e seus parceiros, Invixx e Fortress, da ordem de R$ 540 milhões.   Mas por que tamanha ojeriza em relação à WTorre, a ponto de provocar essa reviravolta na operação? A Egis e, sobretudo, a Triunfo não querem se livrar de um problema, a UTC, para colocar outro no lugar. A construtora de Walter Torre é vista como um parceiro de altíssimo risco, tanto do ponto de vista institucional quanto econômico-financeiro. Ainda que longe do grau de protagonismo da UTC, a WTorre também tem um pé na Lava Jato. A Justiça investiga as relações entre Walter Torre e as empresas de consultoria de José Dirceu e Antonio Palocci, das quais era cliente.   Como se não bastasse a proximidade com o “petrolão”, a WTorre é hoje uma empresa em delicada situação financeira, com dívidas na praça e enroscos societários. A construtora é conhecida por operar com níveis de alavancagem pouco prudentes. Em maio, por exemplo, teria sido obrigada a emitir às pressas cerca de R$ 50 milhões em notas promissórias para quitar o pagamento de debêntures que venceriam poucos dias depois. Outro caso que depõe contra a companhia é o Allianz Parque, estádio do Palmeiras. Proprietária da arena, a construtora de Walter Torre estaria atrasando o pagamento de funcionários e de fornecedores. As dívidas já teriam ultrapassado a marca de R$ 100 milhões. O Palmeiras e a norte-americana AEG, que faz o gerenciamento do estádio, estão dispostos a dar um cartão vermelho para a WTorre e assumir o controle da arena. Nessas circunstâncias, Triunfo e Egis se perguntam de onde a WTorre vai tirar os recursos necessários para bancar sua parte no plano de investimentos da Aeroportos Brasil, que totaliza quase R$ 10 bilhões. Elas preferem nem saber.

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Ontem, circulava pelos corredores da Câmara – a casa do cada vez mais encalacrado Eduardo Cunha – a informação de que Ricardo Pessoa teria feito novas denúncias contra o governador de Alagoas, Renan Calheiros Filho. Em delações anteriores, Pessoa afirmou que a doação de R$ 1 milhão da UTC para a campanha do filho de Renan Calheiros era pagamento de propina.

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18.08.15
ED. 5187

Demolição

Nos próximos dias, o consórcio Angramon, responsável pelas obras de Angra 3, deverá ser definitivamente extinto. A gota que faltava no copo caiu no fim de semana, quando UTC e EBE decidiram seguir os passos das demais empreiteiras e deixar o negócio. Consultado, o Angramon negou o fim do consórcio e a rescisão do contrato com a Eletronuclear.

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13.08.15
ED. 5184

Dose dupla

A UTC, do delator Ricardo Pessoa, está em avançada negociação para fechar um acordo de leniência com a CGU.

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Em seu mais recente depoimento, o delator premiado Ricardo Pessoa, da UTC, teria feito novas revelações sobre desvios de recursos no Sistema Eletrobras.

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17.07.15
ED. 5165

A UTC voltou a fazer demissões

A UTC voltou a fazer demissões em seu estaleiro, localizado em São Gonçalo RJ. Tudo em doses homeopáticas, sem alarde. Desde janeiro, a empresa de construção naval do delator Ricardo Pessoa já teria dispensado mais de 800 operários.

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30.06.15
ED. 5152

Corda no pescoço

A situação da UTC – do empreiteiro e delator premiado Ricardo Pessoa – se agrava a cada dia. As dívidas da empresa que vencem ainda neste ano somam R$ 900 milhões. Quanto maior o enrosco, maior a vontade de falar.

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26.06.15
ED. 5150

Ninguém escapará ao cárcere do Google

Agora não há mais dúvida: foi o presidente da UTC, Ricardo Pessoa, quem carimbou Marcelo Odebrecht e Otávio Azevedo como participantes do cartel das empreiteiras. Recaem suspeitas sobre as condições em que Pessoa fez a delação dos dois potentados, de todas a mais tardia. O presidente da moribunda UTC sempre foi um sujeito extremamente alegre, tabagista extremado, contador de piadas, amante do excesso. Sujeito a s penitências do encarceramento na Guantánamo versão Lava Jato, imposto pelo juiz Sergio Moro, Pessoa foi quebrado na sua mais aguerrida resistência – que, diga-se de passagem, já não era muita. Provavelmente daria declarações em outras circunstâncias impensáveis para se livrar da prisão. Mas há quem diga que havia uma certa animosidade, tanto do lado de Ricardo Pessoa quanto de Marcelo Odebrecht, rusga decorrente de disputa pela contratação de serviços da Petrobras. O curioso é que grande parte das brigas entre empreiteiras nas licitações da estatal se devia aos bids que levavam a preços vis, muitas vezes incapazes de sustentar a obra sem o prejuízo nas contas do vencedor. A Mendes Jr. era uma das campeãs em colocar os preços abaixo do nível morto. A UTC, volta e meia, ia pelo mesmo caminho (isso é cartel?). Se a bronca com Marcelo Odebrecht pode ter guiado o dedo duro premiado de Ricardo Pessoa, desconhece-se motivação extra-autos para a prisão de Otávio Azevedo, uma espécie de embaixador da boa vizinhança no setor. Não é nem muito claro o conteúdo da denúncia contra ele. Azevedo era mais gestor da operação de telefonia da Andrade Gutierrez do que pertencente a  infantaria puro-sangue dos empreiteiros. Mesmo porque foi no setor de telecomunicações que ele construiu a maior parte de sua trajetória, notadamente como executivo da Telemig e da Telebrás. Bem, que a Justiça dê o seu veredicto, investigue e mostre resultados convincentes, sabendo-se, de antemão, que, pelas sequelas da sua genética processual, os indiciados já sofreram uma irreparável condenação. Não se livram nunca mais de milhões e milhões de páginas no Google, que serão lidas pelo mundo afora e por muitas das suas gerações.

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