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03.11.16
ED. 5488

Cultura fica para depois

 A Lava Jato decepou os projetos na área da Cultura. A Transpetro é a campeã do ranking.

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 A Camargo Corrêa incluiu a Santista, uma das líderes no mercado têxtil da América Latina, na lista de ativos à venda. A companhia já sondou dois bancos, entre eles, o Itaú, para atuarem como advisers. A Santista, com fábricas no Brasil e Argentina, responde por 5% da receita do grupo, de R$ 30 bilhões. •••  Por falar em Camargo Corrêa, a companhia e a Queiroz Galvão deverão fazer um aporte de aproximadamente R$ 300 milhões no Estaleiro Atlântico Sul (EAS). A capitalização é fundamental para o estaleiro cumprir o acordo firmado com a Transpetro para a conclusão de oito petroleiros. O contrato deu ao EAS uma sobrevida de pelo menos dois anos. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Camargo Corrêa e EAS.

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 Na Brasilcap, já se dá como certo o fim do reinado de Marcio Lobão, presidente da companhia há quase uma década. Procurada, a empresa nega sua saída. O que não dá para negar é o desgaste dele. Filho do ex-ministro Edison Lobão, está citado na delação premiada de Sergio Machado. Segundo o ex-presidente da Transpetro, Marcio Lobão recebia propinas de R$ 300 mil mensais em nome do pai.  Por falar na família Lobão, o que se diz nos bastidores da Lava Jato é que a ofensiva sobre a Queiroz Galvão vai complicar de vez a situação do ex-ministro.

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13.06.16
ED. 5388

Zero de vestígio

 O ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, não deixou digitais em sua sala na empresa. Machado carregou o celular e o computador ao sair. Ambos pertenciam à Transpetro. Com o aperto da Lava Jato, os aparelhos lhe foram cobrados. E nada. Reclamados. E nada. Demorou 23 dias para serem devolvidos sem qualquer vestígio que tinham sido usados um dia. Ah, sim, o celular tinha um ligeiro arranhão no visor

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 O novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, está decidido a realizar uma nova auditoria na Transpetro. Será a segunda devassa na subsidiária em pouco mais de um ano – a primeira, no início da gestão Aldemir Bendine, foi conduzida pelos escritórios Gibson, Dunn & Crutcher e Trench, Rossi e Watanabe. Procurada pelo RR, a Petrobras não comentou o assunto.

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 Geddel Vieira Lima anda tenso. O ministro da Secretaria de Governo também seria um contumaz interlocutor do grampeador-mor da República, o ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado.

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25.05.16
ED. 5376

“Grampoteca”

 Brasília está em polvorosa. Consta que o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado é dono de um dos maiores e mais antigos acervos “fonográficos” da política nacional. O hábito de gravar conversas secretamente teria se iniciado em 1989, quando o então controlador da fabricante de jeans Vilejack passou a usar do expediente na empresa. Ao migrar para a política, o costume se intensificou.

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27.01.16
ED. 5296

Futuro da Transpetro

 A Petrobras concluiu o plano quinquenal de negócios da Transpetro em linha com o cenário de austeridade que vai pautar a empresa por muitos e muitos anos. Além da notória venda de 49% do capital da Transpetro, pretende condicionar futuros investimentos nos novos dutos que serão licitados pela ANP a participações minoritárias da subsidiária. Até o presente, a Transpetro reinou absoluta no capital das empresas. O diacho vai ser ela arrumar recursos para participar dos novos projetos.

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21.12.15
ED. 5273

Gasodutos

 A Transpetro vai sair fortalecida do processo de rearrumação dos ativos da Petrobras. A companhia deverá ficar com a antiga participação da Gaspetro em quatro gasodutos no país. Ressalte-se que os pipelines não fizeram parte da operação de venda de 49% da estatal para a japonesa Mitsui.  Procurada pelo RR, a Petrobras  não retornou e não comentou o assunto.

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