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31.10.17
ED. 5736

Os enroscados fios da Cemig Telecom

A venda da Cemig Telecom virou uma barafunda. O governo de Minas Gerais e a diretoria da Cemig batem cabeça para definir o modelo de negociação. A companhia defende a retomada da venda direta de 100% da subsidiária.

Foi este formato que deixou a Cemig perto de um desfecho positivo: a TIM chegou a fazer uma due diligence na Cemig Telecom, mas as negociações esfriaram diante do recuo do governo mineiro. Fragilizado politicamente e com receio de levar bomba na Assembleia Legislativa, que teria de aprovar a operação, o governador Fernando Pimentel tende para uma mudança de rumo. O modelo que ganha corpo neste momento prevê a incorporação da empresa de telecomunicações pela Cemig, com a posterior busca de parceiros na área de telecomunicações.

A estatal se associaria a empresas do setor para atender a uma determinada região. Ou seja: nada de privatização. Este formato esvaziaria a pressão política sobre Pimentel. Em contrapartida, reduziria a possibilidade de a Cemig fazer caixa no curto prazo.

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15.09.17
ED. 5705

Rebaixamento na TIM

Amos Genish, n. 1 da Telecom Italia, assumiu com rédeas curtas as decisões estratégicas da TIM Brasil, o maior negócio do grupo fora da Europa. Genish tem feito de gato e sapato o presidente da empresa, Stefano de Angelis, transformando-o em uma espécie de “sub-CEO”.

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21.08.17
ED. 5687

Questão de tempo

A TIM Brasil já teria iniciado o processo de due diligence para a compra da Cemig Telecom, braço de telecomunicações da estatal mineira.

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11.08.17
ED. 5681

Siga o mestre

Novo chefão da Telecom Italia, Amos Genish começa a moldar a TIM Brasil a sua imagem e semelhança. O nome de Gustavo Gachineiro, VP de Assuntos Corporativos da Telefônica, está cotado para desembarcar na concorrente. O executivo é braço direito e esquerdo de Genish desde a GVT.

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27.07.17
ED. 5670

TIM prepara o bote

Novo chefão da Telecom Italia, o ex-Telefonica, Amos Genish deverá vir ao Brasil para conduzir as negociações
em torno da compra da Cemig Telecom. Ontem, em teleconferência com analistas, o presidente da TIM Brasil,
Stefano de Angelis, confirmou o interesse da empresa pelo braço da estatal mineira – conforme antecipou o RR em 7 de junho.

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12.07.17
ED. 5659

As algemas de Amos Genish

Se o israelense Amos Genish assumir um cargo de comando na Telecom Italia, como cogitam os jornais europeus, ele terá de contornar um entrave ao pleno exercício das novas funções. Segundo o RR apurou, ao deixar a Telefônica, no ano passado, Genish teria assinado um acordo de non-compete, comprometendo-se a não participar da gestão executiva de concorrentes no Brasil até o fi m de 2018. A TIM Brasil é a maior operação internacional do grupo italiano: responde por um quarto da receita global.

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22.06.17
ED. 5645

Vivo e TIM cobram do governo a fatura do ICMS

A decisão do STF de excluir o ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins é uma conta salgada que começa a bater na porta do governo. Vivo e TIM decidiram entrar na Justiça com o objetivo de cobrar o valor adicional pago ao Fisco desde o início da década de 90, quando o ICMS entrou na cesta de cálculo dos dois tributos federais. As duas operadoras já estão munidas de pareceres de renomados juristas asseverando o caráter retroativo do julgamento do Supremo.

Este é um dos pontos mais controversos da decisão. A Procuradoria da Fazenda entende que os efeitos retroativos da sentença se aplicam exclusivamente aos contribuintes que já tinham ações em curso contra a Receita na data do julgamento do STF. Procuradas, Vivo e TIM não quiseram se pronunciar. Se o veredito do Supremo Tribunal Federal efetivamente retroceder à década de 90, cálculos preliminares indicam que o tamanho da fatura para a Receita Federal pode chegar a R$ 250 bilhões.

No caso específico do setor de telefonia, um dos mais afetados pela cobrança, estima-se que a conta alcance a marca dos R$ 16 bilhões caso as demais operadoras sigam o caminho da Vivo e da TIM. Ressalte-se que existe jurisprudência em um caso similar: na década de 80, quando o Supremo suspendeu a cobrança do Finsocial por causa de sucessivos aumentos de alíquota, o governo foi sentenciado a devolver às empresas os valores cobrados adicionalmente. A valores de hoje, teve de pagar algo em torno de R$ 20 bilhões.

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07.06.17
ED. 5635

Cemig Telecom é o prêmio de consolação da TIM

Nem Nextel e muito menos Oi: longe das repetidas bravatas de seus dirigentes, os planos de aquisição da Telecom Italia no Brasil apontam em uma direção mais modesta. A TIM está em negociações para a compra da Cemig Telecom, o braço de telecomunicações da estatal mineira. Estima-se que a operação possa atingir cerca de R$ 300 milhões – um prêmio de 50% sobre o valor patrimonial da empresa.

Os italianos enxergam na aquisição a oportunidade de ampliar sua presença no segmento de transmissão de dados, notadamente para o mercado corporativo. Miram também na carteira de contratos da Cemig Telecom com o setor público, responsável por 25% do faturamento total da empresa – R$ 102 milhões no ano passado. No entanto, o ativo mais cobiçado da estatal é a sua infraestrutura. São nove mil quilômetros de cabos ópticos espalhadas por 70 municípios de Minas Gerais, além de quatro outros estados: Bahia, Pernambuco, Ceará e Goiás. E o que é melhor: tudo já devidamente amortizado.

A eventual aquisição da Cemig Telecom teria o condão de dar uma sacudidela na operação da TIM Brasil e, em especial, na gestão de Stefano De Angelis. Um ano após assumir a presidência da empresa, o executivo italiano ainda não entregou a seus compatriotas os tão esperados sinais de recuperação da operadora. Em 2016, a receita caiu 9% e o Ebitda, 21%. É bem verdade que De Angelis pegou pela proa a maior recessão da história do país. No entanto, a Vivo joga no mesmo gramado, enfrenta as mesmas condições adversas e, ainda assim, conseguiu ampliar ainda mais a distância para a TIM no topo do ranking da telefonia celular. Na administração De Angelis,a diferença de market share entre as duas operadoras aumentou de 2,73 pontos percentuais para 5,25 pontos percentuais.

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02.05.17
ED. 5609

Sole mio

Os funcionários da TIM Brasil têm feito chacota das declarações do n. 1 companhia, Stefano De Angelis, sobre a “consistência dos resultados”. Segundo a rádio corredor, De Angelis está sofrendo de amnésia. Esqueceu-se de que, mesmo com uma política mais agressiva de preços, a empresa teve uma queda de 8% na base de clientes em relação a março de 2016. Entre as quatro grandes operadoras, a TIM foi a única a perder market share no ano.

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27.10.15
ED. 5235

TIM Brasil pisca no radar da Operação Zelotes

  A Operação Zelotes avança sobre a TIM Brasil. A Polícia Federal e o Ministério Público têm informações que comprovariam a participação da companhia no esquema de pagamento de propinas a conselheiros do Carf. Novas revelações sobre o caso deverão ser divulgadas em breve por uma revista nacional de grande circulação, segundo o RR apurou. O alvo das investigações seria o processo em andamento no Carf relativo à compra da Tele Nordeste Celular Participações , negociação fechada pela operadora no fim dos anos 90. Procurada, a TIM não se pronunciou, alegando estar em período de silêncio.  A TIM foi autuada pela Receita Federal por ter se beneficiado indevidamente de um ágio de R$ 600 milhões para reduzir a base de cálculo do IR e do CSLL. O recurso da empresa, que tramita na 2ª Turma da 4ª Câmara da 1ª Seção do Carf, tinha como relator o conselheiro Carlos Pelá, que pediu dispensa do cargo em julho deste ano. Em seu parecer, Pelá votou a favor da TIM.  As investigações da TIM se estenderiam na direção do escritório de advocacia Mussi, Sandri, Faroni & Ogawa. A firma já teria prestado serviços para a operadora na esfera tributária. Dois dos sócios do escritório são os renomados advogados Leonardo Mussi e Valmir Sandri. Tanto Sandri quanto Mussi eram conselheiros do Carf e deixaram o órgão entre o fim de abril e a primeira semana de maio. Também consultado, o Mussi, Sandri, Faroni & Ogawa informou que, por razões éticas e contratuais, “não se manifesta a respeito de clientes ou de processos sob sua responsabilidade” ou mesmo “questionamentos relacionados a empresas, ainda que não tenham, efetivamente, nenhuma relação jurí- dica com o escritório”.  Por falar na Operação Zelotes, a incursão de ontem da Polícia Federal na LFT Marketing Esportivo e Touchdown, de Luis Claudio Lula da Silva, teve forte repercussão no gabinete do deputado federal Andrés Sanchez. O filho do ex-presidente Lula é muito ligado ao parlamentar. Quando era presidente do Corinthians, Sanchez o contratou para trabalhar como preparador físico do clube e, depois, foi um dos maiores incentivadores para que ele abrisse sua própria empresa de marketing esportivo.

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07.08.15
ED. 5180

“Django” chega à TIM com seu caixão de maldades

A cena é um clássico do western italiano. O enigmático personagem todo vestido de preto surge na tela, atravessando com esforço o lamacento terreno. Carrega às costas uma pesada sela de couro, mas o que realmente lhe dificulta o passo é o empoeirado caixão de madeira que arrasta feito um penitente – como se verá depois, penitentes são aqueles que cruzam seu caminho. Quase 50 anos após a interpretação de Franco Nero, Django reaparece em sua versão telefônica, na pele do italiano Pietro Labriola, que, nos próximos dias, assumirá uma diretoria na TIM Brasil. Sua chegada à empresa é cercada de mistérios. Na operadora, a imagem do executivo repentinamente despachado pela Telecom Italia para o Brasil é a de um exímio atirador que caminha em direção à TIM com uma cartucheira a ser descarregada e uma missão a ser cumprida. O que todos se perguntam é a quem se destina – metaforicamente, é claro – o caixão que o forasteiro traz às costas: se ao presidente da companhia, Rodrigo Abreu, aos demais diretores ou, no limite, à própria TIM. Os paranoicos cravam “todas as respostas acima”. Tudo leva a crer que a operadora está sob intervenção e Labriola chega para ser a voz e a mão do dono, responsável por alvejar a atual gestão, assumir as rédeas do negócio e preparar a venda do controle da TIM. Tudo em menos de um ano, e, ressalte-se, com o devido imprimatur da Vivendi, que se tornou acionista da Telecom Italia ao herdar a participação da Telefônica com a venda da GVT para os espanhóis. As mudanças na TIM Brasil já começaram. O chamado plano de eficiência anunciado na última quarta-feira, que prevê a redução de até R$ 1 bilhão em custos, é apenas o cartão de visitas da Telecom Italia. As medidas incluiriam um corte significativo de funcionários e de serviços terceirizados e uma política ainda mais agressiva de desmobilização de ativos de infraestrutura – no primeiro semestre deste ano, a operadora só não teve queda de lucro graças à venda de torres de telefonia celular. Tudo sob o comando de Pietro Labriola. A reputação de Labriola lhe precede. Homem de confiança do CEO da Telecom Italia, Marco Patuano, o executivo é habitualmente designado para as mais sensíveis tarefas. Comandou, por exemplo, a complexa cisão da rede de telefonia fixa do grupo. Na maioria das vezes, não costuma ficar mais de um ano no mesmo posto – em seus dois últimos cargos, não completou sequer seis meses. Chega à cidade, cumpre sua missão e desaparece num rastro de poeira. Seu atual cargo, aliás, já diz tudo: Chief Transformation Officer.

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11.02.15
ED. 5060

Claro e escuro

Cresce a pressão sobre Carlos Zenteno, presidente da Claro. Mesmo após a integração com a Net e a Embratel e a venda de mil e um pacotes casados, a empresa não consegue recuperar a vice-liderança do mercado de telefonia celular, perdida para a TIM.

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