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13.11.17
ED. 5744

Conselho de guerra

O silêncio de José Serra sobre a fagocitose tucana se dá apenas das portas para fora do PSDB. Poucas horas antes de destituir Tasso Jereissati da presidência do partido, Aécio Neves telefonou para Serra. Na longa conversa, Serra o encorajou a seguir adiante e referendou o nome de Alberto Goldman para o mandato tampão até a convenção de 9 de dezembro.

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10.11.17
ED. 5743

O fatídico dia em que Aécio Neves cortou os pulsos

O putsch da tucanada de Aécio Neves no grupo de emplumados liderado por Tasso Jereissati deu com os burros n`água. Até a data de 9 de dezembro, o “dia T da Normandia tucana”, quando se realizará a convenção do PSDB, Aécio paradoxalmente pode se ver instado a torcer pela eleição de Tasso Jereissati para a presidência do partido. A derrota do líder dos insurretos do PSDB significará um racha kamikaze, apartando o que o partido tem de melhor do agrupamento fisiológico e cleptocrata reunido em torno de Aécio.

A manobra suicida teve um brutal impacto sobre os filiados do partido. O manifesto escrito por economistas do PSDB – na verdade, somente do Rio de Janeiro – se estenderá para São Paulo, onde a presença de tucanos em diversos cargos e postos de vitrine é exponencialmente maior do que em todos outros estados. Se Tasso não levar em dezembro, há enorme probabilidade de uma secessão da pauliceia tucana. Os pessedebistas paulistas em sua quase totalidade não desejam o caminho de permanência no governo Temer traçado por Aécio.

Se Tasso não voltar à presidência da sigla, significará que o partido abdicou de disputar o poder. Aécio, à boca miúda, diz que tem de defender sua pele. E os governadores Pedro Taques, Simão Jatene e Reinaldo Azambuja são peregrinos com um pires na mão em volta de Temer. Na mão contrária, Geraldo Alckmin, por motivos óbvios, e Beto Richa. Engrossam a tropa de choque de Aécio os ministros áulicos Bruno Araujo, Antônio Imbassahy, Luislinda Valois e Aloysio Nunes. Do quarteto, o encardido mais difícil de explicar é o do tucano das Relações Exteriores. O golpe em Tasso deveria ser pranteado pelos seus adversários e comemorado pela banda de música, digamos assim, do PSDB. Aécio se autoimolou. Não pode ganhar. Se ganhar, arrebenta o partido.

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07.11.17
ED. 5740

Distância

FHC parece querer distância do duelo entre Tasso Jereissati e Marconi Perillo. No fim de novembro, embarca para uma viagem de duas semanas ao exterior. Só volta às vésperas da convenção tucana, em 9 de dezembro.

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03.11.17
ED. 5738

Bye, bye para equipe Neves

Tasso Jereissati dispensou diversos assessores e toda a equipe de comunicação do PSDB, ligados a Aécio Neves.

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17.10.17
ED. 5726

Perillo vs. Tasso

A pretensão de Tasso Jereissati de ser eleito por aclamação para a presidência do PSDB está ruindo. Nos últimos dias. a candidatura do governador de Goiás, Marconi Perillo, ganhou força no partido.

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16.10.17
ED. 5725

Mil e uma utilidades

Tasso Jereissati é um dos mais ativos interlocutores do PSDB com o MBL. Articula, inclusive, a filiação de Kim Kataguri, um dos líderes do Movimento, às fileiras tucanas. Tasso prega que a proximidade com o MBL será de considerável valia eleitoral. Nem que seja para neutralizar o recente flerte do movimento com Jair Bolsonaro.

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18.09.17
ED. 5706

Tasso faz muito bem

Um sinal de que a ala oposicionista do PSDB desta vez nem vai se dar ao trabalho de bater bumbo pela denúncia contra Michel Temer. O presidente interino do partido e um dos principais defensores do desembarque do governo Temer, Tasso Jereissati, viajou para os Estados Unidos. Avisou a aliados que ficará oito dias “fora do ar”.

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31.08.17
ED. 5695

Contagem regressiva

A “pax tucana” entre Aécio Neves e Tasso Jereissati não vai passar de dezembro – isso se durar até lá. Presidente licenciado do PSDB, Aécio já trabalha pelo nome do senador Cássio Cunha Lima para sucedê-lo no cargo – a eleição interna ocorre no fim do ano. Do outro lado, Tasso já avisou que não abre mão de transformar seu mandato interino em definitivo.

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21.07.17
ED. 5666

O retiro de Aécio Neves

Desde o último dia 10, quando participou, para constrangimento dos presentes, de um jantar com 18 lideranças tucanas na ala residencial do Palácio Bandeirantes, Aécio Neves tomou Doril. Os fotógrafos de plantão em frente aos seus endereços em Brasília e no Rio de Janeiro seguem de mãos abanando. Segundo uma fonte do RR, Aécio teria passado uns dias recluso em Florianópolis, terra de sua mulher. Entre os nomes de maior relevo do PSDB, mantém interlocução assídua apenas com José Aníbal, presidente do Instituto Teotônio Vilela. Aníbal, inclusive, tem sido uma das raras vozes contrárias ao afastamento em definitivo de Aécio da presidência do partido. Em vão. Na convenção de agosto, o PSDB deverá confirmar a destituição e referendar o nome de Tasso Jereissati.

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