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27.07.17
ED. 5670

Curto-circuito

No momento em que o ministro Fernando Coelho Filho promete “desjudicializar o setor elétrico”, State Grid, Taesa, ISA e cia. movimentam-se para entrar na Justiça contra recente decisão da Aneel que reduziu a receita das empresas de transmissão em 13%.

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19.07.17
ED. 5664

Abengoa tenta desatar os nós em suas linhas

A Abengoa espera receber até o fim do mês uma oferta vinculante da chinesa State Grid por parte dos seus ativos de transmissão no Brasil. A proposta servirá como valor de referência para o leilão das concessões que os espanhóis vão realizar dentro do processo de recuperação judicial. O pacote que será vendido inclui os 3,5 mil km em linhas de transmissão já em operação no país. Se dependesse dos espanhóis, também estariam no embrulho os mais de seis mil km de rede ainda em fase de construção. Mas este é outro departamento, que passa pela Aneel, onde o grupo espanhol costuma ser tratado de “caloteiro” para baixo, segundo uma fonte da agência. O órgão regulador acusa a Abengoa de não cumprir os investimentos e prazos previstos em contrato e briga na Justiça para retomar estas concessões. No momento, aguarda decisão do Tribunal Regional Federal da 2a Região ao pedido de liminar que permitiria a continuidade do processo de caducidade das licenças.

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26.05.17
ED. 5627

Empreiteira chinesa é um atraso só em Belo Monte

State Grid e Eletrobrás, sócias da Belo Monte Transmissora de Energia (BMTE), deverão entrar na Justiça para rescindir o contrato com a Sepco, uma das maiores empreiteiras chinesas. A intenção é buscar uma construtora que assuma a toque de caixa as obras de instalação de um terço dos mais de 2,1 mil quilômetros de linhas de transmissão de Belo Monte, a cargo dos asiáticos. O imbróglio chegou a tal ponto que nem mesmo a State Grid, controladora da BMTE com 51%, parece disposta a salvar a pele da conterrânea.

Não há patriotismo capaz de apagar os maus serviços e atrasos da Sepco. Para quem acredita que abrir as portas da construção pesada aos chineses pode ser um remédio contra a hecatombe do setor, Belo Monte oferece um episódio didático. Até março, a Sepco já teria recebido cerca de R$ 9 milhões em multas aplicadas pela BMTE por descumprimento do cronograma.

Mesmo com as penalidades, pouco ou nada mudou. Das 1,5 mil torres de transmissão a cargo da Sepco, apenas 600 teriam sido fincadas. Dos oito lotes de construção, somente três estão atrasados: todos de responsabilidade de construtora chinesa. Os esforços da State Grid e da Eletrobras se concentram agora em reduzir o prejuízo e os atrasos. Ambas já dão como quase certo que dificilmente conseguirão energizar integralmente o linhão de Belo Monte em fevereiro de 2018, como prevê o cronograma original.

Consultada pelo RR, a BMTE não se pronunciou especificamente sobre os atrasos e as multas. Disse que “não confirma as informações”, mas admitiu que “está discutindo amistosamente com a Sepco para que ela atenda suas metas dentro do prazo”. Para bom entendedor… A empreiteira chinesa, por sua vez, não retornou.

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28.04.17
ED. 5608

Quem vai desatar o nó nas linhas da Abengoa?

A Aneel já contabiliza três grandes grupos interessados nas concessões de transmissão da Abengoa no Brasil – a colombiana ISA, a chinesa State Grid e a Taesa, leia-se Cemig. A agência reguladora trava uma disputa jurídica com os espanhóis para retomar e relicitar suas licenças no país. A Abengoa interrompeu as obras de construção das novas linhas por dificuldades financeiras. O enrosco já leva mais de um ano e meio.

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10.04.17
ED. 5596

Muralha da China

O leilão de transmissão do próximo dia 24 deverá reunir uma dobradinha de peso: a State Grid e o também chinês Clai Fund. Com ativos de US$ 12 bilhões, o fundo fez recentemente sua primeira incursão em energia no Brasil, ao comprar uma participação na Duke Energy Paranapanema, da conterrânea Three Gorges.

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16.03.17
ED. 5579

Hidrelétrica à venda

A chinesa State Grid e a Energisa são candidatas à compra da hidrelétrica São Roque, em Santa Catarina, pertencente à encalacrada Engevix. O ativo está avaliado em R$ 700 milhões. Trata-se, na verdade, de uma meia usina: as obras de construção da São Roque estão paradas há um ano.

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16.12.16
ED. 5518

Muralhas da China

  • A State Grid vai disputar a compra de quatro distribuidoras de energia que serão leiloadas pela Eletrobras na Amazônia. A vontade de aquisição é grande. O plano dos chineses é reunir as concessionárias do Acre, Rondônia, Amazonas e Boa Vista (RR) em uma subholding. A fonte do RR informou que a State Grid prevê gastar em torno de R$ 5 bilhões para raspar o tacho amazônico.

 

  •  A CNOOC já definiu os parceiros para dar sustentação em suas novas incursões na compra de blocos de exploração e produção de petróleo: o Bank of America e o conterrâneo Industrial and Commercial Bank of China (ICBC). O foco será o pré-sal. A boa nova é que a CNOOC decidiu participar das próximas licitações com ou sem a Petrobras, com quem tinha um acordo de investimento.

 

  • A Camargo Corrêa está vendo escorrer entre os dedos o maior interessado na compra da construtora, a China Communications Construction Company (CCCC). O grupo chinês, que adquiriu recentemente a Concremat, teria deixado a mesa de negociações sem dar muitas explicações. Procurada pelo RR, a Camargo Corrêa evitou, de todas as formas, se pronunciar sobre o assunto.

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08.11.16
ED. 5491

Porteira fechada

 A State Grid pretende lançar em janeiro a oferta pública para comprar o restante das ações da CPFL em mercado. O valor deverá ser o mesmo pago à Camargo Corrêa e à Previ: R$ 25 por ação.

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07.11.16
ED. 5490

Resseguro

A China Reinsurance tem planos de entrar no Brasil. O alvo prioritário é o IPO do IRB, que deve ocorrer em 2017. A companhia chinesa tem forte atuação em resseguros para o setor elétrico. Qualquer semelhança com o avanço das conterrâneas State Grid e Three Gorges no Brasil não é mera coincidência.

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04.11.16
ED. 5489

Prateleira

A Cemig pretende fechar ainda neste ano a venda de sua participação de 9,77% em Belo Monte. Conversa com a onipresente State Grid e fundos de investimento estrangeiros. É mais um capítulo no esforço da Cemig para fazer caixa e alongar uma dívida de R$ 11 bilhões. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cemig.

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27.10.16
ED. 5484

Restam dois

 O  governo conta com a participação da Energisa e da State Grid no leilão da distribuidora goiana Celg , marcado para novembro.

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21.10.16
ED. 5480

Fio desencapado

 State Grid e Brookfield têm um duelo marcado no Brasil. Em disputa, os sete mil quilômetros de linhas de transmissão da espanhola Abengoa, em recuperação judicial.

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 No Ministério de Minas e Energia, já se discute um novo adiamento do leilão da Celg, marcado para novembro. Por ora, só a State Grid demonstrou interesse pela empresa.

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05.09.16
ED. 5448

Previ espreita a porta de saída na Tupy

 Ou o mercado todo está operando ou, então, está sendo operado. Nos últimos dias, circula pelas mesas de operação a informação de que a Previ vai se desfazer da sua participação na Tupy. A voz corrente é que o fundo de pensão já estaria, inclusive, formatando uma oferta das ações em bolsa. A perspectiva do anúncio tem se refletido na alta do papel: em pouco mais de um mês, a ação da fundição Tupy subiu quase 20%. A Previ detém 26% da companhia. Tomando-se como base apenas o atual valor de mercado da empresa, portanto, sem qualquer ágio, a fatia do fundo de pensão gira em torno dos R$ 515 milhões.  A venda da participação na Fundição Tupy seria motivada pela necessidade da Previ de fazer caixa para amortizar seu déficit atuarial, na casa dos R$ 15 bilhões. Vai pelo mesmo caminho a decisão de aproveitar a venda da sua fatia de 29,5% na CPFL. O fundo de pensão deverá pegar carona na saída da Camargo Corrêa para também negociar o seu quinhão na distribuidora de energia para a State Grid. A área técnica da Previ já recomendou que a fundação aceite a oferta de R$ 25 por ação feita pelos chineses. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Previ.

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04.08.16
ED. 5426

Queda de braço

 A CPFL pretende avançar sobre a Elektro, hoje controlada pela Iberdrola, e praticamente dividir ao meio o mercado paulista com a Eletropaulo. A negociação ocorreria antes mesmo de a State Grid assumir o controle da CPFL, o que deve demorar seis meses. Procurada, a Elektro nega a venda do controle. Já a CPFL não comenta o assunto.

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27.05.16
ED. 5377

Controle chinês

 A Eletrobras colocou à venda um de seus principais ativos de transmissão: a fatia de 49% no primeiro linhão de Belo Monte. A participação já teria sido oferecida à State Grid, detentora dos demais 51%. Caso feche o negócio, os chineses controlarão todo o sistema de transmissão de Belo Monte. A State Grid já é dona de 100% do segundo linhão.

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15.01.16
ED. 5288

Império chinês

 Os chineses estão movimentando o pasmacento mercado imobiliário carioca. Depois de a State Grid ter desembolsado R$ 200 milhões na compra de sua sede na cidade, a China Three Gorges também procura um ninho no Rio, mais precisamente na área do Porto Maravilha.

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23.12.15
ED. 5275

Chineses esticam seus fios no setor elétrico brasileiro

 No rastro da State Grid , que já investiu quase US$ 3 bilhões por estas bandas, mais um grande grupo chinês da área de energia está fincando bandeira no Brasil. A Power China Sepco vai instalar uma térmica a carvão no Rio Grande do Sul, um investimento total da ordem de R$ 4 bilhões – a maior parte será financiada por bancos de fomento chineses. Com capacidade de 600 MW, a usina Ouro Negro será a segunda maior da modalidade no país, atrás apenas da termelétrica de Pecém (CE) com 720 MW. A expectativa dos chineses é que o Ibama conceda a licença prévia ambiental até o fim de janeiro, o que permitiria ao grupo participar do leilão A-5 de energia térmica programado para março. Os planos da Power China para o Brasil vão além da térmica gaúcha. Segundo o RR apurou, os investimentos previstos chegam a R$ 12 bilhões. A meta do grupo é ter em até cinco anos cerca de 1,5 mil MW de capacidade instalada no país, o que, a números de hoje, significaria ter o maior parque térmico privado do país, à frente da Suez .

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16.09.15
ED. 5207

Novo tentáculo

A chinesa State Grid, que já investiu mais de US$ 4 bilhões na área de transmissão, está trazendo para o Brasil seu braço de TI, a Nari.

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10.08.15
ED. 5181

State Grid

A chinesa State Grid, que já investiu mais de US$ 2 bilhões em distribuição de energia no Brasil, marcha agora para a área de geração. Está com um pé no leilão de usinas hidrelétricas que será realizado pela Aneel em setembro.

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12.05.15
ED. 5118

State Grid quer fundar uma Chinatown no Brasil

Em meio aos preparativos para a visita do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, e a assinatura de uma série de acordos bilaterais que preveem investimentos da ordem de US$ 50 bilhões no Brasil, o governo Dilma Rousseff tenta adiar o inevitável: o ingresso, em larga escala, de mão de obra chinesa nas obras de infraestrutura do país. A State Grid é um exemplo de que não existe almoço grátis no mundo das relações multilaterais. Se, de um lado, o grupo está aportando mais de US$ 4 bilhões em transmissão, o que o torna o maior investidor privado do setor no país, do outro os chineses colocam sobre a mesa suas inconvenientes contrapartidas. A State Grid insiste em usar um volume cada vez maior de equipamentos de fornecedores asiáticos. Tão ou mais complexa é a pressão da companhia para importar mão de obra chinesa. A State Grid já solicitou ao governo federal autorização para trazer 11 mil trabalhadores. Todo este contingente seria alocado na maior das obras da State Grid no Brasil: a construção da linha de transmissão da usina de Belo Monte, no Pará, um mega-empreendimento composto por mais de quatro mil torres. Isso significaria um imenso canteiro com mais de 12 mil quilômetros de extensão falando mandarim. O argumento do grupo para internalizar essa massa forasteira de trabalhadores é o conhecimento técnico dos empregados – a maioria teria participado de grandes empreendimentos na asia. A invasão de construtoras e, consequentemente, de operários chineses em terras brasileiras está escrita nas estrelas já há algum tempo – ver edição nº 4.911. Já a quela altura, mais precisamente em julho de 2014, o RR adiantava a intenção do país asiático em financiar um pacote de obras em infraestrutura no país no valor de US$ 30 bilhões. De lá para cá, com a inclusão de novos projetos, as cifras praticamente duplicaram. No entanto, a insistência da State Grid tem gerado um mal-estar diplomático entre Brasil e China. A legislação trabalhista brasileira só permite a importação de mão de obra para obras públicas em situações excepcionais, quando comprovadamente não há profissionais qualificados para exercer determinada atividade. Não parece ser este o caso. A rigor, não há nada que justifique tamanha invasão. O contingente de 11 mil trabalhadores representaria quase 80% do efetivo que deverá ser alocado nas obras da linha de transmissão de Belo Monte. O poder de pressão da State Grid está nas cifras que ela movimenta no Brasil. Sozinha, a empresa responde por mais de 15% do investimento total que os chineses prometem aportar no setor elétrico brasileiro. Apenas a construção do sistema de transmissão da energia gerada em Belo Monte bate na casa dos US$ 2,5 bilhões. Ainda assim, apesar dos valores sobre a mesa, as relações entre o governo brasileiro e a State Grid têm sido marcadas por sucessivos curtos- circuitos. Um dos mais recentes diz respeito a  construção da linha de transmissão para o escoamento da produção da hidrelétrica de Teles Pires, na divisa entre o Pará e o Mato Grosso. As obras estão atrasadas há mais de seis meses, motivo pelo qual o Ministério de Minas e Energia já solicitou a  Aneel que cobre dos chineses as multas previstas em contrato.

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26.01.15
ED. 5048

Eletrobras pluga seus investimentos na State Grid

 Se, no passado, a State Grid era uma pulga atrás da orelha do governo, desconfiado de suas reais intenções no país, agora os chineses pisam em tapete vermelho. Os asiáticos mereceram a distinção de uma reunião com Eduardo Braga no fim de dezembro, antes, portanto, de ele assumir formalmente o Ministério de Minas e Energia. Motivo do encontro: o governo quer estender a parceria entre a Eletrobras e a State Grid, por ora restrita a  construção da linha de transmissão de Belo Monte. O foco é a área de geração. Em pauta, a construção não apenas de hidrelétricas, mas também de termelétricas a gás natural, carvão e biomassa, usinas eólicas e solares. As duas empresas deverão assinar um protocolo de intenções tão logo seja definida a nova diretoria da Eletrobras. Em português claro: a área de Minas e Energia quer transformar o grupo chinês em parceiro preferencial da estatal para investimentos no segmento de geração. O que mais a Eletrobras precisa, a State Grid tem de sobra. Os chineses já desembolsaram mais de R$ 8 bilhões no Brasil em investimentos no setor de transmissão. Prometem outro tanto para os próximos quatro anos. A parceria com a estatal no segmento de geração envolveria aportes da ordem de R$ 12 bilhões em três anos, valor equivalente a um quarto do que a Eletrobras prevê investir no período para a expansão do parque gerador brasileiro. Ou seja: a aliança com os asiáticos, se consumada, trará um refrigério para o caixa da companhia. O estreitamento das relações entre a Eletrobras e a State Grid tem também um forte caráter profilático. Por razões mais do que óbvias, o Ministério de Minas e Energia trabalha com a expectativa de uma redução dos aportes das grandes construtoras em projetos hidrelétricos. Ao que tudo indica, ainda há muita água para passar pelas turbinas da Operação Lava Jato. As negociações com a State Grid preveem ainda a atração de outros parceiros internacionais, como as nipônicas Itochu e Sumitomo, interessadas em participar como investidoras de projetos na área de geração.

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