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09.03.17
ED. 5574

Lobão vs. Machado

Depois que a Lava Jato bateu à porta de seu filho, Marcio Lobão, o senador Edison Lobão só se refere ao delator Sergio Machado de “traíra” para baixo. O pior é que Lobão pai tem certeza de que não parou por aí…

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 Na Brasilcap, já se dá como certo o fim do reinado de Marcio Lobão, presidente da companhia há quase uma década. Procurada, a empresa nega sua saída. O que não dá para negar é o desgaste dele. Filho do ex-ministro Edison Lobão, está citado na delação premiada de Sergio Machado. Segundo o ex-presidente da Transpetro, Marcio Lobão recebia propinas de R$ 300 mil mensais em nome do pai.  Por falar na família Lobão, o que se diz nos bastidores da Lava Jato é que a ofensiva sobre a Queiroz Galvão vai complicar de vez a situação do ex-ministro.

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 O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, teme ter seu próprio Sergio Machado. No ano passado, poucas semanas antes da prisão de dirigentes da CBF e da Fifa, Del Nero teve uma série de conversas com o empresário J. Hawilla, delator-mor do Fifagate. Provavelmente o que falaram é de conhecimento apenas dos dois e do FBI inteiro.

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 O PT do Rio está virando às costas à ideia de apoiar a candidatura de Jandira Feghali (PCdoB) à Prefeitura. Culpa das gravações de Sergio Machado.

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 Em público, Fernando Haddad diz que Gabriel Chalita está mantido como candidato a vice em sua chapa; entre quatro paredes, já busca alternativa. O assunto foi tratado nos últimos dias entre o prefeito e Carlos Lupi, que acumula a presidência nacional e de São Paulo do PDT. A preocupação de Haddad é o impacto negativo da citação de Chalita na delação de Sérgio Machado. Já basta o desgaste do PT com a Lava-Jato.

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17.06.16
ED. 5392

Lembranças

  O ex-deputado e atual cartola da CBF Walter Feldman está em polvorosa com o falatório de Sergio Machado à Justiça. Feldman era o responsável pela arrecadação de recursos para a campanha de Marina Silva em 2014.

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01.06.16
ED. 5380

Mr. Transparência

 Anedota infame que corre em Brasília: Michel Temer deveria nomear Sergio Machado para o Ministério da Transparência. Afinal, ninguém até agora foi tão competente no disclosure das práticas do PMDB quanto Machado.

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 O futuro da democracia brasileira passa, nas próximas semanas, pela antecipação da eleição direta para a Presidência, um pacto entre as principais lideranças políticas e os Poderes da República e a definição sobre a negociação de uma “janela” na Lava Jato para que o pleito possa se dar de forma soberana. A ordem dos fatores altera o produto. O pacto social antecede os demais, pois lubrifica as mudanças constitucionais necessárias e o novo ambiente institucional. O acordão por meio do qual pretende se legitimar as “Diretas Já” é primo distante daquele conspirado por Romero Jucá e Sérgio Machado. É motivado por intenções distintas, pode ser articulado e anunciado à luz do dia e, em vez de ser uma costura entre Eduardo Cunha, Michel Temer, Renan Calheiros et caterva, seria alinhavado, por cima, por Fernando Henrique Cardoso, Lula, Ciro Gomes, Dilma Rousseff, Jaques Wagner, Tasso Jereissati e, acreditem, Aécio Neves, além de empresários de primeira grandeza que voltaram a pensar no Brasil.  Os articuladores não acreditam em uma reação de Temer e sua turma, denunciando o “golpe dentro do golpe”, apesar de estarem atentos aos afagos cada vez mais explícitos do presidente interino aos comandantes militares. O professor de Direito Constitucional e suas eminências pardas sabem que a governança do país é extremamente frágil. Um “frentão” juntaria as ruas com a Av. Paulista e mudaria de direção o leme da imprensa. O espinho é o que fazer com a Lava Jato, que, se por um lado, descortinou as tenebrosas transações com a pátria mãe tão distraída, por outro, gangrenou a democracia com a criminalização do futuro. A instituição de uma “janela” na nossa Operazione Mani Pulite seria uma concessão para que as eleições diretas já não se dessem no ambiente de investigações, delações e aceitação de provas forjadas que sancionam a culpa antes mesmo da denúncia. Pensa-se em algo derivado a partir do modelo de anistia com punições razoáveis criado para a repatriação do capital estrangeiro: quem confessa sua irregularidade não é criminalizado, mas paga multa pecuniária.  Todos os participantes desse programa de adesão espontânea não teriam seus direitos eleitorais subtraídos inteiramente, mas somente no próximo pleito. A condição para que o próprio infrator confessasse a “malfeitoria de fato” sem ser criminalizado esterilizaria os porões das investigações, nos quais a intimidade do cidadão é devassada e revelada no limite dos seus pensamentos inconfessáveis, que nada têm a ver com qualquer dos delitos aventados. É nesse ponto crucial que surge a importância simbólica de Sérgio Moro em toda essa arrumação. Caberia a ele validar a seguinte mensagem: a Lava Jato não morreu, a Lava Jato entrou em uma nova fase. E não vai ter “golpe” e crime estampado diariamente nas bancas de jornais. Vai ter eleição e vai ter governança.

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 Geddel Vieira Lima anda tenso. O ministro da Secretaria de Governo também seria um contumaz interlocutor do grampeador-mor da República, o ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado.

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25.05.16
ED. 5376

“Grampoteca”

 Brasília está em polvorosa. Consta que o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado é dono de um dos maiores e mais antigos acervos “fonográficos” da política nacional. O hábito de gravar conversas secretamente teria se iniciado em 1989, quando o então controlador da fabricante de jeans Vilejack passou a usar do expediente na empresa. Ao migrar para a política, o costume se intensificou.

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