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02.06.17
ED. 5632

Na direção de Sérgio

Mais um petardo na direção de Sérgio Cabral: o ex-secretário de Obras do Rio, Hudson Braga, fechou seu acordo de delação com o Ministério Público.

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30.05.17
ED. 5629

Leniência 24 quilates

A joalheria Antonio Bernardo, envolvida no esquema de corrupção de Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo, estaria prestes a fechar um acordo de leniência com o Ministério Público Federal. Segundo informações apuradas junto ao MP, a multa passaria dos R$ 10 milhões.

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11.05.17
ED. 5616

Gestão da família

Não bastasse a pressão da Lava Jato, Adriana Ancelmo vem tendo ainda uma peleja com Marco Antonio Cabral, filho de Sérgio Cabral, pela, digamos assim, gestão das finanças da família.

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28.04.17
ED. 5608

Alguém em Bangu gosta do Sebrae/RJ

Quem disse que cunhado não é parente? Cezar Vasquez, diretor-superintendente do Sebrae/RJ e casado com a irmã de Sérgio Cabral, mostrou que tem sete vidas e o apreço do ex-governador. Na reunião extraordinária realizada ontem – ver RR edições de 25 e 26 de abril –, a proposta de destituição de Vasquez rachou o Conselho Deliberativo: foram sete votos a favor e sete contra. Como era necessária a aprovação de 11 dos 14 conselheiros, Vasquez se manteve no cargo, administrando um orçamento de R$ 255 milhões. Mas deve responder criminalmente pelas irregularidades apontadas na auditoria realizada pela Deloitte, conforme antecipou o RR. O grupo de oposição a Vasquez, formado basicamente pelos indicados das entidades privadas, pretende entrar com uma representação contra ele por fraude no Ministério Público do Rio.

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28.04.17
ED. 5608

Monóxido de carbono

O MP do Rio está submerso nos incentivos fiscais concedidos a montadoras durante o governo Cabral, um período pródigo de investimentos do setor no estado.

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cabral-rr-5564
25.04.17
ED. 5605

Malfeitos de Cabral pairam sobre a diretoria do Sebrae/RJ

Tudo aquilo que se aproxima de Sérgio Cabral corre o risco de contágio imediato. O Conselho Deliberativo do Sebrae/RJ convocou para a próxima quinta-feira, dia 27, às 10h30, no Hotel Windsor Guanabara, reunião extraordinária para a “apreciação e deliberação da destituição ad nutum da diretoria executiva da entidade nos termos do inciso III do artigo 16 do estatuto social”. O referido inciso diz que compete ao Conselho Deliberativo “destituir ad nutum (resolução em juízo exclusivo da autoridade administrativa competente) com o voto concorde, no mínimo, de 11 conselheiros, em reunião especialmente convocada para este fim, o Diretor-Superintendente, qualquer dos demais Diretores ou qualquer dos membros do Conselho Fiscal, titular ou suplente”.

A convocação, encaminhada aos integrantes do Conselho Deliberativo no último dia 19, visa o afastamento de toda a gestão executiva do Sebrae/ RJ, leia-se os diretores Evandro Peçanha e Armando Augusto Clemente e o diretor superintendente da entidade, Cezar Vasquez. O nome de Vasquez está em evidência desde a prisão de Sérgio Cabral. O no 1 do Sebrae/RJ, no cargo desde 2010, é casado com a irmã do ex-governador, Claudia Cabral. Consta que o filho do casal, Bruno Cabral, é sócio da Acreditte Consignado, especializada na concessão de empréstimos com desconto em folha para servidores públicos, militares, aposentados e pensionistas.

Consultado pelo RR, Cezar Vasquez disse que o “Conselho Deliberativo tem a prerrogativa de reavaliar a diretoria de tempos em tempos” e que a reunião da próxima quinta-feira se refere “a toda a diretoria” e não apenas a ele. Cabe ressaltar que, a rigor, o mandato da atual gestão do Sebrae/RJ termina apenas em dezembro de 2018. Perguntado se vê algum viés político no episódio por conta da relação de parentesco com ex-governador Sérgio Cabral, Vasquez afirmou que “tende a acreditar que os conselheiros não se movem por essas questões.

O que importa é o desempenho”. No entanto, Vasquez se contradiz ao declarar também que “caso a diretoria seja destituída, não será por conta dos resultados, que são muito bons”. Desde que a Operação Calicute eclodiu, com a prisão de Sérgio Cabral, conselheiros do Sebrae/RJ pedem o afastamento de Cezar Vasquez. Os opositores de Vasquez fazem insinuações acerca do crescimento do seu patrimônio. Citam que, antes de assumir o cargo, ele morava em um imóvel alugado e hoje é proprietário de uma casa de três andares no bairro da Gávea, Zona Sul do Rio.

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24.04.17
ED. 5604

Avanço na Operação Calicute

A Operação Calicute vai andar de trem, barcas e metrô. Segundo fonte do MP, Luiz Carlos Velloso, subsecretário de Transportes no governo Cabral e preso em março, negocia sua delação.

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10.04.17
ED. 5596

MP encontra outro rastro deixado por Cabral

Segundo fonte do Ministério Público, os procuradores investigam o que pode ser uma nova conta de Sérgio Cabral no exterior, mais precisamente em Miami, no valor aproximado de US$ 200 milhões.

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06.04.17
ED. 5594

Escândalo Cabral

Desgastado com o escândalo Sérgio Cabral, o renomado Antonio Bernardo tem pensado com seus brilhantes se não seria hora de passar à frente a joalheria que leva seu nome.

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27.03.17
ED. 5586

Best friends

Há tanta afinidade entre Sergio Cortes, ex-secretário de Saúde de Sérgio Cabral, e a Rede D ́Or que, se pudesse, ele se tornaria sócio da empresa.

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espocacabral-rr-25
21.03.17
ED. 5582

Sara Joias paga seus pecados

A Sara Joias, uma das preferidas de Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo, terá de acertar suas contas com o erário. O Ministério Público do Rio vai entrar com uma ação para que a joalheria devolva ao estado os recursos referentes aos incentivos fiscais recebidos indevidamente entre 2013 e 2016. Levantamento preliminar indica que os incentivos nesse período totalizaram aproximadamente R$ 21 milhões. Mas essa cifra ainda pode subir mais alguns quilates. Os procuradores estão debruçados sobre os autos de todos os processos administrativos contra a Sara Joias na Secretaria de Fazenda.

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14.03.17
ED. 5577

Legado

O deputado federal Marco Antonio Cabral está à frente de tudo que diz respeito ao pai, Sérgio Cabral. De tudo.

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A força tarefa da Operação Calicute, braço da Lava Jato no Rio de Janeiro, avança a passos largos sobre a área de transporte do governo de Sérgio Cabral.

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08.03.17
ED. 5573

Mapa da mina

A H. Stern entregou ao Ministério Público do Rio um relatório de todas as vendas feitas a Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo ao longo de quase uma década. O valor total passaria dos R$ 5 milhões. Trata-se de um passo decisivo para a joalheira fechar seu acordo de leniência.

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02.03.17
ED. 5569

Sobra para os tucanos?

O que se diz na coxia da Lava Jato é que o doleiro Adir Assad está negociando sua delação. Mais uma péssima notícia para Sérgio Cabral. Mas talvez não só para Cabral. Consta que Assad sempre teve uma relação próxima do PSDB paulista, com trânsito livre nas estradas do estado por meio do Dersa.

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netflix-rr-5568
24.02.17
ED. 5568

Os “Kennedy da Lava Jato”

José Padilha está reescrevendo episódios da série “Lava Jato” para incluir dois personagens fundamentais que passavam quase em branco no roteiro original: o ex-governador Sérgio Cabral e a ex-primeira dama Adriana Ancelmo. A produção da Netflix ainda não tem data de estreia, mas, até lá, é possível que Padilha tenha de adicionar outros nomes que ainda não vieram à tona na trama real.

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cabral-rr-5564
20.02.17
ED. 5564

Hora da verdade

O Ministério Público do Rio está fechando o cerco às empresas amigas de Sérgio Cabral. O MP criou uma força tarefa, com técnicos da Secretaria de Fazenda, para analisar todos os benefícios fiscais concedidos no governo Cabral. Em até dois meses, os procuradores esperam separar o joio do trigo e ter o mosaico das companhias que participaram do “toma lá, dá cá”.

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cabralcavendish-rr-5563
17.02.17
ED. 5563

Um celular na mão e uma propina na cabeça

A delação premiada de Fernando Cavendish oferece uma videoteca que merecia ser disponibilizada ao público. Os próprios procuradores estão impressionados com a recorrência com que o empreiteiro costumava gravar filmetes de seus encontros com Sérgio Cabral, a exemplo do já notório registro de um jantar entre casais em Paris. Nessas ocasiões, corruptor e subornado costumavam falar as maiores barbaridades quase em tom de galhofa.

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10.02.17
ED. 5558

Sujeito oculto

A Secretaria de Fazenda do Rio ainda não entregou ao Ministério Público a tão aguardada lista das empresas enquadradas em regimes fiscais diferenciados – uma barafunda onde se aninharam muitos dos amigos de Sérgio Cabral. O dead line era 10 de fevereiro.

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10.02.17
ED. 5558

Os Cabral

Os carcereiros estão surpresos com a mudança de comportamento do casal nº 1 de Bangu 8. Sérgio Cabral deu para ter crises de choro quase diárias. Já Adriana Ancelmo, que ficou em frangalhos nas primeiras semanas de cadeia, tem chamado a atenção pela sobriedade.

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07.02.17
ED. 5555

The Godfather

Jorge Picciani, presidente da Alerj, assumiu a “guarda política” do deputado estadual e ex-secretário de Esportes do Rio Marco Antonio Cabral, filho de Sergio Cabral. E espera que o ex-governador leve esse gesto em conta caso decida contar o que sabe.

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cabralupp-rr-5553
03.02.17
ED. 5553

UPPs: um grande negócio para Cabral?

A Justiça pode ter encontrado mais um ganha-pão de Sérgio Cabral no governo do Rio: a escolha das áreas que receberam Unidades de Polícia Pacificadora, as UPPs. O projeto de segurança pública fez a alegria das incorporadoras imobiliárias que compraram terrenos no lugar certo na hora certa. Em algumas regiões, bastava o anúncio da instalação de uma UPP para os preços dos imóveis subirem automaticamente mais de 20%.

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oriente-rr-5552
02.02.17
ED. 5552

Oriente Construção é mais uma obra do governo Cabral

A Lava Jato está revelando o inacreditável ecossistema criado em torno de Sérgio Cabral. Um dos personagens desse universo de relações incestuosas, o empreiteiro Cesar Farid Fiat, sócio da Oriente Construção Civil, carrega um currículo no qual se misturam denúncias de pagamento de propina, contratos públicos sob suspeita, e até acusações de grilagem de terras. A prisão, em novembro, de Alex Sardinha Veiga, representante da Oriente, tem ajudado a esquadrinhar as ligações entre o empreiteiro e o governo Cabral. Somente no ano de 2011 o estado contratou a construtora para quatro obras na Região dos Lagos, no valor total de R$ 11,4 milhões.

Consta que a Oriente atuou em parceria com a já notória Delta, de Fernando Cavendish. O governo Cabral era uma grande família. Também por volta de 2011, Geraldo André de Miranda Santos – acionista da Oriente e filho de Lina Maria Miranda Santos, esposa de Farid Fiat – se associou ao deputado estadual Paulo Melo, um dos políticos mais influentes do estado. Ambos criaram a PMGA Incorporação e Construção, dona de terrenos exatamente na Região dos Lagos. À época, a mulher de Paulo Melo, Francianne Motta, era prefeita de Saquarema, um dos municípios locais.

Como se não bastassem as denúncias contra a Oriente, ainda repousa sobre Cesar Farid Fiat a acusação de ocupação ilegal de terras localizadas no município de Silva Jardim. Coincidência ou não, trata-se de um dos latifúndios eleitorais de Paulo Melo no interior do estado. Farid Fiat é dono da Fazenda Santa Maria. Ou, pelo menos diz ser. Em 1996, o empreiteiro ingressou na Justiça com diversos processos requerendo o usucapião da área.

Quatro desses pedidos foram atendidos, abrangendo aproximadamente 50 alqueires. Hoje, no entanto, ele se apresenta como proprietário de todos os 300 alqueires da Santa Maria. Desde dezembro, por sinal, cerca de 180 famílias estão acampadas na fazenda. São lavradores que tentam reconhecer na Justiça a legitimidade da posse da área.

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eike-rr-5551
01.02.17
ED. 5551

Prisão de Eike fecha o cerco ao “premiê” de Cabral

A prisão de Eike Batista e sua eventual delação prometem trazer para a ribalta um personagem chave no governo de Sérgio Cabral: o ex-secretário da Casa Civil Regis Fichtner. Segundo confidenciou ao RR um deep throat da “república de Curitiba”, os procuradores da Operação Calicute, o braço da Lava Jato no Rio, estariam puxando o fio da meada dos pagamentos feitos pelo Grupo EBX ao escritório de advocacia Andrade & Fichtner, do qual o ex secretário de Cabral é sócio. A firma presta serviços à LLX, em um contrato que remonta à construção do Porto do Açu. À época, em 2009, o governo Cabral desapropriou, com rara celeridade, cerca de 90 quilômetros quadrados para a instalação do complexo logístico-portuário.

Dezenas de proprietários de imóveis e terras entraram na Justiça contra a LLX e o estado. Do limão, fez-se uma limonada. Coube ao Andrade & Fichtner defender a empresa. Àquela altura, o escritório era comandado pela irmã de Regis Fichtner, Viviane Fichtner Pereira. O então secretário da Casa Civil estava afastado da banca havia três anos – ao deixar o governo, retornou para a empresa. Procurado, o Ministério Público Federal não se pronunciou até o fechamento desta edição, alegando que todos os procuradores que acompanham o caso estavam envolvidos com o depoimento de Eike à PF. Por sua vez, o Andrade & Fichtner confirmou que presta serviços à LLX desde abril de 2009. Disse desconhecer “a existência de qualquer investigação” no âmbito da Calicute. Por fim, afirmou que o sócio Regis Fichtner não tem qualquer relação de “parentesco, afinidade, amizade ou inimizade” com Eike Batista.

Regis Fichtner foi um dos personagens mais poderosos da gestão Cabral. Era praticamente o seu “primeiro-ministro”: cuidava da articulação política à contratação de fornecedores, passando pelas grandes obras e projetos do estado. Foi também tesoureiro na primeira campanha de Cabral ao governo do Rio,  em 2006. Em 2010, embora a função tenha sido oficialmente entregue a Wilson Carlos Carvalho – preso em novembro –, auxiliou na arrecadação de doações para a reeleição do governador.

Entre outras esquinas, Eike Batista e Regis Fichtner também se encontraram na concessão do Maracanã, em 2013. À época, Fichtner conduziu o processo de privatização do estádio, inclusive representando pessoalmente o governo em audiências públicas. A licitação foi vencida pelo consórcio Maracanã S/A, liderado pela Odebrecht. Não obstante sua diminuta participação societária por meio da IMX – apenas 5% –, Eike era a principal face, quase o garoto-propaganda do pool de investidores, que tinha ainda a norte-americana AEG.

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cabraleeike-rr-5549
30.01.17
ED. 5549

Cabral: do Glória para Bangu

Eike Batista e Sérgio Cabral quase viraram sócios. Formais. O RR tem certeza do que diz. No auge da popularidade do então governador do Rio, Eike ofereceu ao amigo do peito uma opção para participar minoritariamente do Hotel Glória. Tratava-se de um mimo.

Os secretários mais próximos de Cabral souberam da proposta, assim como a entourage de Eike. A operação se consumaria após sua saída do governo do estado. As conversas entre ambos não excluíam a manutenção da carreira política de “Serginho”, àquela altura um potencial candidato à presidência da República. Muito pelo contrário. A essência era juntar um dos mais bem avaliados governantes e o mais pop empresário do Brasil para criar um cinturão de empatia em torno do Glória.

Seria o início de um take over do estado do Rio. O Glória era um dos mais caros presentes de Eike Batista para o Rio: a reforma do hotel estava orçada em mais de R$ 100 milhões. Hoje é um sarcófago à beira da Baía de Guanabara. As obras estão paradas há mais de três anos. A batata quente está nas mãos do Mubadala, o fundo de Cingapura que herdou o hotel. Não por falta de tentativa de se livrar do problema. Em 2014, a suíça Acron comprou o empreendimento para devolvê-lo aos asiáticos poucos meses depois.

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A delação dos irmãos Renato e Marcelo Chebar, operadores financeiros de Sérgio Cabral, promete azedar de vez a situação do cervejeiro Walter Faria. A dupla conhece de cor e salteado os caminhos que ligavam Cabral ao dono da Petrópolis.

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30.01.17
ED. 5549

Crueldade digital

As mídias sociais não perdoam nem seus mitos. Luciano Huck (12 milhões de seguidores) está bombando no Twitter desde a última quinta-feira. Milhares de internautas já reproduziram, com os comentários sarcásticos de praxe, tweet postado pelo apresentador em 2009 rasgando elogios à dupla Sérgio Cabral e Eike Batista.

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23.01.17
ED. 5544

Silêncio temporário

A defesa de Sérgio Cabral e de Adriana Ancelmo prepara um novo pedido de habeas corpus para os próximos dias. Se não sair, vai ser difícil a dupla manter o voto de silêncio.

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p&g-rr-5542
19.01.17
ED. 5542

Procter & Gamble entra na mira do MP do Rio

Mais uma grande empresa caiu na malha fina do Ministério Público do Rio. Os procuradores investigam a Procter & Gamble (P&G) e as circunstâncias que cercam os benefícios fiscais concedidos à companhia no governo de Sérgio Cabral. O primeiro levantamento aponta que a P&G contabilizou R$ 379.155.680,48 em isenções entre 2008 e 2013.

No entanto, há indícios de que esse valor pode ter chegado a quase R$ 1,3 bilhão. A maior parte dos incentivos oferecidos pelo governo Cabral à P&G foi em contrapartida à construção de uma fábrica de cremes dentais em Serópedica, inaugurada em 2015. O investimento girou em torno de R$ 280 milhões.

Ainda durante o governo Cabral, a P&G desembolsou R$ 80 milhões para modernizar unidades em Queimados e Itatiaia, também com benefícios que são alvo de investigação. Procurada, a empresa não se pronunciou até o fechamento desta edição. Ressalte-se que os benefícios concedidos à P&G têm impacto não apenas sobre as contas do estado, mas também dos municípios. Se o valor total das isenções chegar a R$ 1,3 bilhão, significa dizer que as prefeituras do Rio deixaram de receber cerca de R$ 317 milhões a título de repasse dos recursos do ICMS.

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17.01.17
ED. 5540

A viagem de Cabral

Entre as tantas idas e vindas de Sérgio Cabral à Europa, uma em especial prende a atenção do Ministério Público do Rio. Os procuradores investigam os detalhes de uma viagem a Paris em meados de 2012. O então governador embarcou no Galeão, mas teria sido forçado a deixar para trás sua valiosa bagagem de mão.

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12.01.17
ED. 5537

O Dia D para os “amigos de Cabral”

O recesso do Judiciário foi providencial para a Secretaria Estadual de Fazenda do Rio. O órgão terá até 23 de janeiro para entregar ao Ministério Público a relação definitiva das empresas que receberam isenções fiscais no governo de Sérgio Cabral. O prazo inicial estava estipulado até 26 de dezembro, mas a Secretária não conseguiu remeter as informações a tempo pela dificuldade em mapear todos os incentivos concedidos – ver RR edição de 19 de dezembro.

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09.01.17
ED. 5534

Delação a caminho 1

Uma cruel contagem regressiva pesa sobre o casal Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo. Quem levantar o dedo primeiro e acertar uma delação premiada inevitavelmente reduzirá o interesse da Justiça pelas revelações do retardatário.

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02.01.17
ED. 5529

Os Ancelmo já merecem um reality show

O Ministério Público do Rio avança sobre a árvore genealógica da família Ancelmo. O MP investiga as circunstâncias das nomeações de Nusia Ancelmo e Fanny Regina da Silva Maia – respectivamente irmã e tia da ex-primeira dama Adriana Ancelmo – para o Tribunal de Contas do Estado (TCE). A primeira trabalhou com o juiz Aloysio Neves. A segunda foi lotada no gabinete da juíza Marianna Montebello. Neves, por sinal, é declaradamente amigo da família Cabral.

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30.12.16
ED. 5528

Saúde pública

As investigações do Ministério Público do Rio avançam sobre autoridades da área de saúde no governo de Sérgio Cabral. Janeiro não será um mês aconselhado para cardíacos.

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28.12.16
ED. 5526

Réveillon em Bangu

Os advogados de Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo vão tentar até o último instante um habeas corpus para que o casal passe o réveillon em casa. Apenas por dever de ofício. É pouco provável que um juiz de plantão tome uma decisão contrária à dos titulares do TRF da 2a Região, que já negaram outros dois pedidos de soltura.

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21.12.16
ED. 5521

Turma do guardanapo

A expectativa dos advogados de Fernando Cavendish é que o acordo de delação premiada do empreiteiro seja homologado até fevereiro. Ou seja: o inferno de Sergio Cabral e seus pares está apenas começando.

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cabral-rr-13
13.12.16
ED. 5515

O temor de Sérgio

Sérgio Cabral está aflito com o estado emocional de Adriana Ancelmo. Segundo fonte do RR, o temor de “Serginho” é que, para sair da prisão, ela venha a fazer revelações muito mais comprometedoras.

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dilma-lula-cabral-rr-12
12.12.16
ED. 5514

Cabral, Lula e Dilma são os culpados pela tragédia financeira do Rio de Janeiro

Sérgio Cabral é o maior culpado pela tragédia financeira do estado. Vox populi, vox Dei. Quem o condena não é o RR, mas uma sondagem feita por esta newsletter na santíssima trindade dos bairros do Rio – Copacabana, Centro e Méier. Para 62% dos 298 entrevistados, o título de exterminador do estado é de Cabral. O ex-governador recebeu o dobro da votação somada do segundo e do terceiro colocados. Mas novidade mesmo, com todo respeito a Cabral, é o reconhecimento que a população do Rio empresta a Lula e Dilma Rousseff. Os dois são os principais responsáveis pela desgraça financeira do estado na opinião, respectivamente, de 17% e 14% dos consultados.

É a constatação de que verba federal nem sempre traz popularidade. Foram citados ainda Luiz Fernando Pezão (5%) e o prefeito em fim de mandato Eduardo Paes (2%). Sergio Cabral está em todas. Para 56%, o ex-governador é também o maior vilão do Rio. Em segundo lugar, vem Anthony Garotinho, com 16%. Eduardo Cunha recebeu 11% das respostas, seguido do presidente da Alerj, Jorge Picciani (7%). A partir daí, a percepção de vilania começa a ficar mais fragmentada.

Mais uma vez, os entrevistados separaram o criador da criatura: Pezão foi lembrado apenas por 4% dos votantes. Mesmo sem qualquer ingerência direta na administração do estado, Jair Bolsonaro recebeu 3% das menções – talvez numa interpretação mais ampla do termo “vilão”. Eduardo Paes somou apenas 2%. Por fim, a curiosa lembrança de 1% dos entrevistados ao nome de Roberto Jefferson, que hoje  está mais para político aposentado.

Tomando como referência os três maiores vilões do Rio apontados na questão anterior (Sergio Cabral, Anthony Garotinho e Eduardo Cunha),o RR perguntou: “No intervalo de um a cem, quantos anos de prisão cada um destes políticos merece?” Não obstante a inevitável ausência de embasamento jurídico nas respostas, o resultado exprime a revolta e a raiva da população do Rio. É uma métrica da indignação. Na média dos votos, Cabral foi “condenado” a 82 anos de prisão. Já Eduardo Cunha merece 81 anos de cárcere, na opinião dos entrevistados. Garotinho pegou a “pena” mais branda: 78 anos.

Em relação aos agentes privados que, de uma maneira ou de outra, se beneficiaram com as malversações do governo, deu o óbvio. Para 44% dos consultados, quem mais ganhou com a roubalheira do Rio foram as empreiteiras. Em segundo lugar, quase que por osmose, a antiga diretoria da Petrobras, com 15%. Escritórios de advocacia receberam 12%. Para 11% dos entrevistados, quem mais se aproveitou das falcatruas foram as joalherias, como se sabe hoje um segmento que contava com o especial apreço da família Cabral.

Até então tudo razoavelmente dentro do script. O que surge como um ponto fora da curva é a citação à imprensa (12%). A princípio, a resposta pode causar estranheza. Mas as barbaridades estampadas nas páginas dos jornais e noticiadas na TV talvez expliquem, ainda que por um ângulo mórbido, o aumento da audiência. Outras duas áreas de negócio afins com a imprensa também foram citadas: agências de publicidade e agências de comunicação, cada grupo com 3%. Curioso.

Por fim, uma pergunta diretamente relacionada à crise financeira do estado e ao bolso do cidadão: “O estado do Rio deve suspender pagamento da dívida aos bancos até receber recursos do governo federal para resolver a crise?” Dos 298 entrevistados, 72% disseram que sim. Mais impactante, no entanto, é o universo de 28% que preferem ver o governo do Rio pagando aos bancos em vez de segurar os recursos para outras despesas, inclusive pessoal. Talvez seja um indicativo de que as consequências de uma moratória ainda estão vivas na memória de muita gente.

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cabral-wife-rr-9
09.12.16
ED. 5513

A citricultura dos Cabral

Os procuradores do Ministério Público Federal estão levantando os bens de funcionários e ex-funcionários das empresas e residências da família Cabral. Há fortes suspeitas de que o laranjal plantado por Sergio Cabral e sua esposa, Adriana Ancelmo, vá muito além do motorista do casal que, segundo as investigações, “comprou” mais de R$ 4 milhões em jóias.

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06.12.16
ED. 5510

O mapa da mina dos “amigos de Cabral”

O Ministério Público do Rio de Janeiro está montando o quebra-cabeças das empresas que mais receberam benefícios fiscais suspeitos durante o governo de Sérgio Cabral. Parte dos nomes deverá vir à tona ainda nesta semana.

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05.12.16
ED. 5509

Camuflagem

O “limitado” patrimônio dos Cabral tem chamado a atenção dos procuradores da Lava Jato. Dos diversos veículos à disposição de Sérgio Cabral e da família, apenas um está registrado em seu nome, um Hyundai Azera. Adriana Ancelmo, por sua vez, não é proprietária de qualquer automóvel. Já era assim em 2010, quando Cabral se reelegeu para o governo do Rio. Àquela altura, em sua declaração de bens constava apenas um Toyota Corolla, modelo 2006.

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28.11.16
ED. 5504

Petit Napoleon

A convalescença não tem impedido Anthony Garotinho de barbarizar em seu blog. Ele está cavoucando a história de um apartamento em Paris onde Sergio Cabral costumava passar felizes temporadas.

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espocacabral-rr-25
25.11.16
ED. 5503

Primeira dama

A 1ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal deverá analisar na sessão da próxima quarta-feira o segundo pedido de prisão de Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sergio Cabral. A primeira solicitação feita pelo Ministério Público Federal foi negada na semana passada.

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O governo do Rio vai fechar as ruas próximas à Assembleia Legislativa nos dias de votação do pacote de medidas encaminhado pelo Executivo. Os comerciantes da região já estão com a navalha na mão para cortar os pulsos.

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 As lideranças dos movimentos de policiais militares e bombeiros propalam que é crescente a adesão de oficiais das duas corporações aos protestos contra o governo do Rio.

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 A propósito: o deputado estadual e candidato derrotado à Prefeitura do Rio, Marcelo Freixo, pretende falar com os policiais e bombeiros, procurando alguma mediação do pleito dessas categorias. Freixo está vendo um cavalo encilhado passar a sua frente.

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 Ao citar em seu depoimento que Luiz Fernando Pezão era o responsável pela reforma do Maracanã e por outras obras no estado, Sergio Cabral está criando uma nova figura jurídica: o “vice domínio do fato”.

• Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Governo do Rio.

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21.11.16
ED. 5499

Os Cabral

O Ministério Público Federal investiga a denúncia de que o ex-governador Sergio Cabral usou laranjas para comprar um segundo apartamento no luxuoso prédio onde mora no Leblon, no Rio. Diante de tudo que já se sabe sobre Serginho, chega a ser até uma questão prosaica.

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 Em tempo: o governador Luiz Fernando Pezão e a cúpula do PMDB do Rio estão debruçados sobre o que fazer com Marco Antonio Cabral, filho de Sergio Cabral e secretário estadual de Esportes.

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18.11.16
ED. 5498

A dodecafonia do Rio em cinco notas

Periga faltar carcereiro no Rio. Os sete mil servidores da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) ameaçam paralisar suas atividades a partir da próxima semana caso o pagamento dos salários não seja regularizado. Há pelo menos três meses, os funcionários dos presídios do estado vêm trabalhando em menor número nos turnos de revezamento.

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 O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, pretende espremer ao máximo a Cedae. A ideia é lançar mão de uma política emergencial de distribuição de dividendos, com o repasse quase integral do lucro deste ano para o acionista controlador, o governo do Rio. No ano passado, por exemplo, do lucro de R$ 248,8 milhões, a Cedae transferiu ao estado, a título de dividendo, apenas R$ 60 milhões. Os demais R$ 168 milhões foram reinvestidos na empresa. Procurados, o governo do estado e a Cedae não quiseram se pronunciar sobre o assunto.

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 Ainda que convenientemente recluso – o que de nada lhe adiantou –, Sergio Cabral vinha participando ativamente das discussões políticas em torno da grave crise no Rio. Desde o fim de outubro, por sinal, o número de encontros com o governador Pezão caiu consideravelmente à medida que a agenda com o presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Jorge Picciani, se intensificou. Os dois se falaram praticamente todos os dias. Agora, a comunicação ficará dificultada.

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 Enquanto o duro pacote de medidas administrativas espera pela votação na Alerj, o governador Pezão pretende anunciar nos próximos dias a extinção de autarquias e superintendências estaduais, entre elas a Suderj, que ficou sem função após a privatização do Maracanã.

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 O carioca reagiu com o habitual tom de chacota à decisão de Jorge Picciani de cercar todo o prédio da Alerj para evitar invasões de manifestantes: “Os deputados estão onde merecem: atrás das grades”.

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Além da estrela maior, o ex-governador Sergio Cabral, o empreiteiro Fernando Cavendish deve arrastar em sua delação uma série de prefeitos do interior do Rio que mantiveram polpudos contratos com a Delta Engenharia. O estrago no PMDB promete ser grande.

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 Sergio Cabral, o governador licenciado Luiz Fernando Pezão e os Picciani têm se esforçado para antever o potencial destrutivo da delação premiada do empreiteiro Fernando Cavendish, ex-Delta. O mais calmo dos três, como sempre, é “Serginho”.

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 Ao menos no Rio, Dilma Rousseff parece estar com o corpo fechado. Além da tropa de choque formada por Sergio Cabral, Pezão e Eduardo Paes, Dilma tem mantido frequente interlocução com Marcelo Crivella.

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15.09.15
ED. 5206

Serginho voltou

 Dilma Rousseff voltou a conversar bastante com Sergio Cabral. Agora, então, que a Lava Jato arquivou as denúncias contra o ex-governador, a interlocução só tende a crescer.

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Foi Sergio Cabral quem convenceu Eduardo Cunha a ter uma conversa com Dilma Rousseff. Cunha ligou, então, para a presidente e disse que ela ficaria mais à vontade se, para todos os efeitos, o convite para a reunião partisse do próprio Planalto. Feito isso, poucas pessoas no Palácio tiveram conhecimento do encontro. Algumas horas depois a conversa estava no noticiário. Nesse caso, há dois vazadores em potencial: um é o próprio Cunha; o outro, o bigode mais indiscreto da República.

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