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11.01.18
ED. 5784

Show do Temer

O Palácio do Planalto avalia a possibilidade de o presidente Michel Temer conceder uma entrevista a um programa de TV de perfil popular, ainda neste mês, para falar sobre a reforma da Previdência. A emissora mais cotada é o SBT, com maior penetração nas classes B e C. Isso para não falar do manifesto apoio do canal de Silvio Santos à reforma, por meio de seguidos spots em sua programação.

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Tema certo na grade de programação de Silvio Santos e Edir Macedo para 2018: voltar à carga sobre Michel Temer para aumentar o limite de participação do capital estrangeiro em emissoras de TV. O Homem do Baú acredita ter crédito na “casa”, dado o desmedido apoio do SBT à reforma da Previdência.

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22.11.17
ED. 5750

A força das circunstâncias

Silvio Santos tem se mostrado menos refratário à ideia de alugar horário no SBT para programas religiosos, algo que ele sempre vetou. A possível quebra do tabu vai para a conta da crise. Com resultados em queda, o SBT está demitindo cerca de cem funcionários.

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24.10.17
ED. 5731

Fatura pesada

A autuação de R$ 2 bilhões aplicada pelo Carf contra a Silvio Santos Participações – referente a impostos não recolhidos na operação de salvação do Banco PanAmericano – equivale à quase o dobro do faturamento do SBT previsto para este ano, em torno de R$ 1,2 bilhão.

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29.09.17
ED. 5715

Bolsonaro no SBT

Depois de João Doria, agora é Jair Bolsonaro que costura sua participação no programa de Silvio Santos. O apresentador Ratinho tem ajudado na intermediação.

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26.04.17
ED. 5606

Conquistando a telinha

Depois de conquistar Silvio Santos e o SBT, que passou a veicular anúncios favoráveis à reforma da Previdência, Michel Temer vai agora atrás do apoio da Record e da Band ao projeto.

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13.04.17
ED. 5599

SBT, Record e Rede TV cabem cada vez mais numa só tela

O mais novo reality show da TV brasileira exibe os esforços de três emissoras para ganhar fôlego e algum poder de resistência diante não apenas de sua maior concorrente, mas também de outras mídias. SBT, Record e RedeTV pretendem dar um escopo mais amplo à Simba Content, joint venture criada para negociar a venda de seus respectivos conteúdos entre as operadoras de TV paga. As tratativas passam pelo compartilhamento de infraestrutura (estúdios e equipamentos) e produções conjuntas (tanto para TV aberta quanto fechada).

Outra medida cogitada é uma parceria na venda de publicidade, notadamente para o conteúdo produzido de forma associada. SBT, Record e RedeTV enxergam esse comensalismo como uma forma de reduzir a abissal distância para a Globo e, ao mesmo tempo, frear a perda de receita para novos meios, como TVs a cabo, redes sociais, serviços de streaming etc. Ainda que este nível de compartilhamento mais avançado provoque, como efeito colateral, alguma perda de individualidade e autonomia nas decisões e estratégias.

No ano passado, o trio faturou aproximadamente R$ 3,2 bilhões. A Globo, por sua vez, teve uma receita cinco vezes superior à soma das concorrentes: R$ 15 bilhões. Se bem que, a esta altura, talvez a emissora dos Marinho seja o menor dos problemas. No ano passado, a Netflix faturou cerca de R$ 1,3 bilhão, 30% a mais, por exemplo, do que o SBT. Consultada, a Simba informou que sua prioridade “é negociar com as operadoras para que elas remunerem a joint venture, assim como já fazem com outras emissoras nacionais e estrangeiras.” Posteriormente, a companhia vai definir como investir a receita em conteúdo. Segundo a Simba, o percentual será superior aos 20% do faturamento fixados pelo Cade.

Silvio Santos, Edir Macedo e a dupla Marcelo de Carvalho e Amilcare Dallevo têm mantido conversas quase semanais desde o início de março, quando o “homem do Baú” retornou de sua temporada de férias na Flórida. Na paralela, ocorrem também reuniões entre os executivos das emissoras e o ex-BTG Marco Gonçalves, que assumiu o comando da Simba Content. A ideia é que todas as operações em parceria fi quem penduradas na joint venture. Neste momento, SBT, Record e Rede TV estão no meio de uma batalha com as operadoras de TV por assinatura. A Vivo já concordou em pagar pelo conteúdo. As negociações com Net, Claro, Embratel e Oi prosseguem. Segundo a Simba, a Sky foi a única que, até agora, não aceitou negociar.

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20.03.17
ED. 5581

Gospel no SBT

Ao pé do ouvido, Edir Macedo tenta convencer Silvio Santos a quebrar um tabu e, pela primeira vez, vender espaço no SBT para programas religiosos.

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01.11.16
ED. 5487

Velho sonho

 No SBT, já se dá como certo o retorno de Gugu Liberato à emissora em 2017. A questão é saber com que figurino: se apenas como apresentador ou, enfim, na condição de sócio de Silvio Santos.

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19.08.16
ED. 5437

Fora do ar

 Silvio Santos e Johnny Saad tentam persuadir o presidente Michel Temer a mudar a lei que restringe a 30% o capital estrangeiro nas emissoras de TV abertas. De antemão, é possível dizer que o pleito dos donos do SBT e da Band terá traço de audiência no Planalto.

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05.08.16
ED. 5427

Troca de canal

 Após a frustrada tentativa de venda de 30% da Band para a Turner, a família Saad estaria em conversações com a Sony. Há cerca de três anos, o grupo japonês chegou a manter tratativas com Silvio Santos para se associar ao SBT, conforme revelado em documentos vazados pelo Wikileaks. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Band.

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25.04.16
ED. 5354

Pequenas grandes cenas da TV brasileira

 – A investida de Carlos Sanchez e de Lírio Parisotto na área de mídia não ficará restrita à aquisição dos jornais e emissoras de rádio e TV da RBS em Santa Catarina. Sanchez, dono do laboratório EMS, e Parisotto, fundador da Videolar, miram agora na TV Bahia. A emissora, também afiliada da Rede Globo, pertence aos herdeiros de Antonio Carlos Magalhães. Ressalte-se que Tereza Magalhães, uma das filhas da ACM, desistiu da disputa judicial com a família pelo espólio do ex-governador baiano, o que impedia a venda de qualquer empresa. Procurada, a TV Bahia nega a venda do controle.  – O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, teria apresentado uma proposta pelo controle da TV Alterosa, de Minas Gerais, afiliada do SBT. A emissora atravessa uma delicada situação financeira, assim como outras empresas dos Diários Associados. Há cerca de dois meses, os funcionários chegaram a fazer uma paralisação de quase uma semana, devido a atrasos no pagamento de salários. Ratinho, aliás, já é mais sócio do que empregado de Silvio Santos. Por meio da Rede Massa, é dono de retransmissoras do SBT no Paraná.  – J. Hawilla jogou a toalha. O empresário, que por muito tempo resistiu à ideia de vender o melhor dos seus negócios, procura um comprador para a TV Tem. Hawilla, que tenta, sem sucesso, passar à frente a agência de marketing esportivo Traffic, precisa se capitalizar com certa urgência. Nos próximos meses, terá de pagar US$ 150 milhões à Justiça norte-americana dentro do acordo de cooperação para se livrar do escândalo do Fifagate. A TV Tem, que opera em quatro cidades do interior de São Paulo, fatura por ano mais de R$ 1,2 bilhão. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Massa, TV Alterosa e TV Tem.

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 Aos poucos, o empresário Carlos Massa, vulgo Ratinho, monta a sua rede nacional no SBT. Dono da afiliada no Paraná, estaria negociando a compra da TV Alterosa (MG), do grupo Diários Associados, e da TV Difusora, do Maranhão, de Edison Lobão Filho.

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16.12.15
ED. 5270

Silvio Santos e Edir Macedo entram em sintonia na Rede TV

Enquanto o polêmico projeto de regulação da mídia segue trancado no fundo da gaveta de Eduardo Cunha, está no ar um redesenho do mercado de TV aberta no Brasil. Além do notório interesse da norte-americana Turner em adquirir até 30% da Band, Silvio Santos e Edir Macedo estariam negociando a compra em conjunto da Rede TV. O controle seria igualmente repartido entre os dois empresários. Ressalte-se que as três emissoras anunciaram recentemente uma joint venture para a venda de sua programação a concessionárias de TV a cabo – ao que tudo indica, uma antessala para uma operação bem maior. Procurado, o SBT disse “não confirmar a negociação”. Record e Rede TV não se pronunciaram.  Em termos de disputa direta pela audiência, a venda da Rede TV ao SBT e à Record não teria maior impacto sobre o setor – até porque, na prática, as três permaneceriam como emissoras independentes. Não obstante o susto que andou levando recentemente, com seguidas perdas de share para a novela Dez Mandamentos, da Record, a Globo seguirá no Olimpo da TV aberta. Segundo o Ibope, de janeiro para cá, a emissora foi líder de audiência em 95% do tempo. Significa dizer que, na média, nos 1.440 minutos de um dia, a Globo fica na frente durante 1.368 minutos. SBT, Band, Rede TV e Record se engalfinham por apenas 72 minutos na dianteira.  O grande ganho de Silvio Santos e Edir Macedo com a compra da Rede TV viria da possibilidade de tirar um concorrente do caminho, automaticamente herdar seu pedacinho no bolo da receita publicitária do setor (R$ 67 bilhões no total, a números de 2014) e ter maior poder de barganha na negociação com os anunciantes. Haveria ainda algumas vantagens periféricas. A aquisição permitiria a Silvio Santos ter um balcão televisivo a mais no momento em que acaba de relançar o baú da felicidade – há quem diga que o próprio Edir Macedo seria um sócio discreto da empreitada. Macedo, por sua vez, teria o tão sonhado segundo canal de TV aberta para rechear a programação com cultos da Igreja Universal, sem sacrificar em demasia a grade e a estratégia comercial da Record.  Nos últimos anos, SBT, Record, Band e Rede TV têm se unido na tentativa de reagir ao poderio da Globo. A medida de maior impacto foi a formação do consórcio que trouxe para o Brasil a alemã GfK, um dos maiores institutos de opinião da Europa. Desta maneira, o quarteto conseguiu quebrar a hegemonia do Ibope na medição da audiência no Brasil. Mas este pool não é um monolito. Se, fora dele, exista um oponente em comum, dentro todos continuam brigando contra todos. Neste caso, SBT e Record são os predadores e a Rede TV aparece como a presa mais frágil. Faz algum tempo que a emissora de Amilcare Dallevo e Marcelo de Carvalho convive com insistentes rumores sobre sua venda. Há pouco mais de um ano, por exemplo, o apresentador Ratinho chegou a abrir conversações para a compra da empresa, mas teria desistido por conta do passivo trabalhista.

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A operação brasileira do YouTube não teria atingido as metas de receita estipuladas pelo Google, seu controlador. Ao mesmo tempo, está perdendo a disputa por parcerias com emissoras abertas. Até o momento, fechou apenas com a Record. Já seu maior rival, a Netflix, selou acordos com Band e SBT. É por essas e outras que Alvaro Paes e Barros, nº1 do YouTube no Brasil, corre o risco de perder o cargo em 2016. A empresa nega a saída do executivo.

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06.08.15
ED. 5179

Fora de sintonia

Notícia que certamente não sairá nos telejornais do SBT: há faíscas e ruídos nas relações entre Silvio Santos e o empresário João Carlos Paes Mendonça, dono da TV Jornal, afiliada da emissora em Pernambuco. O principal ponto de fricção seria o aumento dos percentuais de receita publicitária repassados ao SBT. Procuradas, as duas empresas negaram as divergências.

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06.08.15
ED. 5179

Fora de sintonia

Notícia que certamente não sairá nos telejornais do SBT: há faíscas e ruídos nas relações entre Silvio Santos e o empresário João Carlos Paes Mendonça, dono da TV Jornal, afiliada da emissora em Pernambuco. O principal ponto de fricção seria o aumento dos percentuais de receita publicitária repassados ao SBT. Procuradas, as duas empresas negaram as divergências.

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20.05.15
ED. 5124

Namoro na TV

James Murdoch, filho de Rupert Murdoch, está de viagem marcada para o Brasil. Segundo o RR apurou, sua agenda prevê uma reunião com Silvio Santos – oficialmente, o SBT nega o encontro. As conversas envolveriam a criação de um canal a cabo. No entanto, a simples aproximação entre Murdoch e Silvio Santos tem causado um frenesi nos bastidores do SBT. Será que o controle remoto do empresário australiano não está apontado para a própria emissora?

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