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planos
santander-rr-5702
12.09.17
ED. 5702

O banco italiano

Em Curitiba, o Santander tem sido chamado de “O banco do italiano”. Nem a MP 784 tem deixado o banco espanhol tranquilo em relação aos depoimentos de Antônio Palocci.

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29.08.17
ED. 5693

O duplo papel do Santander

O Santander foi um excelente adviser para si próprio na operação de venda da marca Fnac no Brasil. Contratado pelos franceses, o banco espanhol fez força para que a companhia fechasse negócio com a Livraria Cultura – a Saraiva também estava na disputa. Mais do que isso: a instituição financeira ajudou a formatar o inusitado modelo da operação. Pelo acordo, a Fnac transferiu o uso de sua bandeira no país e ainda repassou R$ 130 milhões à Cultura, que vai usar os recursos para o pagamento de dívidas. Um negócio sob medida para o Santander, ele próprio um dos credores da rede de livrarias paulista. Procurados pelo RR, Cultura e Santander não quiseram se pronunciar.

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19.07.17
ED. 5664

Submerso

O Santander está submerso nos números da Guide Investimentos, plataforma digital do Indusval & Partners.

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05.07.17
ED. 5654

Crivella vs. Santander

Segundo o RR apurou, o prefeito Marcelo Crivella está disposto a recorrer à Justiça para romper o contrato com o Santander e realizar nova concorrência para a gestão da folha de pagamentos dos servidores. Consta que o atual acordo já teria gerado mais de R$ 200 milhões em prejuízos ao município. Procurada, a Prefeitura não confirmou o recurso à Justiça e o valor. Mas admitiu que existe a possibilidade de rescisão do contrato. Para bom entendedor…

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04.04.17
ED. 5592

Lanterninha

O Santander, o lanterninha entre os bancos que estão criando suas operações digitais, prepara-se para colocar lenha na sua fogueirinha. Vem aí o “e-santander”…

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09.02.17
ED. 5557

FGTS: um estalinho na economia

Em relatório enviado a grandes clientes na semana passada, o Santander rebateu o discurso do governo de que a liberação das contas inativas do FGTS dará um gás à economia. Segundo o banco espanhol, a medida terá um impacto “modesto” sobre o PIB, algo em torno de 0,25% sobre a taxa deste ano e de 0,17% sobre o resultado de 2018. Não obstante o estoque total das contas inativas, de R$ 41,4 bilhões, a instituição alerta que a liberação dos recursos será diferida ao longo de 12 meses, apenas nas datas de aniversário dos correntistas. Além disso, crava que boa parte do dinheiro não será destinada ao consumo direto, por conta do alto desemprego. O banco espanhol também se mostra cético quanto à contribuição da medida para a redução da inadimplência, como apregoa o governo. O relatório lembra que cerca de cerca de R$ 20 bilhões estão concentrados em 1% das contas e pertencem à faixa de trabalhadores com maior nível de empregabilidade, menos expostos a dívidas. Em tempo: espera-se que, desta vez, nenhum analista do Santander seja demitido por confrontar o governo.

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25.01.17
ED. 5546

Alento

Parafraseando Jorge Benjor, os otimistas estão voltando, estão voltando os otimistas. Em evento fechado promovido pelo Santander, na semana passada, em Cancún, grandes investidores latino-americanos elegeram o Brasil como mercado preferencial na região para receber recursos em 2017. Argentina e México completaram o pódio.

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santander-rr-13
13.01.17
ED. 5538

Santander faz o marketing da inverdade

Recomenda-se ao Conar e ao BC que se debrucem sobre a comunicação do Santander. Há fuligem por ali. Segundo anúncio publicado ontem com espalhafato nos jornais, o banco foi o primeiro a não cobrar por dez dias no cheque especial. Mentira! Quem bolou o produto foi Aloysio Faria, no antigo Banco Real. O Santander diz também que reduziu suas taxas antes de o Copom decretar a queda da Selic. Não consta que a informação seja procedente. Somente às 19h de ontem, o Santander comunicou à imprensa que a partir de hoje as taxas serão reduzidas. Informações filtradas junto ao banco levam a crer que foi o presidente Sérgio Rial que teve a ideia genial da campanha. Rial é uma espécie de João Doria bancário. Vai que daqui a pouco se veste de gari com a logomarca do Santander no uniforme.

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energiaeolica-rr-5
05.01.17
ED. 5532

Votorantim e Santander lideram um pelotão eólico

Os ventos estão empurrando a Votorantim, o Santander e os fundos de pensão canadenses Ontario Teacher’s Pension Plan e Public Sector Pension Investment Board em direção à geração de energia eólica. Em tratativas guardadas a sete chaves, o quarteto discute a criação da segunda maior empresa do setor – abaixo apenas da CPFL Renováveis – com ativos de R$3 bilhões e nove parques eólicos no Nordeste. A fonte do RR, próxima de um dos investidores, informou que as gestões começaram no mês passado.

A iniciativa teria partido da família Ermírio de Moraes, interessada em diversificar a carteira de ativos da Votorantim Energia, quase que integralmente concentrada em hidroeletricidade. Procurado, o Grupo Votorantim nega as negociações. Está feito o registro. A Cubico Sustainable Investments, que concentra os ativos de energia eólica do Santander e dos fundos canadenses, não se pronunciou. A nova empresa tem previsão de uma capacidade instalada da ordem de 821 MW – 615 MW referentes às usinas da Cubico e o restante, da Votorantim.

O plano é que os projetos estejam todos operacionais no mais tardar em 2019. Os acionistas prometem colocar o pé no acelerador para atingir uma produção equivalente a 10% da geração de energia eólica do Brasil. A proposta dos Ermírio de Moraes é dividir o controle da nova empresa com a Cubico. O grupo brasileiro aportaria capital, além dos sete parques eólicos no Nordeste.

A associação dos pesos-pesados desata um nó da estratégia da Votorantim: o aumento da escala de geração de energia eólica sem a responsabilidade do investimento total nas usinas. Os planos dessa “empresa vendaval” somente estariam começando com a fusão. Votorantim e Cubico selariam a associação com o compromisso de investir R$ 3 bilhões em novas usinas eólicas.

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bancopatagonia-rr-03
03.01.17
ED. 5530

BB dança seu último tango no Banco Patagonia

O Banco do Brasil pretende vender integralmente a sua participação de 58% no bloco de controle do argentino Banco Patagonia. A direção do BB trabalha com dois modelos para a operação. O primeiro deles é uma oferta de ações na Bolsa de Buenos Aires em conjunto com os demais sócios relevantes, notadamente a família Stuart Milne, dona de aproximadamente 21% do capital.

A segunda possibilidade sobre a mesa é a venda direta da sua participação. Os espanhóis do Santander e BBVA, que têm uma expressiva presença no mercado bancário argentino, surgem como potenciais candidatos ao negócio. Procurado, o BB confirmou que, “em conjunto com alguns acionistas, avalia a possibilidade de, eventualmente, propor a realização de uma oferta pública de ações” do Banco Patagonia. Consultado sobre eventuais tratativas com o Santander e o BBVA, o banco não se pronunciou.

A venda da participação no Banco Patagonia está relacionada à necessidade do BB de melhorar os níveis de capitalização para atender às novas regras de Basileia 3. Seu índice de capital próprio é de 9,07%, segundo o balanço do terceiro trimestre. A partir de 2019, o Banco Central exigirá um patamar mínimo de 10,5%. Se não partir para a desmobilização de ativos, dificilmente o BB conseguirá atingir este piso sem um aporte do Tesouro, fato, inclusive, asseverado por recente avaliação da Fitch Ratings.

Tomando-se como base o atual valor de mercado da instituição, a participação total do Banco do Brasil equivale a algo em torno de R$ 3 bilhões. O Banco Patagonia tem o correspondente a R$ 13,2 bilhões em ativos e uma rentabilidade bastante expressiva. Os números de janeiro a setembro indicam um retorno anualizado sobre o patrimônio da ordem de 38%. Para efeito de comparação, o índice de rentabilidade do BB projetado para 2016 é de 15%.

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08.12.16
ED. 5512

Fogo na roupa

Após uma longa queda de braço com os credores, os irmãos Alvaro e Paulo Jabur Maluf estão se despindo das vestes de controladores da Camisaria Colombo. É o alto preço pago pela dívida de R$ 1,5 bilhão acumulada pela rede varejista, em recuperação extrajudicial. Consumado o processo de conversão do passivo, os credores, notadamente Itaú e Santander, terão quase 80% do controle.

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btg-rr-02
02.12.16
ED. 5508

BTG Pactual prepara seu retorno ao game das aquisições

O RR tem lá suas diferenças com o BTG Pactual, mas não se pode negar que o banco superou uma grave crise institucional, convenceu o mercado da sua capacidade de ajuste e, de quebra, recuperou a autoestima – os problemas de André Esteves já foram individualizados e serão resolvidos no devido Foro. No entanto, na percepção dos próprios sócios, o BTG só reconquistará de vez a imagem de winner quando voltar a protagonizar uma grande operação de M&A no setor. Por ora, é bom que se diga, tudo ainda está no campo das pretensões: são pensamentos embrionários que encantam particularmente o próprio Esteves. Ainda assim, nas tertúlias entre os acionistas do BTG, já começam a despontar alvos potenciais, objetos de desejo que se encaixariam com perfeição ao projeto de soerguimento do banco. Os dois nomes mais sussurrados são o Banrisul e a XP Investimentos. Procurado pelo RR, o BTG nega o interesse nas duas instituições. A XP, por sua vez, garante não ter mantido qualquer conversação neste sentido com o BTG. Já o Banrisul não quis se manifestar.

Os planos que vêm sendo anunciados pelo BTG para a sua operação digital são muito mais para constar, quase que apenas pela obrigação de acompanhar a tendência do setor, do que uma aposta na qual o banco efetivamente deposita suas expectativas de crescimento. A instituição não tem a pretensão de virar um player de peso nesse segmento. O BTG vai seguir os caminhos de sempre. Cada qual na sua raia, tanto o Banrisul quanto a XP lhe permitiriam recuperar ao menos parte da massa crítica que perdeu após o seu forçado processo de reestruturação. Com a compra do banco gaúcho, seu total de ativos pularia de R$ 128 bilhões para pouco mais de R$ 190 bilhões. Não seria o suficiente para o BTG voltar ao patamar de setembro de 2015 (R$ 302 bilhões) – última fotografia contábil antes da prisão de André Esteves. Tampouco provocaria mudanças no ranking bancário – a instituição permaneceria em quarto lugar entre os grupos privados, bem atrás do Santander (R$ 680 bilhões). Ainda assim, a aquisição daria novo fôlego à operação do BTG no varejo, seja pelos ganhos de escala, seja pelas sinergias com o Pan, do qual tem 51%.

A aquisição da XP Investimentos, por sua vez, teria um poder até maior de reaproximar o BTG do seu período de bonança, notadamente no que diz respeito à gestão de recursos de terceiros. A carteira de ativos do banco sairia dos atuais R$ 76 bilhões para algo em torno de R$ 116 bilhões, não muito distante, portanto, dos R$ 128 bilhões contabilizados em setembro do ano passado.

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25.10.16
ED. 5482

De fininho

 No que depender da Paladin, dona da Viver, os credores converterão as dívidas de R$ 1 bilhão em equity, assumindo o controle da incorporadora paulista. E os norte-americanos apagarão da memória o dia em que entraram no negócio. O problema é convencer os bancos, especialmente o Santander, que entrou com uma ação pedindo a anulação da recuperação judicial da Viver • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Viver.

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12.08.16
ED. 5432

Cinco estrelas

 Santander e Visa estão no maior cochicho. Segundo informações sussurradas ao RR por uma fonte ligada aos espanhóis, o motivo seria a criação de uma nova bandeira de cartão de crédito para concorrer com a dobradinha Itaú/ Mastercard. Procuradas, as duas negam o projeto.

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07.07.16
ED. 5406

Embrulho do Citi

 O Itaú apresentou uma oferta apenas pelos ativos do Citi no Brasil. No entanto, o banco norte-americano ainda tenta empurrar para os Setúbal sua operação argentina, com o objetivo de amealhar um valor maior pelo pacote. Isso porque, segundo o RR apurou, proporcionalmente a proposta do Itaú pelo Citi Brasil foi superior à do Santander pelos ativos nos dois lados da fronteira. O Safra corre por fora. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Citi, Itaú e Santander.

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27.04.16
ED. 5356

Energia eólica

 Controlada pelo Santander e por fundos de pensão canadenses, a Cubico Sustainable Investments reservou o equivalente a R$ 5 bilhões para construir novos complexos eólicos no Brasil. A ideia é duplicar sua capacidade instalada no país – hoje, seus cinco parques geradores no Nordeste somam 615 MW.

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16.03.16
ED. 5328

Faltou o Lula

 “Celebridade”, ao que parece, é o departamento do deputado Altineu Cortes (PR-RJ), integrante da CPI do Carf. Só na última quinta-feira, ele protocolou 14 pedidos de convocação de pesos-pesados, entre eles Jorge Gerdau, o banqueiro Joseph Safra, o presidente do Santander Brasil, Sergio Rial, e os ex-ministros Guido Mantega e Gilberto Carvalho.

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09.03.16
ED. 5323

Bancários do HSBC sofrem com o risco Cade

 Seria bom se fosse criado um Cade para o Cade. A demora do órgão antitruste em aprovar a venda do HSBC Brasil para o Bradesco é um revés não apenas para o grupo de origem inglesa e seus acionistas, mas também para outros protagonistas deste enredo. Trata-se de uma derrota compartilhada pelos clientes do HSBC, pela cidade de Curitiba, centro de decisões do banco e sua sede histórica desde os idos do Bamerindus, e, sobretudo, pelos próprios funcionários. O clima no banco é de crescente apreensão. A morosidade do Cade atinge diretamente os quase 20 mil profissionais do grupo no país, que hoje se encontram numa espécie de limbo trabalhista.  Segundo o RR apurou, os funcionários do banco paralisarão suas atividades nos próximos dias. O protesto deverá ser estender a diversas capitais do país, portanto com abrangência superior à da manifestação do dia 29 de fevereiro. Na ocasião, os bancários do HSBC fizeram uma greve de 24 horas em agências de Curitiba cobrando uma definição quanto ao pagamento da participação nos resultados referentes a 2015. Pior do que a interrogação sobre o pagamento ou não do benefício é a desorientação dos funcionários quanto a quem cobrar: de um lado um acionista que já dá o banco como vendido; do outro, um comprador, que é impedido de assumir o controle e, portanto, do ponto de vista legal, nada tem a ver com o impasse.  Neste roteiro non sense, o mais paradoxal é que a ausência de veredito do Cade já traz embutido um juízo de valor. O simples impasse significa a manutenção de um status quo. No limite, qualquer compra feita por Bradesco, Santander e Itaú leva ao aumento de concentração de mercado. Ao pé da letra, o sucesso no próprio greenfield também resultaria em concentração. O ideal para o Cade, então, seria que os cinco maiores do ranking (90% do setor bancário nacional) ficassem onde estão ou, melhor ainda, perdessem market share para as instituições menores. Ao que consta, entre as missões do Cade não figura ser o retratista de um mercado estático, nem congelador do ranking bancário.

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22.01.16
ED. 5293

O santo não bate

 Quando ainda estava no Conselho do Santander Brasil, Sergio Rial já posava como presidente do banco, passando por cima do então nº 1, Jesus Zabalza. Agora, após assumir de fato e de direito a gestão executiva, Rial nem ouve o que Zabalza, novo comandante do Conselho, lhe diz.

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20.01.16
ED. 5291

Cabo de guerra

 Além da pressão pela montagem de um novo Conselho, os bancos e fundos acionistas da Sete Brasil – notadamente Santander, Previ e Funcef – querem destituir o presidente, Luiz Eduardo Carneiro, e tirar da Petrobras a prerrogativa de indicar o nº 1 da companhia. Consultada, a empresa disse “desconhecer” tal exigência.

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23.12.15
ED. 5275

Santander

 O Santander é candidato à compra da operação de investment banking do BTG . A Santander e o BTG não retornaram ou não comentaram o assunto.

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09.11.15
ED. 5243

Papéis trocados

 A CEO mundial do Santander, Ana Botín, articula um encontro com Dilma Rousseff no fim do mês, quando estará no Brasil. Seu pai, Emilio Botín, falecido no ano passado, era useiro e vezeiro em agendar reuniões com Lula e a própria Dilma e, assim, criar um fato corporativo nos momentos de baixa do Santander no Brasil. Agora, por ironia, é a presidente da República quem mais precisa do expediente.

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03.11.15
ED. 5239

Renuka promete uma colher de açúcar para os credores

  O que era para ser o fim de uma história triste ganhou um capítulo extra com a disposição da indiana Shree Renuka de negociar um aporte de capital na Renuka do Brasil. Trata-se de um sinal de boa vontade em um momento decisivo da companhia, que teve aceito o seu pedido de recuperação judicial em 5 de outubro. A empresa terá de apresentar um plano de pagamento das dívidas de R$ 3,3 bilhões e com 70% de seu passivo em moeda estrangeira. Os credores, entre eles Santander, Banco do Brasil, Votorantim e Itaú, agradecem e apostam que a sinalização positiva deverá facilitar bastante o processo. O aporte de capital terá um peso maior nas tratativas com os bancos do que a suspensão das cobranças de débitos e a obrigatoriedade de apresentação de uma solução para as dívidas, premissas da recuperação judicial. O aporte permite ainda a retomada das negociações para a entrada de um investidor. Fonte ligada ao escritório Dias Carneiro Advogados, que assessora juridicamente o grupo indiano, informou ao RR que o plano de recuperação judicial será apresentado no início de dezembro. A capitalização – conduzida pelo empresário Narenda Murkumbi e a trading asiática Wilmar International, controladores da Shree Renuka – deverá ser realizada no mesmo período.  Seja qual for o caminho escolhido, a Shree Renuka tem de correr com a solução, pois a situação financeira e operacional da subsidiária brasileira vem se deteriorando rapidamente. Os recursos em caixa mal seriam suficientes para cobrir os custos fixos até dezembro. A sucroalcooleira estaria atrasando o pagamento de salários. Ao mesmo tempo, suas quatro usinas no país estariam operando de maneira irregular. O motivo seriam as dificuldades de a Shree Renuka obter matéria-prima. Produtores de cana-de-açúcar estariam se negando a fornecer o insumo enquanto a companhia não quitar antigos débitos. Segundo o RR apurou, a empresa cogita desativar temporariamente uma de suas plantas industriais no Brasil como forma de reduzir os custos operacionais e os prejuízos. Somente as duas usinas paulistas torram por mês quase R$ 60 milhões. A Shree Renuka nega o aumento de capital, assim como os atrasos de pagamento e o fechamento de usinas.  A agonia financeira da Shree Renuka é resultado de uma tempestade perfeita. O grupo indiano acumula equívocos de gestão, altos investimentos de baixo retorno, queda do consumo e dos preços do etanol e intempéries climáticas. Faltava apenas uma chicotada do câmbio. Não falta mais.

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15.10.15
ED. 5227

Dívida não paga

O Santander estaria muito perto de tomar uma dolorosa decisão: fazer o write off da Sete Brasil e purgar no seu balanço um prejuízo superior a R$ 1,5 bilhão.

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05.10.15
ED. 5220

Triênio

Para alguns observadores mais argutos, ao dizer que sua meta é atingir um retorno sobre o patrimônio de 15,6% até 2018, o novo presidente do Santander Brasil, Sergio Rial, indicou o prazo que recebeu dos espanhóis para colocar a operação nos trilhos. A se confirmar, terá uma tolerância maior do que seu antecessor, Jesus Zabalza, rifado no segundo ano de gestão.

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27.08.15
ED. 5194

Passo atrás

A cada avanço no velocímetro da inadimplência mais os franceses da Renault se perguntam se já não é tempo de reduzir a participação na financeira criada, meio a meio, com o Santander, empurrando para os espanhóis uma parcela maior do risco. * A Renault preferiu não falar sobre a possível redução de risco.

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14.08.15
ED. 5185

Santander e OAS duelam no tapetão

O Grenal do momento, o clássico que realmente está mexendo com o Rio Grande opõe a OAS e o Santander. Trata-se de um duelo desigual prestes a parar no tapetão. Calçados com suas chuteiras de travas mais altas, os espanhóis preparamse para entrar na Justiça contra a empreiteira de Cesar Mata Pires. Da canela para cima, é tudo cifrão. O motivo do iminente contencioso é a dívida da OAS Arenas de R$ 190 milhões referente ao empréstimo para a construção do novo estádio do Grêmio. No mesmo time do Santander por sinal, colorado , estão o Banco do Brasil e o Banrisul, que também integram o pool de bancos financiadores do projeto. Procurado, o Santander não quis comentar o assunto, por conta do “sigilo na relação com os clientes”. Já a OAS informou que “as negociações com os bancos e o clube avançam”. Santander, BB e Banrisul ouvem apenas um grito vindo das arquibancadas: “Calote! Calote! Calote!” Até agora, o trio não tem a menor ideia de onde virá o dinheiro para o pagamento do empréstimo. Dona de 100% do empreendimento, a OAS quer empurrar a arena para o Grêmio. Só que com a dívida dentro. Para o clube, tão ruim ou até pior do que engolir o passivo é o pesadelo de não ter casa. A direção do clube já cogita, inclusive, convocar torcedores ilustres e afortunados para arcar com a dívida e afastar o fantasma do despejo. Seria o caso, por exemplo, de Alexandre Grendene, gremista absolutamente doente e dono de uma fortuna superior a US$ 2,5 bilhões.

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28.07.15
ED. 5172

Santander

O projeto do Santander de entrar no financiamento estudantil ficou em prova final e, provavelmente, sequer passará de ano. O presidente do banco no país, Jesús Zabalza, que era um dos maiores entusiastas do produto, capitulou diante do aumento da inadimplência no segmento. Consultado, o Santander disse “desconhecer a informação”.

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27.02.15
ED. 5069

Tolerância zero

O Santander vai azucrinar ainda mais a turma da inadimplência. Ao longo de 2014, o índice de empréstimos a  pessoa física com atraso superior a 90 dias caiu de 3,7% para 3,3%. Os espanhóis apostam que empurram essa taxa para menos de 3% até o terceiro trimestre.

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20.03.14
ED. 4834

Citibank

 Talvez por que não tenha muito a exibir de si próprio, o Citibank está cada vez mais distante dos palcos brasileiros. Mais de uma fonte informa que o banco pretende encerrar o contrato de naming & rights que lhe permitiu batizar o Citibank Hall de São Paulo e do Rio. A T4F, dona das duas casas, já procura substituto. O Santander seria um candidato. Consultados, Citibank e T4F negaram o fim da parceria.

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