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10.04.18
ED. 5843

A encruzilhada de Rodrigo Maia

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, está dividido. Se levar o cadastro positivo à votação do Congresso, o projeto passa e o governo fatura. Se fizer forfait e sentar em cima, tira o pão da boca de Michel Temer, seu concorrente ao Palácio do Planalto, mas perde o apoio da banca. As instituições financeiras estão aguardando ansiosas pelo cadastro positivo, um mecanismo de seleção adversa, capaz de identificar o bom e o mau pagador. Por essa lógica, em vez de cobrar um spread astronômico para qualquer tomador de empréstimos,
os bancos selecionariam aqueles com histórico pagante intocável, que seriam merecedores de juros menores. Na média, as taxas baixariam. Essa dobradinha deliciosa – spreads mais reduzidos e custos com inadimplência mais baixos – se arrasta há anos no Congresso. É incrível como não aprovaram esse cadastro até hoje.

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20.03.18
ED. 5829

PRB flerta com Maia

O ex-ministro da Indústria e Comércio, o pastor Marcos Pereira, tem participado assiduamente de conversas com parlamentares do DEM em torno da candidatura de Rodrigo Maia à Presidência. Parece não estar nem aí para o fato de o seu partido, o PRB, negociar a indicação do vice de Alvaro Dias, pré-candidato do Podemos.

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09.03.18
ED. 5822

A troica de Rodrigo Maia na economia

O pré-candidato do DEM, Rodrigo Maia, vai anunciar nos próximos dias sua equipe econômica. Maia pretende trabalhar com um triunvirato, mas divulgará primeiramente apenas dois nomes: o presidente do Insper, Marcos Lisboa, e o economista do Ibre-FGV, Samuel Pessoa. O terceiro indicado é o atual secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida. O economista cearense é um dos cotados para substituir Henrique Meirelles na Pasta. Portanto, seu nome será guardado. Os três se entendem por música. O economista José Marcio Camargo também deverá participar da equipe de Rodrigo Maia.

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09.03.18
ED. 5822

Nota de três reais

O apoio do Solidariedade à pré-candidatura de Rodrigo Maia à Presidência é visto no próprio DEM como algo tão sólido quanto argila. O comandante-em-chefe do partido, Paulinho da Força, garante embarcar na candidatura Maia, mas mantém um pé no barco de Geraldo Alckmin.

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02.03.18
ED. 5817

Me chama que eu vou…

Reza a lenda que o presidente do Insper, Marcos Lisboa, assim como Diógenes, o cínico, empunhou uma lanterna e saiu peregrinando em busca de um presidenciável que o aceitasse como assessor econômico. Versão maldosa, né? Lisboa, caso outra lenda se confirme, tornou-se conselheiro de Rodrigo Maia e está feliz da vida.

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26.02.18
ED. 5813

Candidato de festim

Frase atribuída ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, sobre a declaração de Henrique Meirelles de que ainda avalia sua candidatura à Presidência da República: “Só se ele for candidato de si mesmo, com a bandeira de fazer o que não fez e corrigir parte do que foi feito”. A candidatura de Meirelles não é sequer um estalinho de Festa Junina.

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01.02.18
ED. 5799

Rodrigo’s

Rodrigo Maia conduz as conversas com o xará Rodrigo Pacheco (PMDB), na tentativa de cooptá-lo para o DEM. O partido ganharia um forte candidato ao governo de Minas; e Maia, eventualmente, um palanque no estado.

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15.01.18
ED. 5786

Avant première

O DEM, como não poderia deixar de ser, está ouriçado com a possível candidatura de Rodrigo Maia ao Planalto. A cúpula do partido está organizando um grande encontro em torno de Maia para a primeira semana de fevereiro, quando o Legislativo reabre seus trabalhos. A ideia é levar para Brasília governadores e prefeitos, a começar por ACM Neto, uma das principais estrelas da sigla e potencial companheiro de chapa.

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09.01.18
ED. 5782

Maia vs. Meirelles

Rodrigo Maia e Henrique Meirelles não estão se bicando. Maia acha que Meirelles está jogando para a plateia, misturando suas pretensões políticas com o discurso de ministro da Fazenda. Não concorda também com pontos do ajuste fiscal. O deputado tem uma assessoria competente. De economia, seu pai Cesar Maia entende mais do que Meirelles.

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21.12.17
ED. 5771

Abuso de poder

Nova fricção à vista do Legislativo com o Judiciário e o Ministério Público. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, comprometeu-se com os líderes da base aliada a tirar “coercitivamente” da gaveta o projeto de abuso de autoridade e votá-lo logo após o recesso parlamentar, no mais tardar até o fim de fevereiro.

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01.12.17
ED. 5757

Economia é o cacife eleitoral de Temer para 2018

O presidente Michel Temer está se autocoroando como peça central da eleição de 2018. Ou para ser mais preciso: de vetor decisivo na campanha para impedir o “Lula lá”. Temer tem certeza de que será um cabo eleitoral fortíssimo, esgrimindo a caneta mais cheia de tinta da República. Acha que tem bons candidatos em cada uma das mãos, ou seja, Rodrigo Maia e Henrique Meirelles – com preferência para este último, mais identificado com sua gestão. E arrisca afirmar que estão germinando as condições para a sua reeleição, uma hipótese implausível até então. Ou seja: Temer estaria em todas. Mas como pode um presidente com uma popularidade de somente 3% almejar a manutenção do cargo?

Os entusiastas do “Fica Temer” acreditam que os bons resultados da política econômica ainda não foram percebidos pela população. Os preços caíram tremendamente, mas é preciso uma permanência mais longa nesse patamar para que os consumidores acreditem que eles estão sob controle. A equipe econômica acredita que os juros mais baixos da Selic surtirão efeito maior sobre a economia por volta de março. É a inércia sempre aludida pelos monetaristas. Os laboratoristas eleitorais do Planalto, por sua vez, acreditam que a taxa de ocupação terá uma alta progressiva durante todo o ano de 2018.

O target dos“temeristas” seria um desemprego na faixa de 10%, gatilho para o lançamento da sua candidatura. Para efeito do discurso eleitoral, o presidente teria vencido todos os principais inimigos da economia popular – inflação, juros e desemprego –, herança do lulopetismo. O segundo round seria costurar uma grande aliança com o DEM e os partidos fisiológicos da sua base aliada, parte mais fácil da empreitada.

Nas contas dos “temeristas”, conforme divulgado na imprensa, se o presidente chegar a 12% do eleitorado em meados do próximo ano, dá para entrar firme no certame. A claque de Temer também desconsidera os problemas do presidente com a Lava Jato. Os adversários também estão no mesmo barco.

Pesa ainda uma pesquisa recente que revela o pouco caso do eleitor com a pecha de corrupto dos políticos. “Afinal, qual deles não é?”, seria a conclusão da sondagem. Para os lulistas e tucanos, esse desfecho, com a glorificação de Michel Temer, é uma obra de Stephen King, na qual haveria mais desejo do que inspiração na realidade. De qualquer forma, a despolarização da contenda clássica PT versus PSDB pode vir a ser a grande novidade da disputa presidencial, com uma inesperada vitória do patrimonialismo hiperprofissional pela via do voto democrático.

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20.11.17
ED. 5748

Abuso de autoridade de quem mesmo?

Rodrigo Maia está botando pressão entre seus pares para acelerar a tramitação do projeto de lei sobre os crimes de abuso de autoridade, que ficou parado na Câmara por quase seis meses. A ideia é que a Comissão Especial criada em outubro para analisar a matéria encerre seus trabalhos ainda neste ano, o que permitiria a votação da proposta
no início do ano legislativo de 2018. Promessa de nova fricção entre o Legislativo e o Judiciário. Entidades como a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) se mobilizam desde já para evitar que o projeto seja uma forra dos deputados contra o Ministério Público e a Lava Jato.

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06.11.17
ED. 5739

Agenda natalina

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, deverá colocar em votação após o feriado de 15 de novembro a polêmica PEC 10/2013, que acaba com o foro especial para crimes comuns.

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26.10.17
ED. 5733

Troca-troca

Paulo Hartung vai anunciar nos próximos dias a troca do PMDB pelo DEM. Já está tudo acertado com Rodrigo Maia.

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19.09.17
ED. 5707

Cooptação no atacado

Rodrigo Maia está fazendo um arrastão: pelo menos 12 dos 33 deputados do PSB admitem se mudar de mala e cuia para o DEM.

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31.07.17
ED. 5672

Tapas e beijos

Ao que parece, o encontro entre Rodrigo Maia e Geraldo Alckmin, que tinha como objetivo reaproximar DEM e PSDB, teve efeito contrário. Ao sacar repentinamente o nome de Rodrigo Garcia como candidato do partido ao governo de São Paulo, Maia mandou um recado para Alckmin. O presidente da Câmara não engoliu a ligeireza com que a comunicação do Palácio Bandeirante vazou, quase em tempo real, o teor da sua conversa com o governador paulista no jantar da última segunda-feira. Muito menos a versão de que, no encontro, teria assegurado o apoio do DEM à candidatura de Alckmin à presidência em 2018.

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24.07.17
ED. 5667

A volta dos cassinos

Enquanto joga os próprios dados, Rodrigo Maia está empenhado em votar o projeto que libera os cassinos.

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19.07.17
ED. 5664

Os Maias

A “base aliada” de Rodrigo Maia ganhou novas adesões. Na tarde de ontem, Maia confidenciou a uma fonte do RR que dá como certo o apoio de todos os deputados do PDT e de dois terços da bancada do PSB a sua candidatura à Presidência em caso de eleição indireta.

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18.07.17
ED. 5663

Fogo amigo

O ex-ministro Orlando Silva e a presidente do PCdoB, Luciana Santos, têm sido duramente criticados pelos colegas de bancada, notadamente Jandira Feghali, por conta do desabrido apoio a Rodrigo Maia. Alguns mais exaltados já falam em expulsão do partido.

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11.07.17
ED. 5658

Lobista, profissão de fé

As razões para o timing são insondáveis. O fato é que o cada vez mais presidenciável Rodrigo Maia (DEM-RJ) está desencavando o projeto de lei do deputado Carlos Zarattini (PT-SP) que regulamenta o lobby no Brasil. Maia confidenciou a uma fonte do RR que pretende colocar a proposta em votação no plenário logo após o recesso parlamentar – isso, claro, se já não tiver pulado da cadeira de presidente da Câmara para a de presidente da República. O texto estabelece quarentena de quatro anos para os ex-presidentes, ex-governadores e ex-prefeitos que decidirem exercer a atividade de lobista, ou melhor, de “Agente de Representação Governamental”. Condenados por corrupção, tráfico de influência ou improbidade não poderão atuar na função. Menos mal.

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10.07.17
ED. 5657

Rodrigo Maia já rascunha o seu Ministério

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já está montando sua equipe de governo. Do time atual, somente Henrique Meirelles tem vaga garantida. No mais, Maia vai mudar um monte de nome nas demais pastas e praticamente todos os ministros palacianos, incluindo seu sogro Moreira Franco.

A exceção seria feita ao ministro chefe do GSI, General Sergio Etchegoyen, que, posteriormente, poderia ser promovido aos cargos de ministro da Defesa ou comandante do Exército. Seu pai, Cesar Maia, não integrará o governo. O “papi” permanecerá aconselhando de casa. A novidade, segundo a fonte do RR, é a criação de uma secretaria de assuntos microecômicos ligada diretamente à Presidência da República.

O convidado para o posto é o presidente do Insper, Marcos Lisboa, uma espécie de guru econômico de Maia. Lisboa fez o mesmo trabalho, sem tanta pompa e recursos, no primeiro governo Lula. Antes disso, o eclético economista havia sido um dos autores da “agenda perdida”, um conjunto de propostas – a maior parte microeconômicas – feito por solicitação do então candidato à presidência Ciro Gomes. Lisboa foi convidado por Antonio Palocci para participar da equipe econômica de Lula.

Vem daí sua convivência com Henrique Meirelles, então presidente do Banco Central. Como nos dizeres de Darcy Ribeiro, Marcos Lisboa vai ser o “fazedor de fazimentos” gostosos para o empresariado, que Maia tanto quer agradar. Meirelles continuaria pegando no pesado e tocando as reformas. No entanto, mesmo com a garantia dada por Maia, passaria a ser “meia âncora” da economia. Afinal, teria um regra três tinindo, sentado no banco do Palácio em condições de jogo, coisa que nunca aconteceu neste cada vez mais passageiro governo Michel Temer.

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10.07.17
ED. 5657

Farelos de poder

Seja Michel Temer, seja Rodrigo Maia, pouco importa: a tropa governista da Câmara já duela pelas quatro pastas tucanas que deverão voltar às páginas dos classificados nos próximos dias. PMDB e DEM são os mais ávidos pelas cadeiras de Bruno Araújo (Cidades), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Aloysio Nunes Ferreira (Itamaraty) e Luis linda Valois (Direitos Humanos). A bancada do PSDB se reúne nesta semana para formalizar a rebelião contra o presidente Temer, liberando seus deputados para votar contra o governo na Comissão de Constituição e Justiça e no plenário da Câmara.

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29.06.17
ED. 5650

Arrastão

Rodrigo Maia e ACM Neto intensificam a cruzada para engrossar as fileiras do DEM. Além do avanço sobre o PSB, têm cortejado pessoalmente parlamentares do PP e do PR. Ou seja: vão encher o partido de citados na Lava Jato. Como se o DEM já não tivesse os seus…

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31.05.17
ED. 5630

Carta Magna

A tese do indulto animou o início da semana em Brasília. O perdão está previsto na Constituição, que, em seu artigo 84, inciso XII, dá ao presidente da República o direito de inocentar criminosos condenados. Quem indultaria Temer, se o caminho fosse esse, seria Rodrigo Maia, então no exercício interino da presidência. Até mesmo o conhecido “juiz Lalau”, condenado por desvios no TRT, teve seu crime de corrupção perdoado pela presidente Dilma Rousseff.

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18.05.17
ED. 5621

A serenidade das instituições sólidas

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, reinou na interlocução com o Palácio do Planalto desde o primeiro momento do estouro do escândalo das delações contra Michel Temer. Nenhum outro parlamentar teve o protagonismo de Maia, que, a partir das 19 horas, participou das reuniões com Temer e ministros palacianos e da área econômica. Maia tornou-se um fauno político, meio presidente da Câmara, meio presidente da República, a depender do impedimento de Temer, agora provável a despeito do julgamento pelo TSE da chapa de Dilma Rousseff com seu então vice.

No Legislativo, pipocaram manifestações pró-impeachment e renúncia de Temer, indo de um espectro que uniu de Alexandre Molon (Rede) a Ronaldo Caiado (DEM). A comunicação do STF e das Forças Armadas com o Planalto foi rarefeita, segundo o que foi possível o RR apurar nessa circunstância junto a fontes privilegiadas. As duas instituições têm seu papel hiperbolizado na atual crise como guardiãs da ordem e da moral, devido à contaminação do Congresso pela Lava Jato (um terço dos parlamentares está citado nas investigações).

Não foram apuradas maiores movimentações ou focos de tensão no Supremo nem no Alto-Comando militar. A fonte do RR informou que o liaison do STF com o Planalto foi o ex-ministro da Justiça e atual integrante da Suprema Corte, Alexandre de Moraes. A ministra Carmem Lúcia, mencionada como potencial candidata à Presidência da República em uma eventual eleição indireta, não manteve contato co a cúpula do governo. Também não teria havido call, reunião de emergência ou mesmo um frisson de telefones cruzados entre os togados, conforme-se poderia imaginar.

O ministro do STF Edson Fachin – a quem cabe homologar ou não a delação de Joesley Batista, dono da JBS, comprometendo o presidente da República – comunicou o fato anteriormente a seus pares do Supremo. No início da noite, fechou-se no seu gabinete com assessores, não atendendo a demandas da imprensa. Nada vazou antes da hora D, quando “O Globo” soltou o artefato nuclear.

O ministro do GSI, general Sérgio Etchegoyen, comunicou-se com os comandos militares somente de fora para dentro do Planalto, por meio de informes da respectivas Segundas Seções das três Forças. Segundo apurou o RR, a principal preocupação foi com a segurança pública. Manifestações poderiam eclodir aqui e acolá – a exemplo do que aconteceu em frente ao Palácio do Planalto e na Av. Paulista.

O general Etchegoyen tinha motivo particular de incômodo ou de conforto, dependendo da ótica, pois recomendara ao gabinete presidencial que adquirisse equipamentos capazes de interferir no funcionamento de dispositivos eletrônicos, como celulares, gravadores ou câmeras, dentro do Planalto e do Jaburu e simplesmente teve sua orientação ignorada. O Brasil parecia que ia acabar nos jornais televisivos de ontem à noite. É provável que hoje a coisa ainda piore. Mas é bom saber que há serenidade nos polos cruciais de condução do país não contagiados pela suspeição.

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13.01.17
ED. 5538

Apoio a distância

Diretamente do cárcere, Eduardo Cunha tem se empenhado em caçar votos para a candidatura de Jovair Arantes (PTB-GO) à presidência da Câmara dos Deputados. Pelo menos é o que a campanha de Rodrigo Maia faz questão de espalhar entre os congressistas.

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10.01.17
ED. 5535

Cabos eleitorais

Os deputados petistas Vicente Candido (SP) e Luiz Sergio (RJ) têm trabalhado com afinco para aumentar o número de votos do partido à reeleição de Rodrigo Maia na presidência da Câmara. Maia já teria garantido o “sim” de 35 dos 57 integrantes da bancada do PT.

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01.12.16
ED. 5507

Igual à coletiva do Planalto nem na Série C

Prova cabal de que a comunicação pode destruir qualquer discurso ou anúncio. A entrevista do presidente Michel Temer no último fim de semana – ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Renan Calheiros – ainda ecoa entre os jornalistas de Brasília devido aos requintes de mau gosto. Talvez seja o caso do cerimonial do Planalto se inspirar nas coletivas dos times de futebol após as partidas, muito mais organizadas nos seus mínimos detalhes. Primeiramente, o pronunciamento de Temer foi realizado no domingo de manhã, para horror dos jornalistas, convocados às pressas em um dia de descanso santo. Vá lá que o caso Geddel pedisse urgência. Não bastasse, todas as autoridades usavam roupas de folguedo, ou seja, blazer sem gravata. Além disso, a mesa era excessivamente estreita para os três: em vários momentos, Maia e Renan ficaram com as pernas para fora. Por fim, um garçom enfiava-se entre os três a todo o instante para servir garrafas d´água de plástico. Faltou apenas um pinguim de geladeira sobre a mesa.

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03.11.16
ED. 5488

“Centrão do B”

 Jovair Arantes (PTB-GO) e Rogério Rosso (PSD-DF) dizem ter mais de 200 deputados contrários à manobra para a mudança no regimento da Câmara e a consequente candidatura de Rodrigo Maia à reeleição. Mas a coalizão entre ambos tem data de validade: derrotado o “risco Maia”, no dia seguinte Jovair e Rosso se engalfinham para ser o candidato do Planalto à presidência da Câmara.

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25.10.16
ED. 5482

Zeppelin

 O próprio Planalto é quem mais está inflando o balão de ensaio sobre a possível mudança no regimento da Câmara dos Deputados para permitir a reeleição de Rodrigo Maia em fevereiro do ano que vem.

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27.09.16
ED. 5463

Partido dos Maia

 O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, está criando o seu próprio centrinho para ter força nas votações da casa. Cerca de 70 parlamentares de sete partidos têm se reunido com Maia e discutido uma agenda política na casa.

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 No xadrez político idealizado por Michel Temer para 2017, Rodrigo Maia seguirá para a Esplanada dos Ministérios ao fim do seu mandato na presidência da Câmara, em janeiro. Sem poder concorrer à reeleição, Maia assumiria a Pasta do Meio Ambiente. O atual ministro, Sarney Filho, está desgastado depois das seguidas campanhas contra a construção de hidrelétricas na Amazônia.

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16.08.16
ED. 5434

Caravana

 O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, está montando uma agenda de futuro candidato a governador do Rio de Janeiro. Já acertou sua visita a 70 dos 92 municípios do estado até as eleições municipais de outubro.

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21.07.16
ED. 5416

Controle remoto

 Rodrigo Maia (DEM-RJ), vencedor da eleição para a presidência da Câmara, quer manter Rogério Rosso (PSD-DF), o derrotado, bem próximo. Ofereceu ao colega a presidência da poderosa Comissão de Constituição e Justiça. O atual titular, Osmar Serraglio (PMDB-PR), deverá concorrer à Prefeitura de Umuarama (PR).

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