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planos
24.07.17
ED. 5667

A volta dos cassinos

Enquanto joga os próprios dados, Rodrigo Maia está empenhado em votar o projeto que libera os cassinos.

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mirae-rr-5658
11.07.17
ED. 5658

Lobista, profissão de fé

As razões para o timing são insondáveis. O fato é que o cada vez mais presidenciável Rodrigo Maia (DEM-RJ) está desencavando o projeto de lei do deputado Carlos Zarattini (PT-SP) que regulamenta o lobby no Brasil. Maia confidenciou a uma fonte do RR que pretende colocar a proposta em votação no plenário logo após o recesso parlamentar – isso, claro, se já não tiver pulado da cadeira de presidente da Câmara para a de presidente da República. O texto estabelece quarentena de quatro anos para os ex-presidentes, ex-governadores e ex-prefeitos que decidirem exercer a atividade de lobista, ou melhor, de “Agente de Representação Governamental”. Condenados por corrupção, tráfico de influência ou improbidade não poderão atuar na função. Menos mal.

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rodrigomaia-rr-5657
10.07.17
ED. 5657

Rodrigo Maia já rascunha o seu Ministério

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já está montando sua equipe de governo. Do time atual, somente Henrique Meirelles tem vaga garantida. No mais, Maia vai mudar um monte de nome nas demais pastas e praticamente todos os ministros palacianos, incluindo seu sogro Moreira Franco.

A exceção seria feita ao ministro chefe do GSI, General Sergio Etchegoyen, que, posteriormente, poderia ser promovido aos cargos de ministro da Defesa ou comandante do Exército. Seu pai, Cesar Maia, não integrará o governo. O “papi” permanecerá aconselhando de casa. A novidade, segundo a fonte do RR, é a criação de uma secretaria de assuntos microecômicos ligada diretamente à Presidência da República.

O convidado para o posto é o presidente do Insper, Marcos Lisboa, uma espécie de guru econômico de Maia. Lisboa fez o mesmo trabalho, sem tanta pompa e recursos, no primeiro governo Lula. Antes disso, o eclético economista havia sido um dos autores da “agenda perdida”, um conjunto de propostas – a maior parte microeconômicas – feito por solicitação do então candidato à presidência Ciro Gomes. Lisboa foi convidado por Antonio Palocci para participar da equipe econômica de Lula.

Vem daí sua convivência com Henrique Meirelles, então presidente do Banco Central. Como nos dizeres de Darcy Ribeiro, Marcos Lisboa vai ser o “fazedor de fazimentos” gostosos para o empresariado, que Maia tanto quer agradar. Meirelles continuaria pegando no pesado e tocando as reformas. No entanto, mesmo com a garantia dada por Maia, passaria a ser “meia âncora” da economia. Afinal, teria um regra três tinindo, sentado no banco do Palácio em condições de jogo, coisa que nunca aconteceu neste cada vez mais passageiro governo Michel Temer.

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10.07.17
ED. 5657

Farelos de poder

Seja Michel Temer, seja Rodrigo Maia, pouco importa: a tropa governista da Câmara já duela pelas quatro pastas tucanas que deverão voltar às páginas dos classificados nos próximos dias. PMDB e DEM são os mais ávidos pelas cadeiras de Bruno Araújo (Cidades), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Aloysio Nunes Ferreira (Itamaraty) e Luis linda Valois (Direitos Humanos). A bancada do PSDB se reúne nesta semana para formalizar a rebelião contra o presidente Temer, liberando seus deputados para votar contra o governo na Comissão de Constituição e Justiça e no plenário da Câmara.

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29.06.17
ED. 5650

Arrastão

Rodrigo Maia e ACM Neto intensificam a cruzada para engrossar as fileiras do DEM. Além do avanço sobre o PSB, têm cortejado pessoalmente parlamentares do PP e do PR. Ou seja: vão encher o partido de citados na Lava Jato. Como se o DEM já não tivesse os seus…

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31.05.17
ED. 5630

Carta Magna

A tese do indulto animou o início da semana em Brasília. O perdão está previsto na Constituição, que, em seu artigo 84, inciso XII, dá ao presidente da República o direito de inocentar criminosos condenados. Quem indultaria Temer, se o caminho fosse esse, seria Rodrigo Maia, então no exercício interino da presidência. Até mesmo o conhecido “juiz Lalau”, condenado por desvios no TRT, teve seu crime de corrupção perdoado pela presidente Dilma Rousseff.

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micheltemer-rr-5591
18.05.17
ED. 5621

A serenidade das instituições sólidas

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, reinou na interlocução com o Palácio do Planalto desde o primeiro momento do estouro do escândalo das delações contra Michel Temer. Nenhum outro parlamentar teve o protagonismo de Maia, que, a partir das 19 horas, participou das reuniões com Temer e ministros palacianos e da área econômica. Maia tornou-se um fauno político, meio presidente da Câmara, meio presidente da República, a depender do impedimento de Temer, agora provável a despeito do julgamento pelo TSE da chapa de Dilma Rousseff com seu então vice.

No Legislativo, pipocaram manifestações pró-impeachment e renúncia de Temer, indo de um espectro que uniu de Alexandre Molon (Rede) a Ronaldo Caiado (DEM). A comunicação do STF e das Forças Armadas com o Planalto foi rarefeita, segundo o que foi possível o RR apurar nessa circunstância junto a fontes privilegiadas. As duas instituições têm seu papel hiperbolizado na atual crise como guardiãs da ordem e da moral, devido à contaminação do Congresso pela Lava Jato (um terço dos parlamentares está citado nas investigações).

Não foram apuradas maiores movimentações ou focos de tensão no Supremo nem no Alto-Comando militar. A fonte do RR informou que o liaison do STF com o Planalto foi o ex-ministro da Justiça e atual integrante da Suprema Corte, Alexandre de Moraes. A ministra Carmem Lúcia, mencionada como potencial candidata à Presidência da República em uma eventual eleição indireta, não manteve contato co a cúpula do governo. Também não teria havido call, reunião de emergência ou mesmo um frisson de telefones cruzados entre os togados, conforme-se poderia imaginar.

O ministro do STF Edson Fachin – a quem cabe homologar ou não a delação de Joesley Batista, dono da JBS, comprometendo o presidente da República – comunicou o fato anteriormente a seus pares do Supremo. No início da noite, fechou-se no seu gabinete com assessores, não atendendo a demandas da imprensa. Nada vazou antes da hora D, quando “O Globo” soltou o artefato nuclear.

O ministro do GSI, general Sérgio Etchegoyen, comunicou-se com os comandos militares somente de fora para dentro do Planalto, por meio de informes da respectivas Segundas Seções das três Forças. Segundo apurou o RR, a principal preocupação foi com a segurança pública. Manifestações poderiam eclodir aqui e acolá – a exemplo do que aconteceu em frente ao Palácio do Planalto e na Av. Paulista.

O general Etchegoyen tinha motivo particular de incômodo ou de conforto, dependendo da ótica, pois recomendara ao gabinete presidencial que adquirisse equipamentos capazes de interferir no funcionamento de dispositivos eletrônicos, como celulares, gravadores ou câmeras, dentro do Planalto e do Jaburu e simplesmente teve sua orientação ignorada. O Brasil parecia que ia acabar nos jornais televisivos de ontem à noite. É provável que hoje a coisa ainda piore. Mas é bom saber que há serenidade nos polos cruciais de condução do país não contagiados pela suspeição.

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13.01.17
ED. 5538

Apoio a distância

Diretamente do cárcere, Eduardo Cunha tem se empenhado em caçar votos para a candidatura de Jovair Arantes (PTB-GO) à presidência da Câmara dos Deputados. Pelo menos é o que a campanha de Rodrigo Maia faz questão de espalhar entre os congressistas.

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10.01.17
ED. 5535

Cabos eleitorais

Os deputados petistas Vicente Candido (SP) e Luiz Sergio (RJ) têm trabalhado com afinco para aumentar o número de votos do partido à reeleição de Rodrigo Maia na presidência da Câmara. Maia já teria garantido o “sim” de 35 dos 57 integrantes da bancada do PT.

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coletiva-rr-01
01.12.16
ED. 5507

Igual à coletiva do Planalto nem na Série C

Prova cabal de que a comunicação pode destruir qualquer discurso ou anúncio. A entrevista do presidente Michel Temer no último fim de semana – ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Renan Calheiros – ainda ecoa entre os jornalistas de Brasília devido aos requintes de mau gosto. Talvez seja o caso do cerimonial do Planalto se inspirar nas coletivas dos times de futebol após as partidas, muito mais organizadas nos seus mínimos detalhes. Primeiramente, o pronunciamento de Temer foi realizado no domingo de manhã, para horror dos jornalistas, convocados às pressas em um dia de descanso santo. Vá lá que o caso Geddel pedisse urgência. Não bastasse, todas as autoridades usavam roupas de folguedo, ou seja, blazer sem gravata. Além disso, a mesa era excessivamente estreita para os três: em vários momentos, Maia e Renan ficaram com as pernas para fora. Por fim, um garçom enfiava-se entre os três a todo o instante para servir garrafas d´água de plástico. Faltou apenas um pinguim de geladeira sobre a mesa.

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03.11.16
ED. 5488

“Centrão do B”

 Jovair Arantes (PTB-GO) e Rogério Rosso (PSD-DF) dizem ter mais de 200 deputados contrários à manobra para a mudança no regimento da Câmara e a consequente candidatura de Rodrigo Maia à reeleição. Mas a coalizão entre ambos tem data de validade: derrotado o “risco Maia”, no dia seguinte Jovair e Rosso se engalfinham para ser o candidato do Planalto à presidência da Câmara.

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25.10.16
ED. 5482

Zeppelin

 O próprio Planalto é quem mais está inflando o balão de ensaio sobre a possível mudança no regimento da Câmara dos Deputados para permitir a reeleição de Rodrigo Maia em fevereiro do ano que vem.

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27.09.16
ED. 5463

Partido dos Maia

 O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, está criando o seu próprio centrinho para ter força nas votações da casa. Cerca de 70 parlamentares de sete partidos têm se reunido com Maia e discutido uma agenda política na casa.

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 No xadrez político idealizado por Michel Temer para 2017, Rodrigo Maia seguirá para a Esplanada dos Ministérios ao fim do seu mandato na presidência da Câmara, em janeiro. Sem poder concorrer à reeleição, Maia assumiria a Pasta do Meio Ambiente. O atual ministro, Sarney Filho, está desgastado depois das seguidas campanhas contra a construção de hidrelétricas na Amazônia.

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16.08.16
ED. 5434

Caravana

 O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, está montando uma agenda de futuro candidato a governador do Rio de Janeiro. Já acertou sua visita a 70 dos 92 municípios do estado até as eleições municipais de outubro.

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21.07.16
ED. 5416

Controle remoto

 Rodrigo Maia (DEM-RJ), vencedor da eleição para a presidência da Câmara, quer manter Rogério Rosso (PSD-DF), o derrotado, bem próximo. Ofereceu ao colega a presidência da poderosa Comissão de Constituição e Justiça. O atual titular, Osmar Serraglio (PMDB-PR), deverá concorrer à Prefeitura de Umuarama (PR).

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