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06.10.17
ED. 5720

Acrônimo

Antes de sair da PGR, Rodrigo Janot não só ofereceu a terceira denúncia contra o governador Fernando Pimentel como deixou tudo encaminhado para o quarto pedido de abertura de processo.

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26.09.17
ED. 5712

Há mais do que flechadas contra Geddel

Enquanto Michel Temer se esquiva das “flechadas” do ex-PGR Rodrigo Janot, os irmãos Geddel e Lucio Vieira Lima enfrentam um problema similar, só que sem aspas. É tenso o clima no entorno das propriedades rurais dos Vieira Lima no Sul da Bahia, mais precisamente na cidade de Potiguará, onde se concentra a tribo de mesmo nome, além de índios Pataxó. A ameaça de invasão da Fazenda Esmeralda no último fim de semana não foi um caso isolado. Homens que se identificam como líderes indígenas da região já teriam tentado entrar em outras duas propriedades de Geddel e Lucio no município. No último sábado, as flechas, por sinal, eram o de menos. Segundo a Polícia da Bahia, mais de duas dezenas de suspeitos carregavam armas de fogo. Por envolver comunidades indígenas, o episódio já foi comunicado à Polícia Federal, onde, aliás, se concentra a biografia recente de Geddel. Em tempo: os irmãos Vieira Lima controlam, no total, mais de 900 hectares de terras na região.

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19.09.17
ED. 5707

Temer, livre, leve e solto

O Planalto está tão confiante em derrubar a segunda denúncia da PGR que se discute a possibilidade de Michel Temer assumir uma nova postura em comparação à primeira flechada de Rodrigo Janot. Em vez de se esconder no Palácio, desta vez Temer vai intensificar sua exposição nas redes sociais. Ao mesmo tempo, pretende combinar a frenética agenda de encontros com parlamentares com visitas pontuais a alguns estados, sempre associadas à inauguração de obras ou entrega de imóveis do Minha Casa Minha Vida. Mas tudo na dose certa de um presidente com taxa de reprovação de 95%: eventos fechados, com alta presença de aliados políticos e acesso restrito ao público.

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15.09.17
ED. 5705

Planalto ergue sua muralha anti-Janot

O Palácio do Planalto e sua máquina de esmagar denúncias da Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer já trabalham a pleno vapor. Nos últimos dois dias, o próprio Temer esteve pessoalmente com 46 deputados, contabilizando-se apenas a agenda oficial – fora as dezenas de telefonemas. Na paralela, o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, tem mantido uma intensa rotina de encontros com pequenos grupos de parlamentares do baixo clero, o que, dentro do próprio Palácio, já lhe valeu o jocoso apelido de “Poupa Tempo”. Imbassahy vem cumprindo a missão de massagear a vaidade de deputados inexpressivos, reduzindo a demanda de audiências com o próprio Temer. A rejeição, na Câmara, do segundo pedido de abertura de processo encaminhado pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, é dada como certa. Segundo o RR apurou, ontem à tarde a planilha do ministro Eliseu Padilha, que nunca erra, já contabilizava 260 votos certos contra a denúncia, muito perto do número de 263 deputados que desviaram a primeira flechada de Janot na direção de Temer.

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14.09.17
ED. 5704

Michel Temer e as perigosas curvas da estrada de Santos

Se Rodrigo Janot ficasse mais tempo no cargo, teria um novo território onde escarafunchar uma terceira denúncia da PGR contra o presidente Michel Temer. A investigação de favorecimento à empresa Rodrimar é apenas o fio da meada das ações inconfessáveis no setor portuário. Outras facilidades foram concedidas por meio da Companhia Docas de Santos, antigo feudo de Temer.

Nos anos mais recentes, as operações passaram a ser conduzidas por Eduardo Cunha, que, a mando do atual presidente, passou a ser o interlocutor entre as empresas, a autoridade portuária, a Advocacia Geral da União e a miríade de agências reguladoras do setor. Basta lembrar de todas as artimanhas de Cunha para embarreirar a votação da MP dos Portos, em 2013. A favor de Temer, pesa o fato de que essa “prestação de serviços”, digamos assim, aconteceu antes de ele assumir a Presidência da República, o que o eximiria de responsabilidade criminal.

Entretanto, uma empresa, pelo menos, teria sido agraciada no início da gestão de Temer, quando Cunha tinha o mandato para representá-lo. Se o ex-presidente da Câmara acertar a delação premiada, as travessuras no Porto de Santos estarão entre as tramoias reveladas. Basta convocar os executivos das operadoras de terminais e da autoridade portuária. Todo mundo sabe. Ou já ouviu falar. Santos sempre foi uma vaca leiteira.

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06.09.17
ED. 5699

Desafeto

Na bolsa de apostas dos corredores da Procuradoria Geral da República o que se dizia ontem é que Rodrigo Janot vai aumentar a pressão sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) nas mídias durante o decorrer da semana. Janot sabe que o seu poder de fogo está próximo do encerramento – ele deixa o cargo no próximo dia 17. Há versões de que nos áudios de Joesley há menções a três juízes do Supremo – Gilmar Mendes, Carmem Lucia e Ricardo Lewandowski. O procurador, contudo, se referiu no singular ao juiz citado nas gravações. Pela ênfase dada à participação da altíssima autoridade, o togado é um velho e notório contendor. Que ninguém duvide: o procurador está saboreando essa fase do processo.

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05.09.17
ED. 5698

O Dia “D” de Rodrigo Janot

A eventual suspensão do acordo firmado com um dos donos da JBS, Joesley Batista, como prêmio pela chamada “mãe de todas as delações”, não é prenúncio de recuo do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, em suas prometidas flechadas contra Michel Temer. Pelo contrário. A potencial revisão dos termos tratados com os Batistas faz parte de um grand finale em três atos, sendo o primeiro a “autocrítica” realizada ontem publicamente.

O segundo e terceiro atos – o próximo, a denúncia de Temer por obstrução de justiça, conforme apurou o RR viriam com força redobrada. É material suficiente para manter Janot em rede nacional até o dia 17, quando ele deixará o cargo. A possível revogação dos benefícios aos donos da JBS higieniza e propulsiona as novas flechadas de Rodrigo Janot. O áudio que chegou às mãos de Janot na última quinta-feira, supostamente por engano, é o motivo da rearrumação das peças do tabuleiro. Ele aumenta a dimensão pública do procurador.

Mesmo que as gravações contenham barbaridades institucionais, incluindo novos atores, o procurador despacha todo o material para o STF. Janot está focado em Temer e fará novas revelações. Por sua vez, os advogados do presidente da República estão desde já solicitando que o virtual cancelamento do acordo dos Batista torne nulo o conteúdo da delação. Pretendem politizar a ação, trazendo o debate para o centro do Congresso Nacional.

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14.08.17
ED. 5682

A vez de Queiroz Galvão

A delação dos executivos da Queiroz Galvão já está na mesa de Rodrigo Janot. Segundo o RR apurou, vai sair faísca de tudo que é lado pelo setor elétrico, incluindo a própria Eletronuclear – estatal que já teve um presidente condenado e preso, o Almirante Othon Pinheiro.

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04.08.17
ED. 5676

Cebola nos olhos de Temer é refresco

Rodrigo Janot confidenciou a um procurador amigo de peito que já esperava o resultado da votação favorável a Michel Temer. Mas confia na “Operação Cebola” para minar o balcão de agrados do presidente aos parlamentares. Janot está descascando as denúncias em fatias. Em setembro, vem outra camada ardente e mais um pedido de abertura de inquérito contra Temer. Os congressistas vão ter de dizer novamente que o presidente é impoluto, com seus votos abertos na frente da TV. A não ser que, melhor não falar…

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25.07.17
ED. 5668

Mais uma flecha

Vem aí mais uma flecha de Rodrigo Janot: a delação do empreiteiro Fernando Cavendish já está sobre a sua mesa.

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21.07.17
ED. 5666

Venda de terras a estrangeiros entra no pacote do “SOS Temer”

O solo brasileiro virou moeda de troca no esforço de Michel Temer para preservar seus hectares de Poder. O Palácio do Planalto está montando uma “Operação Trator” com o objetivo de acelerar a votação do projeto de lei que libera a venda de terras para o capital estrangeiro. A Casa Civil já concluiu o texto substitutivo do PL no 4.059/12, que está parado na Câmara há mais de um ano. O governo trabalha para que a nova proposta seja votada em plenário até setembro. Segundo o RR apurou, nas contas do ministro Eliseu Padilha, o projeto já tem o voto favorável de mais de 300 deputados, o que dá certa folga em relação ao piso necessário: 257 parlamentares.

À medida que se aproxima o Dia D de Michel Temer na Câmara dos Deputados, o projeto de lei da Casa Civil é mais uma vela no ofertório montado pelo governo para barrar a denúncia de Rodrigo Janot e a abertura de processo contra o presidente da República. A prece, neste caso, é dirigida à bancada ruralista, que reúne, por baixo, cerca de 200 votos na Casa. Em boa parcela, são donos de propriedades agrícolas que esfregam as mãos diante da possibilidade duma marcha de investidores internacionais no setor.

O próprio Temer tem conduzido pessoalmente as tratativas com os líderes da chamada Frente Parlamentar da Agropecuária. Seus principais interlocutores são os deputados Jovair Arantes (PTB-GO) e Nilson Leitão (PSDB-MT). Como se sabe, trata-se de um dos “partidos” mais exigentes do Congresso. Além do projeto de lei que autoriza a venda de terras para estrangeiros, a bancada ruralista se aproveita das circunstâncias para levar também a MP do Funrural, que deverá ser editada nos próximos dias. A Medida Provisória permitirá o parcelamento dos débitos de produtores rurais e agroindústrias com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural, que somam cerca de R$ 26 bilhões.

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05.07.17
ED. 5654

Janot pede bis contra Moreira e Padilha

O cerco se fecha em torno de todos os homens do presidente. O RR apurou que, nos próximos dias, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai encaminhar ao STF nova denúncia contra Eliseu Padilha e Moreira Franco. O pedido de abertura de processo se baseia nas investigações contra o ex-ministro Geddel Vieira Lima e na delação do doleiro Lucio Funaro. Em seu depoimento, Funaro teria revelado o repasse de propina para os dois ministros palacianos. Como disse o próprio Janot, ele ainda tem muita flecha para disparar antes de deixar a PGR, em setembro. A primeira denúncia da PGR contra os dois aliados figadais de Michel Temer foi encaminhada ao STF em março, a partir da delação de executivos da Odebrecht. Até hoje, a Suprema Corte não se manifestou. Temer já declarou que, se um ministro do seu governo virar réu, deixará o cargo. Pelo andar da carruagem, muito em breve terá a oportunidade comprovar se a promessa era para valer.

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31.05.17
ED. 5630

Memórias de Janot

Rodrigo Janot, que deixa a PGR em setembro, foi procurado por uma grande editora interessada em publicar suas “memórias premiadas” da Lava Jato. Por que não? Até FHC fez.

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18.05.16
ED. 5371

Um “ficha suja” a menos no governo Temer

 A nomeação de Blairo Maggi para o Ministério da Agricultura teve o empurrão de uma incrível coincidência de fatos nas esferas política e jurídica, que passou praticamente despercebida. Segundo o RR apurou, Michel Temer teria oficializado o convite a Maggi em 5 de maio, uma quinta-feira. No dia seguinte, o procurador geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ao STF o pedido de arquivamento do inquérito que investigava o senador no âmbito da Operação Ararath. O processo perambulava pela PGR desde maio de 2014.  Apenas dois dias úteis depois, na terça-feira, 10 de maio, o ministro Dias Toffoli acolheu o pedido do PGR e mandou para as calendas a investigação sobre a suposta participação de Maggi em um esquema de lavagem de dinheiro. Menos de 24 horas depois, o senador deixava o PR e assinava sua ficha de filiação ao PP, enquadrando-se no “sistema de cotas” do novo Gabinete. E Temer, ele próprio um presidente da República citado no “petrolão”, pôde ao menos reduzir o contingente de ministros na mira do Supremo. Já basta o trio Henrique Alves, Geddel Vieira Lima e Romero Jucá, todos envolvidos na Lava Jato.

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23.12.15
ED. 5275

Duque pretende delatar

 O ex-diretor da Petrobras Renato Duque retomou as negociações para um acordo de delação premiada. A primeira tentativa, em outubro, foi barrada pelo procurador-geral da república, Rodrigo Janot, que considerou os depoimentos de Duque irrelevantes.

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