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16.10.17
ED. 5725

CPI – Rio 2016

Romário já se movimenta no Congresso para instalar uma CPI da Rio-2016. O oportunista artilheiro não vai desperdiçar essa bola quicando na sua frente.

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15.09.17
ED. 5705

Pesos e medidas

A investida da Lava Jato sobre Carlos Arthur Nuzman e o Comitê Olímpico do Brasil (COB) tem causado níveis distintos de preocupação no PC do B, que cedeu dois ministros dos Esportes durante as obras da Rio-2016. Em relação a Aldo Rebelo, que ocupou o cargo de 2011 e 2015, a aflição é baixa. Consta que o santo de Rebelo não batia com o de Nuzman, e ambos mal se falavam. O mesmo já não se aplica a Orlando Silva, que permaneceu no Ministério de 2006 a 2011. Nesse caso, o termômetro do PC do B acusa temperaturas mais altas. À época, já se dizia no partido que Silva estava excessivamente próximo do presidente do COB.

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06.09.17
ED. 5699

Rei ferido, rei substituído?

Ontem à tarde, após o estouro da Operação Unfair Play, que investiga a compra de votos na escolha do Rio-2016, os cartolas do Comitê Olímpico do Brasil (COB) discutiram a possibilidade de Carlos Arthur Nuzman se afastar da presidência da entidade ainda nesta semana. Neste caso, quem assumiria interinamente o esporte olímpico brasileiro seria o vice-presidente do COB, Paulo Wanderley Teixeira. Entre os dirigentes, o nome é visto como o remédio à mão para as circunstâncias. Ainda que carregue um ou outro aranhão dos tempos em que dirigiu a Confederação Brasileira de Judô, Wanderley chegou à vice-presidência do COB apenas em outubro do ano passado, portanto após a Olimpíada e, sobretudo, bem depois do processo de eleição do Rio de Janeiro, ocorrido em 2009.


Em tempo: segundo o RR apurou, nas conversas que tiveram ontem ao longo do dia, os dirigentes do COB se mostraram resignados, tratando como inevitável a perda de patrocinadores no curto prazo na esteira do escândalo.

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18.05.17
ED. 5621

Legado olímpico

Se a Rio 2016 fosse uma empresa convencional, talvez acabasse pedindo recuperação judicial. Oito meses após o evento, o Comitê Organizador da Olímpiada não sabe como pagar as dívidas de mais de R$ 130 milhões. As negociações com fornecedores para um deságio no passivo, em alguns casos de mais de 50%, têm sido rechaçadas.

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22.02.17
ED. 5566

O “prefeitinho” do parque olímpico

O festeiro, no melhor dos sentidos, Luiz Calainho tem uma série de projetos para as ociosas arenas olímpicas do Rio. Está só esperando pela licitação para entrar em campo com a sua conhecida máquina de ideias.

A propósito: a Rio 2016 ainda estaria devendo cerca de R$ 18 milhões a fornecedores. Daqui a pouco, vai ter passeata pelas ruas do Rio.

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10.02.17
ED. 5558

Legado olímpico

A Vila Olímpica encalhou. Até agora, a Carvalho Hosken só conseguiu vender um terço dos mais de 3.600 apartamentos que hospedaram os atletas da Rio 2016.

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11.01.17
ED. 5536

Legado olímpico

Quatro meses após a Olimpíada, a Rio 2016 começa a pagar o reembolso de ingressos devolvidos. Depois será a vez dos fornecedores, que cobram mais de R$ 20 milhões em dívidas.

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19.08.16
ED. 5437

Jogo de búzios

 Há um clima pouco olímpico no Goldman Sachs quanto às previsões do quadro de medalhas da Rio 2016. O receio é que se repita o vexame ocorrido nos prognósticos da Eurocopa, quando o banco previu a vitória da França ou da Alemanha.

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18.08.16
ED. 5436

O outro Rei

 Em cima do laço, o Comitê Organizador da Rio 2016 ainda não definiu todas as atrações do encerramento do evento. O sonho dos dirigentes é fechar as cortinas olímpicas ao som de “Emoções” cantada por Roberto Carlos, mas as conversas com o Rei seguem em ritmo de maratona.

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10.08.16
ED. 5430

COI dá medalha de lata para a segurança nas arenas olímpicas

 O espírito olímpico tem passado longe das relações do COI com as autoridades da área de segurança e os organizadores da Rio 2016. A entidade não esconde sua insatisfação com as falhas no esquema de vigilância nos locais de competição. Na última segunda-feira, com base em relatórios de avaliação dos três primeiros dias de disputas no Rio, o COI teria encaminhado uma série de questionamentos aos ministros da Defesa, Raul Jungmann, e da Justiça, Alexandre de Moraes, e ao chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Sergio Etchegoyen. A questão tratada como mais grave pelo Comitê Olímpico Internacional é a falta de um padrão de segurança para todas as arenas. Na visão da entidade, cada local tem seguido regras próprias no sistema de revista dos espectadores, a cargo da Força Nacional de Segurança, com graves riscos para os torcedores. Procurada pelo RR, a Rio 2016 não se pronunciou até o fechamento desta edição.  Um dos maiores motivos de apreensão para as forças internacionais de segurança que colaboram com o governo brasileiro na Rio 2016 é o risco de ingresso de armas ou explosivos nos locais de competição. A preocupação se estende também aos meios de transporte. No entanto, há um consenso entre os especialistas de que é impossível monitorar por completo as chamadas estruturas tubulares, leia-se ônibus, trens e metrô. Mas, no caso das arenas, a ordem expressa é não deixar passar nada. Os cuidados são redobrados nas disputas que envolvem atletas ou seleções de países mais visados por grupos terroristas, como Estados Unidos, França e Israel.  Os atritos do COI com as autoridades brasileiras se acentuaram no último domingo. Logo pela manhã, por volta das nove horas começaram a circular nas redes sociais relatos e imagens de torcedores entrando no Parque Olímpico da Barra sem que suas bolsas ou mochilas fossem submetidas ao aparelho de Raio-X. Rapidamente, o assunto se espalhou pela mídia. Ainda na manhã de domingo, dirigentes do COI exigiram ajustes imediatos no esquema de segurança. À tarde já era possível ver longas filas na entrada das competições, notadamente no próprio Parque Olímpico e no Estádio do Engenhão, decorrentes do maior rigor na revista.  Sintomático também o e-mail enviado pela organização da Rio 2016, na manhã de segunda-feira, a todos que compraram ingressos para os Jogos Olímpicos. Com o título “Urgente: Informação sobre a sua sessão”, a mensagem pedia para que os torcedores chegassem com antecedência às competições uma vez que “todos passarão por rigorosa checagem de segurança nas instalações”. No e-mail, o comitê da Rio 2016 recomendou ainda aos espectadores que evitassem levar bolsas ou mochilas e listou mais de 70 itens proibidos nas arenas.

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