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12.04.18
ED. 5845

Em todas as telas

Empolgado com o sucesso de sua cinebiografia, Edir Macedo planeja transformar sua vida em um seriado na Rede Record.

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26.04.17
ED. 5606

Conquistando a telinha

Depois de conquistar Silvio Santos e o SBT, que passou a veicular anúncios favoráveis à reforma da Previdência, Michel Temer vai agora atrás do apoio da Record e da Band ao projeto.

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13.04.17
ED. 5599

SBT, Record e Rede TV cabem cada vez mais numa só tela

O mais novo reality show da TV brasileira exibe os esforços de três emissoras para ganhar fôlego e algum poder de resistência diante não apenas de sua maior concorrente, mas também de outras mídias. SBT, Record e RedeTV pretendem dar um escopo mais amplo à Simba Content, joint venture criada para negociar a venda de seus respectivos conteúdos entre as operadoras de TV paga. As tratativas passam pelo compartilhamento de infraestrutura (estúdios e equipamentos) e produções conjuntas (tanto para TV aberta quanto fechada).

Outra medida cogitada é uma parceria na venda de publicidade, notadamente para o conteúdo produzido de forma associada. SBT, Record e RedeTV enxergam esse comensalismo como uma forma de reduzir a abissal distância para a Globo e, ao mesmo tempo, frear a perda de receita para novos meios, como TVs a cabo, redes sociais, serviços de streaming etc. Ainda que este nível de compartilhamento mais avançado provoque, como efeito colateral, alguma perda de individualidade e autonomia nas decisões e estratégias.

No ano passado, o trio faturou aproximadamente R$ 3,2 bilhões. A Globo, por sua vez, teve uma receita cinco vezes superior à soma das concorrentes: R$ 15 bilhões. Se bem que, a esta altura, talvez a emissora dos Marinho seja o menor dos problemas. No ano passado, a Netflix faturou cerca de R$ 1,3 bilhão, 30% a mais, por exemplo, do que o SBT. Consultada, a Simba informou que sua prioridade “é negociar com as operadoras para que elas remunerem a joint venture, assim como já fazem com outras emissoras nacionais e estrangeiras.” Posteriormente, a companhia vai definir como investir a receita em conteúdo. Segundo a Simba, o percentual será superior aos 20% do faturamento fixados pelo Cade.

Silvio Santos, Edir Macedo e a dupla Marcelo de Carvalho e Amilcare Dallevo têm mantido conversas quase semanais desde o início de março, quando o “homem do Baú” retornou de sua temporada de férias na Flórida. Na paralela, ocorrem também reuniões entre os executivos das emissoras e o ex-BTG Marco Gonçalves, que assumiu o comando da Simba Content. A ideia é que todas as operações em parceria fi quem penduradas na joint venture. Neste momento, SBT, Record e Rede TV estão no meio de uma batalha com as operadoras de TV por assinatura. A Vivo já concordou em pagar pelo conteúdo. As negociações com Net, Claro, Embratel e Oi prosseguem. Segundo a Simba, a Sky foi a única que, até agora, não aceitou negociar.

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29.03.17
ED. 5588

A nova youtuber

Em baixa na Record, Xuxa trabalha em um projeto para a emissora de TV que mais cresce: a Internet.

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27.03.17
ED. 5586

Se eu quiser falar com Deus…

A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) tem sido procurada por empresas que atuam no ainda incipiente segmento de MVNO, sigla em inglês para Operador Virtual de Telefonia Móvel. As investidas giram em torno da proposta de que a IURD crie sua própria operadora celular. Não seria uma iniciativa pioneira no ramo da fé. A Assembleia de Deus já oferece um serviço similar a seus fiéis desde 2015. A Sara Nossa Terra lançou há pouco mais de um mês o plano “Mais Parceiros de Deus”. No entanto, nada se compararia ao potencial de venda da Igreja Universal. Além dos sete mil templos em todo o Brasil, ela teria a sua disposição a vitrine da Rede Record. Isso para não falar do poder de persuasão do seu garoto-propaganda no 1: o próprio Edir Macedo.

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31.01.17
ED. 5550

“Xuxa Xop”

Enquanto decide seu futuro na Record – o mais provável é que o seu programa seja cancelado –, Xuxa vai pensando em novos negócios. Um dos seus projetos é ter uma rede de pet shop.

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As igrejas evangélicas, mesmo as rivais da Universal, estão organizando um culto coletivo para abençoar o futuro prefeito do Rio, Marcelo Crivella. Fala-se até em transmissão ao vivo na Record.

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28.10.16
ED. 5485

Record passa a tocha

 A Record está prestes a detonar praticamente todo o departamento de esportes. Uma fonte da emissora informou que as demissões seriam consequência da expressiva queda da receita publicitária projetada para os próximos três anos. Procurada, a Record nega os cortes. Não custa lembrar que a empresa só voltará a transmitir um evento esportivo com algum apelo em 2019: os Jogos Panamericanos de Lima, no Peru. Trata-se de um cenário bem distinto do que se via no início da década, quando a Record gastou US$ 60 milhões para transmitir com exclusividade a Olimpíada de Londres e tirou uma leva de profissionais da Rede Globo a peso de ouro.

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18.10.16
ED. 5477

Reis da voz

 João Doria pretende usar e abusar da sua veia de comunicador na Prefeitura de São Paulo, postando vídeos nas redes sociais para falar das suas realizações. Muito provavelmente, a periodicidade dos filmetes vai variar em função dos seus índices de aprovação. •••  Refeito da ressaca eleitoral, Celso Russomanno negocia com a direção da Record um horário maior para o Patrulha do Consumidor. Trata-se do quadro que apresenta no Programa da Tarde vestindo o seu tradicional figurino de defensor dos incautos. Mira, claro, em 2018.

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18.07.16
ED. 5413

Venda de estúdio é a próxima novela da Record

Nem Moisés conseguiu conduzir a Rede Record de volta ao lucro prometido. A disparada dos custos com teledramaturgia e seu impacto sobre o endividamento e os resultados da empresa forçaram a Record a tomar uma drástica medida. A emissora de Edir Macedo colocou à venda o seu complexo de estúdios, o RecNov, localizado em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio. As instalações de 28 mil metros quadrados estão arrendadas à produtora Casablanca desde o ano passado. De acordo com informações filtradas junto à própria Record, o ativo está avaliado em aproximadamente R$ 200 milhões. Não cobre sequer o passivo de curto e médio prazos da emissora, em torno dos R$ 300 milhões, segundo o RR apurou.  Maior audiência da história recente da emissora, a novela Dez Mandamentos não foi capaz de transformar ibope em rentabilidade. Pelo contrário. O prejuízo estimado pela pró- pria Record para este ano beira os R$ 100 milhões. Trata-se de um degrau a mais numa escalada que vem desde 2013, quando a emissora teve um prejuízo em torno dos R$ 50 milhões. No ano seguinte, as perdas passaram dos R$ 60 milhões. A última linha do balanço registrou um déficit de R$ 80 milhões em 2015, ano da maior aposta de Edir Macedo na teledramaturgia. A Record investiu mais de R$ 110 milhões na produção de Dez Mandamentos. O custo por capítulo foi de quase R$ 700 mil. O salto das despesas operacionais praticamente anulou o aumento da receita publicitária de 8% no ano passado. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Record.

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16.12.15
ED. 5270

Silvio Santos e Edir Macedo entram em sintonia na Rede TV

Enquanto o polêmico projeto de regulação da mídia segue trancado no fundo da gaveta de Eduardo Cunha, está no ar um redesenho do mercado de TV aberta no Brasil. Além do notório interesse da norte-americana Turner em adquirir até 30% da Band, Silvio Santos e Edir Macedo estariam negociando a compra em conjunto da Rede TV. O controle seria igualmente repartido entre os dois empresários. Ressalte-se que as três emissoras anunciaram recentemente uma joint venture para a venda de sua programação a concessionárias de TV a cabo – ao que tudo indica, uma antessala para uma operação bem maior. Procurado, o SBT disse “não confirmar a negociação”. Record e Rede TV não se pronunciaram.  Em termos de disputa direta pela audiência, a venda da Rede TV ao SBT e à Record não teria maior impacto sobre o setor – até porque, na prática, as três permaneceriam como emissoras independentes. Não obstante o susto que andou levando recentemente, com seguidas perdas de share para a novela Dez Mandamentos, da Record, a Globo seguirá no Olimpo da TV aberta. Segundo o Ibope, de janeiro para cá, a emissora foi líder de audiência em 95% do tempo. Significa dizer que, na média, nos 1.440 minutos de um dia, a Globo fica na frente durante 1.368 minutos. SBT, Band, Rede TV e Record se engalfinham por apenas 72 minutos na dianteira.  O grande ganho de Silvio Santos e Edir Macedo com a compra da Rede TV viria da possibilidade de tirar um concorrente do caminho, automaticamente herdar seu pedacinho no bolo da receita publicitária do setor (R$ 67 bilhões no total, a números de 2014) e ter maior poder de barganha na negociação com os anunciantes. Haveria ainda algumas vantagens periféricas. A aquisição permitiria a Silvio Santos ter um balcão televisivo a mais no momento em que acaba de relançar o baú da felicidade – há quem diga que o próprio Edir Macedo seria um sócio discreto da empreitada. Macedo, por sua vez, teria o tão sonhado segundo canal de TV aberta para rechear a programação com cultos da Igreja Universal, sem sacrificar em demasia a grade e a estratégia comercial da Record.  Nos últimos anos, SBT, Record, Band e Rede TV têm se unido na tentativa de reagir ao poderio da Globo. A medida de maior impacto foi a formação do consórcio que trouxe para o Brasil a alemã GfK, um dos maiores institutos de opinião da Europa. Desta maneira, o quarteto conseguiu quebrar a hegemonia do Ibope na medição da audiência no Brasil. Mas este pool não é um monolito. Se, fora dele, exista um oponente em comum, dentro todos continuam brigando contra todos. Neste caso, SBT e Record são os predadores e a Rede TV aparece como a presa mais frágil. Faz algum tempo que a emissora de Amilcare Dallevo e Marcelo de Carvalho convive com insistentes rumores sobre sua venda. Há pouco mais de um ano, por exemplo, o apresentador Ratinho chegou a abrir conversações para a compra da empresa, mas teria desistido por conta do passivo trabalhista.

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A operação brasileira do YouTube não teria atingido as metas de receita estipuladas pelo Google, seu controlador. Ao mesmo tempo, está perdendo a disputa por parcerias com emissoras abertas. Até o momento, fechou apenas com a Record. Já seu maior rival, a Netflix, selou acordos com Band e SBT. É por essas e outras que Alvaro Paes e Barros, nº1 do YouTube no Brasil, corre o risco de perder o cargo em 2016. A empresa nega a saída do executivo.

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27.05.15
ED. 5129

Dez mandamentos

A Rede Record teria fechado o balanço de 2014 com um prejuízo de R$ 100 milhões. Resultado: está a caminho mais uma temporada de cortes. No Rio, todo o jornalismo deverá ser transferido do bairro de Benfica para os estúdios de Vargem Grande.

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