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08.04.16
ED. 5344

Perda de energia

 O market share da Red Bull tem batido asas para longe. A empresa ainda mantém uma confortável liderança no mercado brasileiro de bebidas energéticas, mas, em três anos, sua participação caiu de 62% para perto de 50% – a companhia afirma que, em 2015, recuperou um pouco de share. Cada pontinho evaporado representa R$ 30 milhões a menos de faturamento por ano.

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08.09.15
ED. 5201

Red Bull bate suas asas sobre a Globalbev

O diretor-geral da Red Bull na América Latina, Pedro Navio, tomou duas latinhas de energético e partiu com tudo na direção da Globalbev. Em jogo, a compra da terceira maior empresa do segmento no país, fabricante das marcas Flying Horse e Extrapower. Controlada pelo investidor mineiro Bernardo Lobato, a companhia tem entre seus acionistas João Paulo Diniz e Henrique Pinto, ex-controlador da construtora Tenda. No ano passado, faturou cerca de R$ 500 milhões. A investida sobre a Globalbev tem uma motivação principal: a Red Bull está sedenta para comprar mercado – neste caso os aproximadamente 8% do segmento que estão nas mãos da empresa paulista. Foi a mesma razão que há pouco mais de um ano levou o grupo austríaco a sondar a TNT, divisão de energéticos da Cervejaria Petrópolis. Neste momento, a grande missão de Pedro Navio, há quatro anos no comando da Red Bull na América Latina, é recuperar o share no Brasil, disparadamente a maior operação da companhia na região. O grupo ainda detém, com folga, a primazia do mercado brasileiro, com 50% das vendas de energéticos. Mas, no fim da década passada, chegou a ter mais de 60% do segmento. * As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Red Bull e Globalbev.

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