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25.08.20

Um trem na direção da Queiroz Galvão

O Ministério Público do Rio decidiu jogar foco nas investigações sobre desvios de recursos na construção da Linha 4 do metrô do Rio, que estavam devagar. Nos corredores do MP, circula, inclusive, a informação de que novas acusações deverão vir à tona nas próximas semanas. O horário para esse trem passar não seria por acaso. O MP -RJ quer agir antes que o STJ venha a julgar o pedido de suspensão dos processos contra a Queiroz Galvão, responsável pelas obras da Linha 4 durante o governo Cabral. Consultada, a 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania do MP-RJ, responsável pelo caso, informou que “não comenta investigações em andamento.

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30.07.20

Água e esgoto

No rastro do novo marco regulatório do setor, a Queiroz Galvão estuda entrar nas privatizações da área de saneamento. Seu alvo prioritário é a mineira Copasa.Seria a volta do grupo às grandes licitações de concessões públicas após a Lava Jato.

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05.06.20

Habeas corpus para Raupp

Os advogados do ex-senador Valdir Raupp (MDB-RO) estudam entrar no STF com um pedido preventivo de habeas corpus. Sinal de apreensão com o julgamento de Raupp na 2a Turma do próprio Supremo, marcado para a próxima terça-feira. Ele e dois assessores parlamentares são acusados, no âmbito da Lava Jato, de ter recebido propina da Queiroz Galvão. Segundo as investigações, o pagamento de R$ 500 mil teria sido contrapartida para contratos firmados entre a empreiteira e a Petrobras.

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18.05.20

Ferrugem no casco

O que já era ruim ficou muito pior: com a pandemia, o fiapo de esperança que Camargo Corrêa e Queiroz Galvão tinham de vender o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) evaporou. Conversas que vinham sendo mantidas com investidores de Cingapura foram interrompidas. Em recuperação judicial, o EAS emborcou com uma dívida de R$ 1,4 bilhão – R$ 1 bilhão apenas com o BNDES. Hoje, trata-se praticamente de uma empresa fantasma. Não há mais do que 20 funcionários nas instalações do estaleiro em Pernambuco.

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Sem novos contratos à vista, o Atlântico Sul busca comprador para um terreno no Porto de Suape (PE). O estaleiro da Camargo Corrêa e da Queiroz Galvão precisa fazer dinheiro o quanto antes. Em recuperação judicial, soma mais de R$ 1,2 bilhão em dívidas e não tem mais do que R$ 150 milhões em caixa.

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18.02.20

Lava Jato peruana avança sobre OAS, Andrade e Queiroz Galvão

A “Lava Jato” do Peru volta a assombrar as empreiteiras brasileiras. Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e OAS receberam, na semana passada, uma notificação do Instituto Nacional da Defesa da Concorrência peruano. As três são acusadas de participar de um esquema de cartel para fraudar e vencer licitações de obras públicas no país. O espectro das investigações é amplo: envolve 35 corporações peruanas e estrangeiras que teriam manipulado concorrências de infraestrutura no país de 2002 a 2016.

Nesse período, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e OAS ampliaram consideravelmente sua presença local. Atuaram em importantes obras públicas do Peru, a exemplo do Corredor Viário Interoceânico Sul – a megaconexão rodoviária entre o Norte do Brasil e portos no Pacífico, lançada nos governos de Lula e de Alejandro Toledo –, o Parque Rímac, via expressa de 25 quilômetros em Lima, e a hidrelétrica de Inambari, na Amazônia peruana. Somados, esses projetos passaram de US$ 5,5 bilhões. Segundo o RR apurou, as três empreiteiras teriam até o fim de março para apresentar sua defesa ao órgão antitruste do Peru. Procuradas, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e OAS não se pronunciaram.

De acordo com as investigações das autoridades peruanas, o esquema de cartel se enraizou dentro do Ministério do Transporte e Comunicação local. Uma das mais importantes conexões entre as empreiteiras e o órgão era o advogado Rodolfo Prialé, principal representante do que ficou conhecido como “Club de la Construcción”, uma espécie de “Country Club da propina”. Em depoimento à Justiça peruana, três ex-dirigentes da OAS admitiram o pagamento de 25 milhões de sóis peruanos, algo equivalente a US$ 7,3 milhões, a Prialé. Além das investigações no âmbito administrativo, Andrade Gutierrez, OAS e Queiroz Galvão, assim como outras empreiteiras brasileiras, são citadas em ações judiciais da Lava Jato peruana.

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13.01.20

Inidônea

A Queiroz Galvão queima seus últimos cartuchos na tentativa de fechar um acordo de leniência com a CGU. Está difícil. Tudo indica que será a única grande empreiteira fisgada pela Lava Jato a ser declarada inidônea pela Controladoria-Geral.

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08.01.20

Metrô de São Paulo a caminho da Justiça

A linha 6 do metrô de São Paulo vai parar nos tribunais. Queiroz Galvão e UTC Participações deverão entrar na Justiça para impedir a transferência da concessão para a espanhola Acciona nos termos impostos pelo governo de São Paulo. A gestão Doria exige que o consórcio Move São Paulo, encabeçado pelas duas empreiteiras, abra mão de qualquer disputa arbitral e, principalmente, de contestação judicial contra o estado. As duas construtoras entendem que têm dinheiro a receber. O imbróglio é antigo e, só para não variar, passa por Curitiba. Tragado pela Lava Jato, o Move São Paulo interrompeu as obras da construção da linha 6. Estima-se que sejam necessários mais de R$ 12 bilhões para a sua conclusão.

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22.07.19

Pipeline

Além de negociar um aporte de US$$ 100 milhões dos próprios bancos credores, a Queiroz Galvão busca um sócio para a Constellation, seu braço de construção naval. Há conversas, ainda preliminares, com um estaleiro de Cingapura. Em recuperação judicial, a antiga Queiroz Galvão Óleo e Gás carrega uma dívida em torno de R$ 1,8 bilhão.

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09.05.19

Nos trilhos

Dois grandes grupos asiáticos, um chinês e outro japonês, vêm mantendo conversações com os governos de São Paulo e do Distrito Federal. Em jogo, a licitação da linha 6 do metrô paulistano e a privatização do Metrô de Brasília. No caso de São Paulo, são necessários R$ 8 bilhões para a conclusão das obras. A linha 6 vinha sendo construída por um consórcio entre Odebrecht, Queiroz Galvão e UTC, que deixaram o projeto.

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