Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
06.10.17
ED. 5720

A falta do Latorraca

Em entrevista à imprensa, o presidente da PwC, Fernando Alves, exibiu mais uma vez seu raciocínio complexo, sagaz e original. Ontem, nos corredores da empresa, um coro das Penélopes formado por seus funcionários cantava: “hei, hei, hei, o ́Bigode ́ é nosso rei.”

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.04.17
ED. 5592

The winner isn ́t PwC

Enfim, uma boa notícia para a PwC. O Oscar de auditora mais multada pela CVM vai para a Deloitte, na categoria valor, e a KPMG, na categoria número de processos. Mesmo com a lambança na cerimônia de premiação pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas norte-americana, quando trocou o nome do principal laureado, e da associação do seu nome aos dois maiores escândalos de corrupção do país – a firma foi auditora da Odebrecht e da Petrobras –, a PwC escapou desse Oscar às avessas.

O RR fez uma pesquisa no site da CVM no último dia 28 – como se sabe, a lista dos processos é permanentemente atualizada – e varreu as multas das empresas de auditoria desde 1999. As big four lideram o pelotão de infrações. A E&Y é quem sai menos machucada, com apenas uma multa, no valor de R$ 65 mil.

A PwC vem logo após, como a auditora menos punida, com seis multas, no total de R$ 27,8 milhões. A KPMG perde o prêmio máximo do Oscar reverso, referente ao valor das multas (R$ 8,6 milhões), mas ganha um honroso primeiro lugar no número de processos, com 16 citações. The winner is Deloitte, com 12 processos e R$ 85,2 milhões em multas. As inscrições para o Oscar reverso de 2018 estão abertas desde já. No próximo ano, o RR confere.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 José Serra pretende não só participar do road show dos outros ministros no exterior, mas também organizar os seus individuais. Desafia quem vai captar mais.  Se a República de Curitiba quiser depurar suas investigações na Lava Jato, recomenda-se ouvir o presidente da PwC, Fernando Alves, um expert em Odebrecht e Petrobras.  Geraldo Alckmin trabalha junto ao Planalto para que recursos do FI-FGTS também sejam usados na venda de concessões estaduais. Puxa a brasa para a sua Cesp .  

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.12.15
ED. 5266

Opereta

 Sem mudar seu estilo pimpão, o presidente da PwC Brasil, Fernando Alves, tem sofrido como se fosse a Isolda de Tristão. O “Bigode”, como o superlativo auditor é carinhosamente chamado, chora pela Odebrecht. É uma dor lancinante.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.