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planos
18.10.17
ED. 5727

De olho

O fundo Mubadala está de olho no pré-sal brasileiro.

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13.07.17
ED. 5660

Reencarnação

A Pré-Sal Petróleo (PPSA), que já era dada como morta, está timidamente ressurgindo das cinzas. Vai, inclusive, contratar 15 funcionários, na contramão do processo de esvaziamento que sofreu nos últimos meses. Procurada, a PPSA confirmou o processo seletivo público.

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18.11.16
ED. 5498

Poço seco

Poço seco Ibsen Flores Lima, que assumiu a presidência da Pré-Sal S/A no lugar de Oswaldo Pedrosa – cuja saída foi antecipada pelo RR em 5 de outubro –, terá de fazer mais com menos. Estima-se que o orçamento da estatal para 2017 será 20% inferior ao deste ano. Em tempo: a PPSA conta com algo em torno de 30 funcionários, uma média aproximada de sete subordinados para cada um dos quatro diretores.

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14.10.16
ED. 5475

Shell e chineses

A Shell e as chinesas CNOOC e CNPC costuram um consórcio para a próxima rodada de leilões no pré-sal, prevista para o primeiro semestre de 2017. Os três grupos já são sócios no mega-campo de Libra, onde têm ainda a companhia da Total e da própria Petrobras . • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Shell, CNOOC e CNPC.

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 O presidente da natimorta Pré-Sal Petróleo S/A (PPSA), Oswaldo Pedrosa, está de saída da estatal. Pedrosa teria acertado com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, que permanecerá até o fim de novembro, o tempo necessário para o governo definir o substituto ou – quem sabe? – extinguir a empresa de vez. A PPSA é um arremedo do projeto original, sem verba e com apenas 30 empregados. Consultada, a estatal disse não ter conhecimento sobre o assunto.

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03.10.16
ED. 5467

Parente agradece

  O deputado José Carlos Aleluia (DEM/BA), relator do projeto de lei que tira da Petrobras a obrigação de ser a operadora de todos os blocos do pré-sal, conseguiu o apoio das lideranças dos partidos da base do governo e até de oposição, como o PDT, para levar a matéria ao plenário da Câmara neste mês. Se não houver alteração, o PL seguirá direto para sanção presidencial.

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05.05.16
ED. 5362

Shell aumenta sua aposta no pré-sal

 A Shell está envolvida simultaneamente em duas operações capazes de alavancar significativamente sua posição no mercado brasileiro de E&P. De um lado, estaria negociando a compra de parte das ações da Petrobras no megacampo de Libra, o mais celebrado dos ativos do pré-sal; do outro, já teria apresentado uma oferta pelos 25% da Repsol Sinopec em Sapinhoá, na Bacia de Santos. Nos dois casos, a Shell está dobrando sua aposta em operações das quais já participa. Em Libra, a empresa ampliaria sua fração de 20% para 30%, tornando-se a maior acionista, ao lado da própria Petrobras – juntas têm 60%. O restante das ações permaneceria nas mãos da Total e das chinesas CNOOC e CNPC. Em relação à Sapinhoá, a Shell se tornaria sócia majoritária com 55% – a companhia já detém 30% do consórcio herdados com a aquisição do controle mundial da BG. Os outros 45% estão nas mãos da onipresente Petrobras. Juntos, os campos de Libra e Sapinhoá somam de 10 a 14 bilhões de barris em reservas estimadas.  Entre sístoles e diástoles, a Shell tem feito uma rearrumação em seu portfólio de ativos no Brasil. A nova temporada de aquisições sucede um ciclo de desmobilização de participações que se estendeu ao longo dos últimos dois anos. Nesse período, entre outras operações, os anglo-holandeses venderam 23% do Parque das Conchas (BC- 10), na Bacia de Campos, para a Qatar Petroleum . Desfizeram-se também de 20% do BM-ES-23, no Espírito Santo, negociado para a tailandesa PTTEP . Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Shell, Repsol Sinopec e Petrobras .

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22.03.16
ED. 5332

Campo minado

 A Petrobras está sentada em um megacampo de petróleo na área do pré-sal, segundo fonte da companhia. A estatal conta, reconta e não divulga a descoberta. Em outras épocas, um fato como esse jogaria água fria na fervura política, mas pode ser que a boa nova sequer venha à tona na gestão de Dilma Rousseff. Por ora, de anúncio mesmo só o prejuízo de R$ 35 bilhões em 2015.

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16.02.16
ED. 5307

Dilma poderia tirar todas as amarras do pré-sal

  Dilma Rousseff aceita mudar a regra de participação obrigatória em 30% nos consórcios do pré-sal – o RR cantou a pedra na edição da última sexta-feira. Tudo muito bem, tudo muito bom. A presidente já tinha topado flexibilizar a exigência de conteúdo nacional na fabricação de equipamentos para o pré- sal. O governo poderia, Dilma poderia tirar todas as amarras do pré-sal então, seguir no surto de bom senso e desengessar os recursos que serão arrecadados com a exploração da camada. Hoje, 75% vão obrigatoriamente para a educação e 25% para a saúde. Bobagem! No ano seguinte, poderiam ir 40% para a educação e 60% para a saúde. E, no calendário pós-seguinte, 50% para educação e saúde e 50% para o reaparelhamento das Forças Armadas. Ou vice-versa. O que interessa é a prioridade da ocasião. Querem fazer direito? Que chamem, então, o ex-ministro João Paulo dos Reis Velloso, que ele quebra a norma ad eternum e monta um plano plurianual com pé e cabeça. Verbas imobilizadas para todo o sempre só no Brasil.

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27.04.15
ED. 5108

Sinopec ganha um bilhete premiado para o pré-sal

 O empréstimo no valor de US$ 3,5 bilhões obtido pela Petrobras junto ao Banco de Desenvolvimento da China (CDB) passa ao largo da cessão de petróleo ao país asiático, como disse o próprio presidente da estatal, Aldemir Bendine. Os chineses querem, sim, o óleo brasileiro, mas in loco. A principal contrapartida ao financiamento é a possibilidade de um avanço ainda maior dos asiáticos no pré-sal. Mesmo que informalmente, a Sinopec passará a ter o status de parceira preferencial da Petrobras tanto em novas investidas quanto nas operações já em curso. Significa dizer que a companhia chinesa sai na frente na disputa pelos ativos que poderão ser negociados pela estatal, a começar justamente pelas participações nos blocos em que os dois grupos já estão juntos.  É o caso do BMC-33. Por meio da Repsol Sinopec, os chineses detêm 35% do consórcio, mesma fatia da norueguesa Statoil – o restante está nas mãos da Petrobras. Até o momento, já foram perfurados três poços no local, com reservas estimadas em aproximadamente 1,4 bilhão de barris. Os asiáticos querem também beliscar uma participação maior no BM-S-9, na Bacia de Santos. No momento, a Sinopec detém a menor fatia do bloco: 25%. O maior pedaço pertence justamente a  Petrobras (45%). Os outros 30%, originalmente do BG Group, estão sendo herdados pela Shell. Este é um dos ativos mais importantes da estatal e, não por acaso, um dos mais cobiçados pelos chineses. O interesse maior recai sobre o campo de Sapinhoá, que hoje responde por quase 20% da produção total de petróleo no pré-sal brasileiro. O aumento da participação da Sinopec neste bloco já pagaria, com juros e correção monetária, uma parcela expressiva do empréstimo do CDB a  Petrobras.

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31.03.15
ED. 5091

Pré-Sal Petróleo não saiu sequer da superfície

Caro leitor, responda rápido: você se lembra da Pré- Sal Petróleo S/A (PPSA)? Pois é… Pouco mais de um ano e meio após ser criada em meio a grandes expectativas e intensas disputas políticas, a estatal responsável pela gestão dos contratos de partilha no pré-sal vive, ou melhor, sobrevive nas sombras. Instalada no edifício no 1 da Avenida Rio Branco, no Centro do Rio – em Brasília, sede oficial, ainda não há sequer um escritório definitivo -, a empresa é hoje uma repartição pública esquálida, com reduzido poder de influência sobre o setor e sérias limitações de orçamento. Ao longo de todo o ano passado, a PPSA recebeu da União um aporte de aproximadamente R$ 15 milhões. Não deu nem para o gasto. Concebida para ter cerca de 180 profissionais, a empresa não conseguiu chegar nem perto deste número. Hoje, o efetivo é composto por pouco mais de 30 funcionários, contabilizando- se o presidente, Oswaldo Pedrosa, e outros três diretores. Apesar de todo o empenho, o mirradinho corpo técnico não consegue dar vazão a s demandas que chegam a  estatal. Embora, até o momento, suas atribuições sejam meramente burocráticas, o volume de trabalho cresceu razoavelmente desde o surgimento da empresa. O total de reservas sob o guarda-chuva da PPSA mais do que duplicou em um ano e meio. Hoje, este manancial oscila entre 18 bilhões e 30 bilhões de barris, considerando- se a soma dos campos de Libra, Búzios, Atapu, Sépia e Itaipu, todos com participação da Petrobras. Além da gestão dos contratos de partilha, a estatal atua na intermediação de acordos de individualização de produção em blocos contíguos, ou seja, uma espécie de juiz de paz entre vizinhos do pré-sal. A PPSA foi atingida pela tempestade perfeita. A Lava Jato e o consequente estado de inanição da Petrobras – associados ao hiato de leilões no pré-sal (a próxima rodada está prevista apenas para 2016) e os drásticos cortes no orçamento da União – jogaram por terra as projeções financeiras da empresa. A rigor, a estatal tem duas fontes de receita: uma a futuro, leia-se a participação nos lucros dos blocos do pré-sal; outra, referente aos bônus de assinatura dos contratos de concessão. Pelo menos assim dizia o script. No entanto, até hoje a PPSA ainda não teria recebido os R$ 50 milhões relativos a  outorga do campo de Libra.

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07.10.14
ED. 4973

Van Leeuwen gasta os tubos de olho no pré-sal

 Que energia verde, que nada! A holandesa Van Leeuwen, recém-chegada ao Brasil, quer saber mesmo é de pré-sal. O grupo, que comprou o controle da Tubexpress, vai virar a chave da empresa – historicamente focada na distribuição de tubos e equipamentos para usinas de etanol. “a“leo, óleo e mais óleo”, esta é a estratégia da Van Leeuwen. Os holandeses vão direcionar parte expressiva da produção da Tubexpress para a área de E&P, com o propósito de atender grandes petroleiras que já são suas clientes na Europa. Os investimentos incluem a expansão dos centros de distribuição de Osasco e São Carlos, projeto que deve consumir cerca de R$ 30 milhões. As medidas da Van Leeuwen não chegam a surpreender. Estranho seria se os holandeses tivessem comprado a Tubexpress para deixar tudo como está. Enquanto os pedidos para a indústria sucroalcooleira derretem por razões mais do que notórias, só a Petrobras deverá desembolsar, até 2018, cerca de US$ 100 bilhões em encomendas para o pré-sal. Aliás, a Avenida Chile é um endereço obrigatório para a Van Leeuwen, que, até o momento, ainda não tem um contrato sequer com a estatal.

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24.09.14
ED. 4964

Gazprom avança em bloco sobre a camada do pré-sal NA

 O modesto escritório da Gazprom na Avenida Nilo Peçanha, no Centro do Rio, não faz jus ao tamanho das ambições da companhia em relação ao Brasil. O principal executivo do grupo no país, Shakarbek Osmonov, recebeu sinal verde de Moscou para deslanchar um plano de aquisições na área de E&P, com foco nas reservas do pré-sal localizadas nas bacias de Campos e de Santos. No momento, o radar aponta na direção da Anadarko e da Maersk, vistas pelos russos e – por que não? – por boa parte do mercado como duas portas entreabertas para a chegada de forasteiros. A Gazprom tem interesse em três concessões da Anadarko em Campos – BM-C- 30, BM-C-29 e BM-C-32. Não custa lembrar que, há cerca de três anos, a empresa norte- americana chegou a procurar comprador para suas operações no Brasil. A estatal russa olha também para ativos da Maersk, notadamente as participações nos campos de Wahoo e de Itaipu, no litoral norte do Rio. Ressalte-se que, ao longo do ano, a companhia dinamarquesa se desfez de diversas operações no Brasil. Desde então, gasta mais tempo para desmentir os rumores de que vai deixar o país do que para furar poços. Procurada, a Maersk informou que “continua a amadurecer suas perspectivas brasileiras com parceiros”. Maior empresa de gás do mundo, com 13% da extração global, a Gazprom já ensaiou alguns negócios no Brasil, mas, até o momento, o placar está em branco. Ao que parece, o período de mera contemplação do mercado está chegando ao fim. Além da investida para a compra de participações em blocos petrolíferos, a Gazprom pretende investir no transporte de gás. Um dos caminhos cogitados pelos russos é se associar a  Petrobras para a construção de gasodutos.

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06.06.14
ED. 4887

Rolls Royce estaciona no pré-sal

 A Rolls Royce está montando no Brasil sua maior operação da área naval fora da Europa. Além da já anunciada construção de uma fábrica de equipamentos marítimos em Duque de Caxias (RJ), os ingleses planejam instalar uma segunda planta, desta vez no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade ficará no complexo industrial do grupo no bairro carioca, onde atualmente são produzidas turbinas para geração elétrica. No total, os investimentos da divisão marítima da Rolls Royce deverão chegar perto dos US$ 300 milhões, valor que inclui também a abertura de um centro de treinamento em Niterói. No embalo do pré-sal, o foco principal da Rolls Royce é a produção de equipamentos para embarcações e plataformas de petróleo. Com estes investimentos, o Brasil se credencia, desde já, a ser a sede dos negócios da divisão marítima do grupo na América Latina, status disputado também pela subsidiária mexicana – ressalte- se que os britânicos têm uma expressiva operação no Golfo do México. Os planos para o Brasil incluem ainda a montagem de bases de apoio offshore e de centros de manutenção e logística, também voltados ao atendimento de empresas de exploração e produção. Na Rolls Royce, cogita-se também a possibilidade de compra de ativos no setor. Um caminho natural seria uma oferta pelas operações da Alstom, que já há algum tempo estuda se desfazer de parte de suas operações no Brasil. Oficialmente, a Rolls Royce nega qualquer investida sobre os negócios da Alstom. Também consultados sobre a construção da fábrica em Santa Cruz, os ingleses não se pronunciaram.

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06.05.14
ED. 4864

Aécio descobre seu pré-sal eleitoral

A exploração política da Petrobras promete ir muito além do pré-sal eleitoral. O candidato Aécio Neves pretende colocar no seu balaio de campanha a promessa de gestão autônoma da estatal. A proposta da “Petrobras independente” será embalada e vendida como a cura para todos os males que assolam a companhia. A medida, portanto, seria um elixir contra o “aparelhamento partidário”, as “interferências políticas”, “os desmandos administrativos”, a “corrupção generalizada” e todas as demais manchas que a oposição, da noite para o dia, passou a enxergar na pele da estatal. Ao lado da bandeira da autonomia administrativa da Petrobras, Aécio Neves vai lançar outra promessa de campanha: a fixação de regras para a correção periódica dos preços dos combustíveis. Exequível ou não – e quem se importa com isso? -, a proposta permitirá a Aécio levantar a bola para si próprio. O candidato do PSDB pretende bater forte na defasagem dos preços dos derivados de petróleo e seu impacto sobre a estatal, apontando para fatos que atestariam os danos causados pelo governo do PT. Um deles seria a desvalorização das ações, que custou a  petroleira a queda do 12º posto para o 120º lugar no ranking das maiores empresas dos países emergentes. A natureza não foi tão perfeita assim com tucanos e congêneres. O mal das aves é que as penas ficam expostas. Ciente dos próximos passos de Aécio Neves, o governo já prepara uma contraofensiva. A intenção do PT é mostrar que por trás das propostas de Aécio esconde-se uma privatização disfarçada da Petrobras, que traria a reboque todos os procedimentos e práticas que durante a gestão de FHC receberam a alcunha de “privataria”. Em tempo: são os peixes e não os pássaros que morrem pela boca, mas ontem, em São Paulo, o candidato tucano talvez tenha falado mais do que deveria. Ao soltar o comentário “Meu Deus, quem disse que nós vamos privatizar a Petrobras? Nós vamos é reestatizá-la”, mais pareceu um menino preocupado em mostrar que não estava com a mão amarela.

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