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29.05.17
ED. 5628

Brigas de condomínio

Mesmo no apocalipse, ou talvez por causa dele, Brasília não perde de vista seus interesses mais paroquiais. Dois exemplos dessas miudezas:

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Na semana passada, o Palácio do Planalto decidiu, às pressas, fatiar a Suframa entre o PSD, de Gilberto Kassab, e o PRB, partidos que têm votado com o governo no Congresso. Dias antes, já havia exonerado Rebecca Garcia da superintendência da Zona Franca de Manaus. A razão? Ela foi indicada para o cargo pelo senador Eduardo Braga, que faz parte da ala fugidia do PMDB.

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O deputado Jovair Arantes, um dos líderes da bancarada ruralista, briga para manter Francisco Bezerra na presidência da Conab. O ministro Blairo Maggi quer arrastar o cargo para a sua cota.

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05.08.16
ED. 5427

Portas abertas

 PDT e PRB já abriram as portas ao senador Romário. A permanência do ex-jogador no PSB tornou-se uma incógnita após a sua mal contada desistência de concorrer à Prefeitura do Rio.

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27.04.16
ED. 5356

Temer corre para apagar o nome de Caiado

 A possível indicação de Marcos Pereira, presidente do PRB, para o Ministério da Agricultura de Michel Temer atende a dois propósitos: quitar o apoio do partido ao impeachment de Dilma Rousseff e debelar um princípio de incêndio junto ao agronegócio, importante aliado da “candidatura Temer”. O incêndio em questão tem nome e sobrenome: Ronaldo Caiado. Segundo o RR apurou, em 14 de abril, dois dias antes da votação do impeachment na Câmara, Temer convidou Caiado para ocupar um super Ministério da Agricultura, unificado à Pasta do Desenvolvimento Agrário. A escolha provocou uma forte reação no setor, que se uniu contra o nome de Caiado e, tudo indica, alcançou seu intento, obrigando Temer a mudar de direção.  De acordo com uma fonte ligada à Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o presidente em exercício da entidade, João Martins, teria conversado com Temer na última quarta-feira para manifestar o descontentamento do setor com a então iminente indicação de Caiado. Fundamental na votação do impeachment de Dilma Rousseff, a bancada ruralista também já atirou suas lanças contra a ida do senador para o Ministério da Agricultura. Neste caso, a insatisfação teria chegado ao pé do ouvido de Temer na voz dos deputados do PP gaúcho Luiz Carlos Heinze e Jerônimo Goergen.  Ronaldo Caiado é dose até mesmo para os grandes proprietários rurais. Há um consenso de que sua eventual indicação para o Ministério, caso Temer volte uma casa e insista no seu nome, poderá se voltar contra o próprio setor, dada a forte resistência que o senador encontra junto à mídia e mesmo a pequenos e médios agricultores. Estes últimos sempre acusaram a UDR, a casa de Caiado, de defender os interesses do andar de cima do campo. Além disso, o senador carrega a pecha de explorador de mão de obra rural. Ressalte-se, que, em 2013, quando era deputado federal, votou contra a chamada PEC do Trabalho Escravo.

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23.11.15
ED. 5253

Nostalgia olímpica

 Aproveitando-se do estremecimento nas relações do Planalto com o PRB e o ministro dos Esportes, George Hilton, o PC do B se articula para retomar a Pasta. Seu nome para o cargo é o deputado Orlando Silva. Seria um déjá vu olímpico: Silva era ministro dos Esportes quando o Rio foi escolhido para sediar os Jogos.

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