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31.03.22

Petrobras avalia corte nos preços dos combustíveis

Dentro da sua particular lógica política, deliberadamente ou não, Jair Bolsonaro pode ter acertado no timing da troca de comando na Petrobras. Existe uma razoável probabilidade de a estatal reduzir os preços dos combustíveis,  coincidentemente logo no início da gestão de Adriano Pires. Isso, ressalte-se, sem que o novo presidente da Petrobras mude uma vírgula na política comercial da companhia, baseada no conceito de PPI (Paridade de Preço Internacional). Muito pelo contrário.

Segundo fonte da própria estatal, a hipótese de um corte dos preços em abril já está sobre a mesa em razão dos cenários e cálculos técnicos feitos pela área de Comercialização e Logística. Consultada pelo RR, a Petrobras afirmou que “não antecipa informações sobre reajustes”. Desde a semana do último reajuste anunciado pela Petrobras, no dia 10, o preço do brent no mercado internacional já recuou 21%. Cabe lembrar que, poucos dias antes do aumento, o valor do petróleo havia atingido o seu pico desde o início da guerra entre Rússia e Ucrânia (US$ 140 o barril).

Outro ponto que contribui para uma queda dos preços dos combustíveis é o alívio no câmbio: desde a primeira semana de março, o dólar caiu 6,4% – de R$ 5,11 para os R$ 4,78 de ontem. Ressalte-se que as projeções da área de Comercialização e Logística da Petrobras são atualizadas regularmente em função de um sem-número de variáveis. Mas, à luz dos números de momento, a tendência é que Adriano Pires assuma a presidência da companhia em um ambiente favorável para o anúncio de um corte dos preços. Do ponto de vista político e eleitoral, seria um prato cheio para Bolsonaro capitalizar a troca de presidente na Petrobras.

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26.01.22

Carta registrada

O RR apurou que a secretária especial do PPI, Martha Seillier, trabalha para abrir a consulta pública relativa à privatização dos Correios até o próximo dia 10 de fevereiro. Se a venda da estatal vai mesmo sair, já são outros quinhentos.

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12.02.21

Índice de rejeição

Pelo andar da carruagem, a secretária especial do PPI, Martha Seillier, terá de fazer ajustes no edital para emplacar a privatização do Porto de Vitória. Potenciais candidatos exigem a retirada da cláusula que obriga o futuro concessionário a construir um viaduto em Vila Velha. O entendimento é que o governo está tentando transferir um gasto que são seus.

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08.01.21

Dois em um

A secretária do PPI, Martha Seiller, cogita embrulhar as privatizações da CBTU e da Trensurb, os trens urbanos de Porto Alegre, em um só pacote.

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30.08.19

O dilema da CBTU

O governo ainda hesita em relação ao modelo de venda da CBTU, uma das 17 privatizações previstas no PPI. Investidores do setor têm demonstrado inapetência diante do esquartejamento da empresa por cidades. Na CBTU há filé mignon, como a operação de trens urbanos de Belo Horizonte, e carne de pescoço, como os deficitários sistemas ferroviários de Natal e João Pessoa.

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08.02.19

Fast track

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ministro-chefe da Secretaria de Governo, está ampliando seu perímetro de atuação. A Secretaria do PPI, pendurada no seu Gabinete, será a responsável por comandar os processos de desapropriações de terras e imóveis com o objetivo de agilitar a licitação de rodovias e ferrovias.

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Enquanto o PPI, pilotado por Moreira Franco, não sai do papel, o governador do Paraná, Beto Richa, busca investidores para viabilizar a construção da ferrovia entre o Porto de Paranaguá e o Mato Grosso do Sul. O projeto já foi apresentado à China Railway. O custo gira em torno de R$ 9 bilhões. A ideia é que a Ferroeste, ligada ao governo do Paraná, tenha um pedaço do negócio.

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11.09.17

Contencioso com a CRT é o novo solavanco no caminho do PPI

Invepar, Queiroz Galvão e Carioca Engenharia surgem como um quebra-molas a mais na acidentada estrada do Programa de Parcerias para Investimentos (PPI). Na semana passada, segundo o RR apurou, a 8ª Vara Federal de Brasília deferiu o pedido de revisão de contrato da Concessionária Rio-Teresópolis (CRT), controlada pelo referido trio. A CRT é uma das concessões incluídas no PPI.

Ao menos, por enquanto. A ANTT tem até o fim de outubro para apresentar uma proposta de reequilíbrio contratual capaz de compensar distorções econômico-financeiras na concessão – procurada, a agência disse ainda não ter sido intimada sobre o caso. A decisão, no entanto, acendeu um sinal de alerta no governo: o receio é que os acionistas da CRT aproveitem a brecha para tentar evitar judicialmente a relicitação antecipada da concessão e brigar pela extensão do contrato.

O governo, ao que parece, terá de passar por ziguezagues nos tribunais para deslanchar o PPI. O caso CRT pode se transformar em perigosa jurisprudência e abrir brecha para que outras concessionárias em condições similares também questionem a licitação antecipada. O contrato da CRT expira apenas em 2021. Mas, na ânsia de catar de tudo que é lado concessões para engordar o PPI e adiantar receitas, o governo decidiu ofertar a autorização ao mercado de imediato.

Também se enquadra nesta situação uma das maiores operações rodoviárias do país, a Nova Dutra, da CCR. Sua licença vence igualmente em 2021, mas a concessão já foi jogada no balaio do PPI. O mesmo se aplica à Concer, da Triunfo Participações. Ao menos no caso da CRT, o temor do governo não é infundado: a petição impetrada pela companhia na 8ª Vara Federal, à qual o RR teve acesso, levanta a hipótese de prorrogação do prazo da licença da CRT como ressarcimento de perdas sofridas pela operadora. O documento cita prejuízos causados por questões variadas, do fechamento de praças de pedágio a reajustes de tarifas represados.

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20.06.17

Munição do FI-FGTS

O FI-FGTS será uma das armas de maior calibre utilizada pelo governo para descarregar recursos na economia – conforme informou o RR na edição de 9 de junho. O fundo, administrado pela Caixa Econômica, tem cerca de R$ 7 bilhões de munição reservados para o PPI.

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Por falar em PPI, o governo pretende marcar o leilão da Ferrogrão para a primeira quinzena de setembro. Trata-se de um projeto de R$ 12 bilhões.

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01.06.17

Empreiteiras do segundo tempo

O que há em comum entre Toniolo Busnello, Paulitec e Serveng-Civilsan? As três são exemplos de empreiteiras do segundo grupo que pretendem participar dos próximos leilões de infraestrutura ou mesmo arrematar concessões rodoviárias em operação, ocupando o espaço deixado pelo primeiro time da construção pesada. O foco principal é o PPI – embora, a esta altura do campeonato, ninguém saiba se vai mesmo sair do papel. O modelo idealizado cai bem ao perfil destas construtoras, de menor fôlego financeiro. O concessionário assumiria a operação e manutenção da via, mas sem responsabilidade direta pelas obras de infraestrutura, que seriam financiadas com recursos públicos.

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