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07.06.17
ED. 5635

Maggi 2018: Brasília, Cuiabá ou Curitiba?

Blairo Maggi está relutante em ser candidato à presidência da República em 2018, como defende a cúpula do PP, seu partido. Pesquisa recém-chegada às suas mãos mostra que ele terá uma eleição tranquila, em primeiro turno, caso se candidate ao governo do Mato Grosso. No entanto, o risco é que nem o desejo do PP nem a sua própria vontade determinem o futuro político de Maggi. Os ventos de Curitiba sopram que o ministro da Agricultura já teria sido citado nos depoimentos do ex-governador do Mato Grosso, Silval Barbosa, à Lava Jato.

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15.06.16
ED. 5390

Nova política, velho apoio

 O PP vai embarcar em peso na candidatura de João Doria Jr. a prefeito de São Paulo. O próprio Paulo Maluf já avisou que faz questão de se engajar na campanha e subir no palanque. Deve ser a tal “nova política” a que Doria tanto se refere

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29.04.16
ED. 5358

Overbooking

Michel Temer, ao que tudo indica, vendeu o mesmo assento no teatro para dois espectadores diferentes. Além do retorno ao Ministério das Cidades, Gilberto Kassab espalha que terá o direito de nomear o novo presidente da Caixa Econômica. O PP, por sua vez, garante que a cadeira é sua e ninguém tasca: o partido já teria, inclusive, indicado o ex-ministro Gilberto Occhi.

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14.04.16
ED. 5348

Corpo a corpo

 Até domingo, Lula deverá ter pelo menos mais uma conversa olho no olho com Ciro Nogueira, presidente do PP. É bom lembrar que, para todos os efeitos, o partido rompeu com o governo, mas Nogueira não.

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11.04.16
ED. 5345

Funcef

 Indicado pelo PP no “toma lá, dá cá” do impeachment, Sergio Mendonça já assume a presidência da Funcef tendo que decidir pela venda ou não da participação do fundo em seis hotéis. O estudo recomendando o negócio foi deixado sobre a mesa pelo seu antecessor, Carlos Alberto Caser.  Procurada pelo RR, a Funcef não comentou o assunto.

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19.01.16
ED. 5290

Lista Youssef

 Além de mapear o caminho do dinheiro no PP, que levou a Justiça a levantar o desvio de R$ 358 milhões da Petrobras, Alberto Youssef citou em seus últimos depoimentos integrantes do partido que ainda não constam da Lista Janot.

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17.12.15
ED. 5271

Atlantic City

 O deputado Ciro Nogueira, do PP, é incansável. Mesmo com todas as atenções voltadas ao pedido de impeachment, o parlamentar continua catando assinaturas para o seu projeto de lei que propõe a reabertura dos casinos no Brasil.

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24.03.15
ED. 5086

Cetip empurra a Lava Jato para dentro da Bolsa de Nova York

 Se a Lava Jato entra por uma porta, o maior acionista da Cetip sai por outra. A Intercontinental Exchange (ICE) está decidida a deixar o negócio. O motivo é a denúncia do doleiro Alberto Youssef de que a GRV, subsidiária da Cetip, subornou parlamentares do Partido Progressista (PP) para assegurar um contrato com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Desde a semana retrasada, quando as acusações de Youssef vieram a público, o clima entre os norte-americanos e o comando da antiga clearing do mercado de capitais brasileiro é de tensão. Sócia, entre outros negócios, da Bolsa de Nova York, a ICE cobra da Cetip um posicionamento mais firme em relação ao assunto. Os norte-americanos estão irritados com o comportamento passivo da direção da companhia, a começar pelo seu presidente, Gilson Finkelsztain. O próprio fundador e CEO da ICE, Jeffrey Sprecher, chamou o assunto para si. De acordo com uma fonte próxima a  Cetip, Sprecher teve uma dura conversa telefônica com Finkelsztain dois dias após o vazamento do depoimento de Youssef. Segundo o informante do RR, Sprecher exigiu que a Cetip emitisse um comunicado oficial refutando as acusações de Youssef. Até o momento, contudo, não foi feito. Na empresa, diante da inexplicável insubordinação, Finkelsztain já é visto como uma carta fora do baralho. Para todos os efeitos, tanto a ICE quanto Finkelsztain entraram em cena quando o malfeito já estava perpetrado. De acordo com Alberto Youssef, o pagamento de propina a parlamentares do PP começou antes de a GRV ter sido adquirida pela Cetip, em dezembro de 2010, e antes também de os norte- americanos comprarem 12% do capital, em julho de 2011. Finkelsztain, por sua vez, somente assumiria a presidência da Cetip em 2013. Ainda assim, os norte- americanos estão bastante apreensivos com a possibilidade de o escândalo respingar em sua própria operação nos Estados Unidos. Não é para menos. Na condição de uma das maiores acionistas da Bolsa de Nova York, tudo o que a ICE menos quer e menos pode é ter seu nome envolvido em um escândalo dessa dimensão – o que justifica a sua disposição de deixar o negócio. Mesmo porque, além dos eventuais danos a  imagem da Cetip, o episódio pode ter um impacto considerável sobre o próprio desempenho da companhia. Ressalte-se que o contrato para o registro de gravames (restrições) a financiamentos de veículos no sistema do Denatran é hoje o maior dos negócios da empresa. Responde por 40% do faturamento da companhia.

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