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22.11.21

Marcos Molina avança em seu projeto de ocupação da BRF

Marcos Molina, dono da Marfrig, começa a dar as cartas na BRF. Na condição de maior acionista individual (31,6%), Molina articula com outros sócios relevantes, a exemplo da Previ e da Petros, mudanças na gestão da companhia. Segundo uma fonte próxima ao empresário, ele estaria aguardando apenas o fim do mandato de Pedro Parente como chairman da BRF, em abril de 2022, para substituir o atual CEO do grupo, Lorival Luz.

Entende-se a cautela com o timing. Luz é bastante ligado a Parente. Qualquer mexida agora abriria um desnecessário flanco de atrito com o ex-ministro da Casa Civil, hoje o principal “avalista” da empresa junto ao mercado. A própria dupla Previ e Petros sempre esteve alinhada a Parente, mas joga o jogo, à medida em que o quadro de forças na companhia vai se alterar de forma mais substancial a partir do ano que vem.

No mercado, há quem aposte que a compra de uma parcela da fatia dos fundos de pensão seria a próxima tacada de Molina. Procuradas pelo RR, Marfrig e BRF não quiseram se manifestar. Além de assumir as rédeas da gestão executiva, outra preocupação de Marcos Molina é povoar o Conselho da companhia com nomes de sua confiança para fortalecer ainda mais sua posição. Na prática, é como se Molina já estivesse transformando a BRF e a Marfrig em um só grupo, sob a sua regência, sem necessariamente promover uma fusão entre as duas – até o momento, uma possibilidade ainda envolta em brumas.

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26.08.21

Apagando a luz

A Petros estuda a venda da sua participação no Consórcio Norte Energia, dono da usina de Belo Monte. O fundo de pensão detém 10% do negócio.

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27.07.21

Só falta a Petros…

Após as trocas de comando na Previ e na Funcef, o novo alvo do governo é o presidente da Petros, Bruno Dias. O assunto já estaria sobre a mesa do ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, que, em breve, passará a ser de Ciro Nogueira. Dias é próximo da superintendente da Susep, Solange Vieira. O que, ainda que indiretamente, significa ser próximo de Paulo Guedes.

 

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05.07.21

Saída em bloco

Previ, Petros e Funcef reabriram conversações para a venda conjunta das suas participações na Invepar. Segundo o RR apurou, a maior pressão pelo negócio vem do fundo de pensão do BB.

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11.06.21

Porta de saída

Circula no mercado a informação de que a Petros estuda a venda de parte ou até mesmo da totalidade da sua participação na BRF, de 9,9%. A operação se daria por meio de um leilão das ações em bolsa. Seria uma chance de a Marfrig aumentar ainda mais a sua fatia no capital da BRF.

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11.06.21

Ponto final

Procurados pelo RR, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Petros e Marabraz.

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02.12.20

Uma saída para a Linha Amarela?

A vitória de Eduardo Paes no Rio trouxe uma luz no fim do túnel para a Invepar. A companhia, controlada por Previ, Petros e Funcef, abriu um canal de interlocução com Paes na tentativa de suspender a cassação da licença da Linha Amarela e consequentemente a batalha judicial com a Prefeitura. O caso foi parar no Superior Tribunal de Justiça depois que o atual prefeito, Marcelo Crivella, decidiu tomar a concessão da via expressa da Invepar.

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10.11.20

Participação zero

A direção da Petros bateu o martelo: a fundação vai zerar seus investimentos em Fundos de Participação (FIPs). Novos aportes nesta modalidade também estão foram de cogitação. Os FIPs foram para o índex da Petros depois das criminalizadas operações feitas ainda no governo petista, vide a Sete Brasil.

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24.09.20

Fundos de pensão preparam seu desembarque da Invepar

A cassação da licença da Linha Amarela (Lamsa) pela Prefeitura do Rio foi a gota d ́água. Previ, Petros e Funcef, donas de 75% do capital da Invepar, discutem a venda do controle do grupo. De acordo com a fonte do RR, potenciais interessados, a exemplo da canadense Brookfield e da espanhola Arteris, já estariam sendo contatados. A perda da Lamsa, um de seus principais negócios, e o impacto negativo da pandemia sobre suas concessões (entre as quais o aeroporto de Guarulhos e o Metrô do Rio) formaram a tempestade perfeita.

Entre abril e junho, já sob os efeitos do isolamento social sobre o setor de transporte público, a Invepar teve uma queda de 49% em sua receita líquida no comparativo com igual período em 2019. No mesmo intervalo, o Ebitda despencou de R$ 462 milhões para R$ 19 milhões. Some-se ainda a pressão de uma dívida de R$ 7,5 bilhões, metade dela com vencimento em até 12 meses. Deixar a Invepar agora é vender na baixa. Paciência!

Os fundos de pensão não querem viver uma nova Paranapanema ou um Complexo de Sauípe, para citar exemplos nos quais o dinheiro da previdência privada foi torrado. O maior temor de Previ, Petros e Funcef é ter de fazer um aporte emergencial na Invepar. Não custa lembrar que, há cerca de dois anos, a trinca chegou a abrir negociações com o Mubadala e a CCR para a venda da Invepar. No entanto, não houve consenso quanto ao valor do negócio. De lá para cá, a situação da empresa se agravou. A Invepar teve de postergar o pagamento da outorga do Aeroporto de Guarulhos e já cogitou, inclusive, devolver a licença para a União.

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26.08.20

Salvo conduto

Os advogados do empresário Luiz Roberto Ortiz Nascimento estudam entrar com um pedido de anulação do processo que corre contra ele na 10a Vara Federal de Brasília. A brecha são as suspeições lançadas pela própria Polícia Federal sobre a delação do ex-ministro Antonio Palocci, peça importante na montagem da acusação contra Nascimento. Casado com Renata de Camargo Nascimento, uma das herdeiras da Camargo Corrêa, o empresário é réu por supostas fraudes com recursos da Petros.

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