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13.12.16
ED. 5515

O petróleo é deles

Os chineses avançam sobre o petróleo brasileiro. Sinopec e Sinochem estaria em conversações para a compra de parte das ações da Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) em dois blocos na Bacia Sergipe-Alagoas e outros dois na Bacia Pará-Maranhão. A QGEP tem 100% das quatro áreas. Quer ficar, no máximo, com 30%.

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 A Galvão Engenharia é um case entre as empresas do setor que logo no início do Lava Jato optaram por saldar suas dívidas. O ovo de Colombo foi a securitização dos atrasados da Petrobras e a negociação desses passivos com os bancos credores. Quando fez as operações, o deságio sobre os débitos da estatal ainda estava baixo. Quem esperou a Lava Jato turbinar já não conseguiu reestruturar suas dívidas com o mesmo modelo.

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11.07.16
ED. 5408

Joint venture em formação

„• A Total negocia com a Qatar Petroleum a formação de uma joint venture no Brasil. O objetivo é investir em blocos de petróleo nas bacias de Campos e Santos, incluindo os 23% que os árabes já têm no bloco BC-10, controlado pela Shell • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Total e Qatar.

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08.07.16
ED. 5407

Petrobras

 Pelo ritmo, muito em breve a norte-americana Janus Capital terá uma participação superior a 5% na Petrobras . Em apenas dois meses, a gestora, que administra mais de US$ 200 bilhões, amealhou quase 4% da petroleira.

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 A prisão de Ricardo Magro, dono da Refinaria de Manguinhos, promete lançar foco sobre a Perimeter Asset Management, detentora de 17% da companhia. Os procuradores responsáveis pelo caso têm fortes motivos para acreditar que Magro e a gestora são tão próximos, mas tão próximos, que parecem ser um só.

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01.07.16
ED. 5402

Venda da BR Distribuidora fica no meio tanque

 A opção pela coluna do meio – dividir o controle da BR Distribuidora irmãmente com um investidor – é a saída pela tangente hoje majoritária entre os membros do Conselho de Administração da Petrobras. Ela acomoda a disposição privatista do presidente da estatal, Pedro Parente, que sairia perdedor caso tentasse, a exemplo do antecessor Aldemir Bendine, vender a maior parte ou mesmo a totalidade do capital da companhia. E também vai ao encontro das ponderações do ex-presidente do Conselho da estatal e nº 1 da Vale , Murilo Ferreira, contrário à venda da empresa já, ou seja, antes de um choque de gestão capaz de valorizar o preço do ativo. No novo modelo de associação mano a mano, a gestão seria profissionalizada, o que permitiria em um valuation futuro vender parte do capital em mãos da Petrobras com um elevado prêmio pelo controle, lançando mão da golden share para algumas funções estratégicas da distribuidora.  Abrir mão de 50% das ações da BR é um caminho intermediário: a “mãe” será capitalizada sem perder a ingerência sobre uma companhia que tem, digamos assim, outros deveres relevantes além de gerar lucro na boca da mangueira de gasolina. A BR cumpre uma série de atribuições estratégicas, que vão além das suas fronteiras corporativas e muito provavelmente não seriam seguidas à risca por um investidor privado. A empresa garante o escoamento dos derivados produzidos pela Petrobras, evitando a asfixia das refinarias estatais. Abastece regiões ermas do país, das quais as concorrentes nem chegam perto devido à baixa escala. Garante o fornecimento aos governos federal, estaduais e municipais de asfalto e emulsões para rodovias de todo o país. A importância da BR chega ainda à área de defesa: a companhia integra o Sistema de Segurança Nacional, sendo responsável pelo abastecimento de combustível de todas as Forças Armadas. Antes de mexer nesse vespeiro, o presidente da Petrobras tem muita coisa para arrumar na frente. Quer trazer profissionais gabaritados do mercado para tocar a BR, mas o primeiro passo é iniciar já a mudança de todos os processos da companhia. Vai contratar o onipresente consultor Vicente Falconi, que dará o ar da sua graça em conferência na Petrobras neste fim de semana. O cartão de visita de Falconi não é uma navalha, mas uma nota fiscal.

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29.06.16
ED. 5400

Orelha da Shell ferve na Petrobras

 A Shell não gostou nem um pouco da escolha de Nelson Silva como assessor de Pedro Parente na Petrobras. O executivo comandou até o início do ano a BG, que se fundiu com o grupo angloholandês no ano passado. A fonte do RR, muito próxima da Shell, informou que a saída de Silva da companhia não foi nada amistosa. A separação foi marcada por promessas não cumpridas de que o executivo ficaria no cargo para fazer uma longa transição na gestão da BG. Agora, ao pé do ouvido de Pedro Parente, Nelson Silva poderá ser um privilegiado opositor dos interesses de seus ex-patrões. Detalhe curioso: durante a gestão de Aldemir Bendine, Silva penou séculos para ser recebido pelo presidente da Petrobras. Por ironia do destino, agora vai falar todos os dias com o timoneiro da estatal.   • As seguintes empresas não se pronunciaram: Shell e Petrobras .

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 Um dos passivos da Lava Jato que serão herdados pelo novo sócio ou – quem sabe? – futuro controlador da BR Distribuidora: neste momento, há 36 funcionários da estatal sob investigação interna. Seus e-mails, ligações telefônicas e negociações comerciais de que participaram estão sendo escarafunchados de cima a baixo. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: BR Distribuidora.

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Após comprar 49% da Gaspetro, a Mitsui tem um novo alvo entre os ativos da Petrobras: a aquisição do controle da Gas Brasiliano, uma das distribuidoras de gás em São Paulo. Os japoneses entrariam na operação de mãos dadas com a chinesa Beijing Gas – curiosamente derrotada pela própria Mitsui na disputa pela Gaspetro. Procurada, a Mistui não comentou o assunto.

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 No que depender de Wellington Moreira Franco, Aldemir Bendine permanece na presidência da Petrobras. Na visão de Moreira, não será bom fazer um turnover tão rápido na estatal. Qualquer mudança ficaria para um segundo momento. Enquanto isso, Bendine seguiria dando expediente às terças, quartas e quintas, fazendo jus ao apelido de “presidente TQQ” que recebeu dos próprios funcionários da companhia.

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25.04.16
ED. 5354

Total acelera no mercado de combustíveis

 A Total vai fincar bandeira no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis. Segundo o RR apurou, o grupo francês contratou a consultoria Estáter para vasculhar o setor em busca de ativos. Na mira, redes com forte atuação regional e, no mínimo, 100 postos. Vestem esse figurino, por exemplo, a Petrobahia e a paranaense CiaPetro, que, juntas, somam aproximadamente 330 pontos de atendimento. De acordo com informações filtradas junto à própria Total, a meta da empresa é chegar ao patamar de 600 postos até o próximo ano, o que a transformaria na quinta maior distribuidora do país, atrás de BR, Ipiranga, Raízen e Ale.  Em outro front, a Total surge também como um potencial candidato a fisgar postos da própria BR Distribuidora. Diversos revendedores da estatal têm virado a casaca insatisfeitos com a política de royalties da companhia. Quem mais tem cooptado distribuidores da BR é a Ipiranga/Grupo Ultra – ver RR de 10 de julho de 2015.  Há cerca de três anos, não custa lembrar, a Total ensaiou sua entrada no setor. Eram outros tempos: com o barril acima dos US$ 100, toda a aposta dos franceses estava concentrada na exploração e produção de petróleo e gás – o grupo é sócio da Petrobras no megacampo de Libra e de outros 15 blocos de exploração e produção no país. Na ocasião, a Total chegou a assinar um contrato de exclusividade para negociar a compra do controle da rede de postos Ale, mas não houve acordo em relação ao preço. Se, por um lado, o fracasso nas tratativas com a Ale impediu que a Total comprasse a quarta maior distribuidora de combustíveis do país, por outro os franceses voltam ao jogo em condições bastante favoráveis, por conta do câmbio e da depreciação dos ativos. Procurada pelo RR, a Total não comentou o assunto.

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29.01.16
ED. 5298

Ano sabático

 O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, é só desânimo. Prevê a retomada dos leilões de blocos de exploração de petróleo e gás da ANP somente no ano que vem.

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19.11.15
ED. 5251

Revival

 Petrobras e Repsol Sinopec ensaiam uma associação na área de refino. As conversações envolveriam a venda de uma participação nas refinarias de Presidente Bernardes e de Paulínia, em São Paulo. Não custa lembrar que, nos tempos de controle ibérico, o grupo foi sócio da refinaria Alberto Pasqualini. Procurada, a Repsol nega a operação.

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31.03.15
ED. 5091

Pré-Sal Petróleo não saiu sequer da superfície

Caro leitor, responda rápido: você se lembra da Pré- Sal Petróleo S/A (PPSA)? Pois é… Pouco mais de um ano e meio após ser criada em meio a grandes expectativas e intensas disputas políticas, a estatal responsável pela gestão dos contratos de partilha no pré-sal vive, ou melhor, sobrevive nas sombras. Instalada no edifício no 1 da Avenida Rio Branco, no Centro do Rio – em Brasília, sede oficial, ainda não há sequer um escritório definitivo -, a empresa é hoje uma repartição pública esquálida, com reduzido poder de influência sobre o setor e sérias limitações de orçamento. Ao longo de todo o ano passado, a PPSA recebeu da União um aporte de aproximadamente R$ 15 milhões. Não deu nem para o gasto. Concebida para ter cerca de 180 profissionais, a empresa não conseguiu chegar nem perto deste número. Hoje, o efetivo é composto por pouco mais de 30 funcionários, contabilizando- se o presidente, Oswaldo Pedrosa, e outros três diretores. Apesar de todo o empenho, o mirradinho corpo técnico não consegue dar vazão a s demandas que chegam a  estatal. Embora, até o momento, suas atribuições sejam meramente burocráticas, o volume de trabalho cresceu razoavelmente desde o surgimento da empresa. O total de reservas sob o guarda-chuva da PPSA mais do que duplicou em um ano e meio. Hoje, este manancial oscila entre 18 bilhões e 30 bilhões de barris, considerando- se a soma dos campos de Libra, Búzios, Atapu, Sépia e Itaipu, todos com participação da Petrobras. Além da gestão dos contratos de partilha, a estatal atua na intermediação de acordos de individualização de produção em blocos contíguos, ou seja, uma espécie de juiz de paz entre vizinhos do pré-sal. A PPSA foi atingida pela tempestade perfeita. A Lava Jato e o consequente estado de inanição da Petrobras – associados ao hiato de leilões no pré-sal (a próxima rodada está prevista apenas para 2016) e os drásticos cortes no orçamento da União – jogaram por terra as projeções financeiras da empresa. A rigor, a estatal tem duas fontes de receita: uma a futuro, leia-se a participação nos lucros dos blocos do pré-sal; outra, referente aos bônus de assinatura dos contratos de concessão. Pelo menos assim dizia o script. No entanto, até hoje a PPSA ainda não teria recebido os R$ 50 milhões relativos a  outorga do campo de Libra.

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