Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
07.07.17
ED. 5656

Fidelidade líquida

O Palácio do Planalto confia desconfiando na lealdade do presidente da Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da Câmara, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG). O temor é que o atual aliado se volte contra o próprio governo, aproveitando os holofotes da denúncia contra Michel Temer para lançar de vez sua candidatura ao governo de Minas Gerais em 2018.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.07.17
ED. 5655

Operação de guerra

Lugar de “soldado” é no Congresso. O Palácio do Planalto decidiu, ontem, que os deputados com cargos em ministérios – como Bruno Araújo (Cidades), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Leonardo Picciani (Esportes) e Mendonça Filho (Educação) – reassumirão seus mandatos por um dia para votar contra o pedido de investigação do presidente Michel Temer.


Por falar em votos no Congresso, o ministro Gilberto Kassab está submerso na articulação política: tem passado dias e noites distribuindo cargos a parlamentares da base aliada.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.06.17
ED. 5649

Falta de sorte não é

O Planalto continua abusando da sorte na escolha do seu círculo mais próximo. Na semana passada, indicou o deputado Julio Lopes (PP-RJ) para integrar o recém-criado Conselho Nacional para a Desburocratização, comandado por Eliseu Padilha. Pois bem…Três dias depois, em depoimento à Justiça, o executivo Marcos Vidigal, da Odebrecht, acusou Lopes de pedir propina na construção da Linha 4 do Metrô do Rio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.06.17
ED. 5642

Prestidigitação

Sandro Mabel deixou o posto de assessor especial da Casa Civil, mas algum sósia dele continua no Palácio do Planalto. E tem cumprido uma série de missões para Michel Temer, especialmente na distribuição de cargos para a base aliada.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.06.17
ED. 5640

Com a palavra, o Palácio do Planalto

Em relação à matéria “Governo Temer lança uma agenda nuclear em meio a crise”, publicada na última segunda-feira, o Palácio do Planalto entrou em contato com o RR para esclarecer que “inexistem discussões no governo sobre eventual revisão de sua adesão ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP)”. Segundo a assessoria da Presidência, recentemente “o país renovou seu compromisso com o Tratado ao participar do I Comitê Preparatório à Conferência de Exame de 2020 do TNP, realizada em Viena”. Ainda de acordo com o Planalto, o governo reafirma também “seu compromisso com o uso somente civil da energia nuclear.” O Relatório Reservado reitera as informações publicadas sobre os debates em andamento nas Forças Armadas, com o conhecimento do Planalto, sobre a mudança de postura do Brasil em relação ao TNP. A fonte do RR não poderia estar mais bem situada.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

temer-rr-5636
12.06.17
ED. 5638

Governo Temer lança uma agenda nuclear em meio a crise

O Palácio do Planalto está reabrindo uma questão tão estratégica quanto diversionista. Segundo informações do boletim Insight Prospectiva, que circula com exclusividade entre assinantes, há discussões ainda embrionárias no governo para que o Brasil deixe o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares, assinado por FHC em 1998. O primeiro aceno neste sentido foi dado com a recente entrevista do ministro do GSI, Sergio Etchegoyen, com críticas à participação do país no acordo.

O comandante do Exército, general Villas Bôas, teria, inclusive, abordado o assunto, por uma questão de mesura, em conversa reservada com o próprio Fernando Henrique, durante sua recente palestra no Instituto FHC. O maior clamor pela saída do Brasil do Tratado vem exatamente da área de Defesa. O argumento é que o país abriu mão de um quesito fundamental para a segurança nacional ao passo que nações instáveis dominam a tecnologia de produção de armas atômicas, casos de Irã e Coreia do Norte.

Procurados pelo RR, o Palácio do Planalto e o Ministério da Defesa não se pronunciaram. Os signatários do Tratado estão impedidos de desenvolver tecnologia nuclear com fins armamentistas. Ao menos em tese. Estados Unidos, Rússia (então União Soviética), Inglaterra, França e China, que já tinham avançados programas na área, tiveram permissão para tocar seus projetos. Além de questões relacionadas à Defesa, o entendimento é que a permanência no Tratado é um fator de atrofia para o país no campo da inovação. As amarras impostas pelo pacto inibem avanços em áreas como energia ou na medicina.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.02.17
ED. 5557

Mera formalidade

O Palácio do Planalto calcula que a indicação de Alexandre de Moraes ao STF já tem 60 votos líquidos e certos no Senado. Por sinal, mais um e iguala a votação de Eunício de Oliveira à presidência da Casa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.