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Livre da Zelotes, Jorge Gerdau tem dito que está à disposição para participar do futuro governo. Quer contribuir para que o país retome a trilha do ldesenvolvimento.

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11.01.18
ED. 5784

A nova vida de Gerdau

Livre das atribuições de CEO da Gerdau, André Gerdau Johannpeter deverá se dedicar, entre outros projetos, a startups na área de educação. Vai ser bom para turbinar a WOW, incubadora da família, e esquecer um pouco a Operação Zelotes, que vive nos seus calcanhares.

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20.12.17
ED. 5770

Operação Zelotes terá novos capítulos

Segundo informações filtradas do Ministério Público Federal, o ex-conselheiro do Carf José Ricardo da Silva teria iniciado os depoimentos no âmbito das negociações para um acordo de delação. O advogado é apontado como um dos beneficiados do esquema de corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais descortinado pela Operação Zelotes. Em sua delação, o ex-auditor da Receita Paulo Roberto Cortez teria confirmado a participação de Silva na venda de sentenças. Segundo o delator, o ex-conselheiro teria atuado deliberadamente para favorecer empresas em julgamentos no Carf. Não custa lembrar que, entre outros casos, Silva foi relator de duas grandes causas movidas pela Gerdau contestando cobranças do Fisco de aproximadamente R$ 4 bilhões. A siderúrgica é uma das empresas citadas na Zelotes, e três executivos ligados ao grupo já se tornaram réus.

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13.09.17
ED. 5703

Um candidato de aço

A Zelotes, ao que tudo indica, não tirou o prestígio de André Gerdau Johannpeter. O herdeiro da Gerdau está no radar do Partido Novo, que busca um nome para concorrer ao governo do Rio Grande do Sul. Ressalte-se que o empresário anunciou recentemente sua saída da presidência do grupo. Em tempo: o liaison entre o siderúrgico clã e o Partido Novo é feito pela estrela da sigla. Bernardinho, virtual candidato ao governo do Rio, não esconde sua admiração por Jorge Gerdau. Em suas palestras, costuma citar reflexões do empresário.

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06.03.17
ED. 5571

Sócios do BTG desembarcam da Mitsubishi

A BTG MB, uma espécie de country club que reúne investimento sortidos dos sócios do BTG Pactual, estaria em busca de um comprador para a sua participação de 20% na MMC Automotores do Brasil, que representa a Mitsubishi no país. O negócio nasceu, sobretudo, da relação de amizade entre André Esteves e o empresário Eduardo Souza Ramos, a face da montadora japonesa no país. Procurado, o BTG nega a venda. Já a Mitsubishi não quis se pronunciar. Em tempo: a MMC também tem seus percalços com a Justiça, guardadas as devidas proporções em uma escala até maior. Dois de seus executivos, Robert de Macedo Rittcher e Paulo Arantes Ferraz, já foram condenados a quatro anos e dois meses de prisão no âmbito da Operação Zelotes por participar do esquema de pagamento de propinas a conselheiros do Carf.

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02.02.17
ED. 5552

Uma ofensa à fortuna do “seu José”

O bloqueio parcial de “bens” de Joseph Safra – leia-se assim mesmo, “bens, no plural – no âmbito da Operação Zelotes causou espécie no mundo financeiro. Primeiramente porque todos já davam de lambuja que “seu José” não era mais réu, conforme propalou sua defesa. Em segundo, bloquear R$ 1 milhão do dono do Safra é risível. O montante parece o das multas da CVM na década de 80, valores que justificavam até o dolo. É capaz de um jarro de porcelana Ming do banqueiro cobrir dez vezes tal bloqueio de “bens”.

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26.01.17
ED. 5547

Operação Zelotes acelera

Segundo informação filtrada junto a um conselheiro do Carf, a Operação Zelotes dará um sinal de vida em breve, pelas bandas da indústria automobilística.

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15.09.16
ED. 5455

Ano com sinal vermelho para Grupo Caoa

 Este promete ser um ano sofrido para Carlos Alberto de Oliveira Andrade. Citado nas Operações Zelotes e Acrônimo, o empresário também enfrenta problemas em seus negócios. Representante da Hyundai, o Grupo Caoa caminha para fechar 2016 no vermelho. A se confirmar, seria o primeiro prejuízo em mais de uma década. O Caoa disse que “a informação não procede”. O RR, então, insistiu algumas vezes na pergunta: “O Caoa, portanto, está operando com lucro?” O grupo não respondeu nem que sim nem que não.

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11.07.16
ED. 5408

Reprise?

 Entre as grandes empresas com processo em andamento no Carf, o temor é que a prisão do conselheiro João Carlos Figueiredo Neto force o Conselho a suspender, mais uma vez, a pauta de julgamentos. Em 2015, por conta da Zelotes, o Carf ficou parado de março a dezembro.

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08.07.16
ED. 5407

Restituição

 Nas contas mais recentes do Ministério Público, a reparação ao erário dos crimes investigados na Zelotes poderá chegar a R$ 1,2 bilhão. Henrique Meirelles até agradece, embora essa gotícula represente apenas 0,8% do déficit fiscal projetado para 2017.

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13.04.16
ED. 5347

Retiro espiritual

 Jorge Gerdau se fechou em copas desde que a Operação Zelotes bateu à sua porta. O episódio abateu psicologicamente o barão do aço.

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17.02.16
ED. 5308

Zelotes trisca nos calcanhares de André Esteves

  O banqueiro André Esteves corre o risco de sentir saudades da Lava Jato. No lugar desta primeira experiência supostamente criminal da sua vida, entraria a Operação Zelotes, com muito mais nitroglicerina do que a antecedente, responsável pela temporada de Esteves no cárcere. A fonte do RR é um lobista que tem colaborado com a Zelotes. Segundo o informante, o balcão de interesses do ex-dono do BTG seria amplo. Nele caberiam medidas provisórias sob encomenda, incluindo setores diversos além da área bancária, facilidades para a compra do Bamerindus e um balaio de créditos podres carregados pelo Banco Central. Os procedimentos incestuosos incluiriam até o Banco Pan, uma aquisição que não se revelou um bom negócio, mas vinha indexada a um pacote de futuras oportunidades. Esteves era somente a ponta financeira dessa ramificação da Zelotes. A carta que fechava a canastra na partida seria o ex-ministro Guido Mantega, principal interlocutor, confidente e, digamos assim, facilitador do ex-todo-poderoso banqueiro.  Não é de hoje que Mantega vem sendo cozido em banho-maria pelos procuradores e policiais. Ele tem ligações com vários casos, ainda em fase de investigação. Mas, quando se fala em André Esteves, dificilmente as linhas de um e de outro deixam de estar embaraçadas. Uma dessas simbióticas operações é um fundo aparentemente prosaico criado pelo Ministério da Fazenda para investimento nos países da África, cuja exigência para sua criação era a presença do BTG como gestor. O caso está sob investigação.  Em um tempo de impunidade, no qual o limite da separação entre os interesses do setor público e do privado era extremamente flexível, as relações entre Esteves e Mantega até podiam ser compreendidas como uma assessoria informal visando à colaboração com o Estado. Sob esse prisma não haveria nada de mais na frequência exagerada de encontros entre ambos, inicialmente, em restaurantes discretos, mas depois abertamente, inclusive no badalado Fasano. Ocorre que essa licorosa versão não era verdadeira. Esteves não era um generoso assessor de Mantega. E Mantega não estava somente em busca de bons conselhos. O sumo dos interesses entre ambos é o que a Operação Zelotes está tentando espremer com suas averiguações.

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