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31.07.17
ED. 5672

Cabeça de ponte

Dois anos após vender a irlandesa Moy Park por cerca de US$ 1,5 bilhão, o Marfrig voltou a mirar a Europa. Vai partir para aquisições no Velho Continente logo após o IPO do braço internacional do grupo, a Keystone. É uma forma de entrar no campo do “inimigo” e contornar os efeitos da Carne Fraca sobre as exportações do Brasil. Procurada, a empresa não se pronunciou, alegando se encontrar em período de silêncio.

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05.07.17
ED. 5654

Agenda de uma nota só

Assim que regressar da Europa, Blairo Maggi nem vai esquentar no Brasil. Em poucos dias, deverá rodar pela Ásia. A agenda, só para não variar, é uma só: Carne Fraca.

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05.06.17
ED. 5633

Os custos da Carne Fraca

O Ministério da Agricultura ainda pena para varrer os ossos da Operação Carne Fraca. Ao longo deste mês, uma delegação vai percorrer países da Ásia levando quilos de laudos técnicos atestando as perfeitas condições fitossanitárias do rebanho brasileiro.

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19.04.17
ED. 5602

Não é coincidência

Desde março, o GIC, fundo soberano de Cingapura, estaria reduzindo gradativamente sua participação na BRF. Qualquer semelhança com a Carne Fraca não seria mera coincidência.

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18.04.17
ED. 5601

Carne Fraca adia venda de subsidiária da BRF

Os efeitos da desastrosa Operação Carne Fraca ainda ecoam entre as empresas do setor. A BRF se viu forçada a prorrogar o processo de venda de parte da One Foods, sua subsidiária no Oriente Médio. Sua intenção era fechar a operação no início de abril, mas os candidatos – entre eles o Saudi Agriculture & Livestock Investment e o fundo soberano do Catar – exigiram informações adicionais da companhia.

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31.03.17
ED. 5590

O fator Blairo Maggi

Se o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, e a Polícia Federal saíram mais do que chamuscados, a Operação Carne Fraca fortaleceu a posição de Blairo Maggi. No próprio Palácio do Planalto e entre as empresas do setor, há um consenso de que o estrago teria sido muito maior não fosse a rápida reação de Maggi para amortecer o impacto da notícia, sobretudo no exterior. Logo na manhã de sábado, 18 de março, no dia seguinte à Operação, em um trabalho conjunto entre a Agricultura e as Relações Exteriores, as embaixadas do Brasil na Europa e na Ásia começaram a passar informações a autoridades de países chaves no comércio da carne brasileira, como Rússia e China. Naquele mesmo fim de semana, foram iniciadas as tratativas para a visita de Maggi a Pequim. O ministro também trouxe para si o complexo trabalho de comunicação, a ponto da Agricultura assinar conjuntamente a nota em que a Polícia Federal purga os excessos da Operação. O que também calou fundo entre o setor foi o valor simbólico da imediata declaração do ministro da Agricultura afiançando oficialmente ao mercado internacional que não havia qualquer problema com a carne brasileira.

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A recente compra da gaúcha Cotrel não saciou o apetite da Aurora Alimentos. A empresa está em conversações para a aquisição de mais um frigorífico no Sul do país. Mais uma vez pretende contar com o BNDES. Espera-se que a Operação Carne Fraca não atrapalhe. A empresa se limitou a confirmar a aquisição da Cotrel.

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24.03.17
ED. 5585

Maggi, o bombeiro

O ministro Blairo Maggi está agendando uma série de visitas a países da Europa e da Ásia para desarmar a bomba acionada pela Operação Carne Fraca. Se é para ajoelhar no milho, talvez fosse o  caso de levar junto os delegados da Polícia Federal responsáveis pela trapalhada.

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A PF colocou meio galho dentro em sua nota conjunta com o Ministério da Agricultura. Mas ainda é pouco para acalmar o mercado lá fora. É preciso assumir que a Operação Carne Fraca foi uma lambança.

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21.03.17
ED. 5582

PF erra na dose e promove uma carnificina reputacional

A Policia Federal dessa vez não fez conduções coercitivas e vazamentos seletivos, mas exercitou todo o autoritarismo e inconsequência que poderia se imaginar na generalização e exposição irresponsável de um dos setores da economia com maior geração de empregos e inserção competitiva internacional. Todas as autoridades da área agropecuária foram desprezadas, ninguém da cúpula do governo foi consultado, desconhece-se o percentual dos desvios em relação à totalidade da produção e da exportação e ignoram-se as diferenças entre as irregularidades das empresas pode ser que haja bois de piranha nessa carnificina reputacional. Os laudos técnicos são pouco substanciosos para uma operação desse porte e as propinas pagas para calar a fiscalização ainda estão no território da suspeição em diversos casos – portanto, não há culpa decretada para todas as companhias – e o assunto viralizou na internet. A queima de riqueza com o emporcalhando das marcas das empresas é incalculável e tem um impacto redobrado em relação à imagem do país, devido ao acúmulo com o propinódromo da Lava Jato. É um caso onde não há acordo de leniência que arrume as coisas. A operação “Carne Fraca” reforça a percepção de um país sem crédito, moral e vergonha na cara. Cabe um investigação rigorosa, sem dúvida. Mas a PF não podia passar por essa sem uma admoestação pública e confissão de precipitação e mea culpa internacional na condução desastrada das investigações e divulgação como se fosse uma instituição inimiga do aparelho de Estado.

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