fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
26.07.22

Mudança de rota

A Monte Rodovias, que reúne um colar de concessões da antiga Odebrecht, prepara uma captação no exterior. É uma estrada vicinal. O plano A era o IPO, que foi para a gaveta.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.06.22

Energia verde

O fundo Lone Star pretende investir pesado em projetos de energia renovável no Brasil. Os norte-americanos já tem negócios no país, entre os quais o Atvos, ex-braço sucroalcooleiro da antiga Odebrecht.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.04.22

OEC vira a página da velha Odebrecht no Peru

A OEC, braço de construção pesada da Novonor (ex-Odebrecht), está perto de encerrar um contencioso com o governo do Peru, que remonta ao período mais turbulento da história recente do grupo. Segundo o RR apurou, há um acordo encaminhado entre a empreiteira brasileira e autoridades peruanas para a retomada do projeto de irrigação Chavimochic III, um dos grandes investimentos em infraestrutura do país, no valor total de US$ 700 milhões. O armistício passa pela retirada do processo de arbitragem movido pela OEC contra o governo peruano na Comissão das Nações Unidas para o Direito do Comércio Internacional (Uncitral).

Desde 2017, a construtora cobra do Ministério da Agricultura local cerca de US$ 100 milhões por  supostos custos adicionais não previstos no projeto original. Consultada pelo RR, a construtora brasileira confirmou que a “concessionária da qual a OEC é acionista comunicou que estaria disposta a aceitar a exigência do Governo e desistir da arbitragem, num cenário de acordo com o estado peruano”. Disse ainda que “a possibilidade em análise é a reativação do contrato existente e, através dele, concluir a obra.”

O projeto está a cargo de um consórcio capitaneado pela OEC, que tem ao seu lado a construtora peruana Graña y Montero, por sua vez, comprada pela gestora IG4 Capital no ano passado. As obras  foram interrompidas em 2016. Desde então, Chavimochic só irrigou o noticiário político e policial no Peru, com denúncias e suspeições. Se, de um lado, o consórcio alega ter direito a receber pagamentos adicionais, do outro as autoridades peruanas acusaram a OEC de ter inflado os custos da obra artificialmente. Há suspeitas ainda de que a antiga Odebrecht teria pagado propina a políticos da província de La Libertad para ganhar o contrato. Foi apenas um dos escândalos em que a empreiteira esteve citada no país andino. Não custa lembrar que o então presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, renunciou ao cargo em 2018 acusado de receber recursos ilegais da construtora brasileira. São páginas que a “nova Odebrecht” têm se empenhado para deixar no passado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

31.03.22

Sem açúcar e sem afeto

O fundo norte-americano LoneStar busca um comprador para a Atvos, o antigo braço sucroalcooleiro da Odebrecht. O negócio, no entanto, é complexo, seja pela dívida da companhia – em torno de R$ 12 bilhões -, seja pela disputa jurídica entre os norte-americanos e os grandes credores financeiros. A LoneStar assumiu o controle da Atvos, mas enfrenta forte resistência do Banco do Brasil e do BNDES, entre outras instituições.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Marcelo Odebrecht deverá depor ao Ministério Público de São Paulo no dia 16 de março. Ao menos por ora, na condição de testemunha arrolada pelo MP do Peru no julgamento do ex-presidente Ollanta Humala. Ele é acusado de ter recebido propina da então Odebrecht.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.01.22

Quem diria? Moro contra um procurador

O presidenciável Sergio Moro já confidenciou a assessores mais próximos a intenção de denunciar o procurador Lucas Furtado ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Moro sente-se perseguido. Furtado, procurador do MPF junto ao TCU, é o autor do pedido de suspensão de qualquer pagamento à Alvarez & Marsal no âmbito da recuperação judicial da Odebrecht. Também solicitou que o Tribunal de Contas analise o “papel” do então juiz Sergio Moro na derrocada da empreiteira. Um dia da caça…

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.12.21

Odebrecht Transport e ANTT batem de frente na BR-163

O processo de “devolução amigável” da concessão da BR-163/MT, protocolada pela Odebrecht Transport (OTP) há cerca de dez dias, deve ser tudo, menos amistoso. Nos bastidores, o clima é de guerra fria. O TCU já teria dado sinal verde para a caducidade do contrato, iniciada pela ANTT em outubro. O Ministério da Infraestrutura também apoia a retomada da operação da rodovia. O caso tem tudo para parar na Justiça.

A caducidade seria uma forma de o governo evitar qualquer cobrança por parte da subsidiária da Odebrecht. Pelo modelo da chamada “devolução amigável”, a empresa tem direito de pedir à União uma indenização por investimentos não amortizados na rodovia. O cálculo é complexo e leva em consideração a inadimplência da concessionária e multas aplicadas contra a companhia. A título de referência: por meio da Rota do Oeste, a OTP investiu cerca de R$ 1,8 bilhão na BR-163 desde que assumiu a operação da rodovia no Mato Grosso, em 2014.

O fato é que um eventual e, a essa altura iminente, litígio pode provocar um efeito-cascata, embarreirando os planos do Ministério da Infraestrutura de relicitar a concessão em 2022. Seriam R$ 5 bilhões a menos em investimentos contratados nas contas do governo. Publicamente, os dois lados escondem suas cartas e adotam um tom protocolar. Procurada pelo RR, a Rota do Oeste, leia-se Odebrecht Transport, disse que “acompanhou a deliberação da ANTT pelo prosseguimento do processo de caducidade”.

Segundo a empresa, isso “não impede o trâmite da devolução amigável do contrato, em conformidade com os termos da Lei 13.448/17″. A ANTT, por sua vez, disse que recebeu o pedido e este será avaliado considerando os limites técnicos e legais que permeiam a boa gestão regulatória.” Sobre a hipótese de caducidade do contrato, nenhuma palavra.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.11.21

Se a moda pega…

A 17a Câmara Cível do TJ-RJ condenou a Prefeitura do Rio e a Novonor a pagar uma indenização de R$ 15 mil a Marcia Denise Pereira de Matos, que se acidentou em uma rua da cidade, em 2012. A vítima teve graves lesões no pé direito após tropeçar em vergalhões de uma obra de responsabilidade da então Odebrecht. O município e a empreiteira terão de arcar ainda com seis salários-mínimos, referentes ao período em que Marcia ficou sem trabalhar. O que mais chama a atenção é a punição à Novonor. Há poucas decisões dessa natureza, ao menos no Judiciário do Rio. O veredito da 17a Câmara Cível pode estabelecer uma nova jurisprudência dentro do TJ-RJ.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.11.21

Um Odebrecht longe e perto do passado

Depois da esposa e das três filhas mudarem na Justiça o sobrenome da família, agora é Marcelo que quer deixar de ser Odebrecht. Pelo jeito, somente Emílio, o patriarca do clã manterá o nome da família. Em tempo: Marcelo tem dado umas incertas na Novonor, que já foi Odebrecht um dia, usando as instalações da empresa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.10.21

A Novonor sai, pero no mucho

A Novonor (a antiga Odebrecht), que negocia a venda da concessão da BR-163 entre as cidades de Rondonópolis e Sinop para a MTSul, vai manter um pé nessa estrada. Um pé muito bem remunerado, diga-se de passagem. O acordo sobre a mesa prevê a contratação da empreiteira para obras na rodovia, no valor de aproximadamente R$ 500 milhões. Dos 453 quilômetros da via, mais de 320 km ainda esperam pela sua duplicação, uma obra que deveria estar pronta desde 2019.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.