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21.09.17
ED. 5709

Delação de ex-presidente vira especialidade da OAS

A deduragem da OAS não deverá se limitar a políticos brasileiros. A empreiteira estaria em tratativas com a Justiça do Peru para fechar um acordo de colaboração premiada. Tal lá, como cá, o alvo-mor é um ex-presidente da República. Segundo informações filtradas da companhia, as negociações envolvem, sobretudo, a confissão de suborno a Ollanta Humala, que governou o país de 2011 a 2016 e hoje está preso, assim como sua mulher, Nadine Heredia.

A exemplo do que fez no Brasil, a OAS teria usado e abusado do pagamento de propinas e de caixa 2 em contribuições a políticos locais. A empreiteira é acusada de ter repassado, de forma irregular, cerca de US$ 3 milhões para a campanha de Humala à presidência do Peru, em 2011. De acordo com as investigações, parte do dinheiro foi
entregue em mãos; parte sob a forma de pagamento de publicidade eleitoral.

Guardadas as devidas propoções, a vida da OAS também virou um inferno no Peru. A Controladoría General de la República, órgão similar à nossa CGU, abriu oito processos penais contra a OAS, além de dois por responsabilidade civil. O possível acordo de delação é uma tentativa da empreiteira de cancelar todas as ações judiciais e, de quebra, reverter o bloqueio de máquinas e contas bancárias no Peru, decretado pela Justiça local em fevereiro deste ano.

A OAS é acusada ainda de ter feito uma contribuição mensal de US$ 9 mil a Rocío Calderon Vinatea, amiga de Nadine Heredia e personagem notória da política peruana, apontada como “laranja” da ex-primeira-dama. Qualquer semelhança não é mera coincidência. Segundo a imprensa peruana, a propina paga pela OAS lhe permitiu ganhar a licitação para a construção do Hospital Lorena de Cusco, um contrato de aproximadamente US$ 180 milhões. A obra sequer foi concluída. A empreiteira não cumpriu os prazos, e autoridades locais rescindiram o contrato, em março de 2015. Segundo a imprensa peruana,a OAS chegou a abrir 12 processos de arbitragem contra o Governo Regional de Cusco cobrando uma indenização pela interrupção do serviço.

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20.09.17
ED. 5708

Buscando novidades

Se a negociação para a delação de Antônio Palocci colar, o empreiteiro Leo Pinheiro, da OAS, terá de buscar novidades para dedurar ao Ministério Público.

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31.08.17
ED. 5695

“OAS informa”

O escrete da Polícia Federal já pode ir aquecendo à beira do gramado. A delação de Leo Pinheiro, da OAS, destampou um lamaçal de propinas na construção das arenas das Dunas, em Natal, e Fonte Nova, em Salvador.

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29.08.17
ED. 5693

Sucessão de Mata Pires é um entrave à venda da OAS

O falecimento de Cesar Mata Pires surge como um complicador para os planos de venda da OAS. O empreiteiro estava em conversações avançadas com um grande grupo chinês da construção pesada. Agora, a ausência de Mata Pires automaticamente empurra a questão para um território mais arenoso, no qual despontam seus herdeiros e seu notório sócio, Leo Pinheiro.

A situação dos três lança um ponto de interrogação sobre o futuro da construtora e o desenrolar das tratativas com os chineses. Dono de 10% da OAS, Leo está preso, após ser condenado, já em segunda instância, a 26 anos de detenção. Por sua vez, os dois dos três filhos do empreiteiro que estão à frente dos negócios da família, Cesar Mata Pires Filho e Antonio Carlos Mata Pires, negociam um acordo de delação. Procurada pelo RR, a OAS não quis se pronunciar.

A morte de Mata Pires é um obstáculo não só à venda do controle da OAS, mas à resolução de outras pendências que orbitam em torno do processo de recuperação judicial da empreiteira. Uma das mais fulcrais é a transferência, para os seus próprios credores, da participação societária da companhia na Invepar. Sem Cesar Mata Pires, a OAS perde seu sistema nervoso central, sua voz única de comando.

A fragmentação do poder decisório tem outros agravantes: consta que o relacionamento entre Leo Pinheiro e os filhos de Mata Pires se desgastou durante a Lava Jato. Antonio Carlos e Cesar Mata Pires Filho carregam a fama de brigões. Têm a quem puxar: em suas veias e artérias há a efervescente mistura do sangue de Cesar Mata Pires ao do avô materno, Antonio Carlos Magalhães. O próprio espólio de ACM é um exemplo desse poder de combustão. Ao lado de Mata Pires, seu marido, Tereza Magalhães, filha do ex-governador baiano, entrou com uma ação contra os irmãos e a própria mãe reclamando uma fatia maior na partilha. O contencioso durou quase 15 anos.

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02.08.17
ED. 5674

Leniência em dose tripla

A OAS está em negociações com a CGU e o Ministério Público para um acordo de leniência referente à construção do Arco Metropolitano do Rio – mais uma obra com o selo do governo Cabral. A empreiteira já sacramentou sua confissão de culpa no âmbito do Cade, no processo que investiga a formação de cartel no empreendimento. A OAS confirma o acordo com o Cade, mas não se pronuncia sobre a CGU e o MP.

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19.07.17
ED. 5664

Três vezes Lava Jato

O Rodoanel, em São Paulo, é “tri-investigado” pela Lava Jato. O Ministério Público Federal já recolheu provas de irregularidades no projeto provenientes de três fontes: Leo Pinheiro, da OAS, o doleiro Adir Assad e Paulo Vieira de Souza, conhecido como “Paulo Preto”, diretor do Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) entre 2007 e 2010.

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18.07.17
ED. 5663

Embarque aberto

Os bondholders da OAS já abriram negociações para revender a participação de 24,4% da GRU Airport, concessionária do Aeroporto de Guarulhos, que receberam em troca de uma dívida de aproximadamente R$ 1,3 bilhão. A Brookfield está na primeira fila entre os candidatos.

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30.06.17
ED. 5651

Território dominado

Segundo informações filtradas da própria Invepar, executivos do Mubadala já participam da gestão da companhia. Ou seja: os árabes nem esperaram pela conclusão da compra das ações da OAS e de parte da fatia de Previ, Petros e Funcef para fincar sua bandeira.

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08.06.17
ED. 5636

“Sistema de cotas”

Leo Pinheiro, da OAS, abriu fogo contra o tucanato paulista. Encaminhou ao Ministério Público uma leva de planilhas e documentos que comprovariam o pagamento de propinas para obras em rodovias no governo de Geraldo Alckmin. Leo já havia feito denúncias de corrupção na gestão de José Serra, de 2007 a 2010. Se não der em nada, ao menos servirá de “contrapeso” à sua delação sobre o tríplex do Guarujá e o sítio de Atibaia.

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A Arena Fonte Nova deverá ser o novo ponto de encontro da Lava Jato com OAS, Odebrecht e o cervejeiro Walter Faria, que detém os naming & rights do estádio baiano.

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01.06.17
ED. 5631

Invepar pega a primeira saída da Transolímpica

Enquanto a transferência da participação da OAS para o Mubadala não sai do papel, a Invepar faz caixa negociando ativos menos cotados. As conversações com a CCR para a venda da sua participação de 34% na Via Rio estão bem adiantadas. A companhia tem a concessão da Transolímpica, no Rio. A CCR detém os 66% restantes, comprados da Odebrecht no ano passado.

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17.05.17
ED. 5620

Bastante citado

O ex-presidente do BB e da Petrobras Aldemir Bendine está bastante citado na delação de Leo Pinheiro, da OAS.

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08.05.17
ED. 5613

Lá como cá

A OAS entrou com recurso contra a decisão da Justiça do Peru, que bloqueou contas e bens da empreiteira. A companhia alega não ter caixa para pagar funcionários e fornecedores no país. A OAS é acusada de ter pago propina a autoridades para ganhar licitações de obras públicas, entre as quais a Línea Amarilla, em Lima.

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28.04.17
ED. 5608

Credores da Arena do Grêmio dão cartão vermelho para a OAS

Enquanto o ex-presidente da OAS Leo Pinheiro inflama as arquibancadas da Lava Jato, o cerco se fecha contra a empreiteira no gramado da Arena Grêmio. Os credores, à frente Santander e Banco do Brasil, vestiram a camisa do tricolor gaúcho e pressionam a construtora a aceitar a oferta do clube pelo estádio, hoje controlado pela empresa. O Grêmio já colocou as cartas sobre a mesa: topa assumir o financiamento de R$ 113 milhões obtido pela OAS para a construção da Arena.

Propõe ainda pagar diretamente aos bancos um valor mensal entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões pelos próximos 19 anos, dinheiro que inicialmente seria repassado à empreiteira. E a construtora? Para ela não sobraria nem uma moeda para tirar o cara ou coroa. A tabelinha entre os bancos e o Grêmio pode ser a pá de cal na esperança da OAS de fazer dinheiro com a venda da Arena.

As tratativas para a transferência da Arena se arrastam desde 2015. A OAS chegou a pedir mais de R$ 400 milhões, mas foi perdendo fôlego em meio à recuperação judicial. No mês passado, o clube suspendeu as conversas. Segundo uma fonte que acompanha as negociações, a última reunião entre os dirigentes do Grêmio e representantes da OAS se deu em meados de março. Do lado dos gaúchos, trata-se de um recuo mais do que calculado. A nova estratégia do Grêmio é jogar no desespero do “adversário”, valendo-se do apoio dos bancos para empurrar a empreiteira contra a parede.

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12.04.17
ED. 5598

Pelo avesso

As concessionárias da Invepar passaram pelo pente fino de uma auditoria externa. Para todos os efeitos, a tomografia está relacionada à iminente entrada de um novo investidor no lugar da OAS. Mas, não custa lembrar, a empresa já foi citada na Lava Jato.

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03.03.17
ED. 5570

Em busca de um sócio

Entre os três fundos de pensão sócios da Invepar, ninguém se empenha tanto quanto a Previ para tirar a OAS do negócio.

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16.02.17
ED. 5562

Mubadala é a conexão entre os trens da Supervia e da Invepar

O avanço sobre a participação da OAS na Invepar é apenas uma das peças do quebra-cabeças que o Mubadala pretende montar no transporte de passageiros no Rio. O mosaico se completaria com a entrada no capital da Supervia, leia-se Odebrecht Transportes. Com o duplo bilhete, caberia ao fundo de Abu Dhabi costurar a fusão entre as duas empresas e criar uma das maiores concessionárias de transporte urbano do país, com o controle do metrô e dos trens na cidade. Esse caminho conta com a simpatia de Previ, Funcef e Petros, os demais sócios da Invepar. Além de fazer o maior sentido do ponto de vista econômico e viário, a associação teria ainda a função de higienizar a imagem das duas empresas, afetada pelo tsunami da Lava Jato sobre os seus respectivos controladores.

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15.02.17
ED. 5561

Fora de campo

Segundo informações filtradas junto à própria empresa, a OAS está tentando empurrar sua participação de 50% na Arena Fonte Nova para a Amsterdam Arena, gestora do estádio baiano. A empreiteira nega.

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30.12.16
ED. 5528

RR escreve certo em um ano de linhas tortas

No dia 4 de julho, o Relatório Reservado foi a primeira publicação a cravar que haveria uma segunda rodada de repatriação de recursos. Na ocasião, quando as estimativas mais otimistas giravam em torno dos R$ 30 bilhões, o RR informou também que Henrique Meirelles trabalhava com uma projeção acima de R$ 50 bilhões para o total arrecadado com a tributação dos recursos trazidos de volta ao país. Dito e feito! Estas foram apenas algumas das inúmeras informações que o assinante do RR soube na frente ao longo de 2016.

Durante o ano, em 247 edições, a newsletter publicou 2.584 notas e matérias. Desse total, 81% das notícias veiculadas se consumaram ou, ao menos, foram alvo de especulação na mídia. As informações que não se confirmaram posteriormente podem ser atribuídas, em grande parte, ao espírito agressivo da publicação e à busca da informação exclusiva na sua gênese, por vezes no limiar entre o fato e a boa especulação. O Relatório Reservado é adepto da máxima de Samuel Beckett: “Tente de novo, erre de novo, erre melhor”. Este foi o ano em que a política obscureceu a economia, o que se refletiu no noticiário do Relatório Reservado. Em 2016, a newsletter acompanhou amiúde o processo de impeachment de Dilma Rousseff, a chegada ao Poder de Michel Temer e de seu governo sub judice, as delações da Lava Jato que fizeram Brasília tremer.

Ainda nas raias da macroeconomia, o RR antecipou uma série de medidas que viriam a ser anunciadas ou, ao menos, estudadas pelo governo, como desonerações fiscais, securitização da dívida ativa, suspensão temporária do pagamento das dívidas das unidades federativas com os bancos públicos federais no âmbito de uma “Lei de Recuperação Judicial” para os estados – esta última tema de reportagem na edição de 5 de dezembro. Na edição de 2 de março, ainda no governo Dilma Rousseff, o RR informou que o Congresso aprovaria o projeto de lei do senador José Serra desobrigando a Petrobras de participar de todas as concessões no pré-sal. A estatal, aliás, foi a companhia mais mencionada na publicação em 2016, com 145 citações.

O RR publicou, com exclusividade, algumas das primeiras medidas adotadas por Pedro Parente na empresa, inclusive com a criação de novos instrumentos de compliance. No dia 16 de junho, a newsletter antecipou que GP Investimentos, Advent e a suíça Vitol haviam apresentado propostas para comprar uma participação minoritária na BR Distribuidora. Menos de uma semana depois, o próprio Parente confirmaria o recebimento das ofertas. Ficou o dito pelo não dito. O modelo de venda da BR foi revisto, o processo, reaberto e, até agora, nem sinal de que a operação vá sair do papel. Em 2016, apesar da abulia generalizada do empresariado, o RR seguiu de perto Jorge Paulo Lemann, Abilio Diniz, Benjamin Steinbruch, Roberto Setubal, entre outros nomes que comandam, do lado privado, a economia nacional. Cobriu no detalhe do detalhe a área de infraestrutura, as concessões e “desconcessões” do setor, o desmonte da indústria da construção pesada e a desmobilização de ativos da Camargo Corrêa.

Em um ano pautado por estratégias defensivas, suspensão de investimentos e seguidos passos para trás, é sintomático que algumas operações de M&A antecipadas pelo Relatório Reservado e posteriormente tratadas pela mídia tenham, ao menos por ora, ficado no quase, casos da venda da participação da OAS na Invepar para a Brookfield e da negociação dos ativos da japonesa Kirin no Brasil. A etapa que se encerra, no entanto, não foi feita apenas de recuos. Pelo menos não no caso do próprio Relatório Reservado. 2016 foi o ano em que o RR intensificou sua presença nas redes sociais, reformulou seu site e lançou um novo layout em sua versão newsletter, agora com duas páginas e mais informações diárias. Que venha 2017!

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27.12.16
ED. 5525

Trilhos cruzados

Há articulações, ainda embrionárias, para a fusão entre a Invepar, operadora do Metrô do Rio, e a Supervia, concessionária de trens urbanos da cidade. A operação se daria com o embarque de um investidor no capital da nova empresa. Não custa lembrar que, recentemente, a Brookfield tentou comprar a parte da OAS na Invepar. Procurada, a Supervia nega a operação.

A Invepar, por sua vez, não quis se pronunciar. A fusão é vista com bons olhos por Previ, Petros e Funcef, donas de 75% da Invepar. O trio aproveitaria a operação para reduzir sua participação em um negócio que tem exigido sucessivos aportes de capital. O acordo funcionaria ainda como uma solução para a delicada situação financeira da Supervia. A Light chegou a entrar com um pedido de falência da companhia por uma dívida de R$ 38 milhões.

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 Leo Pinheiro, da OAS , é nitroglicerina em dose dupla: além da Lava Jato, negocia um acordo de delação no âmbito da Operação Greenfield, que investiga desvios nos fundos de pensão.

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30.09.16
ED. 5466

Uma pedra a mais no caminho da OAS

 Os principais credores da OAS, entre os quais Banco do Brasil, Deutsche Bank e Société Générale , estão apreensivos com o desenrolar do bilionário contencioso entre a empreiteira e o governo de Trinidad e Tobago. A disputa diz respeito a um contrato da ordem de US$ 1,5 bilhão para a construção de uma rodovia no país caribenho, obra que não foi concluída. As autoridades trinitinas abriram um processo de arbitragem contra a empreiteira baiana, com a alegação de que ela descumpriu termos do contrato. Por essa razão, exigem da OAS o equivalente a R$ 400 milhões, como execução das garantias previstas no acordo. A penalidade seria mais um duro baque para a empreiteira, submersa em uma recuperação judicial.  Procurada, a OAS não quis comentar o assunto. De acordo com informações filtradas junto a um dos bancos, os executivos da empresa têm procurado seus maiores credores com um discurso otimista. A OAS assegura que honrou todas as cláusulas do acordo e só paralisou as obras porque o governo de Trinidad e Tobago atrasou seguidamente os pagamentos. Garante ainda ter direito a uma indenização de algumas centenas de milhões de reais, recursos que seriam usados para a amortização de suas dívidas. Por ora, os bancos estão com o pé atrás.

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15.09.16
ED. 5455

Nota

 Nas contas do RR, esta é a quinta ou sexta vez que o ex-OAS Leo Pinheiro “confessa tudo” pela primeira vez.

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12.09.16
ED. 5452

Itochu sobre as águas brasileiras

 A Itochu quer comprar os 51% restantes da Queiroz Galvão na holding Águas do Brasil. Os nipônicos, donos de 49% do negócio, pretendem consolidar o capital integral da empresa. Além dessa aquisição, a Itochu estuda fazer uma oferta pela OAS Soluções Ambientais. Essa animação toda reflete o baixo preço dos ativos no Brasil, decorrente da valorização cambial e da Lava-Jato. Caso feche as duas transações, a Itochu chegará ao segundo lugar do ranking entre os grupos privados da área de saneamento, atrás apenas da Odebrecht Ambiental . • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Itochu e Queiroz Galvão.

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09.09.16
ED. 5451

Lula exibe seu capital político aos verdugos

 Quem acompanhou a gigantesca manifestação na Av. Paulista, no último dia 4, assistiu ao ex-presidente Lula mostrar sem rodeios qual o seu cacife para negociar uma eventual prisão. O protesto de domingo passado foi o sétimo seguido, e o maior de todos – cerca de 100 mil pessoas. Apesar dos gritos de “Volta Dilma”, “Fora Temer” e “Diretas Já”, ninguém estava lá especificamente para entoar os slogans, e, sim, para ouvir Lula. O resto era “quem mais chegar”, conforme as palavras de Paulo Okamoto. E o ex-presidente falou do golpe, da injustiça e da traição à “companheira Dilma”. Disse que está disposto a negociar com o atual governo em bases mais cordiais; que pode ser, sim, candidato à presidência; que conta com o povo para avançar nas conquistas sociais. Mas as palavras que soaram fundo nas massas foram menos conciliadoras. Lula trovejou que “há o aceitável e o não aceitável, e um limite para tudo, mesmo na política”. Para bom entendedor do lulês, o recado foi claro: se a sua prisão for levada a cabo, não vai ter ventania, vai ter tempestade. Ou seja: quem coloca essa multidão nas ruas tem o caos como capital político.  A mensagem é oportuna, pois o cerco se fecha. O ex-presidente da OAS , Leo Pinheiro, está à disposição da sanha inquisidora dos juízes de Curitiba. O ex-diretor da Petrobras Renato Duque, por sua vez, delatou que recursos de propina teriam sido transferidos para as campanhas de Lula e Dilma. Frase atribuída a Paulo Okamoto: “Se eles prenderem o Lula, a manifestação passa de 100 mil para um milhão. E já não terá mais slogans, mas somente uma palavra de ordem: Soltem o Lula”. Como diz o ex-presidente FHC: “Não basta que os juízes tenham provas, é preciso que eles saibam explicá- las muito bem, pois, se prenderem o homem, os riscos e consequências serão para todos nós”. Definitivamente, não parece uma medida prudente.

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29.07.16
ED. 5422

Waver

A OAS negocia com os credores para estender até o fim de agosto o prazo limite para a transferência de suas ações na Invepar. Ações na Justiça contra o plano de recuperação judicial da empreiteira atrasam a conclusão da operação. Os maiores credores da OAS ficaram com 25% da Invepar em leilão realizado pela construtora.

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23.06.16
ED. 5396

Mapa da mina

Leo Pinheiro, da OAS , estaria ajudando a Lava Jato a percorrer os labirintos da participação da Funcef na Bancoop, a cooperativa imobiliária que foi dirigida pelo ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

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15.06.16
ED. 5390

Entreouvidos

 Fernando Collor também estaria entre os “agraciados” pela delação premiada de Leo Pinheiro, da OAS. A conferir.

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01.06.16
ED. 5380

Fundos de pensão pegam um desvio para longe da Invepar

 Gueitiro Genso, Henrique Jäger e Sérgio Mendonça, presidentes da Previ, Petros e Funcef, estão encaminhando aos seus respectivos mantenedores uma proposta que beneficia a todos: a venda conjunta de suas participações na Invepar , uma das maiores holdings de concessões do país – dona, entre outros ativos, da Linha Amarela e do Metrô do Rio. O projeto deve receber as bênçãos do Palácio do Planalto. E nem poderia ser diferente, na medida em que a saída do capital da problemática holding de concessões de infraestrutura tira um fardo das costas do Banco do Brasil, da Petrobras e da Caixa Econômica Federal (CEF). Na última linha, quem agradece são os próprios trabalhadores e aposentados dos dois bancos e da petroleira. Com um déficit atuarial somado da ordem de R$ 40 bilhões, os fundos se veem forçados a desembarcar o quanto antes de uma companhia que, somente nos próximos 12 meses, exigirá aportes de mais R$ 3 bilhões para arcar com investimentos e passivos de curto prazo. Não custa lembrar que, no fim de 2015, Previ, Petros e Funcef foram obrigadas a injetar cerca de R$ 1 bilhão na Invepar para que a empresa pudesse honrar o pagamento de dívidas a descoberto.  Além do mais, até comprador já apareceu. Segundo informações filtradas junto à companhia, a trinca já teria oferecido sua fatia de 75% para a Brookfield. No ano passado, o grupo canadense esteve perto de ficar com os 25% que pertenciam à OAS, mas desistiu do negócio, curiosamente por divergências com as próprias fundações, que, àquela altura, não consentiram em revisar o acordo de acionistas da Invepar. Posteriormente, as ações da OAS acabaram transferidas para credores da empreiteira baiana – operação que deverá ser referendada em assembleia marcada para o próximo dia 7. Tomando-se como base a proposta feita pela Brookfield à construtora em 2015, estima-se que a compra dos 75% de Previ, Petros e Funcef giraria em torno de R$ 4 bilhões.  Em tempo: além de se livrar de um fardo financeiro, a venda do controle da Invepar permitiria à Previ, Petros e Funcef dar um passo para longe da Lava Jato. O presidente da companhia, Gustavo Nunes da Silva Rocha, é investigado por suspeita de interceder junto ao exsenador Gim Argello para que a CPI da Petrobras não convocasse executivos da OAS, “mediante pagamentos indevidos travestidos de doações eleitorais”. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Invepar e Brookfield.

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27.05.16
ED. 5377

Água e esgoto

 A Aegea Saneamento negocia a compra de ativos da OAS Soluções Ambientais. Tragada pela Lava Jato, a empresa se resume hoje a uma concessão em Guarulhos e outra em Lima, no Peru. Procurada, a Aegea confirmou o interesse na operação de Guarulhos.

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12.05.16
ED. 5367

Conta-gotas

 A OAS Soluções Ambientais vai se desmanchando aos poucos. Depois de se desfazer da concessão de saneamento de Araçatuba (SP), a companhia procura um comprador para a sua participação em uma PPP na cidade de Guarulhos. Procurada pelo RR, a OAS não comentou o assunto.

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Após desistir da compra da participação da OAS na Invepar, a Brookfield teria feito uma proposta para adquirir separadamente o Metrô Rio – uma das principais concessões da holding de infraestrutura. A OAS topa qualquer negócio. O problema é dobrar os outros sócios da Invepar, o trio Previ, Funcef e Petros. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Brookfield e Invepar.  

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14.04.16
ED. 5348

Aquecimento

 Os executivos da Invepar temem que a delação do empreiteiro Ricardo Pessoa, que levou à condução coercitiva do presidente da empresa, Gustavo Rocha, tenha sido apenas um amargo aperitivo. O prato principal viria com o depoimento de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, uma das acionistas da Invepar

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08.04.16
ED. 5344

Concessões rodoviárias trafegam pelo acostamento

 Ao mesmo tempo em que trabalha em um novo plano de concessões de infraestrutura, o governo se contorce para impedir o revés de licitações já realizadas. A questão mais urgente envolve o pacote de cinco rodovias federais privatizadas entre setembro e dezembro de 2013, que somam cerca de três mil quilômetros e um investimento da ordem de R$ 11 bilhões. Em bloco, os vencedores do leilão – entre eles CCR, Invepar, o consórcio Planalto, que reúne uma miríade de construtoras, e a Galvão Engenharia, de todas a mais combalida – tentam arrancar do Ministério dos Transportes uma série de mudanças nas regras dos projetos. Os pontos nevrálgicos são o aumento da taxa de retorno, com equiparação às concessões mais recentes, e a extensão do prazo para conclusão dos investimentos. Como seria de se supor, o jogo é jogado na base do pé alto e chuteiras com travas de alumínio. Há ameaças explícitas de entrega das concessões caso as exigências não sejam aceitas.  As rodovias ofertadas em 2013 foram a leilão com uma Taxa Interna de Retorno (TIR) de 7,2%. Àquela altura, já era considerado um índice apertado vis-à-vis as exigências de investimento. Com a Lava Jato e a recessão econômica, o negócio ficou inviável. Os investidores exigem uma Taxa de Retorno superior a 9%, em linha com as concessões de rodovias realizadas posteriormente. Para não mexer nas tarifas de pedágio, na ocasião tão celebradas pelo governo – o deságio médio sobre o lance inicial foi de 51%, contra 43% da rodada anterior –, a equação só é possível com a redução dos investimentos compulsórios e um prazo maior para a sua execução.  Entre todas as rodovias leiloadas em 2013, a situação mais dramática é a da concessão do trecho da BR- 153 entre as cidades de Anápolis (GO) e Aliança do Tocantins (TO), nas mãos da Galvão Engenharia. Em recuperação judicial e submersa na Lava Jato, a companhia suspendeu investimentos e praticamente paralisou todas as obras previstas no edital. A situação chegou a tal ponto que a ANTT já ameaça tirar a concessão. Outro caso que preocupa as autoridades é o da BR-040, controlada pela Invepar. As dificuldades financeiras da OAS, também em recuperação judicial, congelaram os investimentos na operação.

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07.04.16
ED. 5343

Cartão vermelho

  Não sem motivos, o Grêmio quer jogar a OAS para escanteio. O clube trabalha para que os próprios credores da empreiteira assumam o controle do seu estádio, em Porto Alegre.

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23.03.16
ED. 5333

Invepar é um risco para os fundos de pensão

 A venda de parte da Invepar deverá deflagrar uma sangrenta batalha nos tribunais. Segundo o RR apurou, as principais entidades que representam os participantes dos três maiores fundos de pensão do Brasil – Associação de Mantenedores-Beneficiários da Petros (Ambep), Associação de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (AAPBB) e Associação Nacional Independente dos Participantes e Assistidos da Funcef (Anipa) – pretendem entrar na Justiça. O objetivo é impedir que as fundações exerçam o direito de preferência sobre a participação da OAS e aumentem sua fatia no capital da Invepar. Procurada, a Ambep confirmou que “está participando de ações que defendem o patrimônio do Petros e mantém contatos para mobilizar os participantes da Previ e da Funcef”. A Anipa, por sua vez, disse “não participar da referida articulação”. Já a AAPBB não quis se pronunciar.  No caso de um novo aporte de capital na Invepar, a conta a ser compartilhada pelos três fundos de pensão seria de R$ 1,3 bilhão. Entre os beneficiários das fundações, o temor é que Previ, Petros e Funcef sejam quase que obrigadas a engolir esse batráquio pelas mais variadas motivações. Uma delas: por vias oblíquas, a compra da participação da OAS na Invepar permitiria à construtora honrar uma dívida de R$ 330 milhões com o FIFGTS, administrado pela própria Caixa Econômica. A probabilidade de a batata quente da Invepar cair no colo dos três fundos de pensão aumentou consideravelmente nos últimos dias, após uma sequência de frustradas negociações. Primeiro, a Brookfield desistiu de assumir a participação da OAS. As ações foram a leilão na semana passada, mas não apareceu um só candidato. O plano de recuperação judicial da OAS prevê a hipótese de transferência do ativo para os credores da empreiteira. Antes, no entanto, as ações terão de ser oferecidas a Previ, Petros e Funcef, que possuem direito de preferência. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Previ, Petros e Funcef.

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23.03.16
ED. 5333

Lava Jato

 A deduragem do empreiteiro Leo Pinheiro, da OAS, promete ser uma das mais reveladoras da nova leva de depoimentos já colhidos pela Lava Jato. A delação, segundo uma fonte do RR, vai pipocar nas mídias neste fim de semana. A ver.

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11.03.16
ED. 5325

Ponte a OAS

 A Lava Jato espera que a delação premiada de Leo Pinheiro seja também uma ponte até Cesar Mata Pires, o todo-poderoso da OAS.

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 O surgimento do nome de Gustavo Rocha, presidente da Invepar, na Lava-Jato é música aos ouvidos de Previ, Petros e Funcef . Os três fundos não veem a hora de destronar o executivo, indicado pela OAS.

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03.02.16
ED. 5301

Brookfield joga pôquer com a Invepar

  A desistência de participar da disputa pela compra da parte da OAS na Invepar é a aposta mais arriscada da Brookfield Infrastructure no mercado brasileiro este ano. A estratégia do blefe foi toda arquitetada pelo presidente da companhia, Sam Pollock, que convenceu o grupo canadense de que o preço e o acordo de acionistas acertado entre a OAS e os fundos de pensão na criação da Invepar podem ser modificados na bacia das almas. Pollock aposta que ninguém bancará no leilão o valor de R$ 1,35 bilhão ofertados pela Brookfield pelos 24,4% da construtora baiana na holding de concessões. Desta forma, voltará à mesa de negociações com a faca e o queijo para ofertar menos e ainda exigir da Previ, Funcef e Petros um novo acordo de acionistas que entregue a gestão da Invepar e não exija exclusividade de sociedade nos futuros leilões de rodovias. A Brookfield é sócia da espanhola Arteris – operadora de estradas em São Paulo – e tudo o que menos quer é ficar amarrada à Invepar. Pollock sabe que o blefe faz parte desse jogo de pôquer, mas um eventual fracasso será exclusivamente debitado na sua conta. A Brookfield não comentou o assunto.

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29.01.16
ED. 5298

Invisível

 Cesar Mata Pires, que deixou no ano passado o ranking de bilionários da Bloomberg , tem passado mais tempo na Europa do que no Brasil. Suas aparições na sede da OAS em São Paulo se tornaram escassas. Aparece apenas nas reuniões trimestrais do conselho. E mesmo assim a jato.

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28.12.15
ED. 5276

OAS deve substituir executivo preso na Operação Vidas Secas

 O presidente da OAS, Elmar Varjão, deverá ser afastado do cargo. A companhia nega a mudança. Mas, segundo o RR apurou, a própria construtora já teria informado a seus credores que o nome do substituto será anunciado em breve. Há menos de um ano no comando da empreiteira, Varjão ficou preso durante cinco dias no início de dezembro após a Operação Vidas Secas, da Polícia Federal. Tudo o que a OAS menos precisa neste momento é de que um novo episódio policial contamine sua reestruturação. Sobretudo agora que seu plano de recuperação judicial foi aprovado pelos credores.

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16.12.15
ED. 5270

Pé na porta

 A Brookfield, que herdou a parte da OAS, já chegou na Invepar disposta a fazer uma chamada de capital. Com um déficit sobre os ombros, Petros e Funcef tentam segurar o ímpeto do novo sócio.

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03.12.15
ED. 5261

Saneamento

 Após acertar a venda de sua operação de saneamento em Araçatuba (SP) para a espanhola GS Inima, a OAS negocia com dois fundos estrangeiros o controle da Epasa, de Lima, no Peru.

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  A GP Investimentos enxergou um veio de água potável minando entre os destroços da Lava Jato. A gestora de recursos está em negociações para a compra da OAS Soluções Ambientais e da CAB Ambiental, do Grupo Galvão. Segundo o RR apurou, o braço de saneamento da empreiteira de Cesar Mata Pires está avaliado em aproximadamente R$ 200 milhões. No caso da CAB, os valores sobre a mesa giram em torno dos R$ 500 milhões. Uma vez cravada a dupla aquisição, o caminho das pedras está traçado: o objetivo da GP é consolidar as duas companhias e criar um dos maiores grupos privados de saneamento do país. Juntas, CAB e OAS Soluções Ambientais somam um faturamento em torno de R$ 700 milhões, 20 concessões em cinco estados e aproximadamente 10% de market share. Entre as empresas privadas, a dupla ficaria atrás somente da Águas do Brasil e da Odebrecht Ambiental .  A GP se aproveita do momento de fragilidade de um setor umbilicalmente ligado às grandes empresas de construção pesada do país e, por isso mesmo, superofertado de ativos – outra empresa à venda é a Aegea, do Grupo Equipav.. A empresa nega a informação e ainda afirma que analisa oportunidades de aquisição. CAB e OAS Soluções Ambientais são companheiras de calvário. Seus acionistas controladores foram arrastados pelo “petrolão”, entraram em recuperação judicial e precisam vender ativos o quanto antes para salvar a própria pele. Como não poderia deixar de ser, tanto de um lado quanto de outro, a fonte secou. Enquanto a venda não sai, CAB e OAS não têm outra opção se não sugar o próprio caixa para tocar os projetos em curso em suas concessões. Não obstante a realidade dos fatos, a GP aposta suas fichas no potencial de crescimento das duas empresas. Com 18 concessões, a CAB cresceu 6% no ano passado, rompendo a marca de R$ 600 milhões em receita. A OAS tem um faturamento bem menor, em torno de R$ 80 milhões. Em compensação, como boa parte dos projetos entrou recentemente em operação, a empresa ainda está no período dos longos saltos. No ano passado, sua receita subiu 500%

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21.09.15
ED. 5210

OAS Soluções Ambientais a venda

A venda da OAS Soluções Ambientais está fazendo água. Candidatos ao negócio, como a francesa Suez , têm sido desaconselhados por seus advogados a fechar a operação. Com apenas duas concessões, são grandes as chances de que a empresa perca na Justiça uma delas, na cidade de Guarulhos. O governo paulista questiona a autonomia da prefeitura local para licitar o serviço de saneamento da cidade.

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18.08.15
ED. 5187

Saneamento

O governador do Pará, Simão Jatene, está embalando a venda de até 49% da Cosanpa. O duro vai ser encontrar comprador. O mercado está superofertado de ativos da área de saneamento que há meses mofam sobre o balcão, a começar pela OAS Soluções Ambientais. * O governo do Pará não respondeu ao RR.

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14.08.15
ED. 5185

Santander e OAS duelam no tapetão

O Grenal do momento, o clássico que realmente está mexendo com o Rio Grande opõe a OAS e o Santander. Trata-se de um duelo desigual prestes a parar no tapetão. Calçados com suas chuteiras de travas mais altas, os espanhóis preparamse para entrar na Justiça contra a empreiteira de Cesar Mata Pires. Da canela para cima, é tudo cifrão. O motivo do iminente contencioso é a dívida da OAS Arenas de R$ 190 milhões referente ao empréstimo para a construção do novo estádio do Grêmio. No mesmo time do Santander por sinal, colorado , estão o Banco do Brasil e o Banrisul, que também integram o pool de bancos financiadores do projeto. Procurado, o Santander não quis comentar o assunto, por conta do “sigilo na relação com os clientes”. Já a OAS informou que “as negociações com os bancos e o clube avançam”. Santander, BB e Banrisul ouvem apenas um grito vindo das arquibancadas: “Calote! Calote! Calote!” Até agora, o trio não tem a menor ideia de onde virá o dinheiro para o pagamento do empréstimo. Dona de 100% do empreendimento, a OAS quer empurrar a arena para o Grêmio. Só que com a dívida dentro. Para o clube, tão ruim ou até pior do que engolir o passivo é o pesadelo de não ter casa. A direção do clube já cogita, inclusive, convocar torcedores ilustres e afortunados para arcar com a dívida e afastar o fantasma do despejo. Seria o caso, por exemplo, de Alexandre Grendene, gremista absolutamente doente e dono de uma fortuna superior a US$ 2,5 bilhões.

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13.07.15
ED. 5161

O fundo P2

O fundo P2, leia-se Pátria Investimentos e Promon, é candidato a  compra da OAS Soluções Ambientais. Oficialmente, o private equity nega qualquer negociação.

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Previ, Petros e Funcef fizeram sua parte no script: renunciaram ao direito de preferência sobre as ações da OAS, abrindo caminho para a entrada da Brookfield no capital da Invepar. Em um segundo instante, será a vez de a gestora canadense cumprir o combinado: não criar qualquer óbice para que os fundos indiquem o novo presidente da companhia, em substituição ao desafeto Gustavo Nunes da Rocha, ligado a  OAS.

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26.05.15
ED. 5128

Brookfield está com meio corpo dentro da Invepar

Diz a versão oficial que a OAS apenas ofereceu suas ações na Invepar como garantia ao empréstimo de R$ 800 milhões obtido junto a  gestora Brookfield – informação reiterada pela construtora ao RR. No entanto, segundo fonte muito próxima a  empreiteira, o termo “garantia” não passa de um eufemismo: o empresário Cesar Mata Pires já teria acertado a transferência da sua participação de 25% na holding de concessões públicas em troca do aporte de capital na OAS. Ou seja: o financiamento não foi uma ponte para a posterior venda das ações, mas a própria venda das ações. É bem provável que a conclusão do negócio envolva uma quantia extra. No fim do ano passado, a fatia da OAS na Invepar teria sido avaliada em aproximadamente R$ 2,5 bilhões. No entanto, esse valor automaticamente baixou diante da notória necessidade da empreiteira de fazer caixa o mais rapidamente possível para cobrir uma dívida de R$ 8 bilhões. De acordo com a mesma fonte, se não ocorrer qualquer contratempo, o anúncio da entrada da Brookfield na Invepar será anunciado na próxima semana. Os canadenses vão se juntar, portanto, a Previ, Petros e Funcef, que, juntas, detêm 75% da companhia. Segundo o RR apurou, a própria direção dos três fundos de pensão participou das negociações e foi responsável por atrair os canadenses para a operação, juntando a fome (trazer um investidor de peso para a Invepar) com a vontade de comer (ejetar a OAS do capital da companhia). Não custa lembrar que há cerca de um mês, a Brookfield deixou escapar no noticiário a informação de que tinha reservado pouco mais de R$ 3 bilhões para investimentos em infraestrutura e em usinas sucroalcooleiras no Brasil. É presumível que, na ocasião, a contabilidade da gestora canadense já antecipasse a compra da participação na Invepar.

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13.05.15
ED. 5119

Invepar

Em seus devaneios para fazer caixa e cobrir suas dívidas, a OAS chegou a propor a Previ, Funcef e Petros a dissolução da Invepar. O argumento é que o spinoff facilitaria a negociação em separado das diversas concessões que compõem a holding. Os fundos de pensão consideraram a hipótese estapafúrdia.

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06.05.15
ED. 5114

Ave, Cesar!

Circula pelas ladeiras do Pelourinho a informação de que Cesar Mata Pires teria colocado a  venda duas grandes fazendas de gado na Bahia. Por meio de sua assessoria, a OAS negou que Mata Pires esteja se desfazendo de patrimônio pessoal. Melhor assim…

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23.04.15
ED. 5106

Escanteio

A Amsterdam Arena tem interesse em assumir a gestão da Arena Fonte Nova, em Salvador, no lugar da OAS. Os holandeses, no entanto, impõem cláusulas draconianas que responsabilizam a empreiteira baiana até mesmo por eventuais pendências financeiras que surjam a futuro.

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17.04.15
ED. 5103

Elefante de areia

Na falta de candidatos ao negócio, a OAS já cogita entregar a concessão da Arena das Dunas para o governo do Rio Grande do Norte.

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14.04.15
ED. 5100

Fila indiana

Depois da Galvão Engenharia e da OAS, a Mendes Junior estaria com um pé no corredor da recuperação judicial. *** Por falar em Galvão Engenharia, a navalhada em andamento na construtora não se resume aos canteiros de obras. Além dos 11 mil operários demitidos desde novembro, a empresa está promovendo cortes em série nas gerências executivas, na área comercial e no jurídico.

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06.04.15
ED. 5094

Guarulhos

Os múltiplos pedidos de recuperação judicial da OAS acenderam todos os alertas no painel de comando da Infraero. Na própria estatal, a percepção é que a Previ e a Funcef, também acionistas da Invepar, não levarão adiante o plano de investimentos do aeroporto de Guarulhos. Só para este ano, o desembolso previsto é superior a R$ 1 bilhão.

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07.01.15
ED. 5035

Operação secador

 A Operação Lava-Jato tem feito milagres. Em busca de apoio político para enfrentar o duríssimo momento, Cesar Mata Pires, dono da OAS, ensaia uma reaproximação com o prefeito de Salvador, ACM Neto. Ambos tornaram-se inimigos figadais depois que Teresa Magalhães, esposa de Mata Pires e filha de Antônio Carlos Magalhães, rompeu com a família em meio ao rumoroso processo de partilha do espólio do ex-governador.

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14.03.14
ED. 4830

Vatapá

 O armistício entre Cesar Mata Pires e os herdeiros de Antonio Carlos Magalhães parece ter chegado ao fim. O dono da OAS tem dito a pessoas próximas que o prefeito de Salvador, ACM Neto, vem embarreirando deliberadamente alguns dos projetos da construtora na cidade. Não custa lembrar que os dois lados selaram uma trégua depois que Tereza, filha de ACM e esposa de Mata Pires, abriu mão da herança do pai.

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