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01.06.22

Quem lucra com um boato bem plantado?

O boato sobre a fusão entre a XP e o Nubank despertou o sinal vermelho no BC. Não pela operação, mas pela circulação agressiva do rumor – verdade seja dita, cabalmente refutado por Guilherme Benchimol, donatário da XP. Na prática,o zunzunzum já trouxe benefícios para seus protagonistas. Na última semana, uma leva de clientes de outros bancos migraram para a XP e o Nubank, frente à iminência de poder ser atendido por um “tiranossauro do mercado financeiro”. O BC e a CVM vão fazer o seu papel, com investigações e cruzamento de dados. Boatos do gênero só nascem de quem tem interesse ou credibilidade para fazer circular sua notícia. Não é tão difícil cercar os “Lourenços” e aproveitar para checar os sistemas de compliance das instituições financeiras mais visadas. Em tempo: o RR apurou que, na véspera dos “vazamentos”, um tradicional banco de investimentos recomendou a seus clientes a venda de ações do Nubank.

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24.05.22

Instituições popstars

Depois do Nubank chamar Anitta para o Conselho, outra instituição smart pensa em convidar Neymar para o seu board.

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17.05.22

Má notícia

Corre no mercado a informação de que o Tiger Global deverá reduzir suas participações em startups brasileiras. Entre outros negócios, a gestora norte-americana é acionista do Nubank. O Tiger tem sido castigado por duas perdas globais: nos quatro primeiros meses do ano, teve um prejuízo da ordem de US$ 17 bilhões.

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22.03.22

O estranho no ninho

Não há o que questionar em relação à primeira e à segunda colocação, respectivamente, do Bradesco e do Itaú no ranking da Pesquisa Merco de reputação no setor financeiro. Mas é de se estranhar o intruso Nubank na terceira posição. Sob certo aspecto, a fintech, ou seja lá que animal for, lembra um pouco a OGX, companhia de petróleo do empresário Eike Batista, que tinha muito marketing e valuation e pouco óleo. Sem qualquer comparação de ordem financeira, o Nubank também tem muito marketing e valuation, mas é pouco banco. Talvez seja o caso de aguardar a próxima Pesquisa Merco para conferir se a reputação do Nubank não vai repetir o que aconteceu com suas ações logo após o seu festejadíssimo IPO: caíram para o lugar que mereciam – 11 dias depois da abertura de capital, o papel já havia despencado 25%, achatando o valor de mercado da instituição em US$ 13,4 bilhões. De qualquer forma, o RR insiste: o Nubank pode ser até a nova fronteira do capital reputacional, mas banco não é.

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25.02.22

Rumo à América

Depois de Alemanha, México e Argentina, o Nubank está amadurecendo o projeto de desembarcar nos Estados Unidos.

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08.02.22

Na mira do Nubank

De primeira: a Gyra+, fintech especializada em crédito para pequenas empresas, é o novo alvo do Nubank.

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19.01.22

Mas já?

Corre no mercado a informação de que o Nubank poderá fazer uma recompra de ações na Bolsa de Nova York para conter a queda das cotações. Nos últimos dias, a ação despencou e tem sido negociada na casa de US$ 8,60, abaixo do preço do IPO (US$ 9), realizado em 9 de dezembro. Consultado, o Nubank não quis se pronunciar.

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17.12.21

Só se fala do “No bank”

Portugal deve ser a nova parada do Nubank. A fintech, ressalte-se, já tem representações na Alemanha, Argentina, México e Colômbia.

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10.12.21

O dia em que o Nubank virou banco

O mercado abriu champanhes comemorando o IPO do Nubank, na última quarta-feira, como o de maior valor de um “banco” da América Latina. Não é bem assim. O Nubank não é um banco, mas um animal híbrido entre a fintech e qualquer outra coisa financeira. Mas, na hora do IPO, vira banco. São dois pesos e duas medidas: parafraseando Nelson Rodrigues, o Banco Central anuncia há mil anos antes do nada a regulamentação das fintechs e instituições derivativas. Reconhece que, como está hoje, existe uma assimetria grave na competição. A questão é que o BC mostra duas caras: ao mesmo tempo em que constata um desequilíbrio regulatório, considera essa desigualdade ampliadora da concorrência. Ora, todo mundo já sabe que os compromissos de Bradesco, Itaú, Santander e Safra, para dizer somente os que carregam uma maior responsabilidade social – agências, funcionários diretos e indiretos, fornecedores etc -, são imensamente superiores aos desses “bancos” de dois andares e 30 pessoas. Com essa assimetria, ressalte-se ainda, o BC está produzindo novos bilionários com IPOs de “bancos de festim”. Gerar valuation não é tudo nesse mundo. Se for, estamos todos lascados.

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08.12.21

Plano de ensino

A exemplo da XP Investimentos, o Nubank tem planos de entrar no negócio de educação.

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