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23.08.17
ED. 5689

Amigos do Ronaldo

As redes sociais não perdoam. Desde domingo, quando Ronaldo trocou abraços com João Doria em evento da Nike no Ibirapuera, pululam na internet fotos do Fenômeno com seus “aliados”, de Aécio Neves a cartolas da CBF. Como de hábito, sobrou também para Luciano Huck.

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09.08.17
ED. 5679

CBF e Nike: divórcio à vista?

A longa e controversa tabelinha entre a CBF e a Nike parece caminhar para o seu epílogo. O RR apurou que a entidade tem conversado com outros fabricantes de material esportivo, entre os quais Adidas e a norte-americana Under Armour. A troca de fardamento se daria após a Copa do Mundo da Rússia.

A Nike tem sido pressionada por acionistas e autoridades norte-americanas a romper o patrocínio de 22 anos à seleção brasileira, um negócio que lhe rendeu muito dinheiro, grande visibilidade, mas também maculou sua marca e a colocou no centro de um escândalo internacional. A amarelinha da seleção brasileira é hoje uma camisa encardida pelas denúncias envolvendo a relação Nike/CBF. A parceria é alvo de investigações nos Estados Unidos e na Espanha. No mês passado, a Justiça espanhola expediu uma ordem de captura contra o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, acusado de participar de um esquema de desvio de recursos em contratos para a venda dos amistosos da seleção brasileira.

Seu “parceiro de ataque” nesse jogo seria o ex-presidente do Barcelona Sandro Rosell. A investigação bate diretamente na Nike. Preso em maio deste ano, Rosell era executivo da companhia norte-americana quando ela iniciou a parceria com a CBF, então comanda por Teixeira. Segundo a Justiça dos Estados Unidos, o contrato teria rendido um “bicho” de US$ 15 milhões ao cartola. Consultada sobre o fim da parceria e as tratativas com outros fabricantes, a CBF disse “desconhecer qualquer informação neste sentido”. A Nike, por sua vez, afirmou que “não comenta detalhes de contratos respaldados por cláusulas de confidencialidade”.

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 O sinal de alerta está aceso no Banco Itaú, Nike , Vivo, Samsung e demais patrocinadores da seleção brasileira. O motivo é a truculência com que a CBF vem tratando seus ex-parceiros. A entidade entrou na Justiça contra a BRF, com quem manteve contrato até o início deste ano. A justificativa é que a Sadia está fazendo “marketing de emboscada” em sua campanha publicitária para a Olimpíada ao vestir seu tradicional mascote com uma camisa verde e amarela. Ou seja: ao que tudo indica, Marco Polo Del Nero e cia. entendem que a CBF tem a primazia sobre as cores da bandeira. A BRF não está sozinha. Segundo o RR apurou, a Confederação também está abrindo um processo contra a Michelin, que patrocinava a seleção brasileira até fevereiro. A alegação é de que a empresa francesa não teria cumprido cláusulas do contrato relativas ao prazo e aos valores da rescisão. Procurada, a BRF confirmou o processo e disse lamentar a “postura da CBF”. Como apoiadora oficial da Rio 2016, a empresa afirma ter o direito contratual de usar os uniformes das equipes brasileiras, cujas cores “não são exclusivas da entidade”. A CBF não quis comentar o assunto. A Michelin também não se pronunciou.  Ao olhar para a BRF e a Michelin, os atuais patrocinadores da CBF temem o efeito do “eu sou você amanhã”. A percepção é de que a entidade iniciou uma caça às bruxas em represália aos ex-parceiros. E não são poucos. A escalação inclui ainda nomes como Gillette e Unimed. Não por coincidência, o turnover publicitário cresceu consideravelmente nos últimos dois anos, em meio aos seguidos escândalos envolvendo os ex e atuais cartolas da entidade. Ricardo Teixeira sumiu do mapa. O também ex-presidente José Maria Marin cumpre regime de prisão domiciliar em Nova York. Já Marco Polo Del Nero não sai do Brasil nem a decreto, temendo ter o mesmo destino de Marin, seu antecessor, preso na Suíça e extraditado para os Estados Unidos.

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21.08.15
ED. 5190

Tá na mesma linha?

A CPI do Futebol pretende convocar executivos das empresas patrocinadoras da CBF, como Vivo, General Motors, Samsung e, sempre ela, a Nike.

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