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19.06.17
ED. 5642

House of Cunha

Prevista para 2018, a série do Netflix sobre a Lava Jato, dirigida por José Padilha, será lançada simultaneamente no Brasil e em mais de 50 países. É Sergio Moro tipo exportação.

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24.02.17
ED. 5568

Os “Kennedy da Lava Jato”

José Padilha está reescrevendo episódios da série “Lava Jato” para incluir dois personagens fundamentais que passavam quase em branco no roteiro original: o ex-governador Sérgio Cabral e a ex-primeira dama Adriana Ancelmo. A produção da Netflix ainda não tem data de estreia, mas, até lá, é possível que Padilha tenha de adicionar outros nomes que ainda não vieram à tona na trama real.

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17.06.16
ED. 5392

Vida real

 Os procuradores de Curitiba, especialmente Deltan Dallagnol, foram sondados para fazer uma participação especial na série sobre a Lava Jato que José Padilha está produzindo para o Netflix.

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15.02.16
ED. 5306

Netflix cresce na tela de concorrentes

 A Netflix pretende iniciar ainda esse ano um programa de aquisições de concorrentes de menor porte como forma de aumentar mais rapidamente a base de usuários. Entre os alvos prediletos está a Looke, que era o braço de filmes digitais do grupo Saraiva. A companhia tem em torno de dois milhões de cadastros, número inflado com a compra recente da NetMovies, que já foi, antes da entrada da Netflix, a maior locadora virtual do país, com 35 mil títulos. Entre aquisições de empresas e de conteúdo, a Netflix do Brasil pretende desembolsar nesse ano US$ 100 milhões, o equivalente a 2% do que a companhia vai gastar em sua operação mundial com a compra de séries e filmes. No Brasil, a empresa fatura em torno de R$ 200 milhões e tem crescido acima de dois dígitos há três anos.  No ranking da Netflix, o Brasil está entre os 10 maiores mercados, com cerca de 10% dos 26 milhões de assinantes fora dos Estados Unidos, onde a companhia tem mais 45 milhões de associados. A empresa, que reina no mercado brasileiro de streaming (download de filmes e séries), com cerca de 40% de share, está acertando acordos com produtoras brasileiras para geração de conteúdo a ser distribuído na América Latina. Trata-se do modelo que tem adotado na Europa e na Ásia desde o ano passado. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Netflix e Looke. A Looke procurou o RR no dia 18/02/16 e informou que “a empresa nunca possuiu e não possui vínculo societário direto ou indireto com o Grupo Saraiva; e que não manteve ou mantém qualquer tipo de entendimento que vise alienação em parte ou no todo da plataforma para o Netflix.”

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A operação brasileira do YouTube não teria atingido as metas de receita estipuladas pelo Google, seu controlador. Ao mesmo tempo, está perdendo a disputa por parcerias com emissoras abertas. Até o momento, fechou apenas com a Record. Já seu maior rival, a Netflix, selou acordos com Band e SBT. É por essas e outras que Alvaro Paes e Barros, nº1 do YouTube no Brasil, corre o risco de perder o cargo em 2016. A empresa nega a saída do executivo.

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21.10.15
ED. 5231

Netflix

 O Flamengo negocia acordo de patrocínio com a Netflix. O contrato seria um trunfo político para o presidente do clube, Eduardo Bandeira de Mello, que disputará a reeleição no fim do ano. Bandeira daria um tapa com luva de pelica especialmente no ex-aliado e agora desafeto Luiz Eduardo Baptista, o “Bap”, levando para o Flamengo um concorrente direto da Sky, presidida pelo executivo.

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04.09.15
ED. 5200

House of Cards

O Brasil pulsa na tela do Netflix. O grupo está prestes a abrir um escritório no Brasil, debaixo do qual ficarão suas operações na América Latina. O desembarque no país será acompanhado de um pacote de investimentos em tecnologia e geração de conteúdo.

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