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26.03.20

Contra a corrente

A Natura vai tentar furar a onda da crise: planeja levar a marca The Body Shop, comprada da L ́Oreal em 2017, para cinco novos países neste ano.

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22.01.20

Apetite redobrado

A Natura estaria em negociações avançadas para a compra da linha de dermocosméticos da GlaxoSmithKline (GSK) no Brasil. A operação é estimada em US$ 250 milhões. Seria mais uma demonstração de fôlego financeiro da empresa de Pedro Passos e cia. A Natura ainda digere a aquisição mundial da Avon, por US$ 3,7 bilhões.

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12.12.19

O mundo bonito de Natura e Boticário

A disputa pelo mercado de cosméticos chegou ao Conar. A Natura entrou com uma reclamação para tirar do ar a nova campanha publicitária do Boticário, que usa como frase “O mundo mais bonito com…”. A empresa de Pedro Passos, Guilherme Leal e Luiz Seabra acusa a concorrente de plágio deslavado. A Natura tem como slogan “O mundo é mais bonito com você”.

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21.06.19

Adeus à velha Avon?

A Natura, que comprou o controle global da Avon, vai investir pesado na operação de e-commerce da empresa. O alvo prioritário será a venda de linhas de produtos mais caras. Má notícia para as “Avonetes”, o exército de vendedoras da Avon.

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03.06.19

Comum de dois

O nº 1 da Avon no Brasil, José Vicente Marino, deverá comandar o processo de incorporação da empresa à Natura. É o homem talhado para a missão. Marino foi vice-presidente da companhia brasileira por sete anos.

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16.10.18

Maquiagem borrada

O disse me disse em torno de uma eventual investida para a aquisição da Avon não tem feito bem à pele e ao bolso dos acionistas da Natura. No intervalo de quatro meses, a empresa já perdeu quase 20% do seu valor de mercado.

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24.07.18

Natura reduz seu mapa

A Natura está reavaliando seus negócios internacionais, notadamente na América do Sul. Um dos candidatos ao cadafalso é a operação no Peru. Em vez de prosseguir com uma custosa estrutura própria, a empresa poderá recorrer a uma parceria com um distribuidor local, a exemplo do que já faz na Bolívia.

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15.02.18

Receituário contra a “africanização” da indústria

O empresário Pedro Passos, um dos fundadores da Natura, é um espécime raro entre seus pares. Dedica tempo e energia à busca de soluções para reverter o desmonte da indústria  nacional e acelerar a retomada do crescimento econômico. Na edição especial de 20 anos da revista Insight-Inteligência – lançada pela Insight Comunicação neste mês e distribuída a um mailing fechado – Passos contribui com valiosa mescla de proposições. A boa notícia: sim, há cura para a “africanização” da indústria brasileira. Para isso, Passos divide seu receituário em três frentes: reformas e políticas gerais; abertura e política de comércio exterior; e iniciativas industriais e de inovação.

Na primeira parte, estão as sapatas da edificação. O empresário elenca premissas fundamentais para a reorganização da economia. Cita como vital “superar a baixa qualidade da educação, base para o avanço tecno- lógico, modernização e incremento da produtividade”. Ainda no quesito das reformas e políticas gerais, Pedro Passos prega a manutenção da queda dos juros a patamares próximos aos padrões internacionais. Para o empresário, trata-se de um fator determinante para a revitalização do mercado de capitais brasileiro, seja como fonte de financiamento alternativa ao BNDES e demais agências de governo, seja como forma de aguçar o apetite do investidor pelo risco. Com relação ao segundo item – abertura e política de comércio exterior –, Pedro Passos olha para o mundo por uma grande angular. Defende a conclusão dos acordos comerciais com a União Europeia e o México, além de uma aproximação maior com Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul e Canadá.

Chama a atenção também para a importância do Brasil estreitar seus laços com países continentais do Pacífico, como Chile, Colômbia e Peru. Paralelamente, propõe a criação de uma única autoridade de comércio exterior, subordinada diretamente à Presidência da República. Seria uma forma de centralizar e simplificar a formulação e a execução de políticas de comércio exterior, hoje dispersas em múltiplas agências espalhadas por diversos ministérios – Apex/Ministério das Relações Exteriores; Camex/ Ministério da Indústria e Comércio; BNDES/Ministério do Planejamento. O empresário recomenda também uma revisão das estruturas tarifárias, as “mais obsoletas do mundo”. Menciona o estudo “How Lowering Trade Barriers Can Revive Global Productivity and Growth”, do FMI, segundo o qual uma redução de 1% das tarifas sobre insumos incrementa a produtividade total em cerca de 2%.

Pedro Passos confere especial atenção às iniciativas industriais e de inovação, que completa o tripé de seu paper. Nesse ponto, logo na partida, faz coro ao saudoso professor Antônio Barros de Castro, que há mais de uma década já chamava a atenção para a necessidade de descarte de alguns setores da indústria inexoravelmente engolidos pelo tempo. Passos afirma que o Brasil precisa “selecionar atividades com maior dinamismo tecnológico, tendo em conta as possibilidades de projeção global”. Mesmo porque, neste processo darwiniano, “não há recursos para amparar a sobrevivência de setores e empresas”. Pedro Passos alerta que se “avizinha uma nova revolução industrial baseada em ciência e tecnologia (Indústria 4.0 ou Manufatura Avançada)”.

Com base em estudo da OCDE, Passos discorre sobre uma série de decisões estratégicas e iniciativas que o Brasil terá de seguir para não perder mais este bonde da história: foco na melhoria das condições estruturais para que as empresas inovadoras operem em condições favoráveis; apoio aos vínculos e cooperação entre empresas, universidades e indivíduos; suporte governamental concentrado mais nos estágios iniciais das pesquisas tecnológicas; apoio ao empreendedorismo de base tecnológica – “facilitar o acesso ao financiamento das startups é uma ação recomendada”; e ampliação das conexões externas e da participação em cadeias globais, como forma de estreitas os vínculos internacionais e acompanhar os fluxos de tecnologia mundial.

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20.11.17

Natura deixa mercado em alerta

A disparada das ações da Natura nos últimos dias – apenas no pregão de quinta-feira passada, o papel subiu mais de 10% – tem causado um frisson no mercado. Há uma expectativa de que a empresa anuncie em breve um plano para
acelerar a redução de seu passivo. O índice de alavancagem da companhia furou o teto com a compra da rede de lojas The Body Shop, uma operação avaliada em um bilhão de euros. Em setembro, a relação dívida líquida/Ebitda chegou a 3,5 vezes – um ano antes esse índice era de apenas 1,47. Em junho, o vice-presidente de Finanças da Natura, José RobertoLettieri, chegou a dizer que o nível de alavancagem só voltaria ao patamar anterior em quatro anos. A declaração causou náuseas entre os investidores: no dia, a ação da companhia caiu 11%.

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30.10.17

Natura e Marina Silva já não dividem a mesma rede

A relação entre Marina Silva e o empresário Guilherme Leal seu companheiro de chapa em 2010, está se esgarçando. Segundo fonte próxima a Leal, há um gradual distanciamento entre ambos. Diferentemente dos últimos dois pleitos, o fundador da Natura não pretende se engajar na campanha de Marina à Presidência da República. O afastamento é atribuído ao temperamento cada vez mais difícil da candidata e, sobretudo, a sua postura quase asséptica em relação à grave crise política.

Leal acha que a figura de Marina está se esmaecendo. O dono da Natura é hoje um homem ressabiado com os traiçoeiros labirintos da política. No ano passado, foi acusado pelo empreiteiro Leo Pinheiro, da OAS, de ter pedido contribuição, por fora, para a campanha de Marina à Presidência em 2010.

O empresário nega o fato com toda a veemência, mas a ditadura do Google não perdoa ninguém: há mais de 45 mil menções que associam o nome de Guilherme Leal ao termo “Caixa 2”, boa parte deles com citação também à própria Natura. Caso Guilherme Leal se afaste de sua campanha, Marina Silva perderá um de seus dois pilares junto ao empresariado. O outro é Neca Setubal, herdeira do Itaú e talvez maior avalista do nome de Marina junto à burguesia.

Por sinal, a postura do fundador da Natura já se reflete no RAPS (Rede de Ação Política pela Sustentabilidade), do qual a própria Neca é vice-presidente. O grupo criado e comandado por Leal já não mais orbita em torno de Marina e do seu partido – o quase homônimo Rede Sustentabilidade. Para todos os efeitos, o RAPS quer se consolidar como um think tank pluripartidário – um de seus propósitos é eleger parlamentares de diferentes siglas para formar uma espécie de “bancada da sustentabilidade”.

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