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18.10.17
ED. 5727

De olho

O fundo Mubadala está de olho no pré-sal brasileiro.

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15.09.17
ED. 5705

Direcionamento de rota

A francesa Vinci, que está pousando no capital da Invepar pelas mãos do Mubadala, vai direcionar sua rota para o leilão do aeroporto de Congonhas.

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08.08.17
ED. 5678

Estrada esburacada

Na própria ANTT, já se dá como certa a devolução da concessão da BR-040 entre Brasília e Juiz de Fora, pertencente à Invepar. Isso, mesmo com a entrada do Mubadala no capital da companhia.

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30.06.17
ED. 5651

Território dominado

Segundo informações filtradas da própria Invepar, executivos do Mubadala já participam da gestão da companhia. Ou seja: os árabes nem esperaram pela conclusão da compra das ações da OAS e de parte da fatia de Previ, Petros e Funcef para fincar sua bandeira.

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23.06.17
ED. 5646

Mubadala empurra CCR para o acostamento

Há um gigante de US$ 70 bilhões atravessado no caminho da CCR. Trata-se do Mubadala, que está prestes a desembarcar na Invepar. O negócio poderá inviabilizar a venda da participação da companhia na ViaRio, concessionária da Transolímpica, no Rio de Janeiro. A CCR vem negociando há alguns meses a compra da fatia da Invepar, equivalente a 33%. – ver RR edição de 1 de junho. Ocorre que o Mubadala já sinalizou aos demais acionistas da Invepar – a tríade Previ, Petros e Funcef – que, em um primeiro momento, não pretende autorizar a venda de nenhum dos ativos da carteira da empresa. Pelo contrário. Os árabes querem utilizar a Invepar como ponta de lança para a compra de novas concessões. Ressalte-se que o fundo chega com força redobrada à companhia. Conforme o RR antecipou no dia 10 de maio, está comprando não apenas a parte da OAS, mas o controle da empresa.

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21.06.17
ED. 5644

Prédio fantasma

Entre os árabes do Mubadala, que herdaram o Hotel Glória de Eike Batista, ganha força a proposta de transformar parte do imóvel em um empreendimento comercial.

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01.06.17
ED. 5631

Invepar pega a primeira saída da Transolímpica

Enquanto a transferência da participação da OAS para o Mubadala não sai do papel, a Invepar faz caixa negociando ativos menos cotados. As conversações com a CCR para a venda da sua participação de 34% na Via Rio estão bem adiantadas. A companhia tem a concessão da Transolímpica, no Rio. A CCR detém os 66% restantes, comprados da Odebrecht no ano passado.

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17.04.17
ED. 5600

Um esqueleto na paisagem carioca

Nos cálculos do Mubadala, que herdou o “prédio-fantasma” de Eike Batista, o Hotel Glória precisa, por baixo, de uns R$ 100 milhões para ressuscitar. Dinheiro não falta ao fundo. O problema são as gélidas taxas de ocupação da rede hoteleira no Rio.

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06.03.17
ED. 5571

Bye, bye, Eike

O Mubadala já se movimenta para ficar com os 35% da CCX Carvão, na Colômbia, que ainda pertencem à EBX.

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22.12.16
ED. 5522

Le petit Eike

Pelo acordo prestes a ser fechado com o fundo Mubadala, as participações de Eike Batista na MMX, na OSX e na CCX Colômbia poderão sofrer novas reduções em função de dívidas remanescentes e eventuais perdas decorrentes de ações movidas por minoritários. Por ora, as fatias minoritárias de Eike nas três empresas serão de 35 a 37%. Para quem devia US$ 2 bilhões ao fundo de Abu Dhabi, está bom demais

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13.09.16
ED. 5453

Cascalhos

 O Mubadala, de Abu Dhabi, e a holandesa Trafigura, que assumiram a MMX e já injetaram cerca de US$ 400 milhões na empresa, deverão fazer um novo aporte na mineradora. A capitalização pode chegar a US$ 300 milhões. O objetivo é abater parte da dívida da MMX, ainda acima de US$ 1 bilhão. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: MMX.

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02.08.16
ED. 5424

Sem glória

O grupo Mubadala prepara o enterro do que já foi um dos hotéis míticos do Rio de Janeiro. A companhia está tentando junto à Prefeitura do Rio a mudança do status do imóvel do Glória, que passaria a ser residencial ou um flat. Pesquisa feita pelo Mubadala sobre a demanda hoteleira na cidade nos próximos cinco anos deixou os árabes com lágrimas nos olhos. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Mubadala.

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07.07.16
ED. 5406

Eike empurra mais uns cascalhos do “X”

 Eike Batista vai aproveitar o interesse do fundo Mubadala em assumir o controle das suas ex-empresas OSX e MMX para vender suas ações em um valor acima da linha d’água. Ele negocia a transferência de 20% do capital da OSX e de 28% da MMX. Os árabes já têm 29% da primeira e 21% da mineradora. As novas ações não darão o controle de ambas as empresas, o que dispensará a Mubadala de fazer uma Oferta Pública de Ações (OPA). Eike joga com o interesse do fundo de ter uma influência maior no rumo das duas empresas, que enfrentam problemas financeiros. O ex-megabiliardário pagou com ações de 12 companhias do grupo EBX uma dívida de US$ 2 bilhões com o grupo árabe. A título de saudade, Eike Batista continua mantendo algumas ações das duas empresas. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: EBX e Mubadala.

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02.05.16
ED. 5359

Fora do Açu

 O fundo Mubadala, que raspou o tacho da antiga EBX, está com um pé fora da Prumo Logística, dona do Porto do Açu. Os árabes negociam a transferência de suas ações para a norte-americana EIG, controladora da companhia. Procurada pelo RR, a Prumo Logística não comentou o assunto.

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29.03.16
ED. 5336

Rosewood tem uma reserva no Hotel Glória

  Eike Batista é passado, um nome a ser esquecido no livro de hóspedes do Hotel Glória. O Mubadala, que assumiu em definitivo o controle da Rex – antigo braço de real estate da EBX –, já saiu em busca de um parceiro com o objetivo de retomar as obras do empreendimento no início do segundo semestre. Segundo o RR apurou, a candidata mais forte é a Rosewood Hotels & Resort. O grupo norte-americano e o Mubadala são sócios no Rosewood Abu Dhabi, hotel de alto luxo que, inclusive, serviria de inspiração para o próprio Glória.  Além da parceria pregressa com os árabes, outro fator atrai a Rosewood para o projeto: o grupo decidiu concentrar no Brasil todos os seus investimentos na América do Sul. O primeiro grande negócio já tem endereço certo. Os norte-americanos vão abrir um hotel na Cidade Matarazzo, complexo de prédios históricos próximos à Avenida Paulista.  O Hotel Glória mais parece um cenário de “The Walking Dead” a assombrar a paisagem do Aterro do Flamengo. As obras estão completamente paradas desde 2013. Estima-se que seja necessário algo em torno de R$ 200 milhões para a conclusão da reforma.  Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Rosewood e Mubadala.

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23.06.15
ED. 5147

Um X a menos

O Mubadala colocou a  venda a mineradora AUX, um dos anéis entregues por Eike Batista em perdão a uma dívida de US$ 2 bilhões. Dona de minas de ouro na Colômbia, a empresa está longe de ser o negócio dos sonhos dos árabes. É muito custo, muita chateação na área regulatória e pouquíssima rentabilidade.

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05.11.14
ED. 4994

Mubadala

O Mubadala – fundo soberano de Abu Dhabi, mais conhecido no Brasil pela compra do Porto do Sudeste junto a  MMX- tem reservada uma dinheirama para a aquisição de terras agrícolas no Brasil. É projeto para mais de US$ 1 bilhão.

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12.08.14
ED. 4933

Direcional

 Ricardo Valadares Gontijo, controlador da Direcional Engenharia, estaria negociando a venda de parte da companhia para o fundo Mubadala, de Abu Dhabi. Procurada, a construtora negou a operação. Está feito o registro. Da mesma forma como o RR registra o relato de uma fonte cinco estrelas, segundo a qual, na semana passada, Gontijo teria se reunido com representantes do private equity em Belo Horizonte.

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