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Mubadala Development Company

12.03.18
ED. 5823

Operação panzer

A francesa Engie e a australiana Macquarie estariam se unindo para apresentar uma oferta pela TAG, rede de gasodutos da Petrobras no Norte e Nordeste. A coalizão tem como objetivo superar o fundo árabe Mubadala, visto como o mais forte candidato à compra do ativo. Estima-se que a operação possa chegar a US$ 8 bilhões.

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26.10.17
ED. 5733

CCR assume a dianteira na corrida pela Invepar

Há um rali pela aquisição da Invepar. Os três principais competidores são a CCR, o Mubadala e a francesa Vinci. No momento, quem ocupa a dianteira na disputa é o grupo brasileiro. Previ, Petros e Funcef, que detêm 75% da Invepar, veem com bons olhos a fusão com um operador de concessões de infraestrutura do porte e com a experiência da CCR.

A associação entre os dois grupos daria origem a uma holding com 17 concessões rodoviárias, dois aeroportos e operações metroviárias nas duas maiores cidades do país – a Linha 4 de São Paulo e o Metrô Rio. Ressalte-se que os ativos da Invepar têm um peso nada desprezível na mesa de negociações: são concessões de horizonte mais longo, diferentemente da CCR, que têm importantes operações vencendo no curto prazo. A liderança deste grande prêmio já esteve nas mãos do Mubadala, que, inclusive, atribuiu à Invepar um valuation superior ao da CCR.

No entanto, o fundo árabe, que atua no Brasil por meio de representante, não avançou nas tratativas com a Invepar. Até o momento, nenhum executivo de Abu Dhabi veio ao Brasil para negociar com a companhia. Tamanho distanciamento abriu espaço para que a CCR ganhasse terreno, ainda que o Mubadala sempre tenha sido o candidato preferido da OAS.

Acionista da Invepar, a empreiteira está transferindo sua participação para os próprios credores, dentro do seu processo de recuperação judicial. Consta que o fundo soberano de Abu Dhabi contava também com a simpatia da Caixa Econômica – não se sabe muito bem o porquê, contrariando a direção da Funcef e dos demais fundos de pensão. E a Vinci? No momento, os franceses correm por fora. Mas não se deve desprezar o poder de arranque de um dos grandes grupos de infraestrutura da Europa.

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10.02.17
ED. 5558

Terra fértil

O fundo Mubadala, conhecido por herdar uma série de negócios de Eike Batista, tem caprichado na compra de terras no Centro-Oeste.

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14.09.15
ED. 5205

Câmbio estraga o show do Mubadala

A maldição do “X” foi substituída pelo feitiço do câmbio. O dólar à beira dos R$ 4,00 abalou os planos do Mubadala Development Company para a IMM – nova versão da antiga empresa de entretenimento de Eike Batista, a IMX. Em um setor altamente indexado ao câmbio, a começar pela contratação de atrações internacionais, a conta simplesmente não fecha. Entre janeiro e agosto, os custos operacionais da IMM teriam subido quase 30% em relação ao orçamento desenhado no fim de 2014. As estimativas para o Ebitda da empresa neste ano já teriam sido cortadas em 50%. Oficialmente, a IMM nega a redução das projeções. O Mubadala sabe que o show tem de continuar, mas uma desvalorização cambial de 70% em 12 meses exige drásticas mudanças na coreografia. A primeira vítima poderá ser o contrato com o Cirque du Soleil, um dos fatores de pressão sobre a estrutura de custos da IMM. Os árabes também se perguntam se, nessas circunstâncias, é viável organizar a pré-temporada da NBA no Brasil. A empresa garante que os dois contratos serão mantidos. Desde que assumiu o controle da velha IMX, o Mubadala já mandou para escanteio alguns negócios pouco rentáveis ou deficitários, como a participação no consórcio responsável pela administração do Maracanã ou a unidade de gestão de carreira de atletas. A alta do dólar, no entanto, praticamente anulou os efeitos positivos decorrentes dessas medidas. A má performance da empresa pode, inclusive, precipitar mudanças no capital da IMM. A IMG Worldwide, dona de 20%, teria manifestado a intenção de deixar o negócio. Ao menos o assento não deve ficar vazio. A também norte-americana Raine, grupo com negócios nas áreas de eventos esportivos, jogos eletrônicos e televisão, estaria disposta a se associar à IMM.

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