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planos
01.11.16
ED. 5487

Campo fértil

 A norte-americana Mosaic quer recriar a antiga Petrofértil, reunificando os ativos da Petrobras e da Vale na área de fertilizantes. A ideia é consolidar tudo.

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24.08.16
ED. 5440

Mosaic

 A Yara resolveu tirar a cereja do bolo da Mosaic e entrar na disputa pela compra de uma mina de fosfato em Minas Gerais, uma das cinco maiores do país. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Yara.

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01.08.16
ED. 5423

Petrobras faz pré-venda na área de fertilizantes.

 Entre os pedregulhos deixados pelas gestões de Graça Foster e Aldemir Bendine, Pedro Parente foi garimpar um projeto abandonado que poderá render algumas centenas de milhões para o caixa da Petrobras . Segundo o RR apurou, três grandes grupos internacionais já demonstraram interesse em comprar uma participação ou mesmo o controle da futura unidade de fertilizantes nitrogenados da estatal em Três Lagoas (MS): a russa EuroChem, a chinesa CMOC e a norte-americana Mosaic. Estimativas preliminares da Petrobras indicam que a venda poderá gerar até R$ 1,5 bilhão. É mais do que o dobro do investimento necessário para a conclusão do projeto, em torno de R$ 700 milhões. As obras estão paradas desde 2014. Consultada, a Petrobras confirmou que “procura soluções para viabilizar a retomada das obras que passarão necessariamente pelo programa de parcerias e desinvestimento já em curso”.  O reinício das obras se deve única e exclusivamente à alta probabilidade de venda do ativo e ao avanço das conversações. Na própria Petrobras, a EuroChem e a CMOC são vistas como as mais fortes candidatas, por estarem montando um colar de fábricas no Brasil. Há um mês, os russos fecharam a compra da Fertilizantes Tocantins. Os chineses, por sua vez, ficaram com os negócios de fosfato e nióbio da Anglo American no país.

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24.08.15
ED. 5191

Contramão

E quem disse que não tem empresa investindo? Perguntem ao presidente da Mosaic no Brasil, Floris Bielders, que está debruçado sobre o plano de expansão das fábricas de fertilizantes de Paranaguá (PR) e Catalão (GO). Oficialmente, a Mosaic confirma que vai desembolsar R$ 30 milhões em Catalão, mas nega a expansão da fábrica de Paranaguá.

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