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19.07.17
ED. 5664

Um nome ambivalente para a Pasta da Cultura

Atual diretor do Teatro Sergio Cardoso, em São Paulo, Luis Sobral foi sondado para assumir o Ministério da Cultura. A rigor, sua indicação deve ser creditada na conta do PSD, de Gilberto Kassab e de Andrea Matarazzo – Sobral foi adjunto do próprio Matarazzo na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. No entanto, estrategicamente o ministeriável mantém também um pé no PSDB: em 2012, foi tesoureiro de campanha de José Serra na eleição à Prefeitura de São Paulo.

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28.06.17
ED. 5649

Memória curta

O ex-ministro da Cultura Marcelo Calero tem buscado o apoio da classe artística para se candidatar ao governo do Rio em 2018. Torce para que muitos já tenham se esquecido dos cortes que ele promoveu em verbas culturais.

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09.11.16
ED. 5492

Os gastos nada olímpicos da Autoridade Pública

Promete ser árdua a missão de Marcelo Calero, ministro da Cultura, designado pelo presidente Michel Temer para comandar o processo de encerramento da Autoridade Pública Olímpica (APO). Os custos totais previstos para este ano não cabem no orçamento de R$ 20 milhões liberado pela entidade, criada para centralizar a atuação dos governos federal, estadual e municipal na realização da Rio 2016. Calero vai se deparar com uma situação, no mínimo sui generis. Mesmo após a Olimpíada, a pira das contratações continuou acesa. Um exemplo dos gastos desmedidos é o escritório de Brasília. No início do ano, a representação foi extinta e os sete funcionários acabaram dispensados. Por mais incrível que possa parecer, a Olimpíada passou e a APO reativou sua operação na Capital Federal, desta vez com um contingente ainda maior: 12 profissionais.  No Rio, onde fica sua sede, a temporada de contratações também foi reaberta, inclusive com a vinda de profissionais de outros estados. Pela lei que criou a Autoridade Olímpica, executivos vindos de outra cidade com sua família recebem, na partida, o equivalente a um salário a mais para cada dependente. Ou seja: um funcionário com esposa e filho e remuneração de R$ 15 mil vira, na chegada, um custo de R$ 45 mil para os cofres da APO. Há ainda um adicional ao salário para pagamento de aluguel. A festa, tudo leva a crer, está com os dias contados. Uma lembrança: pouco depois de ter assumido o Ministério da Cultura, Calero demitiu 81 funcionários. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Autoridade Pública.

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