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13.02.17
ED. 5559

Candido Mendes só paga dívida com o bolso alheio

Conforme o RR antecipou na edição de 25 de janeiro, a Microsoft aceitou o acordo com a Universidade Candido Mendes (UCAM): em vez de pagar integralmente uma dívida de R$ 43 milhões referente ao uso de cópias de softwares não autorizadas, a UCAM terá de desembolsar apenas R$ 6 milhões. Caso encerrado? Tratando-se de Candido Mendes, jamais. O empresário e acadêmico não quer nem quitar os R$ 6 milhões. Está passando o chapéu em entidades empresariais na tentativa de arrecadar os recursos. Do próprio bolso, nem pensar.

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25.01.17
ED. 5546

Bill Gates dá um alívio à devedora Candido Mendes

A Microsoft reduziu o bombardeio à Universidade Candido Mendes e já aceita fazer um acordo sobre os débitos não pagos por uso indevido de softwares sem cobrar os juros. O valor orbitaria em torno de R$ 6 milhões. Na fatura atualizada, passa de R$ 42 milhões. A Microsoft executou a universidade, que teve seu prédio em Ipanema levado a leilão no mês passado. O imóvel foi avaliado em R$ 128 milhões e o lance inicial ficou em R$ 64,5 milhões, mas não houve interessados. A quitação da dívida ou um acordo evitará o novo leilão, previsto para o próximo dia 6. A Microsoft diz que sempre “esteve aberta para um acordo e essa continua sendo sua posição”, embora não exista “uma negociação em curso.” Os executivos de Bill Gates no Brasil têm sido aconselhados a ir devagar com o andor e colocar na balança, de um lado a recuperação do montante não pago, de outro, a fama de ter destruído uma tradicional instituição de ensino.  Os capítulos finais dessa disputa dirão se David – adepto que é do modelo “devo, sim, mas não pago nunca” – continuará enrolando Golias.

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02.09.16
ED. 5447

Inferno astral

 A Microsoft não tem tido sorte com o Brasil. Depois de amargar uma queda de 15% nas vendas de softwares no mercado brasileiro em 2015, a companhia de Bill Gates já acumula uma perda de receita de 20% nos primeiros seis meses do ano. A área de software é responsável por cerca de dois terços do faturamento da empresa no Brasil. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Microsoft.

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11.07.16
ED. 5408

Bug do milênio

 A Microsoft tem apresentado resultados abaixo da linha d´água no Brasil. A receita segue na faixa de US$ 2 bilhões há dois anos. E deve piorar porque as vendas de smartphones têm caído 25%. A conta não fecha mesmo após os cortes radicais adotados pela presidente da subsidiária, Paula Bellizia, que vendeu a única fábrica no país e deletou milhares de empregos. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Microsoft.

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06.07.16
ED. 5405

Linkedin

 O presidente do Linkedin no Brasil, Oswaldo Barbosa, está atualizando seu perfil no aplicativo para conseguir um novo emprego. O executivo foi avisado pela Microsoft, nova dona da companhia, que o comando será unificado no Brasil. O Linkedin confirma a saída de Barbosa.

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09.03.16
ED. 5323

Celular da Microsoft no Brasil chama, chama e ninguém atende

  A Microsoft prepara-se para interromper a produção e comercialização de smartphones das marcas Nokia e Lumia no Brasil. De acordo com uma fonte próxima à empresa, em recente reunião com executivos do grupo nos Estados Unidos, a própria presidente da subsidiária brasileira, Paula Bellizia, teria defendido o fim da venda de handsets e a saída em definitivo deste mercado. Os motivos para a decisão são variados, a começar pelo mau desempenho do negó- cio. No ano passado, a comercialização de smartphones da companhia caiu mais de 20%, quase o dobro do declínio do mercado em geral, em torno de 12%. Ninguém melhor do que a executiva para reconhecer as limitações concorrenciais da Microsoft neste segmento. Até julho do ano passado, ela comandava a Apple no Brasil, empresa que disputa palmo a palmo com a Samsung a liderança do mercado de smartphones.  O mais curioso é que o share do Windows Phone, sistema operacional que concorre com o iOS (Apple) e Android (Google), cresceu em 2015 no Brasil, saindo de 3,9% para perto de 5,5%. No entanto, esse avanço se deveu basicamente às vendas de outros aparelhos que usam o sistema, como Samsung e LG. Se dependesse do santo de casa, ou seja, as marcas Nokia e Lumia, provavelmente a participação de mercado do Windows Phone no Brasil seguiria lá atrás.  O consenso na Microsoft Brasil é que a empresa deve se concentrar na produção de softwares e na venda de PCs e consoles de video game, o Xbox. Mesmo porque os resultados obtidos no core business também não são nada alvissareiros. No ano passado, as vendas de programas, por exemplo, caíram em torno de 15%. Nem mesmo o lançamento mundial do Windows 10, o novo sistema operacional da companhia e grande aposta comercial dos norte-americanos, foi capaz de frear a queda. Procurada pelo RR, a Microsoft não comentou o assunto.

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27.01.16
ED. 5296

Microsoft

 Por conta dos seguidos prejuízos, a Microsoft cogita encerrar a produção de celulares no Brasil, comercializados com as marcas Nokia e Lumia. A Microsoft não comentou o assunto.

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 Mesmo após o anúncio oficial – antecipado pelo RR em 21 de setembro –, a venda da fábrica da Microsoft em Manaus está na corda bamba. A Flextronics, compradora da unidade, havia se comprometido a assumir a produção de celulares da marca norte-americana no Brasil. Mas deu para trás, sob a alegação de que a operação não tem escala e é deficitária. Agora é tarde. A Microsoft já avisou que vai rescindir o contrato caso a Flextronics mantenha a decisão.

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26.10.15
ED. 5234

Microsoft

A Microsoft avança no enxugamento de negócios no Brasil. Após a venda de sua fábrica em Manaus para a Flextronics – antecipada pelo RR de 21/09/15 –, pretende se desfazer do Instituto Nokia de Tecnologia e da Fundação Nokia. A companhia confirmou ao RR que procura outras frentes de financiamento para os dois ativos.

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21.09.15
ED. 5210

Nova gestão da Microsoft deleta até pensamento

A executiva Paula Bellizia, depois de um pit stop no comando da Apple, desembarcou na presidência de sua antiga casa, a Microsoft , com uma missão prioritária: passar a única fábrica da companhia para frente. Paula vem vestida para matar – empregos e salários – e para vender. O comprador preferido é a chinesa Flextronics, parceira mundial da Microsoft. Os orientais têm uma operação no Brasil, mas ainda aquém das suas ambições. Ela se resume a duas fábricas em Manaus e uma em São Paulo. Mesmo assim, a Flextronics é líder na fabricação de produtos eletrônicos para terceiros no Brasil. Com a aquisição da planta da Microsoft, ela se capacitaria a disparar no ranking e se tornar forte fornecedora da própria empresa norte-americana, ou seja, compra a fábrica e o mercado. Até chegar a esse ponto, Paula vai ter de luzir e lipoaspirar a companhia. É importante subir o valor do ativo. Do lado das vendas, a Microsoft está enfrentando uma queda nas vendas de PCs, que nos primeiros meses do ano chegou a 20% em relação a 2014. O resultado terá impacto direto na comercialização do Windows 10, recentemente lançado, mas apenas para atualizações dos usuários dos sistemas operacionais anteriores. Paula Bellizia aposta que o produto é o melhor caminho para tirar o foco da queda na demanda dos smartphones e dos consoles. Tanto os celulares Lumia e Nokia quanto o Xbox têm apresentado crescimento bem abaixo das metas e da performance do ano passado. A expansão nas vendas está em média 50% inferior à do ano passado. A produção de celulares foi reduzida em mais de 70% e a planta está quase exclusivamente restrita à fabricação de consoles Xbox. Paula vai rodar a manivela do aumento da produtividade e colocar para funcionar o software da sangria dos postos de trabalho. O enxugamento do quadro de pessoal, iniciado no ano passado, já detonou quase mil vagas, sendo que 80% nos meses de junho e julho de 2015. Segundo um dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, restaram em torno de mil empregados dos mais de dois mil trabalhadores da empresa. Os contratos com fornecedores serão renegociados e os financiamentos alongados. Paula pretende colocar no colo da Flextronics, no fim deste ano, uma fábrica reluzente. Se conseguir, merece uma medalha entregue por Bill Gates.

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10.07.15
ED. 5160

Microsoft

O ex-nº1 da Microsoft no Brasil Mariano de Beer negociou com os norte-americanos os cortes na subsidiária, costurou com cada área de onde sairiam os 150 deletados e, na hora H, convenientemente saiu da “cena do crime”, assumindo a divisão de novos mercados para a América Latina. Coube a sua substituta, Paula Bellizia, celebrar sua chegada ao cargo com um velório trabalhista.

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03.07.15
ED. 5155

A ex-Apple Paula Bellizia

 A ex-Apple Paula Bellizia assume a presidência da Microsoft no Brasil com o desafio de recuperar o bom e velho ritmo de vendas de softwares. No último ano fiscal, a receita cresceu 20%. Visto a olho nu, trata-se de um índice expressivo. Só que os norte-americanos estão mal-acostumados. Mesmo com a economia aos solavancos, não se conformam com uma performance tão distante da registrada nos últimos dois anos, quando as vendas de softwares no país cresceram, em média, 40%.

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