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22.01.18
ED. 5791

Subterrâneos

Além de desvendar o “cartel dos trilhos” que se espalhou por sete estados, executivos da Camargo Corrêa teriam revelado em seu acordo de delação um esquema de propinas na construção da Linha 4 do Metrô do Rio. As flechadas atingiriam, sobretudo, a Queiroz Galvão. É mais uma na conta do governo Cabral. O orçamento da obra começou em R$ 5 bilhões e acabou em R$ 8,7 bilhões.

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Após desistir da compra da participação da OAS na Invepar, a Brookfield teria feito uma proposta para adquirir separadamente o Metrô Rio – uma das principais concessões da holding de infraestrutura. A OAS topa qualquer negócio. O problema é dobrar os outros sócios da Invepar, o trio Previ, Funcef e Petros. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Brookfield e Invepar.  

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