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17.04.18
ED. 5848

O MDB é uma família

Leonardo Picciani e Marco Antonio Cabral têm tido um papel cada vez mais ativo no MDB do Rio, notadamente na costura de coligações para as eleições de outubro. Nas conversas internas, defendem que a sigla não tenha candidato próprio ao governo do estado e se concentre em reconstruir sua bancada na Alerj e no Congresso Nacional. Não quer dizer, no entanto, que a Lava Jato tenha precipitado a “sucessão” no MDB do Rio. Os interlocutores da dupla sabem muito bem que os jovens parlamentares apenas dublam seus respectivos pais, Jorge Picciani e Sérgio Cabral.

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03.04.18
ED. 5838

A nova missão de Raul Jungmann?

Imagine se Raul Jungmann, recém-saído do PPS após 26 anos, estivesse de malas prontas para se aninhar no MDB, atendendo a um pedido do próprio Michel Temer… E se o pernambucano Jungmann trocasse não só de partido, mas de província, tornando-se um retirante eleitoral rumo ao “Sul Maravilha”. Suponha que nessa travessia um dos ministros mais importantes e leais de Temer deixasse a Pasta  da Segurança Pública para cumprir um múnus ainda maior e, na atual circunstância, intrinsicamente ligado ao cargo que ocupa: disputar a eleição para o governo do Rio. Que outro candidato teria tamanha legitimidade e conhecimento de causa para evocar a agenda da segurança pública?

Quem se não o ex-ministro da Defesa e da Segurança Pública teria maior autoridade para prometer o aumento dos investimentos na área e defender a permanência das forças militares no estado? Quem poderia cruzar o estado, visitar comunidades, posar ao lado das tropas do Exército fardado de “governador interventor” se não Jungmann? Talvez o eleitor fluminense, num arroubo bairrista, rejeitasse um forasteiro; talvez o fato de não ser uma das lideranças políticas do estado, quase todas enlameadas, se tornasse outro de seus handicaps.

Talvez Jungmann viesse a suprir uma vacância no próprio MDB do Rio, destroçado pela Lava Jato – curiosamente, em sua carta de despedida do PPS, o ministro fez menção a sua passagem pelo antigo MDB nos tempos de “resistência democrática”. Ficção? Realidade? O dia 6 de abril, prazo limite para a desincompatibilização de cargos públicos e mudança de domicílio eleitoral, tem a resposta para alguns dos enigmas de 7 de outubro.

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28.03.18
ED. 5835

Junto e misturado

O nome de Carlos Marun tem sido cogitado no MDB como possível candidato ao governo do Mato Grosso do Sul. Marun, no entanto, diz se tratar de fogo amigo, obra de quem quer vê-lo longe do Palácio do Planalto. Fiel a Michel Temer, já avisou que sequer concorrerá à reeleição na Câmara.

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19.03.18
ED. 5828

Cabo eleitoral

O vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), chamou para si a missão de convencer Josué Gomes da Silva a disputar uma vaga no Senado. Andrade rompeu com Fernando Pimentel e pretende disputar o governo de Minas, com Josué ao seu lado no palanque já nas prévias do partido. Seu adversário será o deputado federal Rodrigo Pacheco.

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16.03.18
ED. 5827

Lealdade com lealdade se paga

Lucio Vieira Lima, irmão do presidiário Geddel, confirmou ao MDB que vai disputar a reeleição à Câmara pela Bahia. Conta, desde sempre, com o apoio de Michel Temer.

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12.03.18
ED. 5823

O xadrez dos Picciani

O MDB do Rio, ou clã dos Picciani, o que dá quase no mesmo, arruma suas peças no xadrez eleitoral. O cenário que ganha corpo é a candidatura do atual deputado federal, Leonardo Picciani, ao Senado. Já o irmão Rafael Picciani, pularia de deputado estadual para federal. O único nó é deixar o flanco descoberto na Alerj. Com a prisão do patriarca, Jorge Picciani, a família ficaria sem representante na Casa em que manda e desmanda.

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05.03.18
ED. 5818

Ponto de vista

Não foi bem Paulo Hartung que desistiu de sair do MDB. DEM e PSDB é que desistiram de acolher o governador capixaba, ou pelo menos sua pretensão de já desembarcar nestas siglas como candidato a vice-presidente.

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09.01.18
ED. 5782

O namorico entre Skaf e Doria

Paulo Skaf tenta atrair João Doria para o MDB. O problema é que o máximo de altura que o prefeito poderia alcançar na nova casa seria o posto de candidato a vice-governador de São Paulo em uma chapa com Skaf. Se bem que no PSDB talvez o sarrafo seja ainda mais baixo.

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