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08.03.16
ED. 5322

Abilio Diniz põe fogo no Morumbi

 Abilio Diniz parece só ter paz quando entra numa guerra, seja em seus negócios, seja em seu time de coração. O empresário está no epicentro da convulsão política que tomou conta do São Paulo. Alvo de intensa campanha conduzida por Abílio, a atual diretoria do clube paulista – à frente o advogado Carlos Augusto de Barros e Silva, mais conhecido como Leco – prepara o contra-ataque. Aliados de Leco estariam se articulando com o objetivo de pedir o afastamento de Abilio do Conselho Consultivo e, no limite, até mesmo do quadro associativo do São Paulo. Segundo o RR apurou, nos próximos dias deverá ser convocada uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo para tratar do assunto. O empresário é acusado por seus adversários de orquestrar uma tentativa de “golpe de estado”, com o objetivo de afastar o atual presidente e antecipar as eleições marcadas para abril de 2017. Nos últimos dias, o ex-controlador do Pão de Açúcar teria enviado mensagens a conselheiros do SPFC com duras críticas à gestão de Leco.  Abilio Diniz tem dito que vai se afastar da vida política do São Paulo. Para seus adversários, tudo não passa de um blefe, um recuo estratégico para o próximo ataque. E ele viria com o papel timbrado da McKinsey. A consultoria está prestes a concluir um relatório sobre a atual situação financeira do clube, encomendado pelo próprio empresário antes do rompimento com a atual gestão. Os integrantes da diretoria estão convictos de que o documento, antes uma “contribuição” de Abilio ao São Paulo, agora vai se tornar uma peça de campanha contra o trabalho de Leco. A disputa entre Abilio Diniz e a diretoria do São Paulo se intensificou no fim do ano passado, quando Leco demitiu o então CEO do clube, Alexandre Bourgeois. Homem de confiança do próprio Abilio, responsável por sua contratação, o executivo passou a ser visto pelos demais diretores como uma espécie de interventor do empresá- rio na gestão do São Paulo.  Procurada pelo RR, São Paulo FC não comentou o assunto.

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04.09.15
ED. 5200

Aço derretido

Além das negociações com os principais bancos credores da CSN em busca do alongamento do passivo da empresa, na casa dos R$ 32 bilhões, Benjamin Steinbruch estaria agora convocando a McKinsey. A missão da consultoria seria comandar uma drástica reestruturação na companhia. Oficialmente, a CSN nega a contratação da McKinsey.

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