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planos
17.11.17
ED. 5747

Burger King parte no encalço do McDonald’s

O trio Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles quer deixar o McDonald ́s comendo poeira no Brasil. Segundo o RR apurou, o plano de expansão do Burger King traçado com os sócios da operação local – à frente, a Vinci Partners, de Gilberto Sayão – tem como meta atingir a marca de mil restaurantes em dois anos. Hoje, são aproximadamente 640 lojas, contra pouco mais de 900 do McDonald ́s.

O ritmo em slow motion da concorrente favorece os planos do Burger King de assumir a dianteira do setor. Nos últimos dois anos, o McDonald ́s puxou o freio de mão e abriu, em média, apenas 17 restaurantes no Brasil. Mantida esta toada, a troca de liderança no mercado brasileiro de fast food se dará até o fim de 2019.

O condimento financeiro para o projeto de expansão do Burger King virá do IPO previsto para dezembro. De acordo com informações filtradas do Burger King, a expectativa dos acionistas é colocar em mercado todo o volume de papéis ofertado, alcançando pouco mais de R$ 4 bilhões. Em tempo: não obstante tantos números superlativos, os financistas que comandam a cozinha do Burger King ainda quebram a cabeça para colocar o negócio no azul. Provavelmente não será neste ano: a subsidiária brasileira acumulou um prejuízo de R$ 18 milhões entre janeiro e setembro.

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25.04.17
ED. 5605

Marfrig dá a partida no IPO da Keystone

O Marfrig bateu o martelo: o IPO da Keystone, sua subsidiária nos Estados Unidos, vai sair no início do segundo semestre, provavelmente em julho. Tão ou mais importante do que a data da operação são as projeções com as quais a empresa trabalha. A expectativa do Marfrig é que a precificação da Keystone atinja uma relação Ev (Enterprise Value)/ Ebitda de 10 vezes – as previsões iniciais apontavam para um valor em torno de seis vezes o Ebitda.

Caso a nova estimativa se confirme, a empresa terá, na partida, um valor de mercado da ordem de US$ 2,5 bilhões. Se a oferta alcançar 30% do capital, significa dizer que o Marfrig poderá embolsar algo em torno de US$ 750 milhões. Seria um alívio e tanto para o caixa do frigorífico. Essa cifra corresponde, por exemplo, a 50% da dívida de curto prazo. O salto na precificação da Keystone está diretamente ligado aos resultados recentes da empresa.

No ano passado, o braço do Marfrig nos Estados Unidos teve o maior Ebitda de sua história – US$ 252 milhões. Além disso, nos últimos dois anos, a companhia reduziu sua “indexação” ao Mc Donald ́s, que sempre foi vista pelos analistas como um fator de risco. A participação da rede de fast food no faturamento caiu de 90% para 57%.

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06.04.17
ED. 5594

É tempo de engorda no McDonald ́s

O colombiano Wood Staton, da Arcos Dorados, quase fritou de tão quente que a chapa estava, mas, depois de uma dura negociação, conseguiu fechar um novo acordo com a Mc Donald ́s Corporation. Staton, dono da marca de fast food na América Latina, vai abrir de 45 a 50 restaurantes no Brasil neste ano. Só recebeu o sinal verde após se comprometer em pagar a fatura do próprio bolso, sem nem um pedacinho de pickles ou um pão com gergelim na conta dos norte-americanos. O investimento previsto até o fi m de 2019 gira em torno dos US$ 500 milhões. No Brasil, serão de 45 a 50 novos restaurantes, ao custo de US$ 180 milhões. Para isso, Staton vai usar boa parte dos US$ 265 milhões que a Arcos Dorados acaba de captar com a emissão de títulos com vencimento em 2027.

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