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28.09.17
ED. 5714

Entre o filé e o acém

A abertura de capital da Keystone é o fiel da balança em relação ao preocupante nível de alavancagem do Marfrig. Se o IPO da subsidiária norte-americana sair, a relação dívida líquida/ebitda cai de 4,5 para o mais do que palatável nível de 2,5. Caso contrário, nos cálculos do próprio Marfrig, o índice vai romper a barreira do cinco para um já no primeiro trimestre de 2018.

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18.08.17
ED. 5686

Em breve…

O IPO da Keystone, braço do Marfrig nos Estados Unidos, deverá sair em novembro.

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31.07.17
ED. 5672

Cabeça de ponte

Dois anos após vender a irlandesa Moy Park por cerca de US$ 1,5 bilhão, o Marfrig voltou a mirar a Europa. Vai partir para aquisições no Velho Continente logo após o IPO do braço internacional do grupo, a Keystone. É uma forma de entrar no campo do “inimigo” e contornar os efeitos da Carne Fraca sobre as exportações do Brasil. Procurada, a empresa não se pronunciou, alegando se encontrar em período de silêncio.

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13.06.17
ED. 5639

Marfrig tempera o IPO da Keystone

O Marfrig está engordando o valuation da Keystone, sua subsidiária internacional, de olho no IPO previsto para o segundo semestre. Já autorizou a construção de uma nova fábrica de alimentos na Tailândia e o projeto de expansão da unidade da Malásia.

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01.06.17
ED. 5631

Perde e ganha

A ordem no Marfrig é acelerar o IPO da Keystone Foods, braço do grupo nos Estados Unidos. Marcos Molina, controlador da empresa, quer aproveitar o vácuo deixado pela JBS, que adiou a oferta de ações da sua subsidiária norte-americana.

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25.04.17
ED. 5605

Marfrig dá a partida no IPO da Keystone

O Marfrig bateu o martelo: o IPO da Keystone, sua subsidiária nos Estados Unidos, vai sair no início do segundo semestre, provavelmente em julho. Tão ou mais importante do que a data da operação são as projeções com as quais a empresa trabalha. A expectativa do Marfrig é que a precificação da Keystone atinja uma relação Ev (Enterprise Value)/ Ebitda de 10 vezes – as previsões iniciais apontavam para um valor em torno de seis vezes o Ebitda.

Caso a nova estimativa se confirme, a empresa terá, na partida, um valor de mercado da ordem de US$ 2,5 bilhões. Se a oferta alcançar 30% do capital, significa dizer que o Marfrig poderá embolsar algo em torno de US$ 750 milhões. Seria um alívio e tanto para o caixa do frigorífico. Essa cifra corresponde, por exemplo, a 50% da dívida de curto prazo. O salto na precificação da Keystone está diretamente ligado aos resultados recentes da empresa.

No ano passado, o braço do Marfrig nos Estados Unidos teve o maior Ebitda de sua história – US$ 252 milhões. Além disso, nos últimos dois anos, a companhia reduziu sua “indexação” ao Mc Donald ́s, que sempre foi vista pelos analistas como um fator de risco. A participação da rede de fast food no faturamento caiu de 90% para 57%.

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17.03.17
ED. 5580

O target da Marfrig

US$ 1 bilhão. Esta é a expectativa de arrecadação da Marfrig com a abertura de capital da Keystone, sua subsidiária nos Estados Unidos.

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09.02.17
ED. 5557

American arm

O Marfrig pretende realizar o IPO da Keystone, seu braço nos Estados Unidos, até setembro.

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29.12.16
ED. 5527

Os “gados” do Marfrig

A justificativa do Marfrig – que atribuiu o fechamento de um frigorífico em Alegrete (RS) à falta de gado – foi recebida por pecuaristas e autoridades da região como uma deslavada desculpa. O Rio Grande do Sul é um dos poucos estados produtores de carne bovina que tiveram aumento da oferta em 2016. O número de abates tem crescido 3% ao mês. Por falar em abate, em plena semana de Natal 650 trabalhadores foram para a rua com a decisão do Marfrig de desativar a unidade de Alegrete.

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01.12.16
ED. 5507

Bala de prata

 As bolsas acham que o BNDES faz bem à Marfrig . Depois que Marcos Molina, fundador da empresa, anunciou que não recomprará as debêntures conversíveis em poder do banco, a ação subiu mais de 20% em duas semanas. O BNDES passará a ser o maior acionista, à frente de Molina.

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26.09.16
ED. 5462

BRF é o passaporte para o regresso da Tyson Foods

 A Tyson Foods, um dos maiores fabricantes de alimentos do mundo, fez uma oferta para se associar à BRF. Segundo uma fonte familiarizada com as negociações, a proposta envolve a compra de uma participação em torno de 20%. Tomando-se como base o atual valor de mercado da companhia – portanto, sem embutir qualquer prêmio – esta fração do capital equivale a aproximadamente R$ 9 bilhões. Ressalte-se que, em maio, Abílio Diniz e os fundos acionistas da BRF aprovaram uma mudança no estatuto da companhia alterando a cláusula da pílula de veneno. Até, então, qualquer investidor que atingisse exatamente o patamar de 20% seria automaticamente obrigado a lançar uma oferta pública pelo restante das ações. Com a alteração, este teto passou para 33%. Qualquer semelhança não é mera coincidência. As conversações entre a Tyson Foods e os sócios da BRF teriam se iniciado um mês antes, em abril. De lá para cá, segundo a fonte do RR, executivos do grupo norte-americano já vieram três vezes ao Brasil, para reuniões em São Paulo e visitas a fábricas da empresa. A mais recente destas viagens ocorreu no mês passado, quando os norte-americanos foram a instalações da Sadia e da Perdigão.  A Tyson Foods, que fatura mais de US$ 50 bilhões por ano e distribui seus produtos em 130 países, penou em sua primeira passagem pelo Brasil. O desconhecimento dos meandros do mercado brasileiro, associado a uma boa dose de empáfia, rendeu à Tyson problemas de relacionamento com pecuaristas e uma séria dificuldade de interlocução com o governo – tanto no âmbito federal quanto regional. A empresa tratou prefeituras do interior de Santa Catarina e do Paraná com um distanciamento pouco habitual no setor. Ao mesmo tempo, a estratégia de montar um negócio praticamente do zero, a partir de unidades de abate regionais, foi um tiro no pé. Quando deixou o Brasil, em 2014, a Tyson acumulava mais de US$ 200 milhões em perdas.  Por todas estas razões, os norte-americanos consideram imprescindível ter ao lado um parceiro local e, mais do que isso, desembarcar em uma grande operação já estrutura. Entrar na BRF significa se associar a uma empresa com mais de R$ 30 bilhões em vendas – metade deste valor obtida no mercado internacional. Antes, no entanto, será necessário aparar algumas arestas que, segundo o RR apurou, ainda separam a Tyson Foods da empresa brasileira. Além da questão do preço, falta definir o papel que os norte-americanos terão na gestão da BRF – um detalhe fundamental quando se tem do outro lado da mesa alguém tão espaçoso quanto Abílio Diniz. De acordo com a fonte do RR, a Tyson já fez seu hedge e teria até outro nome guardado no bolso para o caso de um fracasso nas negociações com a BRF: o Marfrig, de Marcos Molina. Cada coisa a seu tempo. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BRF e Marfrig.

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14.06.16
ED. 5389

Adiós, Mercosul

 Após negociar as operações na Argentina, a Marfrig já estaria trabalhando na venda dos ativos no Uruguai – leia-se quatro unidades de abate. A desmobilização estaria vinculada ao esforço da empresa para fazer caixa e alongar sua dívida. Recentemente, a Marfrig resgatou cerca de R$ 600 milhões em bonds com vencimento para 2016 e 2017. Consultada, a companhia nega a venda das unidades no Uruguai.

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07.03.16
ED. 5321

Mercosul

 A chinesa Foresun, que recentemente comprou frigoríficos do Marfrig na Argentina, também teria interesse em ativos da empresa no Chile.

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21.12.15
ED. 5273

Carne de terceira

 A Marfrig corre para anunciar ainda neste ano a venda de suas operações de beef jerky nos Estados Unidos, um negócio para lá de sem gosto no balanço da empresa. A Marfrig confirma a venda, mas não fala em prazos.

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29.10.15
ED. 5237

Matadouro

 A polícia investiga a denúncia de que o frigorífico da Marfrig em Itupeva (SP), onde na última terça-feira foram apreendidas 50 toneladas de carne estragada, estaria operando irregularmente, sem as licenças ambientais da Cetesb. A Marfrig garante que a planta tem todas as licenças

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17.07.15
ED. 5165

Carne fresca

O fantasma do fechamento em definitivo ronda o frigorífico do Marfrig em Várzea Grande (MT), que ficou parado por dez dias no início do mês. Consultada, a companhia nega que vá desativar a unidade. Recentemente, a companhia fechou um frigorífico no estado, em Mirassol D’Oeste.

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16.06.15
ED. 5142

IPOs a caminho

A Marfrig trabalha para abrir o capital do frigorífico irlandês Moy Park na Bolsa Londres até novembro. Trata-se de uma de suas maiores operações internacionais. *** Mais um IPO na praça: a Leblon Equities pretende realizar ainda neste ano a emissão de ações da Mills Serviços Industriais, criada a partir de um spinoff da Mills Estruturas. A gestora de recursos é dona de 100% da empresa.

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12.02.15
ED. 5061

“Síndrome de Bendine” marca a sucessão no Marfrig

 Guardadas as devidas ressalvas e proporções, o Marfrig também tem seu Aldemir Bendine. Recém-escolhido para o cargo de CEO do frigorífico, Martín Secco Arias terá de suar sangue para convencer o mercado de que é o homem certo no lugar certo. A pré-estreia não foi das mais promissoras. No melhor estilo Bendine, a confirmação do seu nome já foi o suficiente para irradiar uma onda de mau humor entre os investidores, acentuar a desconfiança em relação a  companhia e jogar para baixo o valor da ação. Nos últimos 20 dias, o papel caiu 12% – no mesmo período, o Ibovespa subiu quase 1,5%. Mas por que tamanha má vontade com o substituto de Sergio Rial, que está deixando a empresa para presidir o Conselho de Administração do Santander no Brasil? Aos olhos dos fundos de private equity e demais minoritários do Marfrig, a indicação de Secco é um forte indício de que o acionista controlador, Marcos Molina, voltará a dar as cartas na gestão da empresa, dizimando o processo de profissionalização implantado nos últimos dois anos e personificado na figura de Rial. É aí que mora o perigo. Para os investidores, Marcos Molina é sinônimo de gestão ineficiente, pouca transparência, erros de estratégia, compra de ativos duvidosos e, sobretudo, aumento do passivo. Este talvez seja o ponto que mais aflige os acionistas do Marfrig. O temor é que a saída de Rial e o retorno de Molina a  linha de frente da gestão executiva coloquem em risco a reestruturação da dívida da companhia. É bem verdade que o frigorífico contou com um cafuné do BNDES. O banco adiou de junho desse ano para janeiro de 2017 o vencimento de R$ 2,5 bilhões em debêntures da empresa. Nada que desmereça a gestão de Sergio Rial, reconhecida pelo alongamento do perfil da dívida, fechamento de ativos deficitários, aumento da geração de caixa e cumprimento das metas de receita e rentabilidade. Sergio Rial e Marcos Molina sempre tiveram um relacionamento marcado por altos (poucos) e baixos (muitos). Em dois anos e meio da gestão Rial, foram muitas as divergências, a maioria delas decorrente do apetite do executivo em cortar, cortar e cortar. A percepção é que Martín Secco – que entrou para o grupo há oito anos, quando o frigorífico de sua família no Uruguai, o Tacuarembó, foi adquirido pelo Marfrig – não tem uma carapaça suficientemente dura para resistir a s interferências do empresário. Aliás, os investidores consideram sintomática a decisão anunciada pelo Marfrig de manter o frigorífico de Alegrete aberto por mais um ano – no início de janeiro, a empresa havia anunciado a desativação da unidade. Consta que Rial era o principal defensor do fechamento da operação. Será um sinal de novos tempos no Marfrig?

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04.10.11
ED. 4259

JBS abusa do disclosure na dissimulação

 Recomenda-se ao Cade, a  Secretaria de Direito Econômico, ao Ministério do Desenvolvimento e a  CVM que leiam com atenção o comunicado ao mercado divulgado ontem pela JBS. Os irmãos Wesley e Joesley Batista, pretendentes a donos de todo o gado brasileiro, devem estar de brincadeira quando informam que qualquer ação voltada a  fusão com Marfrig e Minerva – será devidamente comunicada pelas vias oficiais, seguindo as boas práticas de governança.- Ora, é uma desgovernança cerebral achar que o governo permitirá tamanha concentração no setor. Só falta os irmãos Batista dizerem que, caso o BNDES participe, também irão comunicar ao mercado pelas vias oficiais. É o estouro da boiada!

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 A vice-presidência de agronegócio que o novo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, quer ver criada no BNDES tem na verdade a função de emplacar um correligionário na estrutura do banco. É bem provável que vingue. Luciano Coutinho é um bom moço. Mas só para recordar, Fibria, BR Foods, Marfrig, JBS, Maggi, Copersucar…O BNDES já é quase um banco de agronegócio.

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13.07.11
ED. 4201

BNDES é o caminho mais curto entre o Marfrig e a China

 Marcos Molina e os irmãos Joesley e Wesley Batista são sócios remidos do mesmo clube. A exemplo dos controladores da JBS, o dono do Marfrig não dá um passo mais longo sem bater a  porta do BNDES. Molina está, mais uma vez, enfurnado na agência de fomento. O empresário conta com a mão amiga do banco para deslanchar o projeto de expansão do Marfrig na China. Os investimentos devem passar dos US$ 600 milhões. As conversações com o BNDES envolvem duas hipóteses: a concessão pura e simples de um novo financiamento ou o aumento da participação do banco no capital do Marfrig. Hoje, a instituição controla pouco mais de 13% do frigorífico. Trata-se de um bife bem magrinho se comparado a s arrobas que o banco detém no capital de outras empresas do setor, a começar pela própria JBS (31%). Isso para não falar da malsucedida compra de 22% do frigorífico Independência, hoje em recuperação judicial. Ressalte-se que o BNDES tem sido um personagem fundamental para o crescimento do Marfrig nos últimos anos. No ano passado, por exemplo, subscreveu R$ 2,5 bilhões em debêntures da empresa, operação que permitiu a Marcos Molina comprar o controle da norte-americana Keystone Foods por US$ 1,2 bilhão. Depois de enfileirar uma sucessão de aquisições no Brasil, Argentina e Estados Unidos, Marcos Molina considera a expansão na China como um movimento fundamental para consolidar o Marfrig como uma multinacional da área de alimentos. Os planos da empresa passam pela aquisição de empresas locais e pela construção de unidades de abate e de fábricas de alimentos. Todos os investimentos serão feitos por intermédio da Keystone Foods. A empresa norte-americana já tem uma razoável operação na China – leia-se um complexo fabril na região de Shenzen onde é produzida uma vasta linha de alimentos industrializados. A rigor, o Marfrig já deu a partida em seu plano de expansão na China, ainda que, por ora, a maior parte dos investimentos esteja concentrada na área de logística. O frigorífico anunciou recentemente a criação de uma joint venture com a Cofco para a construção de seis centros de distribuição e a montagem de uma frota de veículos para o transporte de carga.

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