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planos
14.07.17
ED. 5661

Breve estadia

Prestes a assumir o controle da Máquina de Vendas em troca de uma dívida de R$ 1,5 bilhão, os bancos credores não vão ficar muito tempo vendendo geladeira e liquidificador. Já abriram canais de negociação com potenciais candidatos à aquisição da rede varejista, dona da bandeira Ricardo Eletro. Entre os pretendentes está a chilena Falabella, que, recentemente, manteve gestões para a compra da ViaVarejo.

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10.07.17
ED. 5657

Máquina de crises

Prestes a transferir o controle para os bancos credores, a Máquina de Vendas enfrenta um novo problema. Fabricantes de eletrodomésticos estariam se recusando a fornecer produtos enquanto a rede varejista não saldar antigos débitos. Os próprios bancos entraram no circuito para impedir a falta de mercadorias e o agravamento da crise da empresa.

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Ricardo Nunes, dono da Máquina de Vendas, tem feito o que pode para evitar o fechamento de lojas da Ricardo Eletro. Não está fácil…

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29.05.17
ED. 5628

Máquina rachada

Ricardo Nunes, um dos donos da Máquina de Vendas, empurrou o sócio Luiz Carlos Batista para o acostamento. Estaria conduzindo, monocraticamente, tanto a renegociação do passivo com bancos e demais credores quanto a venda de parte do capital da rede varejista – ver RR edição de 28 de abril.

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ricardonunes-rr-5608
28.04.17
ED. 5608

Máquina de Vendas sobre o balcão

De um lado, o empresário Ricardo Nunes iniciou uma peregrinação entre os bancos credores para evitar a recuperação judicial da Máquina de Vendas; do outro, saiu em busca de um sócio para a rede varejista. Segundo o RR apurou, nas últimas semanas Nunes teria mantido conversações com a Americanas, a chilena Falabella e o fundo Kinea, do Itaú. Em pauta, a venda de parte ou até mesmo do controle da Máquina de Vendas, que, hoje, está muito mais para uma máquina de dívidas e prejuízos. O passivo total teria ultrapassado os R$ 3 bilhões. A relação dívida líquida/ebitda já estaria na casa de dez vezes – a companhia ainda não divulgou o balanço de 2016. O RR fez várias tentativas de contato com a Máquina de Vendas, mas não obteve retorno.

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29/05/17 3:04h

Relatório Reservado

disse:

[…] Ricardo Nunes, um dos donos da Máquina de Vendas, empurrou o sócio Luiz Carlos Batista para o acostamento. Estaria conduzindo, monocraticamente, tanto a renegociação do passivo com bancos e demais credores quanto a venda de parte do capital da rede varejista – ver RR edição de 28 de abril. […]

05.12.16
ED. 5509

Fadeout

Ricardo Nunes desfila na mídia para falar da reestruturação da Máquina das Vendas; negocia sozinho com fornecedores e credores; e exterminou a bandeira Insinuante, fundada pela família baiana Batista. Da série “Perguntar não ofende”: Luiz Carlos Batista, dono de metade da Máquina de Vendas, ainda está na empresa?

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maquina-de-vendas
07.06.16
ED. 5384

Sócios da Máquina de Vendas têm um último duelo marcado

 A segunda maior aliança societária da história do varejo de eletroeletrônicos no país parece fadada a ter o mesmo destino da primeira. A exemplo de Abílio Diniz e Michael Klein, os empresários Ricardo Nunes e Luiz Carlos Batista, donos da Máquina de Vendas, estariam a poucos passos do rompimento. De acordo com informações filtradas junto à empresa, o desmonte da sociedade se daria com a saída de Batista do negócio. Segundo o RR apurou, o empresário já teria sido procurado por fundos dispostos a comprar sua participação de 50% na rede varejista. Um deles seria o Kinea, braço de private equity do Itaú. Procurada pelo RR, a Máquina de Vendas nega o fim da sociedade e a saída de Batista da companhia.  Caso a decisão de Batista de deixar a empresa se confirme, dentro da própria Máquina de Vendas muitos já se perguntam se ela será o epílogo desta crônica do desamor societário – marcada por intrigas e acusações de parte a parte pelos erros estratégicos e pelo mau desempenho da rede varejista – ou apenas o início de uma nova contenda. Em jogo, uma provável disputa pela marca Insinuante.  Luiz Carlos Batista estaria disposto a ficar longe de Ricardo Nunes e da Máquina de Vendas, mas não do varejo. Os mais próximos ao empresário apostam que, ao deixar o negócio, ele fará de tudo e mais um pouco para carregar consigo a bandeira Insinuante, que, em 2010, se uniu à Ricardo Eletro para dar origem à Máquina de Vendas. Trata-se da rede varejista erguida por seu pai, Antenor Batista, a partir de uma sapataria em Vitória da Conquista (BA). Contudo, as razões para o empresário brigar pela marca vão além de questões sentimentais. A Insinuante seria a bandeira perfeita para Batista hastear em um futuro projeto no setor, que marcaria sua volta às origens, leia-se a abertura de uma nova empresa ou mesmo a compra de uma rede de lojas com foco no Nordeste.  Tudo parece caminhar para uma renhida disputa pela marca Insinuante na Justiça. Difícil imaginar que Ricardo Nunes entregue ao desafeto o direito de fincar a bandeira em um novo projeto que, potencialmente, concorrerá com a própria Máquina de Vendas. Para muitos, este futuro round já teve início com a reestruturação recém-deflagrada na companhia. Nada mais sintomático do que uma das medidas impostas por Nunes após uma longa queda de braço com Batista: até o fim do ano, todas as lojas da Máquina de Vendas estarão operando com a marca Ricardo Eletro. O empresário teria se aproveitado de pesquisas de opinião mostrando que a bandeira que leva seu nome tem um maior índice de recall em todo o Brasil para tirar a Insinuante de circulação. Procurada pelo RR, a Kinea não comentou o assunto.

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02.02.16
ED. 5300

Máquina de Vendas é um território dividido ao meio

  O adversário mais duro de Corrado Varoli, recém-contratado para comandar a reestruturação da Máquina de Vendas, não será a recessão econômica, a queda do consumo ou mesmo a má performance da companhia. O ex-presidente da Goldman Sachs na América Latina terá como maior desafio gerar resultados em uma empresa rachada ao meio pelas disputas entre seus controladores, Ricardo Nunes e Luiz Carlos Batista. Que o diga o ex-Pão de Açúcar Enéas Pestana, antecessor de Varoli na árdua tarefa de reerguer a rede varejista. Pestana pouco saiu do lugar nos seis meses em que ficou à frente da gestão. Fechamento de pontos de venda, redefinição do modelo de lojas, negociação de uma fatia do capital: praticamente tudo o que ele recomendou ou ensaiou executar esbarrou nas divergências entre Nunes e Batista.  Desde a fusão entre a Ricardo Eletro e a Insinuante, em 2010, a coabitação societária entre o acelerado e mercurial Ricardo Nunes e o cauteloso e contido Luiz Carlos Batista nunca foi um mar de rosas. As divergências se agravaram no ano passado, durante a gestão de Richard Saunders, que assumiu a presidência após vender sua rede varejista, a Eletro Shopping, para o grupo. Saunders foi alçado ao comando para ser uma espécie de algodão entre cristais, um elemento neutro entre os dois acionistas. A tal solução pacificadora, no entanto, acabou se revelando um paiol. No entendimento de Batista, Saunders tornou-se um títere movimentado pelos dedos de Ricardo Nunes. Suas principais medidas – cortes de custos e demissões de executivos – teriam por trás a assinatura do fundador da Ricardo Eletro. Pior: suas mexidas se concentraram no Nordeste, nas lojas da Insinuante, justamente o território de Batista. O curto circuito foi inevitável. Saunders deixou o cargo em maio do ano passado. E, se ele era mesmo uma extensão de Nunes na gestão executiva, agora não há mais intermediários: o empresário se impôs e, no início deste mês, assumiu a presidência no lugar de Enéas Pestana. Tem a missão de frear uma queda nas vendas que chegou aos 10% em 2015.  Entre os executivos egressos da Ricardo Eletro habituados a psicografar os movimentos de Ricardo Nunes, há quem diga que, no fundo, no fundo, o empresário se arrependeu da fusão com a Insinuante. No seu mundo ideal, a associação seria desfeita e ele voltaria a mandar e desmandar numa empresa só sua. Será que Corrado Varoli se credenciaria a desatar uma fusão?

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 O rating de Eneas Pestana, dispensado da presidência da Máquina de Vendas, anda mesmo em baixa. Os sócios do BTG também consideram que a consultoria de Pestana para a Leader já deu o que tinha que dar. Aliás, não deu.

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19.08.15
ED. 5188

Máquina de moer

A presença do empresário Richard Saunders no capital da Máquina de Vendas está com os dias contados. Após deixar a presidência do grupo, Saunders vai se desfazer de sua participação minoritária no negócio. Sairá falando cobras e lagartos dos controladores, Luiz Carlos Batista e Ricardo Nunes, que o fritaram em óleo incandescente. A Máquina de Vendas nega a saída de Saunders do capital.

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