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27.03.18
ED. 5834

Picciani, o ministro oculto

A pouco mais de duas semanas da sua despedida do cargo, o ministro dos Esportes, Leonardo Picciani, não sai da caverna. Tem recusado convites para participar de solenidades e eventos esportivos com a presença da imprensa. Sua agenda tem se limitado praticamente a compromissos fechados. O problema é que daqui a pouco o filho de Jorge Picciani vai ter de sair da penumbra na campanha à reeleição na Câmara

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12.03.18
ED. 5823

O xadrez dos Picciani

O MDB do Rio, ou clã dos Picciani, o que dá quase no mesmo, arruma suas peças no xadrez eleitoral. O cenário que ganha corpo é a candidatura do atual deputado federal, Leonardo Picciani, ao Senado. Já o irmão Rafael Picciani, pularia de deputado estadual para federal. O único nó é deixar o flanco descoberto na Alerj. Com a prisão do patriarca, Jorge Picciani, a família ficaria sem representante na Casa em que manda e desmanda.

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11.01.18
ED. 5784

Contagem regressiva

Mesmo mancando das duas pernas, Aécio Neves ainda marca seus golzinhos. É o principal artífice da articulação que deverá colocar o senador mineiro Zezé Perrela na cadeira de ministro dos Esportes. Há, inclusive, uma pressão para que Leonardo Picciani deixe o cargo antes mesmo de abril.

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14.11.17
ED. 5745

O esporte preferido do PMDB

Na esteira da prisão de Carlos Arthur Nuzman, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) poderá sofrer mais um duro golpe. O PMDB – não por acaso partido do ministro dos Esportes, Leonardo Picciani – articula no Congresso a votação de um projeto de lei para retirar do COB o poder de gestão dos recursos da Lei Piva. A ideia – voilá – é que o próprio Ministério dos Esportes assuma a distribuição das verbas oriundas das loterias federais para as confederações nacionais. A olho nu, não dá nem para entender por que tanto empenho de Picciani e do PMDB: para 2018, os repasses da Lei Piva não deverão chegar nem a R$ 100 milhões.

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A convocação da seleção brasileira, ontem, na sede da CBF, correu o risco de pular das páginas esportivas para o noticiário policial. Além do presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, que não deixa o Brasil com medo de ser preso pelo FBI, estava presente o ex-deputado e Secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, Gustavo Perrella, um dos donos do helicóptero apreendido, em junho do ano passado, com 445 quilos de cocaína. Sempre próximo a ele também o ministro dos Esportes, Leonardo Picciani, filho do presidente da

Alerj, Jorge Picciani, citado na Lava Jato.

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10.08.17
ED. 5680

Em nome do filho

O nome de Leonardo Picciani surge, desde já, como o estepe do PMDB para 2018 caso a Lava Jato afogue a candidatura de Eduardo Paes ao governo do Rio. O que divide o coração de seu pai, Jorge Picciani, é o risco do rebento não ganhar a eleição, terminar seu mandato de deputado federal e acordar em 1 de janeiro de 2019 sem imunidade parlamentar.

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23.03.17
ED. 5584

Emoção de verdade

Leonardo Picciani não vê a hora de deixar o Ministério dos Esportes. Com uma fornada de reformas em andamento no Congresso, Picciani não tem dúvidas de que pode ser muito mais útil ao governo – e a si próprio – se voltar à Câmara dos Deputados.

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 Sergio Cabral, o governador licenciado Luiz Fernando Pezão e os Picciani têm se esforçado para antever o potencial destrutivo da delação premiada do empreiteiro Fernando Cavendish, ex-Delta. O mais calmo dos três, como sempre, é “Serginho”.

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08.07.16
ED. 5407

Figuração

 Leonardo Picciani não esconde o desejo de voltar à Câmara depois da Olimpíada. A sua nomeação para a Pasta dos Esportes deu a Picciani apenas uma certeza: “perdeu” um valioso mandato de deputado e ganhou um Ministério que não apita nada.

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 Ontem, durante a visita de Michel Temer ao Parque Olímpico da Barra, o que chamou a atenção de muitos foi o contraste entre os Picciani. O pai, Jorge, eclipsou a presença do governador interno Francisco Dornelles e monopolizou as conversas com Temer. Já o filho, Leonardo, Ministro dos Transportes, permaneceu apagado durante todo o evento.

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 Jorge Picciani, um dos caciques do PMDB fluminense, está empenhado em dinamitar a candidatura de Pedro Paulo à Prefeitura do Rio. Na “linha de sucessão” do partido, o nome natural para disputar a eleição seria o de seu filho, Leonardo Picciani.

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 Michel Temer e Leonardo Picciani tiveram uma longa conversa na última segunda-feira. Conforme previa o script, Picciani, filho, fará agora sua rápida migração para o colo de Picciani, pai, e do eventual governo Temer.

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12.04.16
ED. 5346

“Não fui eu”

 Leonardo Picciani passou a tarde de ontem negando ter sido o responsável pelo vazamento do “discurso de posse” de Michel Temer.

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 Enquanto Jader Barbalho deriva para o grupo pró-Michel Temer, Helder Barbalho promete cerrar fileiras com o governo mesmo após deixar a Secretaria de Portos – sua saída do cargo está prevista para amanhã. Ou seja: há método e sintonia entre as famílias do PMDB. Sem qualquer vergonha do plágio, os Barbalho seguem rigorosamente o script assinado pelos Picciani – no qual Jorge morde e Leonardo assopra. Dessa maneira, os dois clãs peemedebistas cravam um duplo na loteria do impeachment. Se Dilma ficar, Helder e Leonardo arrastam seus pais de volta para o governo. Se Temer levar, caberá aos patriarcas fazer as honras da casa e conduzir o embarque dos rebentos na nova gestão.

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22.01.16
ED. 5293

Carro de som

 Prefeitos de cidades do interior do Rio filiados ao PMDB se mobilizam para viajar a Brasília no dia da eleição do novo líder do partido na Câmara dos Deputados, prevista para a terceira semana de fevereiro. Prometem fazer barulho em apoio a Leonardo Picciani.

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23.12.15
ED. 5275

Próximo round

 Michel Temer não desiste de destronar Leonardo Picciani. Articula a candidatura do deputado federal Baleia Rossi ao cargo de líder do PMDB na Câmara – a nova eleição está marcada para fevereiro.

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  Procura-se Wally. O vazamento da carta enviada por Michel Temer a Dilma Rousseff é um “crime” ainda sem cadáver. Até o início da noite de ontem, proliferavam suspeições de um lado e de outro, com farta dose de vazamentos sobre o vazamento. No Palácio Jaburu, o próprio Temer assistiu às mais variadas versões disseminadas pelo seu próprio partido. Como o teor da carta foi metralhado por parcela expressiva do PMDB, o vice-presidente eximiu-se da divulgação da missiva. Muito embora o envio da mensagem só fizesse sentido político se vinculado ao vazamento. Até aí morreu Neves. É nesse ponto que surgem os demais personagens da pantomima.  Ao longo do dia, Temer vazava que Jaques Wagner havia sido o vazador. Para “evitar polêmica”, o Planalto não se posicionou oficialmente em relação à carta do vice-presidente. Mas também tratou de vazar a sua lista de prováveis vazadores. A relação de suspeitos era encabeçada por Moreira Franco, por sinal citado na epístola como um “ministro brilhante”. Um pouco atrás, vinha o agora ex-ministro Eliseu Padilha, a exemplo de Moreira um histórico e fiel aliado de Temer. Colocado na roda, Padilha também tratou de encontrar o seu culpado. Vazou que o vazador poderia ser Leonardo Picciani. Em tempo: enquanto Temer vazava que Jaques Wagner vazava que Moreira Franco vazava que Eliseu Padilha vazava que Picciani vazava, Aloizio Mercadante passava o dia inconsolável. Ninguém cogitou seu nome como responsável pelo vazamento. Em outros tempos, seria uma aposta certa.

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 Frase dita ontem por Leonardo Picciani em reunião com parlamentares do PMDB: “Agora, rachou de vez. O Temer nos empurrou definitivamente para dentro do Palácio do Planalto”.

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23.11.15
ED. 5253

O que se passa na cabeça de Leonardo Piccinani?

 Leonardo Picciani tem passado ao largo de alguns importantes eventos do PMDB. Nos últimos 15 dias, não compareceu ao lançamento do documento “Uma Ponte para o Futuro – transformado numa festa particular de Michel Temer – e faltou a dois encontros seguidos de deputados do partido em Brasília, um deles organizado pelo bancada do Rio. Há quem diga que ele tem dedicado seu tempo às articulações para indicar o irmão, Rafael Picciani, como candidato do PMDB à Prefeitura do Rio. Puro diversionismo. No momento, Picciani só pensa naquilo: fazer campanha para suceder Eduardo Cunha na presidência da Câmara dos Deputados.

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26.10.15
ED. 5234

Festa sem som

 Preocupado com a hiperexposição do rebento, Jorge Picciani já aconselhou Leonardo a celebrar de forma discreta seus 36 anos, que serão completados no próximo dia 6 de novembro. Nada de uma megafesta em Brasília e outra no Rio, como o deputado chegou a cogitar.

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 A indicação de Celso Pansera para o Ministério da Ciência e Tecnologia é uma prova de que a alardeada ruptura entre Eduardo Cunha e os Picciani não passa de teatro. O nome de Pansera só entrou na dança depois que Cunha e Leonardo Picciani conversaram diretamente com Dilma Rousseff e deram o duplo aval.

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Para um ministro petista, que se deu ao trabalho de cronometrar as falas de cada um dos participantes do programa do PMDB, na última quinta-feira à noite, o partido fez questão de expor em rede nacional o isolamento de Eduardo Cunha. Além do “candidato” Michel Temer, o âncora do show, todos os demais líderes da sigla tiveram ao menos 10 segundos para proferir suas mensagens dúbias em relação ao governo Dilma. Moreira Franco ficou no ar por 16 segundos. O governador gaúcho José Ivo Sartori, 14 segundos. Renan Calheiros falou por 10 segundos. Já o presidente da Câmara teve somente sete segundos na edição final, o suficiente para uma única frase. Para efeito de comparação, foi o mesmo tempo concedido à novata Simone Morgado, que cumpre apenas seu primeiro mandato como deputada federal. Se serve de consolo para Cunha, Leonardo Picciani, o aluno que deu uma volta no mestre, teve os mesmos sete segundos.

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24.09.15
ED. 5213

Sentimento paterno

O deputado estadual Jorge Picciani tentou demover o filho, Leonardo Picciani, desse protagonismo na reforma ministerial. Para o Papai Sabe-Tudo, o rebento é cristão novo e deveria esperar pelo seu momento. Mas o jovem não lhe deu ouvidos.

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 Conselho de um marechal do PMDB do Rio ao testemunhar, no último fim de semana, o deslumbramento com que Leonardo Picciani – até outro dia braço direito e esquerdo de Eduardo Cunha – relatava suas recorrentes idas ao Planalto: “Meu jovem, torça para o Eduardo sangrar até morrer. Se não, o que é seu está guardado”.

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 Todos os dias, Michel Temer tem reservado um tempo para afagar e catequisar Leonardo Picciani, líder do PMDB na Câmara dos Deputados. Não é de se estranhar, portanto, o gradual afastamento entre Picciani e Eduardo Cunha.

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