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planos
08.06.17
ED. 5636

Todos querem pilotar a Unidas

A Locamerica apresentou uma oferta para a compra da Unidas, controlada pela norte-americana Enterprise Holdings e pelas gestoras Gávea e Kinea/Itaú. Segundo o RR apurou, o dote gira em torno de R$ 1 bilhão. A Locamerica atravessou a pista na frente da Movida. Esta última, leia-se JSL (ex-Julio Simões Logística) também vinha mantendo tratativas para a aquisição da Unidas. O vencedor do “pega” levará para a casa uma participação de 7% do mercado de locação de veículos no Brasil e um faturamento de R$ 1,2 bilhão por ano.

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Movida-Rent-a-Car
03.05.17
ED. 5610

Movida acelera rumo ao controle da Unidas

A Movida, leia-se o Grupo JSL, está negociando a compra da Unidas. Segundo o RR apurou, o acordo deverá envolver um swap de ações entre os sócios das duas empresas, além do pagamento de aproximadamente R$ 200 milhões. De acordo com uma fonte que acompanha as tratativas, os atuais acionistas da Unidas, a norte-americana Enterprise Holdings e os fundos Kinea, do Itaú, e Gávea Investimentos, permaneceriam no capital da nova companhia. Caso a aquisição se confirme, a Movida vai se consolidar como o segundo maior grupo de locação de veículos do país, com 14% do mercado, além de um faturamento anual da ordem de R$ 1,5 bilhão. Na dianteira, a boas léguas de distância, a Localiza, com uma participação em torno de 25%. Procuradas pelo RR, Movida e Unidas não quiseram se pronunciar.

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12/05/17 15:23h

Wagnercmc

disse:

Good news

ricardonunes-rr-5608
28.04.17
ED. 5608

Máquina de Vendas sobre o balcão

De um lado, o empresário Ricardo Nunes iniciou uma peregrinação entre os bancos credores para evitar a recuperação judicial da Máquina de Vendas; do outro, saiu em busca de um sócio para a rede varejista. Segundo o RR apurou, nas últimas semanas Nunes teria mantido conversações com a Americanas, a chilena Falabella e o fundo Kinea, do Itaú. Em pauta, a venda de parte ou até mesmo do controle da Máquina de Vendas, que, hoje, está muito mais para uma máquina de dívidas e prejuízos. O passivo total teria ultrapassado os R$ 3 bilhões. A relação dívida líquida/ebitda já estaria na casa de dez vezes – a companhia ainda não divulgou o balanço de 2016. O RR fez várias tentativas de contato com a Máquina de Vendas, mas não obteve retorno.

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29/05/17 3:04h

Relatório Reservado

disse:

[…] Ricardo Nunes, um dos donos da Máquina de Vendas, empurrou o sócio Luiz Carlos Batista para o acostamento. Estaria conduzindo, monocraticamente, tanto a renegociação do passivo com bancos e demais credores quanto a venda de parte do capital da rede varejista – ver RR edição de 28 de abril. […]

22.07.16
ED. 5417

Frota de ativos

O Grupo JSL, dono da locadora de veículos Movida , estaria disposta a estacionar também no controle da concorrente Unidas. A empresa pertencente à portuguesa SAG e ao fundo Kinea, do Itaú .

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 A Carvalho Hosken jogou a toalha e está atraindo um novo sócio para o imóvel no qual está instalado o Hilton Barra. O investimento de R$ 500 milhões está muito longe de dar retorno. A construtora tem tratado do assunto com a Kinea, gestora do Itaú. A entrada no negócio deverá ser feita por intermédio do fundo Kinea Renda Imobiliária FII, dono de dois grandes edifícios comerciais no Centro do Rio. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Carvalho Hosken.

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maquina-de-vendas
07.06.16
ED. 5384

Sócios da Máquina de Vendas têm um último duelo marcado

 A segunda maior aliança societária da história do varejo de eletroeletrônicos no país parece fadada a ter o mesmo destino da primeira. A exemplo de Abílio Diniz e Michael Klein, os empresários Ricardo Nunes e Luiz Carlos Batista, donos da Máquina de Vendas, estariam a poucos passos do rompimento. De acordo com informações filtradas junto à empresa, o desmonte da sociedade se daria com a saída de Batista do negócio. Segundo o RR apurou, o empresário já teria sido procurado por fundos dispostos a comprar sua participação de 50% na rede varejista. Um deles seria o Kinea, braço de private equity do Itaú. Procurada pelo RR, a Máquina de Vendas nega o fim da sociedade e a saída de Batista da companhia.  Caso a decisão de Batista de deixar a empresa se confirme, dentro da própria Máquina de Vendas muitos já se perguntam se ela será o epílogo desta crônica do desamor societário – marcada por intrigas e acusações de parte a parte pelos erros estratégicos e pelo mau desempenho da rede varejista – ou apenas o início de uma nova contenda. Em jogo, uma provável disputa pela marca Insinuante.  Luiz Carlos Batista estaria disposto a ficar longe de Ricardo Nunes e da Máquina de Vendas, mas não do varejo. Os mais próximos ao empresário apostam que, ao deixar o negócio, ele fará de tudo e mais um pouco para carregar consigo a bandeira Insinuante, que, em 2010, se uniu à Ricardo Eletro para dar origem à Máquina de Vendas. Trata-se da rede varejista erguida por seu pai, Antenor Batista, a partir de uma sapataria em Vitória da Conquista (BA). Contudo, as razões para o empresário brigar pela marca vão além de questões sentimentais. A Insinuante seria a bandeira perfeita para Batista hastear em um futuro projeto no setor, que marcaria sua volta às origens, leia-se a abertura de uma nova empresa ou mesmo a compra de uma rede de lojas com foco no Nordeste.  Tudo parece caminhar para uma renhida disputa pela marca Insinuante na Justiça. Difícil imaginar que Ricardo Nunes entregue ao desafeto o direito de fincar a bandeira em um novo projeto que, potencialmente, concorrerá com a própria Máquina de Vendas. Para muitos, este futuro round já teve início com a reestruturação recém-deflagrada na companhia. Nada mais sintomático do que uma das medidas impostas por Nunes após uma longa queda de braço com Batista: até o fim do ano, todas as lojas da Máquina de Vendas estarão operando com a marca Ricardo Eletro. O empresário teria se aproveitado de pesquisas de opinião mostrando que a bandeira que leva seu nome tem um maior índice de recall em todo o Brasil para tirar a Insinuante de circulação. Procurada pelo RR, a Kinea não comentou o assunto.

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O Grupo JSL atravessou o caminho da norte-americana Enterprise: também teria apresentado uma oferta pelo controle da locadora de veículos Unidas, que tem entre seus acionistas a Gávea e o Kinea/Itaú. A JSL já atua no mercado por meio da Movida. Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  JSL e Unidas.

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19.02.16
ED. 5310

Kinea quer rejuntar os azulejos da Eliane e da Cecrisa

  A primeira camada de massa foi aplicada em julho do ano passado, quando a Kinea comprou 20% da Eliane Cerâmicas. Agora, uma vez dentro da companhia, o braço de private equity do Itaú quer se aproveitar da privilegiada posição para costurar uma operação bem maior, sua fusão com a também catarinense Cecrisa. A associação daria origem à maior fabricante de cerâmicas da América Latina, com dez unidades industriais e receita em torno de R$ 1,8 bilhão – a Portobello, atual líder do setor no país, faturou R$ 1,3 bilhão no ano passado. A própria Kinea, que já investiu R$ 120 milhões na Eliane, está disposta a fazer um novo aporte de capital para viabilizar o negócio. Há ainda outra peça importante para a montagem deste quebra-cabeça de cerâmica: a operação é vista com bons olhos pela Vinci Partners , acionista majoritária da Cecrisa, com 70%. Procuradas, Eliane e Cecrisa negaram a operação.  A Kinea sabe bem que esta não é uma construção de paredes retas. A Eliane é moça irrequieta, meio indomável, às vezes passando até por volúvel. Em 2011, a família Gaidizinski, controladora da empresa, fechou um acordo de fusão com a Portobello. Meses depois, desfez o negócio por motivos que nunca foram bem explicados. Pouco tempo mais tarde, entabulou conversações com a própria Cecrisa, mas, no meio do caminho, também desistiu do enlace. No entanto, sete meses de coabitação societária já foram suficientes para a Kinea perceber que a intempestividade e a resistência dos Gaidizinski vêm se esfarelando feito argila por força das circunstâncias. Nos últimos dois anos, a Eliane precisou recorrer a uma emissão de debêntures e ao próprio aporte da gestora do Itaú para levar adiante seus planos de investimento. Em 2015, a companhia ainda conseguiu aumentar sua receita em aproximadamente 6% por conta das exportações e de encomendas feitas antes do agravamento da crise econômica. Para este ano, com a forte retração do setor imobiliário, a expectativa é de queda nas vendas para o mercado interno. Além disso, as empresas nacionais começam a enfrentar a concorrência de fabricantes chineses, que vêm entrando no país com sua tradicional estratégia de ganhar mercado a fórceps com preços abaixo da linha de cintura. Diante deste cenário, a consolidação do setor é vista como inexorável. Se a Eliane não se mexer, corre o risco de deixar o caminho aberto justamente para uma associação entre a Portobello e a Cecrisa.

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29.01.16
ED. 5298

Pista molhada

 Acionistas da Unidas, à frente a Kinea, negociam a compra dos 35% da locadora pertencentes à portuguesa SAG. As tratativas dependem de acordo com bancos portugueses, entre eles o Espírito Santo. São credores da SAG e detêm ações penhoradas.

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30.09.15
ED. 5217

Contra a maré

Apesar de todos os pesares, a Kinea, gestora de recursos do Itaú, prepara o lançamento de um novo fundo de investimentos. A meta é captar entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão. Procurada, a Kinea não confirmou a operação.

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