Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
28.08.17
ED. 5692

Caríssimo José Maria Marin

Após se desfazer de sua mansão no Jardim Europa por R$ 11 milhões, o ex-presidente da CBF José Maria Marin colocou à venda uma cobertura na Barra da Tijuca, no Rio, avaliada em mais de R$ 3 milhões. Marin é um homem de alto padrão de vida: só o custo mensal para se manter na Trump Tower, em Nova York, onde cumpre prisão domiciliar, é estimado em cerca de US$ 50 mil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.05.17
ED. 5612

Prisão domiciliar

O ex-presidente da CBF José Maria Marin já está aceitando ofertas de R$ 10 milhões pela sua mansão nos Jardins – valor inferior aos R$ 15 milhões da pedida inicial e abaixo do que pagou pelo imóvel (R$ 13 milhões). Marin precisa de US$ 3 milhões para quitar sua dívida com a Justiça norte-americana.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.03.17
ED. 5577

Quem quer sintonizar na rádio de Marin?

Há um ano, o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, tenta vender a Rádio Paulista. Começou pedindo R$ 16 milhões pela emissora, foi baixando a bola e hoje aceita a metade. Ainda assim, não há sinais de que esteja precisando dos recursos. Marin permanece confortavelmente instalado em seu apartamento na Trump Tower, onde cumpre prisão domiciliar, e mantém o hábito de frequentar alguns dos mais renomados restaurantes de Nova York. E olha que o ex-cartola comprometeu-se a pagar US$ 15 milhões no acordo que fez com a Justiça norte-americana.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O ex-jogador Ronaldo deu agora para fazer duras críticas a Marco Polo Del Nero e José Maria Marin, que cumpre prisão domiciliar em Nova York. Nem parece o mesmo fenômeno que andava grudado nos cartolas da CBF e até participou do Comitê Organizador da Copa de 2014.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.10.16
ED. 5485

Ronaldo Fenômeno é um empresário no banco de reservas

  O que está acontecendo com o empresário Ronaldo Luiz Nazário? De uma hora para a outra, o ex-jogador Ronaldo Fenômeno parece ter perdido o faro de artilheiro para os negócios. Um ano e meio após o seu lançamento, a Ronaldo Academy – parceria com o empresário Carlos Wizard – enfrenta dificuldades para manter seu projeto de expansão. A meta de atingir 50 escolinhas nos dois primeiros anos de operação já foi chutada para escanteio. Da primeira leva de 22 franquias vendidas no Brasil, apenas 13 unidades teriam sido efetivamente inauguradas. Alguns dos investidores que compraram o direito de utilizar a marca tentam romper o contrato e devolver a licença, temendo prejuízos.  Nos últimos meses, Ronaldo Fenômeno tem aparecido no noticiário econômico mais pelos gols perdidos do que marcados. A 9ine, a agência de marketing esportivo que criou em parceria com Marcus Buaiz, está sendo desativada pela britânica WPP, atual controladora. A sociedade com o próprio Carlos Wizard no Fort Lauderdale Strikers, time de futebol nos Estados Unidos, está chegando ao fim. Mesmo com todo o nome e influência, Ronaldo não conseguiu seu maior objetivo: assegurar um lugar na Major League Soccer (MLS), o principal campeonato dos Estados Unidos – o Strikers disputa uma liga paralela.  No caso da Ronaldo Academy, a mais recente delas, a do Espírito Santo, foi inaugurada no mês passado apenas com metade das 800 vagas preenchidas. Ressalte-se que, além de pagar cerca de R$ 400 mil pela licença, o franqueado ainda precisa dispor de um terreno de, no mínimo, mil metros quadrados. A expansão global também está aquém do planejado. Por ora, só a China comprou a ideia em maior escala: já são mais de 30 franquias fechadas, embora apenas oito já em operação. Nos Estados Unidos, são apenas cinco contratos firmados. As negociações para o desembarque do projeto nos Emirados Árabes, Arábia Saudita, Qatar e Rússia ainda são incipientes.  Uma coisa pode não ter nada a ver com a outra. Mas, já há algum tempo, Ronaldo vem sendo aconselhado por seus assessores a reduzir sua exposição política e a proximidade com áreas, digamos assim, minadas. No seu staff, é consenso de que sua enigmática participação no Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 e a relação com cartolas como José Maria Marin e Marco Polo Del Nero trouxeram um desgaste a sua imagem. • A seguinte empresa não comentou o assunto: Ronaldo Academy.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, aquele que diz não saber o que disse saber, teria sido informado da operação contra Antonio Palocci na tarde da última quinta-feira. •••  Além da iminente venda de parte da Congonhas Minérios, Benjamin Steinbruch tenta atrair o China Development Bank para a Transnordestina . •••  O lobista Milton de Oliveira Lyra Filho, preso pela Lava Jato na última segunda-feira, é bastante próximo de badalados cartolas do futebol brasileiro, inclusive o ex-presidente da CBF José Maria Marin.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.09.16
ED. 5459

Risco Marin paira sobre a CBF

 O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, está bastante preocupado com José Maria Marin. Não por solidariedade, mas por temor. Para todos os efeitos, o acordo com a Justi- ça norte-americana custou a Marin uma fiança de US$ 15 milhões. No entanto, Del Nero tem fortes razões para acreditar que o antigo aliado também esteja quitando sua dívida com outra moeda: a delação premiada. A aflição de Del Nero se deve aos crescentes sinais de relaxamento da prisão domiciliar de Marin, em Nova York. Seria uma contrapartida a uma atitude, digamos assim, colaborativa do ex-dirigente?  Nos últimos meses, sua rotina tem incluído passeios a museus – o MoMa fica a apenas três quadras do seu apartamento, na Quinta Avenida. Também se tornaram frequentes os jantares em badalados restaurantes, a exemplo do Daniel e do Marea, onde, aliás, foi visto na semana passada. Marin está sempre acompanhado de familiares e de sua inseparável tornozeleira eletrônica.  Del Nero e Marin eram parceiros nos negócios da bola até que este último foi preso, na Suíça, no ano passado. Desde então, Del Nero não põe o pé fora do Brasil, com medo de ter o mesmo destino. Sobretudo se Marin tiver aberto seu baú de memórias.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.08.16
ED. 5429

Cunha manda CPI do Futebol para escanteio

 A CPI do Futebol é o mais novo exemplo do poder que Eduardo Cunha mantém na Câmara dos Deputados – ainda que um exemplo relativamente prosaico se comparado a algumas de suas maiores façanhas. Nos últimos dias de trabalho da CPI, encerrada há duas semanas, o ex-presidente da Câmara escalou alguns de seus melhores beques na Casa para garantir o esvaziamento da pauta, chutar as votações para escanteio e, sobretudo, proteger atuais e ex-dirigentes da CBF.  O desempenho da zaga de Eduardo Cunha – liderada pelos deputados Washington Reis (PMDB-RJ) e André Moura (PSC/CE), dois de seus mais fiéis aliados – não poderia ter sido melhor. A CPI chegou ao fim sem que o atual presidente da CBF, Marco Polo del Nero, tenha sido sequer convocado a depor. Os dois últimos caciques da entidade, José Maria Marin e Ricardo Teixeira, também escaparam ilesos. É mais um tento na lista de serviços prestados por Cunha à entidade. O parlamentar tem uma estreita relação com a CBF desde os tempos de Teixeira. Mais recentemente, foi o artífice da indicação do deputado mineiro Marcelo Aro para a diretoria de Ética e Transparência da Confederação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O sinal de alerta está aceso no Banco Itaú, Nike , Vivo, Samsung e demais patrocinadores da seleção brasileira. O motivo é a truculência com que a CBF vem tratando seus ex-parceiros. A entidade entrou na Justiça contra a BRF, com quem manteve contrato até o início deste ano. A justificativa é que a Sadia está fazendo “marketing de emboscada” em sua campanha publicitária para a Olimpíada ao vestir seu tradicional mascote com uma camisa verde e amarela. Ou seja: ao que tudo indica, Marco Polo Del Nero e cia. entendem que a CBF tem a primazia sobre as cores da bandeira. A BRF não está sozinha. Segundo o RR apurou, a Confederação também está abrindo um processo contra a Michelin, que patrocinava a seleção brasileira até fevereiro. A alegação é de que a empresa francesa não teria cumprido cláusulas do contrato relativas ao prazo e aos valores da rescisão. Procurada, a BRF confirmou o processo e disse lamentar a “postura da CBF”. Como apoiadora oficial da Rio 2016, a empresa afirma ter o direito contratual de usar os uniformes das equipes brasileiras, cujas cores “não são exclusivas da entidade”. A CBF não quis comentar o assunto. A Michelin também não se pronunciou.  Ao olhar para a BRF e a Michelin, os atuais patrocinadores da CBF temem o efeito do “eu sou você amanhã”. A percepção é de que a entidade iniciou uma caça às bruxas em represália aos ex-parceiros. E não são poucos. A escalação inclui ainda nomes como Gillette e Unimed. Não por coincidência, o turnover publicitário cresceu consideravelmente nos últimos dois anos, em meio aos seguidos escândalos envolvendo os ex e atuais cartolas da entidade. Ricardo Teixeira sumiu do mapa. O também ex-presidente José Maria Marin cumpre regime de prisão domiciliar em Nova York. Já Marco Polo Del Nero não sai do Brasil nem a decreto, temendo ter o mesmo destino de Marin, seu antecessor, preso na Suíça e extraditado para os Estados Unidos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.06.16
ED. 5388

Entreouvidos

 O ex-presidente da CBF José Maria Marin tenta vender sua rádio no interior de São Paulo para um grupo de evangélicos. A vida de exilado em Nova York e de devedor da Justiça americana é cara demais.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Marco Polo del Nero e Ricardo Teixeira têm o corpo fechado no Congresso Nacional. Há cerca de dez dias, o próprio Renan Calheiros suspendeu a convocação dos cartolas pela CPI do Futebol, em curso no Senado. Agora, a blindagem se dá na Câmara dos Deputados. Parlamentares da bancada da bola se movimentam com o objetivo de esvaziar a CPI da Máfia do Futebol, instaurada há apenas um mês. O camisa 10 do time é o deputado Marcelo Aro (PHS-MG). Uma de suas missões mais importantes é exatamente barrar os pedidos de convocação de Del Nero, que reassumiu na semana passada a presidência da CBF, e de Ricardo Teixeira, ex-nº1 da entidade – ambos já protocolados pelo deputado Arnaldo Jordy (PPS/ PA). No melhor dos mundos para a CBF, seria aprovado apenas o pedido de depoimento do antecessor de Del Nero, José Maria Marin, que já está purgando seus pecados junto à Justiça norte-americana.  A CBF – em especial Marco Polo del Nero – confia bastante em Marcelo Aro. O parlamentar, que se notabilizou por fazer micagens com um boneco do ex-presidente Lula durante as sessões da comissão do impeachment, vem de uma longeva linhagem de cartolas. Há mais de 40 anos, sua família manda e desmandam no futebol mineiro. Seu avô – José Guilherme Ferreira, chefe do gabinete militar do governador Magalhães Pinto na década de 60 – dirigiu a Federação local. Já seu pai e seu tio foram afastados da entidade, no início dos anos 2000, por denúncias de formação de quadrilha, falsificação de documentos e desvio de recursos. A bola agora está com Marcelo de Aro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 A CPI do Futebol no Senado deverá trazer à luz um personagem que só costuma entrar em campo quando os refletores se apagam: o lobista Vanderberg Machado, que tem serviços prestados para Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo del Nero.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.12.15
ED. 5261

Voz da América

 Em prisão domiciliar em Nova York, José Maria Marin pena para vender o controle de sua emissora de rádio em São Paulo. Começou pedindo R$ 20 milhões e, agora, já baixou o valor para R$ 15 milhões. Marin precisa pagar uma multa de US$ 15 milhões à Justiça norte-americana.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Romário avança sobre a CBF. Hoje, a CPI do Futebol vai votar o requerimento de quebra do sigilo fiscal e bancário do Comitê Organizador da Copa de 2014, que foi presidido por Ricardo Teixeira e, depois, por José Maria Marin.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.11.15
ED. 5240

Entregará o jogo?

 Os advogados de José Maria Marin negam. Mas, na CBF, já se dá como certo que o ex-cartola vai fechar um acordo de delação com a Justiça norte-americana.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Romário, como sempre, não perdoa seus adversários. Com uma certa dose de sadismo, o senador pretende deixar o presidente da CBF, Marco Polo del Nero, seu grande desafeto, para o grand finale da CPI do Futebol. Antes, quer ouvir os ex-presidentes da entidade Ricardo Teixeira e Jose Maria Marin.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Da Suíça, chegam notícias de que José Maria Marin, por ora, não fará qualquer acordo de delação com a Justiça norte-americana. No entanto, talvez por paranoia – compreensível para um homem em suas circunstâncias – talvez por conhecer bem os métodos do ex-aliado, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, está convicto de que Marin vai falar. Na entidade, todos dão como certo que o ex-presidente não guardará o que sabe se a Suíça aceitar o pedido de extradição para os Estados Unidos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.06.15
ED. 5144

Como João Doria Jr

Como João Doria Jr. cansou de brincar de chefe de delegação da seleção brasileira e retornou ao Brasil, é grande a pressão para que Walter Feldman viaje para o Chile e assuma o posto até o fim da Copa América. Ele, no entanto, prefere ficar no Brasil. Desde a prisão de José Maria Marin na Suíça, Marco Polo Del Nero e os demais dirigentes da CBF desenvolveram um súbito medo de avião.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.06.15
ED. 5143

O PTB estaria passando o chapéu

 O PTB estaria passando o chapéu entre empresários amigos para custear os criminalistas contratados por José Maria Marin, vice-presidente do partido em São Paulo. Consta que o ex-presidente da CBF, preso na Suíça há quase um mês, não teria condições financeiras de pagar seus advogados. Pobre Marin! Oficialmente, o partido nega qualquer participação na derrama e afirma que se trata de uma ação de cunho pessoal do presidente da sigla em São Paulo, o deputado Campos Machado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.06.15
ED. 5139

Longe da CBF

 Na Volkswagen é indisfarçável o alívio com a decisão tomada no ano passado, quando a companhia resolveu não estender o contrato de patrocínio com a CBF. Reza a lenda que, na ocasião, durante as tratativas para a renovação do acordo, o então presidente da entidade, José Maria Marin, insistiu em trafegar perigosamente no meio-fio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.02.15
ED. 5064

José Maria Marin

José Maria Marin deverá manter um pé na CBF. Um pé de meia, ressalte-se. O presidente eleito da entidade, Marco Polo del Nero, pretende criar uma espécie de Conselho de Administração na entidade, que seria comandado por Marín.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.07.13
ED. 4691

Bola dividida

 As relações entre J. Hawilla, da Traffic, e um manda- chuva da mídia e – por que não? – do próprio futebol brasileiro andam estremecidas. O presidente da CBF, José Maria Marin, que nem cruza muito com Hawilla, é quem vem tentando selar a paz.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.02.13
ED. 4586

Bola dividida

 José Maria Marín, presidente da CBF, está fazendo a caveira do outrora poderoso J. Hawilla, dono da Traffic.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.